BillÔyá O Bruxo

BillÔyá  O Bruxo Cartomante • Tarólogo • Feiticeiro
Afro|umbandandista
Consultas & Feitiços: (51)9 8345 0329

Bruxo Bill D'Oyá ♥

🌬️ MANDINGA Faço isso já tem um tempo, e acabei Ritualizando na minha vida este movimento!Gostaria de compartilhar com v...
12/08/2026

🌬️ MANDINGA

Faço isso já tem um tempo, e acabei Ritualizando na minha vida este movimento!

Gostaria de compartilhar com vocês!

Blessed 🧙

Bill D'Oyá ♥🧿
BillÔyá O Bruxo
(51) 8345-0329

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06/08/2026

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27/07/2026
🌬️ SEU TEMPLO REFLETE 🧙Nem todo mundo merece entrar nos espaços mais delicados da sua alma. Não porque você precise ser ...
26/07/2026

🌬️ SEU TEMPLO REFLETE 🧙

Nem todo mundo merece entrar nos espaços mais delicados da sua alma. Não porque você precise ser frio ou distante, mas porque aquilo que existe de mais sensível em você merece ser tratado com respeito. Quem não sabe cuidar pode ferir até sem perceber.

Sua energia é como um jardim interior. Se você permite que qualquer pessoa entre sem cuidado, algumas pisam nas flores, quebram brotos e deixam marcas que depois caberá a você reparar. Escolher quem pode se aproximar não é egoísmo. É preservação.

Observe como seu corpo reage à presença das pessoas. Algumas trazem leveza. Outras deixam você cansado, inquieto ou desconfortável sem que exista uma razão evidente. Nem toda sensação é uma verdade absoluta, mas muitas vezes ela merece atenção. Escute também a sua intuição.

Nem todos possuem maturidade, sensibilidade ou responsabilidade emocional para lidar com aquilo que você compartilha. Algumas pessoas se aproximam para construir, outras apenas para receber. Você não precisa abrir todas as portas só porque alguém bateu.

Cuidar da sua vida interior também signif**a selecionar acessos. Assim como você não entrega a chave da sua casa a qualquer pessoa, não precisa entregar seus medos, fragilidades, sonhos e intimidade a quem ainda não demonstrou confiança.

Limites não são castigos. São critérios. Se uma relação constantemente rouba sua paz, se uma conversa sempre deixa você esgotado ou se alguém desrespeita repetidamente aquilo que é importante para você, talvez seja hora de diminuir o acesso.

Procure pessoas que não apenas gostem da sua luz quando ela beneficia suas vidas, mas que também saibam respeitá-la quando você precisa de espaço. Pessoas capazes de ouvir, respeitar, oferecer reciprocidade e permanecer sem invadir.

E se você ainda está aprendendo a estabelecer limites, tudo bem. Proteger sua paz também é um aprendizado. Nem todo mundo precisa ter acesso à sua energia para fazer parte da sua história.

Bill D'Oyá ♥🧿
BillÔyá O Bruxo
(51) 8345-0329

22/07/2026

1° Semestre de 2026...
Metade do ano já passou, e nós aonde chegamos?
Mas antes de falar da chegada, falarei da Jornada;
Ifá deu Alafia, APRONTE!
Cabeça, corpo e coração... Pausa! 1 minuto de silencio!

Mãos a Obra...

Noites Mal dormidas, preocupação a flor da pele, mas a Fé inabalavel.
Meus ultimos anos foram "conturbassimos", Um lance de Transformação astrologica, misturado com Renovação e inicio/Fim de ciclos.
Novos Caminhos, Novos Horizontes, Novas Metas.
Uma Nova Jornada.

Ativei milhares de expectativas e memórias; Minhas.
Voltei no Tempo!
Minha criança interior se animou.

M***a Guias, Deloguns e Imperiais de Buzios;
Convites de Madrinhas/Padrinhos;
Colheita dos Otás no Berço da Orixá Adocô;
Confirma Ocutás, nomina-los, Batiza-los, e Ervas.
Se Recolhe, repousa e Conecta.

É Batuque...
Roupas, fotos, bolos, comidas, oferendas.
Cozinha, prepara, organiza.

