Departamento Umbanda-Meio Ambiente e Sustentabilidade

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Diretor do Departamento
Carlos Santos Barbante
Gestão:2020/2022

PROJETO: Umbanda e Natureza BIODVERSIDADE FLORA NATIVA- IPÊ ROSA Foto: Enviada pelo Médium Lucas D' Oxóssi Família: Bign...
25/08/2021

PROJETO: Umbanda e Natureza

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA- IPÊ ROSA

Foto: Enviada pelo Médium Lucas D' Oxóssi

Família: Bignoniáceo.
Utilização: madeira utilizada na construção civil, cercas, molduras, postes, tábuas, rodapés, etc. espécie muito utilizada pelo paisagismo urbano.
Coleta de sementes: diretamente da árvore quando começar a abertura espontânea dos frutos.
Época de coleta de sementes: outubro a novembro.
Fruto: legume deiscente.
Flor: amarela.
Crescimento da muda: médio.
Germinação: rápida.
Plantio: mata ciliar, área aberta.

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZABIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Bromélia (Bromeliaceae)Foto: Enviada p...
25/08/2021

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Bromélia (Bromeliaceae)

Foto: Enviada pelo Médium Edmilson D´Ogum

Nome científico: Bromeliaceae
Classificação superior: Poales
Família: Bromeliaceae; Juss. (1789)
Classificação: Família
Classe: Liliopsida
Divisão: Magnoliophyta

Etimologia: seu nome é atribuído ao botânico Olaf Bromel, o qual foi homenageado pelo padre francês Charles Plumier que, no final do século XVII, batizou os karatas (abacaxi) de bromélia.
Origem: Américas, sendo a espécie Pitcarnia feliciana encontrada na África.
Características gerais: são plantas herbáceas, perenes, com agrupamento de folhas formando uma roseta. Suas folhas são recobertas por escamas peltadas, as quais absorvem água e nutrientes do ambiente. As escamas associadas à roseta permitem a sua adaptação a ambientes desfavoráveis. As bromélias não são parasitas e, na natureza, aparecem como epífitas, terrestres, rupícolas e saxícolas. Estão divididas em mais de 50 gêneros e a maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências semelhantes. Gêneros diferentes requerem variações de luminosidade, regas e substratos. A família Bromeliaceae abriga mais de 3000 espécies e milhares de híbridos, sendo o abacaxi, o mais popular deles. Somente no Brasil existem mais de 1500 espécies.
Os gêneros mais comuns são: Aechmea, Billbergia, Cryptanthus, Dyckia, Guzmania, Neoregelia, Nidularium, Tillandsia e Vriesea. A maioria das bromélias pode ser plantada em vasos, diretamente no chão ou também sobre troncos.
Condições de cultivo: as bromélias crescem bem em quase todos os solos, preferencialmente levemente ácidos, bem drenados, não compactados, propiciando assim, condições para o bom desenvolvimento do sistema radicular. O substrato de cultivo deve conter: areia grossa ou pedriscos, musgo seco ou fibra de coco, turfa e húmus de minhoca em partes iguais. É importante que a mistura possibilite uma rápida drenagem.
As bromélias são tolerantes à falta d’água, porém é de fundamental importância que a irrigação seja bem feita para haja um bom desenvolvimento dessas plantas. O excesso de água, principalmente no substrato, é prejudicial. Devido ao fato das suas folhas apresentarem escamas, recomenda-se a pulverização das plantas com água quando a temperatura for superior a 30°C ou quando a umidade do ar for muito baixa. Bastante claridade com luz difusa é a condição ideal para a maioria das bromélias.
A maioria das espécies de bromélias floresce somente uma vez durante o ciclo de vida e, após a floração, a planta desenvolve uma brotação lateral que substituirá a planta que irá morrer. As bromélias atingem a maturidade e florescem em diferentes idades, o que dependerá da espécie e condições do ambiente, respeitando sempre uma determinada época do ano.
Propagação: a propagação pode ser feita por meio de sementes, mudas formadas lateralmente nas plantas ou por cultura de tecidos.
Usos: no mercado brasileiro, seus usos são distribuídos em três grupos: bromélias para ambientes externos – plantas de grande porte, não necessariamente floridas, bromélias para ambientes internos – plantas de pequeno ou médio porte em floração e, bromélias para coleção – espécies identificadas de porte variado.
Curiosidades: o primeiro registro de identificação dessas plantas ocorreu em 1493, durante a segunda viagem de Cristóvão Colombo à América. Os nativos da ilha de Guadalupe utilizavam uma planta como alimento, a qual denominaram karatas, hoje conhecida como Ananas comosus, o abacaxi. Desde então, o abacaxi foi levado à Europa e difundido por todo o mundo.
A palavra gravatá ainda é utilizada para se referir às bromélias e diversas localidades têm seu nome atribuído a essas plantas, dentre as quais: Gravatá, Gravatal, Gravataí, Gravatazinho, Caraguatá e Caraguatatuba.
Significados: a bromélia significa purificação, sua ação desintoxicante e purificadora, melhora a conexão com a natureza, trazendo clareza intuitiva. Essa característica está relacionada com a forma da planta, que vem surgindo do centro com as folhas pontiagudas e também por suas cores vibrantes que trazem renovação e vitalidade.

