18/01/2026
Qual o sentido da vida?
Foi a pergunta que o garotinho de seis anos e meio fez ao famoso astrofísico americano Neil Degrasse Tyson, em uma de suas palestras.
A resposta do cientista foi fabulosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
(Segue nos comentários...)