Constrói, pinta e reforma.
Divulga, atende e realiza trabalhos.

Nem vou falar de Lives.

O percurso todo que é feito do inicio de uma obrigação, dentro de cada passo á passo, seguindo a risca os fundamentos da minha nova Bandeira(Jejê-Ijexá).
Fases de adaptação(algo bem confortavel né k*k).
São muitos processos, e muita verba investida.

-Lembro dos que pede CARIDADE-
🤣

(Deixo algumas imagens, afim de mostrar um pouco de todas as decisoes e correrias que fazemos e fiz pelo Orixá)

Me assusta, me impacta;
Dá o Famoso Frio na Barriga, mas é com ele que sigo!
Gratidão ao caminho, mas ainda bem que é só 1 vez k*kk*k dá muito trabalho chegar neste lugar!
Ter meus Orixás em Casa, é realizar um grande pedido da ancestralidade que me acompanha.
Espero honrar meus 14 anos trilhado o caminho de conhecimento do Batuque RS, até este momento. Há muito oque trilhar ainda.

Assumo meu Reinado com Honra, pq sei os vales que passei pra Hoje enaltecer OYÁ em seu Castelo.

Realizei tudo com amor, dedicação e capricho!
Com tantas mãos pra fazer e ajudar, e Oyá quis apenas os meus toques.
Pintar cada barro, contar cada miçanga, escolher e moldar os detalhes... Acendeu a chama.

Eu só me desejo que esta Maravilhosa Mae que guarda meu Orí, me Proteja, me guie, me ampare.
Que em seus ventos, tudo que for pensado, falado ou feito em direção a minha energia, que seja devolvido em Dobro.

"QUEM SABE OQUE PLANTA, NÃO TEME A COLHEITA"

Epaheey! 🦋

Bill D'Oyá ♥ 🧿
BillÔyá O Bruxo
(51) 8345-0329

16 de Julho de 2026 — O Dia em Que Meus Orixás Chegaram em CasaAinda não encontrei palavras suficientes para explicar tu...
19/07/2026

16 de Julho de 2026 — O Dia em Que Meus Orixás Chegaram em Casa

Ainda não encontrei palavras suficientes para explicar tudo o que sinto.

Talvez porque existam momentos tão grandes que não cabem em emoção imediata. Momentos que não chegam como euforia, mas como silêncio. Como um sopro profundo da alma dizendo: "Você chegou até aqui."

No dia 16 de julho de 2026, minha casa foi aberta e meus Orixás chegaram ao seu lugar. Para muitos, pode parecer apenas uma data. Para mim, representa uma vida inteira.

Uma caminhada que não começou agora.
Começou muito antes.

Começou naquele menino sapeca, dócil e extremamente conectado ao invisível. Uma criança que vivia uma espiritualidade inocente e mágica, sentindo a presença do sagrado na natureza, nos ventos, nos sonhos e nos mistérios da vida.

Mas a infância também trouxe seus desafios.

Entre os 7 e os 12 anos, vivi conflitos dentro do próprio lar. Minha estrela já dava sinais de quem eu era. Um menino que carregava trejeitos, gostos e sensibilidades que nem todos compreendiam. E, muitas vezes, aquilo que deveria ser acolhido tornou-se motivo de tensão e dificuldade.

Dos 12 aos 15 anos, comecei a compreender minha orientação sexual. Foi quando percebi que o mundo nem sempre é gentil com aqueles que ousam ser quem são. Ali começaram desafios que me acompanhariam por muitos anos.

Dos 15 aos 18, vivi algumas das fases mais difíceis da minha existência. Foram anos de enfrentamentos internos, inseguranças, dores e batalhas silenciosas.

Mas, mesmo nos momentos mais difíceis, a espiritualidade nunca me abandonou.

Desde muito jovem conheci a Umbanda e a Quimbanda.
E existe algo curioso nisso tudo.
Aquilo que mais despertava respeito e até medo em muitas pessoas era justamente o que me encantava. Eu amava estar dentro do terreiro. Cambonando. Servindo. Observando. Aprendendo.

Eu queria entender os mistérios.
Queria compreender as entidades.
Queria sentir aquela força que movimentava o mundo espiritual.
Enquanto muitos fugiam do desconhecido, eu me aproximava dele.

