31/10/2023
A Reforma Protestante teve início em 31 de outubro de 1517, quando Martinho Lutero, um monge e teólogo alemão, afixou suas 95 Teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha. Portanto, hoje, a Reforma Protestante completa 506 anos desde o seu início. Esse movimento teve um impacto significativo na história do cristianismo, resultando em mudanças teológicas, sociais e políticas que moldaram o mundo moderno. A Reforma Protestante trouxe à tona questões importantes, como a autoridade das Escrituras, a salvação pela graça mediante a fé, a liberdade religiosa e a ênfase na adoração centrada em Deus.
Resumidamente, as proposições teológicas que serviram como pilares da Reforma Protestante são os chamados Cinco Solas – Elas são sem dúvida as melhores ferramentas para a Evangelização. Sola, vem do latim e significa “somente” ou “apenas”, na língua portuguesa.
E os cinco solas são: Sola Fide, Sola Scriptura, Solus Christus, Sola Gratia e Soli Deo Gloria. Esses são os pilares da Reforma Protestante.
Sola Fide (somente a fé): este princípio afirma que o homem é justificado única e exclusivamente pela fé, sem o acréscimo das obras do mérito humano e, por meio dele, a tradição reformada é sustentada.
Sola Scriptura (somente a Escritura): A Escritura é a única regra de fé e prática da igreja e o protestantismo aceita doutrinas de sua inspiração, autoridade, inerrância, clareza, necessidade e suficiência.
Solus Christus (somente Cristo): como forma de reação dos protestantes contra a igreja católica secularizada e contra os sacerdotes que afirmavam ter uma posição especial e serem mediadores da graça e do perdão por meio dos sacramentos que ministravam.
Sola Gratia (Somente a Graça): Além de a graça ser um dos atributos de Deus é, também, o próprio Cristo (em sua encarnação) e é o Espírito Santo quem aplica a graça ao coração do pecador.
Soli Deo Gloria (somente a Deus a glória): este pilar da teologia reformada afirma que o homem foi criado para a glória de Deus e que tudo que ele fizer deve destinar a glorificar a Deus. Não soltem o martelo, à reforma continua!
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