BIODVERSIDADE : PROJETO UMBANDA E NATUREZABIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE-Garça-Real-europeia (Ardea ciner...
25/08/2021

BIODVERSIDADE : PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE-Garça-Real-europeia (Ardea cinerea)

-Foto enviada pelo Médium Lucas D´Oxóssi

A garça-real-europeia é uma garça da Europa cuja aparência é a de uma ave com dorso cinza e faixa superciliar negra que se estende até as longas p***s nucais. Também é conhecida pelos nomes de galangundo, garça-real ou garça-cinzenta.
Nome científico: Ardea cinerea
Comprimento: 84 – 100 cm
Largura das Asas: 1,6 – 2 m
Peso: 1 – 2,1 kg
Estado de Conservação: Pouco preocupante
Classificação superior: Ardea
Classificação: Espécie
Classe: Aves
Descrição
Da mesma família das cegonhas, é a garça mais abundante e difundida da Europa. Possui um comprimento de cerca de 95 cm, uma envergadura de 185 cm e peso de 1,6 a 2 kg. Pode viver cerca de 25 anos. Apresenta pernas altas, pescoço longo e bico longo e afilado. Os juvenis apresentam cores mais claras, dorso cinzento acastanhado e ventre branco raiado de negro. Não possuem penacho. Atingem a maturidade aos dois anos de idade.
Habitat
Pode ser encontrada normalmente em extensões de água doce com pouca profundidade e também em costas marítimas. Muitas vezes partilha o habitat das cegonhas.
Alimentação
Alimenta-se principalmente de peixes, mas não despreza batráquios, répteis, pequenos mamíferos, insetos ou moluscos terrestres e aquáticos. Digere bem as espinhas mas regurgita os pelos dos roedores na forma de bolas.
Reprodução
Reproduz-se de Fevereiro a Julho. Nidifica normalmente em colónias, em cima de árvores, perto da água. O seu ninho é chato, em forma de plataforma, semelhante ao das cegonhas. A fêmea põe de 3 a 6 ovos muito claros. Os ovos são cobertos alternadamente pelos dois progenitores durante 25 a 28 dias. Os jovens começam a voar ao fim de 50 dias e abandonam o território dos pais ao fim de 8 a 9 semanas.
Características
Durante o voo retrai o pescoço. Este facto, associado ao bater de asas lento e pesado, poderá dar origem a confusão com o voo de uma ave de rapina, mas diferencia-o definitivamente das cegonhas.

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Figueira (Ficus Carica)Foto: Enviada ...
25/08/2021

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Figueira (Ficus Carica)

Foto: Enviada pelo Médium Edmilson D´Ogum

Nome Científico: Ficus carica
Nomes Populares: Figueira, Figo, Figueira-comum, Figueira-da-europa, Figueira-de-baco, Figueira-de-portugal, Figueira-do-reino
Família: Moraceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: África, Ásia, Europa, Mediterrâneo, Oriente Médio
Altura: Algumas delas podem chegar a 10 metros de altura. As do tipo comercial, como a Ficus carica, raramente ultrapassam três metros de altura
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Classificação superior: Ficeae
Classificação: Gênero
Ordem: Rosales

A figueira é uma árvore frutífera, monóica e decídua, originária do Oriente Médio. Sabe-se que o figo, fruto da figueira, é utilizado pelo homem desde à Idade da Pedra. A figueira é também uma das primeiras plantas cultivadas. De porte pequeno a médio, as figueiras crescem de 6 a 10 metros de altura, mas geralmente não ultrapassam os 8 metros. A planta é bem ramificada, com ramos frágeis e seiva leitosa. As folhas são verdes, caducas no inverno, com textura papirácea, nervuras bem marcadas e profundamente lobadas, com três a cinco lobos. As flores da figueira não são visíveis pois se encontram dentro do figo, que é uma infrutescência e não uma fruta. Sicônio é o tipo de pseudofruto ao qual pertencem os figos. O pequeno orifício visto na base do figo é uma passagem estreita para os polinizadores. As flores são polinizadas devido a uma simbiose com um tipo muito específico de vespa-do-figo. Em troca da polinização os figos fornecem alimento e abrigo para todas as fases de vida da vespa, em uma complexa relação. Se a polinização ocorrer serão produzidas sementes. As plantas masculinas produzem figos não comestíveis, denominadados caprifigos. A grande maioria das variedades cultivadas no Brasil não necessita de polinização, assim como de plantas macho, para produzir os figos comestíveis. Os figos podem ser verdes, pretos, roxos, amarelos, vermelhos, marrons e esbranquiçados, de acordo com a variedade.
A figueira é uma árvore fácil de cultivar no pomar doméstico. Ela provê uma quantidade enorme de figos que podem ser consumidos maduros, in natura, ou mesmo verdes, em preparos diversos. Os figos verdes se prestam para geléias, doces em calda, figadas, figos desidratados tipo rami, cristalizados, licores, etc. Os maduros entram crus ou cozidos em pratos doces ou salgados, como saladas, assados e sobremesas refrescantes. De forma bem planejada, é possível aproveitar as delicias do figo o ano todo. Além dos figos, a figueira adulta provê uma agradável sombra, gostosa de curtir em chácaras, amplos jardins e parques. Assim como outras árvores do gênero Ficus, a figueira-comum possui raízes agressivas nos exemplares adultos. Desta forma não é indicado seu plantio próximo à construções, tubulações enterradas e áreas pavimentadas. Os figos maduros também são muito atrativos para os passarinhos.
As podas são parte importante da manutenção e formação da figueira. As podas de formação iniciam-se já no primeiro ano após o plantio, assim que a planta atinge 50 cm de altura. Os despontes sucessivos a cada ano preparam a copa da árvore para que sejam baixa, arejada e bem distribuída. Para uma boa produção e facilitar a colheita, além de prevenir a planta de uma série de doenças e pragas, é recomendável também a poda anual da planta adulta. Esta poda é drástica e visa eliminar os ramos que produziram no ultimo ano, além de ramos secos, fracos e doentes. A poda anual deve ser realizada no final do inverno, antes da planta emitir suas brotações. O aspecto final da planta podada deve ser sem folhas. Após as podas, é importante utilizar uma pasta cicatrizante ou pasta bordalesa sobre os ferimentos.
Deve ser cultivado sob sol pleno, em solos bem drenados, profundos, enriquecidos com matéria orgânica e irrigados no pós-plantio e períodos de estiagem. A figueira é capaz de crescer bem em solos pobres e tolera a seca, porém com menor produção de figos. Ela clima mediterrâneo e subtropical, mas tem excelente adaptação climática, podendo ser cultivada de norte a sul do Brasil. É interessante que passe por um período de dormência anual, seja por inverno frio ou seco. (A irrigação constante em climas quentes inibe a dormência, o que diminui a produtividade da planta). Não tolera geadas, mas rebrota na primavera. Adubações anuais e uma cobertura verde ou morta sobre o solo são importantes para evitar doenças e estimular a produção. Multiplica-se por sementes ap***s para fins de melhoramento. Geralmente a multiplicação é feita por alporquia e estaquia dos ramos. A época ideal para obtenção das estacas é no final do inverno por ocasião da poda.

BIODVERSIDADE : PROJETO UMBANDA E NATUREZABIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE-Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga ...
25/08/2021

BIODVERSIDADE : PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE-Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)

-Foto enviada pelo Médium Luiz D´Ogum

O tamanduá-bandeira, também chamado iurumi, jurumim, tamanduá-açu, tamanduá-cavalo, papa-formigas-gigante e urso-formigueiro-gigante, é um mamífero xenartro da família dos mirmecofagídeos, encontrado na América Central e na América do Sul.

