Igreja Luterana Ortodoxa Brasileira da Consolação

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08/04/2026

08 de abril de 2026.

Evangelho de Lucas 24. 1-12.
“As mulheres ficaram com tanto medo, que se curvaram e cobriram o rosto. Os homens disseram: Por que é que vocês estão procurando entre os mortos quem está vivo... Ele ressuscitou”. V. 5s.

Estas mulheres que eram discípulas de Cristo, tal como vinha acontecendo desde aquela quinta-feira de noite, são colhidas por muitos fatos apavorantes. Se naquela noite lhes prenderam o Senhor e Mestre, depois o manietaram, humilharam ao extremo, crucificaram e mataram, e, se elas depois viram que ele foi sepultado, agora são colhidas pela terrível visão do túmulo aberto e sem o corpo morto do Mestre – mas veem dois homens gloriosos. – Para quem julga que a morte é o fim de tudo, a morte – mas, em especial, a ressurreição – causa medo extremo. Isto aconteceu com este grupo de mulheres. – Mas, como aqueles anjos disseram às mulheres, Jesus já havia revivido e ressuscitado. Inútil lhes seria procurar Jesus entre os mortos. – Quando o medo da morte quiser amedrontar-nos, meditemos no túmulo vazio do Salvador que vive e reina em glória. Ele mesmo nos garante, que, porque ele vive, nós também viveremos.

Rev. Eugenio Dauernheimer

07/04/2026

07 de abril de 2026.

Evangelho de João 20. 1-10.
“Domingo de manhã Maria Madalena foi ao túmulo e viu que a pedra que tapava a entrada tinha sido tirada”. V.1.

Quando era aluno do Seminário Concordia (ele ficava onde hoje é a sede da Igreja Evangélica Luterana do Brasil), certo dia foi erguida aquela pedra imensa ao lado direito da entrada. Durante os anos seguintes de estudo, passa-se diariamente por esta “pedra memorial” quando se ia para a capela. Este “marco comemorativo” ainda está firme no mesmo lugar. A pedra, em seu silêncio, lembra a história do Seminário. – Bem o contrário aconteceu com a pedra que fechara o túmulo de Jesus. Sim, Pilatos a selou com o carimbo de governador, para que ninguém a violasse. E, além disso, os líderes do povo requereram guardas constantes. – Mas, a pedra foi revolvida. Foram os anjos de Deus, que o fizeram, porque o túmulo lacrado não tinha mais sentido. O Cristo vivo já havia passado pela pedra fechada. – Os portais do céu, que nossos pecados haviam fechado, o Cristo vivo também abriu. Em Cristo temos livre acesso ao Pai. Este é o nosso co***lo e a nossa feliz esperança.

Rev. Eugenio Dauernheimer

06/04/2026

06 de abril de 2026.

Profeta Isaías 25. 6-9.
“Naquele dia todos dirão: Ele é o nosso Deus. Nós pusemos a nossa esperança nele... Vamos cantar e nos alegrar porque ele nos socorreu”. V.9.

Quando conseguiram crucificar a Jesus, os inimigos (até o inferno) jubilaram, mas no mesmo instante em que Cristo morreu, eles se apavoraram, porque muitos dos salvos que já haviam morrido, reviveram. A morte de Cristo foi a vitória sobre o mal. – É por isso, que o Deus Eterno chama a morte de seu Filho “um banquete para todos os povos”, porque Jesus havia acabado para sempre com a morte. – Como prova disso, o próprio Senhor reviveu e ressurgiu glorioso na Páscoa, com que começaram os cantos de louvor a Ele. – Este banquete divino também é servido a nós. Ele é infinitamente superior a todos os festejos materialistas que acontecem na páscoa. – Nos lares e cultos cristãos, porém, o Deus Eterno serve o banquete da vitória de Cristo, e eles – nós incluídos – cantam: Ele é o nosso Deus. Nós pusemos a nossa esperança nele... Vamos cantar e nos alegrar porque ele nos socorreu. – Quando sua alma quiser vacilar na fé, achegue-se ao banquete divino da Páscoa, e Deus o(a) erguerá na fé.

