Diocese de Guanhães

Diocese de Guanhães A Diocese de Guanhães situa-se na região centro-oriental de Minas Gerais. Faz parte do Regional Leste II da CNBB (que compreende os Estados de Minas Gerais) .

Pertence à Província Eclesiástica de Diamantina. Limita-se ao Norte e Noroeste com a Arquidiocese de Diamantina; ao Nordeste, com a Diocese de Governador Valadares; ao Sul, com a Diocese de Itabira-Fabriciano e Diocese de Sete Lagoas. A Diocese tem uma superfície de 15.047 km2 e, conforme o censo de 1996, tinha uma população de 269.931 habitantes, distribuídos em 30 cidades de seu território1. Foi

criada a 18 de dezembro de 1985 pela Bula Pontifícia “RECTE QUIDEM”, do Papa João Paulo II, tendo seu território desmembrado da Arquidiocese de Diamantina e das Dioceses de Governador Valadares e Itabira-Fabriciano. Foi instalada solenemente a 1º de maio de 1986, pelo Exmo. e Revmo. Sr. Núncio Apostólico no Brasil, dom Carlo Furno, que também, nesta data, deu posse ao primeiro Bispo Diocesano, dom Antônio Felippe da Cunha, SDN (Missionário Sacramentino de Nossa Senhora).

26/05/2026
Projeto: "Alegria da Santidade"Com os Santos e Santas, Peregrinar com Esperança!Sao Filipe NériConhecido na Igreja Catól...
26/05/2026

Projeto: "Alegria da Santidade"
Com os Santos e Santas, Peregrinar com Esperança!

Sao Filipe Néri

Conhecido na Igreja Católica como o Apóstolo de Roma, Filipe Rômolo Néri nasceu em Florença, Itália, aos 21 de julho de 1515. Desde pequeno cultivou uma personalidade muito alegre e brincalhona. Ficou conhecido também, como o Santo da Alegria devido à sua famosa frase: “Longe de mim o pecado e a tristeza”.

Sua mãe, Lucrécia, morreu quando ele tinha 5 anos. Seu pai, Francisco, um tabelião, tinha grande amizade com os frades dominicanos do Mosteiro de são Marcos, os quais receberiam Filipe Néri para muitos de seus ensinamentos religiosos. Aos dezesseis anos, Filipe foi enviado para ajudar nos negócios de um primo de seu pai, em San Germano, próximo do Monte Cassino. Não raro, se retirava para orar numa pequena capela na montanha, que pertencia aos beneditinos do Monte Cassino. Lá ele descobriu a sua vocação e, em 1533, decidiu ir para Roma.

Em Roma o jovem Felipe estudou teologia e filosofia com os agostinianos. Após três anos passou a organizar uma comunidade para orarem juntos, cuidar dos doentes e peregrinos que vinham para Roma. Foi ordenado em 1551 e entrou para a comunidade de São Girolamo e tornou-se um renomado confessor. Conduziu vários grupos de reflexão sobre o Evangelho, reunindo jovens religiosos, padres e leigos formando o alicerce de uma futura congregação. Os grupos se reuniam para discutir problemas sociais, para rezar, cantar e estudar o Evangelho. A iniciativa deu tão certo que Felipe Neri fundou a Congregação dos Padres do Oratório. Essa foi a primeira instituição religiosa de natureza secular sem vínculos de votos. Era a única em que os sacerdotes, sendo seculares, viviam em comunidade, mas sem votos. O instituto tinha como fim a oração, a pregação e a administração dos sacramentos.

O nome oratório parece ser derivado da sala do Oratório de São Girolamo, onde os encontros religiosos eram conduzidos. A aprovação para a Congregação foi dada em 1575, pelo Papa Gregório XIII. Já as regras de sua constituição foram aprovadas somente em 1612, pelo Papa Paulo V, dezessete anos após a morte do fundador. Logo a Congregação do Oratório se espalhou por toda a Europa e a América do Sul.

O Papa Gregório XIV tentou fazer dele um cardeal, mas Filipe recusou. Nos seus últimos anos ele teve varias doenças graves, que curava apenas com suas preces. Respeitado e amado em Roma, foi um conselheiro de papas, reis, bispos, cardeais e igualmente confessor e conselheiro de leigos e do povo mais simples de Roma. Os seus esforços em chegar ao povo comum deu a ele o titulo de “Apóstolo de Roma”.

São Felipe Neri morreu no dia 26 de maio de 1595, aos 80 anos, de causas naturais. Foi beatificado em 1615 pelo Papa Paulo V e canonizado em 1622 pelo Papa Gregório XV.

São Filipe Néri, rogai por nós!

“Magnifica humanitas”, a primeira encíclica de Leão XIV, não é, antes de tudo, um texto analítico sobre inteligência art...
25/05/2026

“Magnifica humanitas”, a primeira encíclica de Leão XIV, não é, antes de tudo, um texto analítico sobre inteligência artificial nem entra em detalhes sobre processos em constante evolução. Trata-se, antes, de uma “summa” que aplica os princípios da Doutrina Social à nossa época — a era da IA —, consolidando e atualizando os pontos fundamentais do magistério.

Hoje, o controle das plataformas, das infraestruturas, dos dados e da capacidade computacional “não é prerrogativa dos Estados, mas de grandes atores econômicos e tecnológicos”, que estabelecem as condições de acesso, as regras de visibilidade e as próprias possibilidades de participação. Quando tal poder se concentra em poucas mãos, “tende a tornar-se opaco e a escapar ao controle público”, trazendo consigo o risco de um desenvolvimento distorcido “que gera novas dependências, exclusões, manipulações e desigualdades”.

O Papa, reiterando a superação da teoria da “guerra justa”, pede que o uso da inteligência artificial no campo de batalha seja submetido às mais rigorosas restrições éticas, pois “não existe algoritmo que possa tornar a guerra moralmente aceitável”.

É necessário, ainda, “desarmar” a IA, ou seja, “romper essa equivalência entre poder técnico e direito de governar”. Não para renunciar à tecnologia, mas para impedir que ela domine o ser humano: ela deve se tornar discutível, contestável e, portanto, habitável. Justamente para não abdicarmos de nossa humanidade, tão frágil e tão “magnífica”.

📝Andrea Tornielli, editor-chefe do Vatican News


Repost

25/05/2026
25/05/2026
25/05/2026

Endereço

Guanhães, MG
39740-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Diocese de Guanhães posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Diocese de Guanhães:

Compartilhar