Nome comum: Tamanduá-bandeira
Nome científico: Myrmecophaga tridactyla
Nível Trófico: Carnívoro
Expectativa de Vida: 14 – 16 anos (na natureza, em cativeiro)
Comprimento: 1,8 – 2,2 m (Adulto)
cauda: 17 a 88 cm
Classe: mamíferos
Alimentação: Insetívoro
Status de conservação (IUCN): Vulnerável
Tendência populacional: Em declínio
Período de Gestação: 183 dias
Peso: Macho: 33 – 41 kg (Adulto), Fêmea: 27 – 39 kg (Adulto)
Maior das quatro espécies de tamanduá, o tamanduá-bandeira pode atingir 2,4 metros de comprimento, da ponta do focinho à ponta da cauda.

Os tamanduás-bandeira são considerados um dos mamíferos mais ameaçados das Américas principalmente porque seus habitats, como as pastagens, são ameaçados por atividades humanas.
Os tamanduás são animais desdentados – não possuem dentes. Mas suas longas línguas são mais que suficientes para capturar as 35 mil formigas e cupins que engolem inteiros todos os dias. Como a maior das quatro espécies de tamanduá, o tamanduá-bandeira pode atingir 2,4 metros de comprimento, da ponta do focinho à ponta da cauda. Possui pelagem marrom-acinzentada, as patas dianteiras são brancas, seu peito e dorso são marcados por listras pretas e sua cauda é volumosa.
Habitat
Os tamanduás-bandeira podem ser encontrados em toda a América do Sul e Central, embora sua população tenha diminuído consideravelmente na América Central. Para prosperarem, eles precisam se movimentar por grandes áreas com florestas. Eles geralmente são encontrados em florestas tropicais e secas, savanas e pastagens abertas, onde há abundância de formigas, que são fundamentais para sua alimentação.
Alimentando-se de formigas
O tamanduá-bandeira usa suas garras afiadas para fazer uma abertura no formigueiro e colocar seu longo focinho, sua saliva pegajosa e sua língua eficiente para trabalhar. Mas ele precisa comer rapidamente, movimentando sua língua até 150 vezes por minuto. As formigas revidam com picadas dolorosas, então o tamanduá pode passar ap***s um minuto se alimentando em cada formigueiro. Tamanduás-bandeira nunca destroem o formigueiro, preferindo retornar e se alimentar novamente no futuro.
Esses animais não contam com a visão — que é fraca — para encontrar sua fonte de alimento, mas sim com o olfato, que é 40 vezes mais poderoso que o dos humanos.
Comportamento
Os tamanduás-bandeira são geralmente animais solitários. As fêmeas têm um único filhote uma vez ao ano, que às vezes pode ser visto agarrado nas costas de sua mãe. Os filhotes deixam a mãe depois de dois anos, quando são considerados totalmente adultos.
Os tamanduás não são agressivos, mas podem ser ferozes. Um tamanduá encurralado se ergue sobre as patas traseiras, usando a cauda para se equilibrar, e ataca com suas garras perigosas. As garras do tamanduá-bandeira têm cerca de dez centímetros de comprimento, e o animal pode lutar até contra uma onça-parda ou onça-pintada.
Ameaças à sobrevivência
Segundo a Lista Vermelha da IUCN, os tamanduás-bandeira são os mamíferos mais ameaçados da América Central. Listados como espécies vulneráveis, já são considerados extintos na Guatemala, em El Salvador e no Uruguai. Uma das principais ameaças enfrentadas pelos tamanduás-bandeira é a perda de pastagens devido a incêndios provocados por produtores de cana-de-açúcar que tradicionalmente queimam suas plantações antes da colheita para remover as folhas externas da planta, facilitando o corte dos caules. Esses incêndios não ap***s afetam o habitat, como também os animais — os tamanduás-bandeira podem sofrer graves queimaduras.
Outras ameaças incluem a caça — para servir como alimento e porque algumas pessoas consideram que os tamanduás-bandeira sejam pragas — e sua baixa taxa de reprodução. Os tamanduás-bandeira também são frequentemente mortos pelo tráfego rodoviário no Cerrado brasileiro, onde uma vasta rede de estradas fragmentou seu habitat.

