ILÊ ASÉ OMO AYRA - Axé Parada Ideal

ILÊ ASÉ OMO AYRA - Axé Parada Ideal CASA DE CANDOMBLE DA NAÇÃO ALAKETU

Lelu á le nu crê leuáLélu á le nu crê leuáAtani mokani a kaka omiOjuoro ojuoro ke odo Osibatá lá oro kiniãLelu á le num ...
27/06/2022

Lelu á le nu crê leuá
Lélu á le nu crê leuá

Atani mokani a kaka omi
Ojuoro ojuoro ke odo

Osibatá lá oro kiniã
Lelu á le num crê leuá🍀

Assaô! Eru ejé!

Assim começa nossa semana....
Tudo por Obá é Oxum

15/05/2022
DA SÉRIE: POR UM CANDOMBLÉ AFROCENTRADO – A QUESTÃO DOS IGBÁS - awọn igbáAlguém me disse agora que, caso não pudesse ter...
02/03/2022

DA SÉRIE: POR UM CANDOMBLÉ AFROCENTRADO – A QUESTÃO DOS IGBÁS - awọn igbá
Alguém me disse agora que, caso não pudesse ter seu igbá “individual” e do jeito que sonhou, nem se iniciaria no Candomblé. Pensei com meus humildes botões que, se a pessoa pensa assim, quem ganharia é o Candomblé, porque, certamente, esta nunca foi e ainda não deveria ser a lógica do Candomblé, prática com valores civilizatórios familiares da África Ancestral.
Pensei também que esta pessoa jamais trilharia o Candomblé trilhado por mim. Até hoje olho os Igbás com olhos semiabertos e demorei anos para dar uma olhadela na gamela do meu Sàngó.
Se a pessoa queria algo de único e só seu, deveria comprar um amuleto ou comprar uma imagem de seu santo católico de devoção e cultuá-lo, nem precisava ter o privilégio de passar pelos ritos iniciáticos de uma “religião” de origem africana.
Vejo com maus olhos esta necessidade do ter para ser que toma de assalto o Candomblé e alguns de seus incautos. Esta necessidade do enorme, meu, só meu e muito brilhante.
Um dia desses, depois de muito insistir, após esfriar o corpo e tomar omieró, visitei o quarto de santo de um “irmão” de fé e confesso que desconheci a maioria dos igbás que moravam naquele quarto. Pensei com meus botõezinhos: será que fui enganado? Será que nesses anos todos eu não fazia Candomblé? Os Igbás eram enormes e tinha quase tudo o que há no mundo e que o dinheiro pode comprar. Choquei!
A mim, é a lógica do opressor que, sorrateiramente, invade e reveste uma outra lógica, ou seja, reveste a lógica africana na qual se pode ser sem precisar ter, do ser por meio do outro-coletivo e um ser por meio da coletividade que me individualiza.
Será mesmo que uma prática que se quer afrocentrada precisaria de “objetos-propriedade” e da “objetificação” dos Orixás para se significar?
Qual o papel real do Igbá?
O Igbá é mais um elo de ligação entre o Aye-Orun: o primeiro é o nosso Ori, o qual possui um duplo no Orun, o segundo é o nosso próprio corpo que deve ceder ao transe – no caso dos iyawo; e o terceiro é justamente o Igbá Orisa. Desse modo, a sua existência está muito ligada a existência da nossa jornada no Aye e a presença da massa primordial e universal utilizada para a nossa existência e para a “manutenção” de Orixá aqui conosco.
Vale destacar que, exceto Sàngó - e talvez por isso seu Igbá sempre tenha sido coletivo, todos os Igbás devem ser devolvidos à natureza com a passagem de seus iniciados. Hoje, a lógica eurocêntrica de Orixá propriedade tem alterado até isso no ritual de “Balaio de Egun”/ “Axexé”.
Cada Igbá representa uma divindade por meio de um continente (Vaso, invólucro, recipiente) e seu conteúdo, e esse conjunto, continente/conteúdo é específico para cada divindade.
Esses continentes podem ser de porcelana (substituindo cabaças), barro, madeira, cobre e serão empregados distintamente para cada divindade que eles representam.
São usados elementos físicos comuns, como tigelas, sopeiras, pratos, bacias e alguidares, vasos e panelas, entretanto o que importa mesmo é o que está dentro do continente, as folhas, as palavras e os ritos que lhe foram dedicados com vistas a “abrir” o portal e tornar possível o trânsito dos Orixás e da força da ancestralidade/eternidade Aye/Orun.
Vale destacar que o igbá não é o Orixá no Ayé. O igbá representa apenas a ligação entre os dois espaços, o espaço físico Ayé e o espaço imaterial - Orun. É uma “ponte” entre os dois espaços.
E, se o que importa é o conteúdo, o não visível, o que está guardado, a pedra, a folha, as ferramentas, os búzios, as moedas, as conchas, as pecinhas de barro, os idés, o ofá, o abebê, de onde viria esta necessidade do visível – pessoal e enooooooooooooooorrrrrrrrrrrrrrrme? .

Texto:Professor Sidnei de Xangô.

“É sobre respeito, sobre quem chegou primeiro, sobre honrar quem lhe honra, sobre fé incondicional, sobre curvar-se a qu...
05/01/2022

“É sobre respeito, sobre quem chegou primeiro, sobre honrar quem lhe honra, sobre fé incondicional, sobre curvar-se a quem, em vida, esteve de pé, sobre ética coletiva, sobre alegria, sobre Orisá, sobre uma vida inteira dedicada aos Òrìṣà.” Professor Sidnei Barreto Nogueira.

José do Obakosso- Odé Bamirê🏹
Odé Lessy🏹
Mojubá🤍

20/06/2021

Futuro do meu axé ❤

12/02/2021

Parte da saída de yawo...

Endereço

EStrada Da Jaqueira
Guapimirim, RJ
25940-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando ILÊ ASÉ OMO AYRA - Axé Parada Ideal posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria