Centro Loyola de Goiânia

Centro Loyola de Goiânia O Centro Loyola é uma obra da Companhia de Jesus com a missão de promover o diálogo entre a fé cristã

A roda de conversa A Redescoberta do Sagrado Feminino nasce do desejo de reunir mulheres para um tempo de diálogo, parti...
14/08/2026

A roda de conversa A Redescoberta do Sagrado Feminino nasce do desejo de reunir mulheres para um tempo de diálogo, partilha e espiritualidade. Um encontro para reconhecer a riqueza da própria história, acolher diferentes trajetórias e fortalecer o cuidado consigo mesma e com a vida.

Sem fórmulas prontas, sem respostas acabadas. Apenas a oportunidade de conversar, ouvir, refletir e perceber como a espiritualidade pode iluminar o cotidiano e as relações.

📅 19 de setembro de 2026
⏰ 14h30 às 17h30

👥 Facilitação: Equipe Centro Loyola

📍 Centro Loyola de Goiânia

💰 Investimento: R$ 50,00
As vagas são limitadas.

Inscrições no site centroloyola.com.br

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo WhatsApp:
📲 (62) 3928-6472.

* Inscrições vão até 18 de agosto ou até o preenchimento das 150 vagas]*Inscrições abertas para o EIVE* 🙏🏼 Participe da ...
13/08/2026

* Inscrições vão até 18 de agosto ou até o preenchimento das 150 vagas]

*Inscrições abertas para o EIVE* 🙏🏼

Participe da segunda turma dos *Exercícios de Introdução à Vida Espiritual (EIVE)*. O prazo para se inscrever vai até *18 de agosto* ou até o preenchimento das *150 vagas* oferecidas para a experiência, que é inspirada na espiritualidade inaciana.

Com momentos diários de oração pessoal e apoio de um livro-guia e da bíblia, esta jornada de aprofundamento espiritual auxilia os participantes no processo de autoconhecimento e no encontro íntimo com o Senhor. Neste período, cada exercitante tem um encontro semanal on-line com um acompanhante espiritual.

🔗 Acesse nosso site e saiba mais: https://redeservir.org.br/noticias/eive-inscricoes-abertas-para-a-segunda-turma-de-2026

Está chegando.Você já se inscreveu?
13/08/2026

Está chegando.
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“Rabi, onde moras?” (Jo 1,38)

A pergunta dos primeiros discípulos continua atual. Quem deseja seguir Jesus precisa aproximar-se dele, permanecer em sua companhia e aprender seu modo de viver.

O Retiro Inaciano "Onde moras, Mestre?" é um convite a dedicar alguns dias à oração, ao silêncio e à escuta de Deus. Um tempo para fortalecer a amizade com Cristo, olhar a própria vida à luz do Evangelho e renovar a disposição para o serviço.

Conduzido por Pe. Jackson Carvalho, o retiro acontece de 11 a 13 de setembro, na Casa de Retiros São Leopoldo Mandic, em Hidrolândia (GO).

A acolhida dos participantes será a partir das 16h da sexta-feira. O retiro tem início às 18h. O encerramento acontece no domingo, após o almoço.

📅 11, 12 e 13 de setembro de 2026
📍 Casa de Retiros São Leopoldo Mandic – Hidrolândia (GO)
💰 Investimento: R$ 590,00

📲 Informações e inscrições
(62) 3928-6472
centroloyola.com.br

DOMINGO - 16/08/2026                                                                               Assunção: Maria “comp...
12/08/2026

DOMINGO - 16/08/2026 Assunção: Maria “completou” sua existência em Deus

“Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada...” (Lc 1,48)

