18/04/2025
Em uma sexta-feira, há mais de dois mil anos, o próprio Deus encarnado foi pendurado num madeiro.
O justo morrendo pelo injusto
O santo morrendo pelo impuro
O inocente morrendo pelo culpado
Quanto amor, quanta misericórdia, quanta graça.
Cristo fez aquilo que só Ele era capaz de fazer. Não seria aceito outro sangue, outro sacrifício. Ele disse “sim” ao pedido do seu Pai para se fazer material de aflição. O universo, os anjos, as estrelas — todos acompanhavam a morte d’Aquele que participou de sua própria criação. E nada do que Ele trajava apontava para Sua glória — Ele havia se despido dela há tempos. Estava nu, com uma coroa de espinhos e uma cruz pesada… muito pesada. Carregava o peso do mundo inteiro.
Horas de agonia, dor e sofrimento. Ouve-se um grito, então: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” E expirou. O céu se fechou, pessoas cochichavam ao fundo, outras choraram, pensando ser o fim da esperança.
Enfim, dívida paga, ira aplacada, morte e pecado vencidos.
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