14/06/2026
Domingo – 6º Domingo do Tempo Comum
Mateus 9:36–38; 10:7–8
Jesus não ficou parado. Ele via multidões aflitas e exaustas, como ovelhas sem pastor. Líderes religiosos as exploravam, doenças as isolavam, o peso da lei as sufocava. E essa visão doía no seu coração. A compaixão de Jesus não era um sentimento vago, mas uma força que o movia para a ação.
Ele poderia resolver tudo sozinho, mas decide chamar os doze e lhes dá autoridade. Não pede currículo nem santidade comprovada. Apenas dá e manda. A mesma misericórdia que alcançou você — cansado, abatido, perdido — agora o envia. Não para dominar, mas para servir. Para anunciar que o Reino está perto, para levar cura onde há dor.
E a ordem final é o coração de tudo: “De graça vocês receberam, de graça deem.” Você não pagou pela salvação, não mereceu o perdão. Tudo foi dom. Por isso, dê de graça: um sorriso, uma palavra de co***lo, uma oração. A corrente da misericórdia continua: de Cristo para você, de você para o próximo.
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