O dogma da Assunção de Maria abre para toda a humanidade uma mesma experiência pascal, atravessando, com Jesus, a morte. Maria aparece como a primeira cristã completa, pois a vemos em Jesus e por Jesus como primeira dos ressuscitados.
A Assunção deve ser entendida como plenificação de Maria em Deus; ela é “assumida” plenamente por Aquele de quem tudo procede e tudo retorna. Durante sua vida, Maria já estava realizando esta plenitude e já deixava transparecê-la através de diferentes “sins”, em diversas circunstâncias; mas, ainda não tinha chegado à sua meta; e a meta supõe sempre um caminho, o fruto passa por longo processo de maturação na árvore, a pedra preciosa cristaliza-se lentamente nas profundezas da rocha.
Maria morreu totalmente em Deus e, com sua morte, culminou sua peregrinação: ela se entregou em Deus e Ele a recebeu, no caminho e meta pascal de Jesus Cristo, toda a trajetória de sua vida, a fim de planificá-la. Por isso, o que ressuscita é a “pessoa inteira” de Maria, tudo o que ela foi, tudo o que ela realizou. Não sobe ao “céu” a “alma separada do corpo” ou dos homens e mulheres da história, senão toda sua pessoa, com aqueles que assumem seu mesmo caminho. Assim, a Assunção é uma vitória solidária: nela, todos já vislumbramos o lampejo da eternidade.
Inspirados(as) naquela que “desapareceu” em Deus, somos chamados a antecipar a “assunção” durante nossa peregrinação terrestre, prolongando o modo de ser e viver de Maria, tão bem expresso no canto do “Magnificat”. Só seremos “assumidos” por Deus se formos capazes, como Maria, de “descer” ao chão de nossa humanidade, pessoal e coletiva, vivendo o compromisso com os mais pobres e excluídos.
Crer na Assunção de Maria implica crer na exaltação dos pequeninos e humilhados, dos pobres esquecidos, dos injustiçados sem voz, dos sofredores sem vez, dos abandonados sem proteção, dos misericordiosos descartados, dos mansos violentados...
Das “coisas” de Deus (como de tantas coisas humanas…) só podemos falar com linguagem simbólica que, mais que definir e fixar, evoca e provoca nosso olhar numa determinada direção; são como um vitral que nos conta algo da luz que brilha detrás dele.
Podemos trazer algumas “imagens” que ajudam a nos aproximar de Maria, na festa de sua Assunção. Se a todos nos agrada terminar as coisas que começamos, podemos pensar que com Deus acontece o mesmo, ou seja, não deixa pela metade a obra começada.
Quando alguém inicia uma construção de grande envergadura, normalmente constrói uma maquete do que será a obra e a expõe em um lugar visível para que todos possam ver como vai ser o final e, assim, desculpar os possíveis incômodos e transtornos que a construção vai trazer consigo. Ao olhá-la, contempla-se e imagina-se a obra já terminada. A festa da Assunção de Maria nos coloca diante de uma “maquete” que nos mostra a plenitude da obra de Deus na mulher que não colocou nenhuma resistência à sua ação: “Faça-se em mim...”, disse Maria, a mulher da Nova Criação, acolhendo nela a presença do mesmo Espírito que “pairava sobre as águas” (Gen 1,2) na manhã da primeira criação.
Em Maria vemos a “obra de Deus” terminada; ela não frustrou Seus planos, mas os realizou plenamente.
Podemos, também, buscar outra imagem (agora bíblica) para ilustrar o dogma da Assunção. Quando Moisés, no deserto, não sabia como convencer seu povo cansado, cético e desmotivado para entrar na terra da promessa, teve uma ideia genial: enviou exploradores a Canaã que voltaram carregados com gigantescos cachos de uvas doces, frescas e apetitosas. “Entramos no país ao qual nos enviaste; é uma terra que mana leite e mel; aqui tendes os seus frutos” (Num 13,27).