Rev. Eugenio Dauernheimer

Que a verdadeira mensagem da Páscoa encha nossos corações de fé, esperança e gratidão. ✝️Ele vive! E por isso temos vida...
05/04/2026

Que a verdadeira mensagem da Páscoa encha nossos corações de fé, esperança e gratidão. ✝️
Ele vive! E por isso temos vida!
Feliz Páscoa a todos!

05/04/2026

05 de abril de 2026.

Evangelho de João 11-18.
“Maria Madalena foi e disse aos discípulos de Jesus: Eu vi o Senhor”! V.18.

Imagine a cena: Seu amigo de confiança chega gritando, que enxergou algo tão fantástico, que lhe é incrível. Você, numa reação cética, chega a rir, e pede por provas. O amigo as dá. Seu rir descrente se some, e surge pasmo e assombro que o deixam boquiaberto. – Na Páscoa acontece um acontecimento tão incrível - mas, também, fantasticamente tão verdadeiro. – Os discípulos estão trancados numa casa, quando Maria Madalena bate insistentemente na porta. Quando abrem, ela, por assim dizer, gritando, lhes diz: “Eu vi o Senhor”! – O que? Você viu o Senhor? Ele foi sepultado, e a pedra foi selada e vigiada por guardas! É impossível que ele esteja ressuscitado! – Maria não desiste. Ela relata as provas da ressurreição do Salvador. O resultado foi, que os discípulos correram para a sepultura, e ficaram convictos que o Senhor realmente ressuscitou. – Desde aquela primeira Páscoa já passaram mais do que dois mil anos. A nenhum de nós aparece o Cristo vivo, mas seu evangelho é o mesmo que Maria proclamou: Eu vi o Senhor!

Rev. Eugenio Dauernheimer

04/04/2026

04 de abril de 2026.

Evangelho de Mateus 12. 38-42.
“Jesus respondeu: Assim como Jonas esteve três dias e três noites dentro de um grande peixe, assim também o Filho do homem ficará três dias e três noites no fundo da terra”. V.40.

Jonas foi uma pessoa muito singular. Porque Deus o incumbira de chamar os habitantes de Nínive ao arrependimento, ele fugiu; mas teve a terrível experiência de ficar vivo 3 dias e noites dentro dum peixe, que depois o vomitou em terra. Depois disso o profeta foi pregar em Nínive. – Sua experiência, contudo, foi uma profecia sobre a morte e o sepultamento do Messias Jesus Cristo. O próprio Senhor diz aos ouvintes, que ele também ficará 03 dias e noites no fundo da terra, mas que, depois, ressuscitará. – Isso foi um “sinal” tão importante, porque atestou que “o Filho do Homem” – Jesus Cristo – não foi e nunca jamais será uma figura mitológica. Cristo foi e é real. Ele morreu e foi sepultado, levando consigo as nossas culpas para a sepultura. Ele, por outro, santificou a nossa morte e sepultamento. – É sobre isso que meditamos neste “sábado de aleluia”. E com Paulo cremos, que, ao morrermos, estaremos logo com Jesus.

Rev. Eugenio Dauernheimer

Foi por amor.
03/04/2026

Foi por amor.

03/04/2026

03 de abril de 2026 (Sexta-feira Santa).