Também vivi meus encantamentos através da Bruxaria, da conexão com a natureza, dos estudos espirituais e das experiências que marcaram minha juventude. Tive minha fase mais alternativa, mais sombria, mais mística. E, em todos esses caminhos, uma presença parecia me acompanhar.

Oyá.

Desde muito cedo ouvi confirmações de que seria filho de Oyá.

E eu amava ouvir isso.

Amava sua força.
Amava seus ventos.
Amava seus mistérios.

Havia uma Iansã que eu via nos Batuques de um terreiro do bairro e que me fascinava profundamente. Algo dentro de mim reconhecia aquela energia antes mesmo que eu pudesse compreender.

Quando decidi entrar para a Nação, fui acolhido por uma casa que marcou minha vida para sempre.
Ali encontrei não apenas uma Mãe de Santo.
Encontrei uma mãe.

Uma mulher que me ensinou os primeiros passos dentro do culto aos Orixás e que deixou marcas eternas em minha caminhada.

Vivi intensamente aqueles cinco anos.
Dia e noite.
Aprendendo.
Servindo.
Crescendo.

Cheguei a morar naquela casa porque amava viver a vida espiritual.

Mas existia uma pergunta que nunca me abandonava.
Por que nada dava certo na minha vida material?

Não era falta de esforço.
Não era falta de luta.
Não era falta de fé.

Eu corria atrás.
Eu buscava.
Eu tentava.
Mas parecia existir um bloqueio invisível me impedindo de avançar.

Foi naquela casa que fui iniciado para Bará Agelú.
Confesso que não compreendi aquilo quando recebi a confirmação.
Meu coração tinha outras respostas.
Mas minha vontade de aprender era tão grande que aceitei o caminho apresentado para mim.
E deixei de lado aquilo que durante tantos anos senti sobre Oyá.

Com o passar do tempo, as dúvidas aumentaram.
Saí daquele Axé buscando respostas.
Passei por outros caminhos.
Outras confirmações.
Outras interpretações.
Outras promessas.

Cheguei a cogitar abandonar o Batuque e seguir para o Candomblé.

Passei pelo Ifá de Candomblé.
Ali fui confirmado como filho de Oyá e Logunedé.
Nao segui esta vertente Religiosa;
Mas Ifá foi esclarecedor.

Mais tarde ouvi que meu problema não era meu Ori, mas conflitos envolvendo outros fundamentos do Batuque.

Acreditei.
E mais uma vez segui.
Mais uma vez confiei.

E minha vida endureceu ainda mais.

Houve momentos em que me senti perdido.
Momentos em que pensei que talvez nunca encontraria a resposta.
Mas continuei caminhando.
Continuei buscando.
Continuei ouvindo a voz da minha própria espiritualidade.

Até que outra confirmação chegou.

Meu Ori estava trocado.

E foi através de alguém que fazia parte da minha história há muitos anos que esse ciclo começou a ser corrigido.
Meu irmão de caminhada.
Aquele que, anos antes, havia me apresentado ao Batuque.

Foi através dele que meu Ori retornou para Oyá confirmado por sua mais velha, sua Yá.
E, pela primeira vez em muito tempo, muitas peças começaram a se encaixar.

Ainda haveriam mudanças.
Ainda haveriam encerramentos.
Ainda haveriam recomeços.

Mais um rompimento na caminhada, mas não poderia parar...

Minha Santa veio para minha casa.
A vida me levou por novas experiências.

A Ayahuasca atravessou minha história.

Transformações profundas aconteceram dentro e fora de mim.
Até que os caminhos me conduziram à minha atual Yá, filha de Iemanjá.
Foi através dela que recebi meus Axés.
Foi através dela que minha casa foi aberta.
Foi através dela que o dia 16 de julho de 2026 aconteceu.
E hoje, olhando para trás, percebo que nada foi em vão.

Cada dor teve um propósito.
Cada demora teve um ensinamento.
Cada queda fortaleceu minhas pernas.
Cada decepção refinou minha fé.