Algo parecido faz a Igreja quando nos apresenta a Assunção de Maria. É como se dissesse: “Olhai as primícias da nova humanidade; Maria é fruto já maduro da Terra para a qual nos dirigimos! Bem-aventurados somos nós por termos recebido a boa notícia do campo onde finca suas raízes a Árvore da Vida que produz fruto semelhante. Compartilhai em voz alta esse segredo, esse sabor do vinho que enche a todos de alegria”. A existência já glorificada de Maria e sua alegria são as mediações de que dispomos para proclamar: “É uma terra que corre leite e mel. Vale a pena caminhar em sua direção para conhecê-la”!
A partir de sua plenitude em Deus, Maria nos abençoa e nos motiva a viver em estado de peregrinação, com sentido e inspiração. Essa realidade já estava presente na sua visita à sua prima Isabel quando, cheia de alegria, deixa o seu coração transbordar através do canto do Magnificat.
O mistério da Visitação, indicado para a festa da Assunção, nos revela que Maria é a mulher que “sabe olhar” em profundidade, que deixa aflorar uma intensa “admiração”, que se alegra em seu coração, que ativa uma gratidão transbordante e vive em contínua disponibilidade: estes são os componentes da benção.
De Maria aprendemos a sabedoria do bendizer sempre e a todos. Ela é sempre uma benção para todo(a) aquele(a) que dela se aproxima.
Maria é a mulher plena e, por isso mesmo, em seu “ser mulher” deixa Deus transparecer; ela experimenta Deus no mais profundo de si mesma e vai deixando-se viver – deixando-se fazer – a partir d’Ele. Nela descobrimos a admirável unidade humana-divina: todo o autenticamente humano é já divino e o divino é entranhavelmente humano. Esta é a unidade que nós cristãos reconhecemos e celebramos na encarnação de Jesus: “O Verbo se fez carne”. Deus é humanidade, carne, matéria...
Certamente, a Maria dos Evangelhos nada tem a ver com a imagem que muitas vezes foi apresentada como mulher passiva, silenciosa, submissa, uma imagem que, ao invés de refletir a personalidade de Maria de Nazaré, parecia ser um modelo fixo que se apresentava aos homens como mulher ideal e às mulheres para sua imitação. Como nenhum modelo é “neutro”, este também tinha a clara funcionalidade social numa cultura autoritária, machista, repressiva e patriarcalista.
O que os evangelhos nos oferecem é bem diferente. Na Anunciação, Maria aparece tomando uma decisão pessoal, numa cultura na qual a mulher era totalmente submissa. Na Visitação, encontramos uma mulher de iniciativa e com vontade própria, decidida e empreendedora. É a mulher do caminho e do serviço. Em Caná, ela é a que impulsiona Jesus para sua missão (adiantando inclusive “sua hora”). Junto à Cruz, é a mulher inteira, atravessada pela dor, mas “de pé”, profundamente humana, profundamente fiel. No Cenáculo, é a mulher “líder”, congregando os discípulos e discípulas.
Em resumo, em diferentes momentos da liturgia, Maria é apresentada a nós como uma mulher livre, contemplativa, espiritual, forte, pressurosa, com vontade e fibra, “transgressora” ...; é a mulher que ama, a mulher santa, em comunhão com Deus e cheia do Espírito. E esta é a revelação do evangelho: em todos os momentos e situações, ela deixa “transparecer” em sua vida o verdadeiro rosto misericordioso de Deus; em todos os cenários Maria nos revela que já vivia em permanente “assunção”, pois sentia-se “assumida” por Deus em todos os momentos e circunstâncias.
Nela buscamos inspiração para fazer de nossa vida uma contínua “assunção” em Deus.