Evangelho de João 19. 16-30.
“Quando ele (Jesus) bebeu o vinho barato (vinagre), disse: Tudo está completado! Então baixou a cabeça e morreu”. V.30

“Jesus amado, dize o que fizeste, qual é o crime atroz que cometeste? Qual é a culpa? Por que vil pecado és sentenciado”? – Mas o Salvador crucificado já não mais responde. Tendo bebido vinagre, já entregou seu espírito nas mãos do Pai, já “baixou a cabeça e morreu”. – Contudo, ele é o próprio Filho amado de Deus, que se tornou homem com esta finalidade: Tomar sobre si todas as maldades e descrenças humanas, e apresentar-se ante o tribunal justo do Deus Eterno, para ser condenado em lugar das pessoas – de todas elas – também de nós. – Quando o crucificado Jesus exclamou na cruz: “Tudo está completado”! ele havia pago todas as nossas culpas. E mais, havia preparado para nós a salvação eterna – e esta integralmente. – Você, acaso, duvidaria disso? Ao contrário, erga os pensamentos para o alto da cruz do Salvador já sem vida, e, de coração cheio de fé, canta: “Oh! que castigo maravilhoso! Por seu rebanho sofre o Deus bondoso! Por minha culpa o meu Pastor amado é castigado”.

Rev. Eugenio Dauernheimer

02/04/2026

02 de abril de 2026 (Quinta-feira Santa).

1º Coríntios 11. 23-26.
“Eu recebi do Senhor o ensino que passei a vocês”. V. 23.

Foi na noite em que Jesus começou seu caminho de dor até à morte de cruz, que ele, depois de comer a última páscoa com seus discípulos, instituiu a Santa Ceia. – Dos elementos que ainda haviam sobrado, ele pegou um pão e “em, com e sob” este pão lhes deu seu próprio corpo. Depois pegou vinho e da mesma forma “em, com e sob” este vinho lhes deu seu sangue. – Jesus, para que ninguém pusesse em dúvida a Santa Ceia, disse que é seu corpo e sangue que lhes dá. – Ele também disse a finalidade deste comer e beber, quando acrescentou: “Para perdão dos pecados”. – No mundo não existe bênção igual a essa. Por meio dela também temos “vida e salvação eterna”. – Mas, por que Paulo começa este assunto, afirmando que ele recebeu do próprio Cristo o ensino e o modo de dar a Santa Ceia? – Paulo não tinha a força de salvar algum pecador, nem mesmo de dar-lhe perdão dos pecados. Por isso, para que as pessoas se apegassem só a Cristo, ele afirma que Cristo lhe deu este ensino. – Tomemos a Ceia, crendo no que Jesus ensinou.

Rev. Eugenio Dauernheimer

01/04/2026

01 de abril de 2026.

Epístola aos Romanos 5. 6-11.
“Éramos inimigos de Deus, mas ele nos fez seus amigos por meio da morte do seu Filho”. V 10.

Tudo que Deus nos fala durante a “semana santa”, se refere à nossa reconciliação com ele, ou seja, à nossa redenção, salvação e vida eterna. – Na vida terrena, há acontecimentos que nos dizem que uma reconciliação é impossível, porque tudo aponta para um combate e para a morte. – Pior era a nossa relação com Deus. Como afirma o apostolo, “éramos inimigos de Deus”. Não foi Ele quem nos ofendeu, mas nós, com nossas impiedades, afrontamos ao onipotente e justo Deus Eterno, que nunca suporta ver-nos nas culpas. – Ninguém de nós consegue dar o menor sinal para uma reconciliação com o Eterno. – Mas, diz o próprio Espírito Santo pelo apóstolo Paulo: “Éramos inimigos de Deus, mas ele nos fez seus amigos por meio da morte do seu Filho”. – É sobre este ato reconciliador de Deus com nós pecadores, que a Escritura nos fala nesta “semana da paixão”. – Damos a você a sugestão de ler e meditar, ao menos num dos 4 evangelhos, a história da prisão, do sofrimento e da morte do Senhor Jesus. Lembre-se, que foi o amor de Deus a você, que fez Jesus morrer. Por meio dele Deus está reconciliado com você, e você é amigo de Deus, e está salvo.

Rev. Eugenio Dauernheimer

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