Eu não pulei etapas.
Eu vivi cada uma delas.
Talvez meu caminho tenha sido mais longo.
Talvez tenha sido mais difícil.
Talvez tenha exigido mais resistência do que eu imaginava possuir.
Mas a liderança que hoje chega não nasceu da pressa.
Nasceu da experiência.
Nasceu da persistência.
Nasceu da coragem de continuar quando tudo parecia dizer para desistir.

Por isso, hoje, minha gratidão é aos Orixás.
Aos ancestrais.
Aos guias.
Àqueles que me ensinaram.
Àqueles que me acolheram.
E até mesmo àqueles que me desafiaram, porque também ajudaram a construir quem sou.
Hoje não celebro apenas a chegada dos meus Orixás em casa.

Celebro uma vida inteira de busca.
Celebro a fé que permaneceu de pé quando tantas coisas desmoronaram.
Celebro a certeza de que o tempo dos Orixás não é o tempo dos homens.
E celebro a realização de um destino que foi construído passo a passo.

Sem atalhos.

Sem pressa.

Sem desistir.

Hoje começa um novo ciclo.
Um novo tempo.
Uma nova responsabilidade.

E sigo adiante com a mesma humildade daquele menino que um dia se encantou pelos mistérios do invisível.
Porque agora compreendo:

Não era sobre chegar rápido.
Era sobre chegar pronto.

E eu cheguei.

Eparrey Oyá.
Kaô Kabecilê.

Bill D'Oyá ♥🧿
BillÔyá O Bruxo
(51) 8345-0329

CUIDE DO SEU ORI, QUE TUA COROA BRILHARÁAqui está o segredo de nossa jornada, o nosso Orí, Possui a força de nos levanta...
15/07/2026

CUIDE DO SEU ORI, QUE TUA COROA BRILHARÁ

Aqui está o segredo de nossa jornada, o nosso Orí, Possui a força de nos levantar ou de nos derrubar.
Ele é a chave pro sucesso da felicidade ou de nossa própria derrota, nossa cabeça tem a força interior mas também tem a capacidade de fracassar por não mantê-lo saudável, longe de pensamentos negativos e raivosos que enfraquecem o Orí, sua mente pode te transformar em um Rei ou fazer de você um mendigo sem rumo, o orixá nos ajuda mas se não tivermos força de vontade nada, nada acontece.
Cuidar do nosso Orí é zelar pelo nosso próprio bem, o templo de toda espiritualidade.
Iemonjá mãe de todas cabeças, proteja nosso Orí de influências negativas, nebulosas e traiçoeiras.
Que teu Brilho não seja apagado por velas com pavio sem Fé.

Yá Orí Òmí ooo

Bill D'Oyá ♥🧿
BillÔyá O Bruxo
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Por que não estou mais indo com frequência a giras de Exu e Pombagira, sessões e homenagens de Umbanda, batuques e xirês...
24/06/2026

Por que não estou mais indo com frequência a giras de Exu e Pombagira, sessões e homenagens de Umbanda, batuques e xirês?

Bom...

Essa é uma pergunta que algumas pessoas fazem, outras apenas observam e tiram suas próprias conclusões. Então resolvi responder.

Estou nesta estrada desde muito novo.

Foram muitas noites de cambono nas curimbas de Exu, até chegar o momento em que minhas próprias entidades puderam ser servidas.
Foram incontáveis finais de semana dedicados à espiritualidade. Noites frias, noites quentes, dias de festa, de obrigação, de trabalho e de aprendizado.

Enquanto muitas pessoas viviam suas festas sociais, as minhas aconteciam dentro dos terreiros.

Minha vida social, durante muitos anos, caminhou lado a lado com a minha vida espiritual.
E eu não mudaria nada disso.
Tudo o que vivi me trouxe até aqui.

Mas o tempo passa.
A vida amadurece.

E nós amadurecemos junto com ela.
Hoje percebo uma grande diferença entre aquilo que muitas vezes vejo acontecer e aquilo que verdadeiramente chega até mim através dos meus ancestrais, dos meus guias e da minha espiritualidade.

Não encontro mais sentido em sair de casa apenas por sair. Não vejo valor em abrir mão de uma excelente noite de sono, da minha paz ou do conforto do meu lar para participar de situações que não acrescentam nada ao meu caminho.