Texto bíblico: Lc 1,39-56

Na oração: Esse é o motivo último da confiança e da alegria: que Deus nos olha, e nos olha com bondade. Assim canta Maria: “... o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humildade de sua serva”. Ao se sentir “olhada” carinhosamente por Deus, Maria se revela como a mulher dos “olhos gran-des”, ou seja, é a mulher que “põe seus olhos” na realidade e nas pessoas. Seu hino deixa transparecer nela um júbilo profundo, nascido das profundezas de sua pessoa; hino que expressa bem a vontade oblativa de Maria, como mulher de alegria e de confiança.
- Faça memória das experiências de “assunção” em sua vida: o que mudou? quê movimentos vitais surgiram?
- Deixe emergir das profundezas de seu coração um canto de profunda gratidão por tudo aquilo que Deus já realizou, realiza e ainda realizará em sua vida.
Pe. Adroaldo Palaoro, SJ.

07/08/2026

Há experiências que nos ajudam a olhar para a própria história com mais atenção.

A Oficina de Autoconhecimento é um convite para esse exercício: reconhecer quem somos, como nos relacionamos e o que Deus vai realizando em nossa vida através dos encontros, das escolhas e dos caminhos percorridos.

Conduzida por Pe. Jackson Carvalho, SJ, e Ir. Teresinha Del’Acqua, a oficina acontece em duas etapas e se destina a jovens e adultos que desejam aprofundar o conhecimento de si, da relação com o outro e da própria experiência de fé.

📅 29 e 30 de agosto de 2026
📅 26 e 27 de setembro de 2026

R$ 200,00 para inscrições realizadas até 15 de agosto (curso completo) - após essa data: R$ 240,00

📲 Informações e inscrições:
(62) 3928-6472
https://centroloyola.com.br/especial/oficina-de-autoconhecimento

Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola são um caminho de oração, silêncio e discernimento que ajuda a olhar...
07/08/2026

Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola são um caminho de oração, silêncio e discernimento que ajuda a olhar a própria vida com mais verdade, reconhecer a ação de Deus na história pessoal e fazer escolhas com maior liberdade interior.

Nos próximos meses, o Centro Loyola de Goiânia oferece duas oportunidades para quem deseja viver essa experiência:

📅 11 a 13 de setembro de 2026
Retiro Inaciano "Onde moras, Mestre?"
Orientador: Pe. Jackson Carvalho, SJ

📅 3 a 11 de janeiro de 2027
Retiro Inaciano de 8 dias
Orientador: Pe. Jaldemir Vitório, SJ

Se você sente que este pode ser o momento de fazer uma pausa e dedicar alguns dias à escuta de Deus, conheça as duas propostas e escolha a que melhor corresponde ao seu tempo.

📲 Informações e inscrições:
(62) 3928-6472
🌐 centroloyola.com.br

19° DOMINGOItinerantes do Espírito“Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o o...
06/08/2026

19° DOMINGO
Itinerantes do Espírito

“Jesus mandou que os discípulos entrassem na barca e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar” (Mt 14,22)

O primeiro aspecto da espiritualidade do seguimento de Jesus faz referência à itinerância. Somos seres de travessias. E isto supõe transitar por outras fronteiras. Com o evangelho deste domingo somos instigados por Jesus a retomar a dinâmica do “passar para o outro lado”. É preciso sair dos limites conhecidos. Portanto, o primeiro apelo é para nos situar em outros espaços, para o encontro com o novo e o diferente; é preciso nos despojar de nossa maneira habitual de ser e viver e nos deixar provocar por outras maneiras de ser e viver. Na realidade, o evangelho ativa em nós uma atitude de contínuo deslocamento, não só espacial, mas também social, cultural, mental, espiritual...
Aonde ir e como ir; não sabemos; devemos transitar por onde não conhecemos, abertos às surpresas. Habitualmente sempre fazemos nossas “travessias” com uma infinidade de seguranças. Vamos aonde nós queremos, onde nós sabemos, onde nós somos alguém e onde vamos “fazer” algo. E a travessia, como seguidores(as) é ir aonde não sabemos, para estar com Aquele que tudo sabe. Em muitas ocasiões nos sentiremos como um explorador que nunca sabe o que vai encontrar; às vezes nem encontra o que estava buscando; outras vezes, encontra o que não estava buscando.
No entanto, “buscar” é o que dá sentido e sabor à nossa própria vida; e isso faz a diferença... Os verdadeiros motores da travessia sempre foram a curiosidade e a fé. A curiosidade impede ficar ancorados e a fé dá força para lançar-se ao mar e para seguir em momentos de desalento e tempestade. A curiosidade destrava, ativa a criatividade, abre as portas à fé. Quem se aventura à travessia deixa de ouvir a si mesmo para escutar os outros; só assim ele poderá compreender-se a si mesmo e alargar sua consciência ao viver novas experiências de acontecimentos, de lugares e de situações que lhe eram alheias.

