Essa
congregação foi implantada pelo referido com sua esposa Anadir Pereira de Sousa, de
saudosa memória, em meados dos anos 70. Vários servos de Deus lideraram a ADK ao longo dos anos, tais como: Pr Pedro Merlano
(in memorian), Pr Jonas Nascimento (in memorian), Pr Alcemir Santana e atualmente é
liderada pelo casal Pr Odias Sousa e Izaura Sousa (desde 01/maio/2004). A ADK tem prestado um serviço
de excelência para o reino de Deus por meio dos
departamentos de Escola Bíblica Dominical, Círculo de Oração, Apoio e Assistência
Social, Ministério de Família (Cursos: Casados para Sempre, Homem ao Máximo,
Mulher Única) e Missões (oração, sustento e comunicação com os missionários)
Cremos:
1) Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalívelde
fé e prática para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);
2) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que,
embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o
Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na
terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato
sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19;
Mc 12.29; Gn 1.1;2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
3) No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus,
plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte
vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua
ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is
7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
4) No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial
como o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado,
da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas
e continua guiando o seu povo (2Co 13.13; 2Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5;
2Pe 1.21 e Jo 16.13);
5) Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que
somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus
Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);
6) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé
em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus
para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
7) No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício
efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb
7.25; 5.9);
8) Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e
universal assembleia dos fieis remidos de todas as eras e todos os lugares,
chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus
(1Co 12.27; Jo 4.23; 1Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
9) No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do
Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo
(Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
10) Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por
obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de
Jesus Cristo (Hb 9.14; 1Pe 1.15);
11) No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus
Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme
a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);
12) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para
sua edificação, conforme Sua soberana vontade para o que for útil (1Co 12.1-
12);
13) Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao
mundo, para arrebatar a Sua Igreja, antes da Grande Tribulação; a segunda —
visível e corporal, com a Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo
durante mil anos (1Ts 4.16, 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14);
14) No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados,
para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na
Terra (2Co 5.10);
15) No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim
do Milênio; os que morreram durante o período milenial e os que, ao final
desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os
infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt
25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);
16) Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por
nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher,
nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido
pelo s**o da criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24;
1.27).