Hoje prefiro f**ar em casa. E já tem um tempo que ando bem recluso.

Prefiro a tranquilidade da minha cama, dos meus livros, da minha televisão, do meu chimarrão, dos meus cachorros, das minhas conversas com amigos e da paz que construí dentro da minha própria casa.

Prefiro fazer a minha gira com os meus.
Prefiro viver aquilo que é verdadeiro para mim.

Na Umbanda, nunca fui de muitos convites. Mas vivi momentos muito especiais. Nas homenagens de Pai Ogum, meu Caboclo sempre foi muito querido, respeitado e recebido com carinho pela assistência e pelos dirigentes das casas por onde passou.

São lembranças que guardo com gratidão.

Mas hoje...
Hoje sou eu e meu ancestral na aldeia dele.
E isso basta.
E o Batuque...
Ah! o Batuque é meu chão.
É meu ar.
É uma das formas que encontrei para viver minha ancestralidade e meu axé.
Vivi intensamente tudo o que essa religião tinha para me ensinar. Vivi alegrias, desafios, responsabilidades, conquistas, aprendizados e transformações profundas.

Mas hoje minhas prioridades mudaram.

Cumpro com amor e responsabilidade meus compromissos com a minha Casa e com a minha Yá.

O restante acontece quando realmente faz sentido.

Se antes eu organizava minha vida em função da religião, hoje aprendi a equilibrar religião e vida.
Aprendi que não precisamos invalidar nossa existência na Terra para provar nossa fé.

Aprendi que viver também é uma obrigação.
Aprendi que cuidar da mente, do corpo, dos afetos e da própria felicidade também é uma forma de honrar os Orixás.

Hoje valorizo coisas que antes passavam despercebidas.

Valorizo minha paz.
Valorizo minha liberdade.
Valorizo meu descanso.
Valorizo meus amigos.
Valorizo os momentos simples.
Valorizo os meus objetivos.
Valorizo estar presente na minha própria vida.

Consciente.

E não pensem que me afastei das pessoas ou da espiritualidade.
Muito pelo contrário.
Minha vida continua intensa.
Continuo trabalhando diariamente com a espiritualidade através dos atendimentos com cartas e, em breve, também através dos búzios.
Continuo auxiliando pessoas que procuram orientação, aconselhamento e direcionamento espiritual.
Continuo realizando trabalhos espirituais quando necessário.
Continuo vivendo a espiritualidade não apenas como religião, mas também como missão e responsabilidade.

Além disso, sigo com meu trabalho na área da estética, atendendo clientes, conhecendo histórias, construindo relações e mantendo contato constante com pessoas.

Minha vida é tudo, menos parada.
Ela é movimentada.
Ela é dinâmica.
Ela é intensa.
Talvez exatamente como se espera da vida de um filho de Oyá.

Aprendi a caminhar junto dos ventos sem perder minhas raízes.
Aprendi a mudar sem abandonar minha essência.
Aprendi a seguir em frente sem esquecer de onde vim.
Abraço o mundo quando preciso.
Assumo minhas responsabilidades.
Construo meus caminhos.
Corro atrás dos meus objetivos.

Mas não preciso pedir licença para existir, nem autorização para viver a minha própria vida.

Hoje escolho com consciência onde coloco meu tempo, minha energia e minha presença.
E isso não signif**a afastamento.
Signif**a maturidade.
Signif**a entender que tudo tem seu tempo.
Que cada fase da vida possui seus próprios chamados.

Que a espiritualidade verdadeira não se mede pela quantidade de lugares que frequentamos, mas pela forma como vivemos aquilo que aprendemos.
Por isso, quando saio de casa, geralmente é para prestigiar amigos, irmãos de caminhada e pessoas que realmente honram a ancestralidade que receberam.
Pessoas que mantêm viva uma chama que muitos acreditam ter se apagado.
Porque aquilo que para alguns já morreu...
Para mim continua muito vivo.

A espiritualidade continua fazendo parte da minha vida todos os dias.
A diferença é que hoje ela caminha ao lado da paz que escolhi construir.