“Nas viagens, não é simplesmente a cartografia da paisagem que as pessoas palmilham. A experiência da viagem é a experiência da fronteira e do aberto, de que cada um de nós precisa para ser. É a nossa consciência que passeia, descobre cada detalhe do mundo e olha tudo de novo como pela primeira vez. A viagem é uma espécie de propulsor desse olhar novo. É uma lente. É um observatório levantado sobre a vida plana”. (cf. José Tolentino Mendonça – A mística do presente – Paulinas)

No evangelho de hoje, Mateus descreve com detalhe a cena da travessia do mar: os discípulos acabaram de viver junto a Jesus um dos acontecimentos mais importantes dos evangelhos: a multiplicação dos pães e peixes. Descobriram que organizar-se segundo o modo de proceder de Jesus (a compaixão diante do sofrimento dos outros; a acolhida e atenção a todos, incluídos aqueles que não são contados na sociedade; a solidariedade e a partilha; o trabalho em equipe...) favorece a vida, sacia a fome e alegra o coração de todos. Esta experiência lhes fortaleceu e os animou, depois de um momento de dúvida no qual chegaram a solicitar a Jesus que despedisse as multidões, temerosos de se encontrarem diante de uma situação que ultrapassava suas possibilidades de resolvê-la.
O relato deste domingo nos recorda que é preciso viver sempre um novo êxodo. Aqui, vem à memória, como pano de fundo, a recordação dos hebreus libertados, que passaram pelo Mar Vermelho, salvos por Deus. Somos herdeiros de um naufrágio. Deus quer que vivamos para algo maior, deslocando-nos em direção a Terra prometida. Como acontece em toda travessia, quando é preciso deixar a margem conhecida e rotineira, os medos nos assaltam por todos os lados.
Não são os “fatos” que causam medo, mas o que nós pensamos e sentimos dos “fatos”. Por isso, o medo é um câncer que ameaça à fé, ao amor e à esperança de pessoas e instituições.
O medo corrói as fibras humanas, asfixia talentos, esvazia a vida e mata a criatividade.
O medo encolhe o ser humano, inibe a decisão e bloqueia os movimentos em direção ao “mais”.
Os estragos do medo em nossa vida, em nossa sociedade, em nossa Igreja, em nosso mundo, são terríveis. O medo explica quase todos os desastres: complexos e angústias, ciúmes e invejas, cobiça, corrupção e mentira, o acúmulo de bens, as diferentes expressões de ódio, violência, preconceito, intolerância... Quem usa as redes sociais para expelir acusações, ódios... deixa transparecer um medo petrificado, uma insegurança enraizada..., que rompe a comunhão, cria distâncias, esfria os relacionamentos.
Quem é marcado pelo medo tem forte tendência a ver “fantasmas”; quando nos deparamos com um desafio, começamos a ver o fantasma do medo; quando nos propomos uma meta mais alta para nós, começamos a ver o fantasma do impossível; quando buscamos uma mudança na vida, começamos a ver o fantasma da insegurança; quando somos movidos a tomar o Evangelho a sério, começamos a ver o fantasma de que não é para nós; quando ouvimos o chamados à santidade, começamos a ver o fantasma de que isso é para pessoas especiais...
Nossa vida está cheia de fantasmas; o fantasma do “eu não posso”, do “é impossível”, fantasma do “que os outros vão dizer?”, o fantasma do “e seu fracassar?” ...
Também no ambiente eclesial e nas comunidades cristãs ainda hoje prevalecem muitos medos: o medo das mudanças, o medo de renunciar à posse da verdade e ao controle da moral, o medo da dúvida, o medo da heresia (sendo que a heresia mais perigosa é o medo), o medo de perder o poder e inclusive os bens, o medo da laicidade, o medo da diversidade, o medo do pluralismo, o medo da liberdade, o medo da presença feminina, o medo da perspectiva de gênero, o medo do ser humano em seu horizonte tão aberto, o medo do Espírito livre, o medo do novo, o medo da morte..., em uma palavra o medo da vida.
A Igreja se encontra talvez na maior travessia de sua história, carregada de medos, dúvidas, apegos... Como Igreja, temos medo de viver e caminhar sobre o mar em nossos frágeis barcos. Não nos damos conta de que eles podem ir a fundo se continuamos colocando neles pesos e mais pesos.
Temos medo e, por isso, buscamos seguranças. Temos medo de que se afunde nosso edifício de certezas e por isso elevamos muralhas, colocamos trancas nas portas, destruímos pontes... Temos medo e transformamos a barca dos discípulos de Jesus em uma grande fortificação, feita de doutrinas, leis e imposições, de brilhos exteriores e de seguranças falsas. Ou a Igreja se liberta de seus medos ou perecerá com eles.
Somos condenados a viver mergulhados no medo, no nível pessoal, social, eclesial?
É preciso levantar velas, observar o horizonte, reorientar a rota ... Mas há uma certeza: a presença d’Aquele que viveu em contínua itinerância, guiado pelo Espírito do Pai.
Hoje a Palavra nos dá a oportunidade de reconhecer nossos próprios medos para acolhê-los a partir da confiança absoluta de que Jesus, o Senhor, caminha ao nosso lado até nas situações mais limites e dolorosas. No encontro sereno com Ele podemos experimentar que nos estende sua mão para que não nos afundemos em nossos temores e dificuldades. Ele nos dá a força necessária para arriscar-nos por aqueles caminhos que nos parecem intransitáveis.
Sigamos adiante com os olhos fixos não em nós mesmos, nem sequer em nossa pequena ou grande barca, mas no Senhor que conduz a História e nossos passos, no Filho de Deus que nos impulsiona a entrar sempre no fluxo da travessia, com a finalidade de anunciar sua Boa Nova “no outro lado do mar”.