💁

Bill D'Oyá ♥
BillÔyá O Bruxo
(51) 8345-0329

A OCUPAÇÃO NO BATUQUE PORQUE DEVEMOS GUARDAR SEGREDOS DE NOSSOS IRMÃOS ?Para muitos batuqueiros isto é um mito, ou um as...
20/06/2026

A OCUPAÇÃO NO BATUQUE

PORQUE DEVEMOS GUARDAR SEGREDOS DE NOSSOS IRMÃOS ?

Para muitos batuqueiros isto é um mito, ou um assunto que realmente não se comenta, mas quem é do meio sabe que não é realmente desta forma que acontece.
Quase sempre no dia posterior ao batuque sempre nos reunimos em uma rodinha com filhos e amigos para comentar o mesmo, as pessoas em questão e os santos que se manifestaram na festa, então de fato é um assunto que se comenta.
Mas quando se faz algumas perguntas básicas sobre o mesmo, daí temos perguntas sem respostas ou mesmo respostas categóricas.

Agora , a pergunta que não quer calar:

Porque as pessoas não podem saber que se ocupam?

Que o santo chega!
Quem é cavalo de santo!

Cada casa, cada pai ou mãe de santo conta uma história e quando não sabem ao menos uma história são categóricos em dizer: não pode e pronto não pergunta mais!

No candomblé e nas demais nações a pessoa é escolhida pelo santo, o mesmo então anuncia sua chegada através dos búzios e assim o babalorixá recepciona o mesmo com parlamentos e glorias dada ao santo, e não a pessoa.

A pessoa é uma escolhida, ou seja, uma iluminada pelo orixá, digna da chegada do mesmo, é informada disso sem problema nenhum, pelo contrario, isso é uma honra!

Em nossa Nação Rio Grandense, o santo é tratado também como uma divindade de luz maior e poder absoluto, porém as pessoas não se portam com humildade perante aos mesmos, claro que nem todas agem assim, mas uma grande porcentagem age desta forma egoísta.
Para explicar um pouco mais sobre este assunto temos que voltar um pouco no tempo e buscar a pureza que nossa religião era á um tempo atrás, e que hoje resta muito pouco.

Os antigos acreditavam que a chegada de um santo na terra era motivo de festa e os adoravam como se fosse Desuses o que realmente são.
As possessões dada de um santo ao individuo era total, ou seja, a pessoa realmente entrava em transe profundo e absoluto, sem controle nenhum de seus movimentos e ações feitas no ritual, essa manifestação era muito forte ao ponto de ter certos cuidados para que ao subir ou for embora, a pessoa pudesse voltar ao seu estado normal sem nenhum prejuízo físico ou psicológico, e muitos não sabiam o que tinha acontecido, ou mesmo que tinham se ocupado de santo.
O cuidado era maior, a devoção era maior, o respeito era total e a veracidade da possessão era plena, pois o santo conseguia mudar o relógio da percepção da pessoa ocupada e ela simplesmente não se dava conta que havia sido tomada pela força de seu orixá independente do tempo que ele f**ava em seu corpo.
O segredo surgiu pelo respeito que as pessoas tinham pelo orixá que se manifestava de forma bruta e suave ao mesmo tempo, mostrando veracidade nas palavras, danças e gestos feitos no ritual.

Os próprios orixás em possessão nos aparelhos pediam aos filhos e pessoas envolvidas nos rituais que não contassem suas chegadas, visando manter a fé e a devoção da pessoa escolhida.
A obrigação de nação consiste em ligações: Ocutá, casa do santo representando a natureza, Ferramentas, armas do mesmo para defesa simbolizando a matéria, o Axorô, sangue de animal, simbolizando vida sacrifício, Ori, cabeça da pessoa , simbolizando a vida de quem vai se guiar, cuidar e trabalhar a partir daquele momento.

A confirmação maior de todas essas ligações é dada, quando o orixá em questão manifesta na pessoa em obrigação.
Mesmo o fato não acontecendo não nos permite dizer que a obrigação não houve resposta ou não foi confirmada, na verdade existem também outras formas de saber se a obrigação foi bem aceita pelo orixá e se vai beneficiar a pessoa em questão.

Ex: Búzios.

Mas voltando ao assunto inicial, os orixás no mundo já pediam que não divulgassem suas chegadas, por que sabiam que de uma forma ou de outra, isso afetaria em médio ou em longo prazo a fé das pessoas manifestadas do mesmo.
E para continuar chegando e dando seus Axés a todos, precisa de um aparelho, corpo limpo.
O corpo limpo para orixá não se trata de sujeira material, mas sim de sujeira espiritual aquela que afeta sua fé.
A fé é a crença naquilo que não se vê e não se tem como provar, mas sentimos de alguma forma e isso faz com que as coisas se tornem menos difícil.

Acreditar na obrigação pura, nas ligações que compõem uma obrigação, nos rituais que fazem parte da mesma, sem querer ou desejar ser o santo, mas sim cultuá-lo, isso é ter fé, isso é ter o corpo limpo para uma aproximação maior do orixá na pessoa.
Não se pode divulgar isso, por que simplesmente o fato de saber que se ocupa afetará de imediato a pureza estabelecida pelo santo para então fazer sua chegada.
As conseqüências de uma pessoa que f**a sabendo que se ocupa são obvia, tem haver com o fato de enlouquecer, por que uma pessoa sem fé é uma pessoa sem rumo, sem direção, perdida no meio do povo sem saber em quem confiar e abandonada.

A pessoa que conta, também terá o mesmo destino, por que se trata de uma pessoa impura no meio, e terá as conseqüências, não com a morte, mas com o abandono dos orixás sobre sua vida por que contribuiu para destruição de uma fé pura que mantinha o orixá na terra para dar sua benção.

O assunto é sério, e temos muita gente agindo desta maneira, pessoas não instruídas, não preparadas para religião e que mesmo assim acabam por se tornar lideres religiosos e ensinar erradamente seus seguidores.
Precisamos nos atualizar, mas não devemos esquecer nossos princípios e nossas raízes deveram sempre ser respeitadas e cultuar os orixás da mesma forma que se cultuava antigamente, afinal quem mudou foi nós e não eles.

Hoje os batuques não são mais como eram antigamente, mas os santos ainda são os mesmos, se estão mais bonitos foi por que o pai de santo o doutrinou assim desta forma, se este mais bem vestido foi por que a pessoa investiu no melhor tecido, se esta apagadinho, é porque criamos expectativas conforme a roupa, se não nos surpreende mais, é por que hoje somos mais exigentes, mas acredite o santo ainda é o mesmo.

Avalie seu comportamento nos batuque e veja quem mudou!

Antes o santo quando chegava era aplaudido ou no mínimo louvado com sua saudação, e isso se dava independentemente de trajes ou nomes, mas pelo simples fato da chegada.
Faziam filas e mais filas de pessoas para tomar axé com o santo, quando partia as pessoas se emocionavam com a saída do santo, suas palavras eram esperadas com fervor e podiam ser qualquer coisa: saúde, prosperidade, paz, amor, união. Acatávamos com toda fé do mundo, adorávamos um batuque.
Na hora da foriba, aplaudíamos o ritual, era lindo, bebíamos o atâ, comiam a canja, e o amalá tudo era com muito respeito, esperava-mos a hora da canjica era sagrada.
A balança era o ponto alto do batuque quem não participava queria ver de todo jeito, a reza do Alá, dançar para iemanjá era motivo de honra.
Tinha uma época que ninguém podia sair antes do ecó do batuque era errado podia atrair coisas ruins e muitos tinham o compromisso de f**ar até o fim, e quem viesse no primeiro batuque tinha por obrigação comparecer no segundo.

Quem mudou?
O que mudou?

Não importa forma que é feito, como são apresentados, de que maneira dançam a roupa que não brilha as rezas que não danço as pessoas que não gosto, as comidas que não como, a marca de refrigerante que não bebo o banco duro que estou sentado, o fulano que é mais paparicado.
O que de fato faço eu aqui, no meio de tanta gente, mas sou eu muito diferente?
Gosto ou sou obrigado? Sorrio mas não estou feliz? Acredito só se me provarem!

É esse tipo de atitude descompensada e sem nexo que produzem os JOIO que temos hoje, e ensinam história sem fundamentos sobre ocupação, por que ao explicar a verdade atiriam em seus próprios pés.

Ase a todos!!!
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Bill D'Oyá ♥
BillÔyá O Bruxo
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