Texto bíblico: Mt 14,23-33

Na oração: Na “barca do ego” nos sentimos facilmente sacudidos por todo tipo de ondas, cheios de medos e vendo fantasmas ao nosso redor. Mas, os medos e fantasmas se dissipam quando saímos das interpretações que nossa mente faz das coisas e nos ancoramos no nosso verdadeiro “eu sou”, nossa identidade profunda, aquela que nos faz entrar em sintonia com todos os seres, habitados por uma presença providente.
- A oração é o ambiente favorável para acessar nossa interioridade habitada, sem nos deixar afetar pelas “ondas” superficiais da vida.
- Sua vida cotidiana está ancorada no seu “eu profundo” ou é marcada pela “tempestade”, confusão, obscuridade
- Que medos e fantasmas perturbam sua vida, seja na relação com Deus ou com os outros?

Pe. Adroaldo Palaoro, SJ.

As memórias mais bonitas são aquelas partilhadas. 💙Reunimos alguns depoimentos de quem viveu a Festa de Santo Inácio de ...
06/08/2026

As memórias mais bonitas são aquelas partilhadas. 💙

Reunimos alguns depoimentos de quem viveu a Festa de Santo Inácio de Loyola no Centro Loyola de Goiânia. Passe para o lado e inspire-se com essas partilhas cheias de gratidão, fé e fraternidade. ✨

No último domingo vivemos mais uma inspiradora Manhã de Oração e Espiritualidade no Centro Loyola de Goiânia.Entre a ora...
05/08/2026

No último domingo vivemos mais uma inspiradora Manhã de Oração e Espiritualidade no Centro Loyola de Goiânia.

Entre a oração, a escuta da Palavra e a partilha, renovamos a esperança e fortalecemos a caminhada da fé. ✨

Partilhamos alguns registos deste belo encontro. 📸

O Centro Loyola de Goiânia celebrou, na noite de 31 de julho, a festa de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia d...
04/08/2026

O Centro Loyola de Goiânia celebrou, na noite de 31 de julho, a festa de Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus. A Celebração Eucarística reuniu jesuítas, colaboradores, voluntários, participantes das atividades do Centro e membros da comunidade para recordar a memória daquele que deu origem à espiritualidade e à missão inacianas.

A missa contou com a celebração do Pe. João Marcelo e a concelebração do Pe. Geraldo, SJ, e foi seguida por um momento de confraternização entre os participantes.

Veja a galeria de fotos completa no site: https://centroloyola.com.br/centro-loyola-de-goiania-celebra-a-festa-de-santo-inacio-de-loyola-com-missa-e-confraternizacao.html

Endereço

Avenida Mutirão
Goiânia, GO
74150-240

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 13:00 - 21:00
Terça-feira 13:00 - 21:00
Quarta-feira 13:00 - 21:00
Quinta-feira 13:00 - 21:00
Sexta-feira 13:00 - 21:00

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