BIODVERSIDADE : PROJETO UMBANDA E NATUREZA BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE-Anta (Tapirus terrestres)-Foto ...
25/08/2021

BIODVERSIDADE : PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE-Anta (Tapirus terrestres)

-Foto enviada pelo Médium Edmilson D´Ogum

A anta-brasileira ou simplesmente anta, também conhecida por tapir, é um mamífero perissodáctilo da família dos tapirídeos e gênero Tapirus. Ocorre desde o sul da Venezuela até o norte da Argentina, em áreas abertas ou florestas próximas a cursos d'água, com abundância de palmeiras.

Nome científico: Tapirus terrestris
Nível Trófico: Onívoro Enciclopédia da Vida
Peso: 170 kg (Adulto)
Comprimento: 2 m (Adulto)
Período de Gestação: 13 meses
Classificação superior: Tapirus
Estado de Conservação: Vulnerável (Decrescentes)

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Jatobá(Hymenaea courbaril)Foto: Envia...
25/08/2021

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Jatobá(Hymenaea courbaril)

Foto: Enviada pelo Médium Edmilson D´Ogum

O jatobá-verdadeiro, jatobazeiro ou ap***s jatobá, é uma árvore da família das fabáceas. É a espécie arbórea dominante na floresta estacional semidecidual submontana. A espécie pode alcançar 40 metros de altura e 2 metros de diâmetro, embora uma árvore tenha atingido 95 metros na Amazônia.
Nome científico: Hymenaea courbaril
Classificação superior: Hymenaea
Espécie: H. courbaril
Família: Fabaceae
Classificação: Espécie
Classe: Magnoliopsida
Divisão: Magnoliophyta

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Jambolão (Syzygium cumini  jambolanum...
25/08/2021

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Jambolão (Syzygium cumini jambolanum)

Foto: Enviada pelo Médium Luiz D´Ogum

Nome Científico: Syzygium cumini jambolanum
Nomes Populares: Jambolão, Azeitona, Azeitona-da-terra, Baga-de-freira, Guape, Jalão, Jambuí, Jamelão
Família: Myrtaceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas
Clima: Continental, Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia, Índia
Altura: acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O jambolão é uma árvore frondosa, de porte médio e copa cheia, ampla, bastante ramificada. Pode alcançar 10 metros de altura. Suas folhas são coriáceas, lisas e escuras, com uma nervura central clara e saliente. Suas flores são hermafroditas, brancas ou amareladas, com longos e numerosos estames e reúnem-se em rácemos terminais. Os frutos são do tipo baga, pequenos e ovóides como as azeitonas verdadeiras (Olea europea), de coloração branca que gradativamente torna-se vermelha e posteriormente preta, quando maduros. A polpa carnosa envolve uma única semente.
De sabor doce, porém um pouco adstringente, os frutos são em geral agradáveis ao paladar. Apresentam o único inconveniente de manchar a pele e as roupas e, por ocasião da queda, veículos e calçamentos também. Por este motivo, esta bela árvore de sombra refrescante no verão, não é muito indicada para arborização de ruas, avenidas e praças, reservando-se seu plantio para parques maiores e sítios. Os frutos do jambolão podem ser consumidos in natura ou processados em compotas, licores, vinhos, tortas, doces entre outros.
Deve ser cultivado sobre sol pleno, em solo fértil, profundo e bem drenável, com regas periódicas no primeiro ano de implantação. Árvore tipicamente tropical, o jambolão aprecia o calor e a umidade, com crescimento rápido a moderado. Multiplica-se por sementes.

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Primavera (Bougainvillea)Fotos: Envia...
24/08/2021

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Primavera (Bougainvillea)

Fotos: Enviadas pelo Médium Edmilson D´Ogum

Bougainvillea é um gênero botânico da família Nyctaginaceae, de espécies geralmente designadas como buganvílias.

Nome científico: Bougainvillea
Classificação superior: Nyctaginaceae
Classificação: Gênero
Classe: Magnoliopsida
Divisão: Magnoliophyta
Ordem: Caryophyllales

Nativa do Brasil, a primavera, também chamada de buganvília, três-marias e sempre-lustrosa, é uma trepadeira ou um arbusto ornamental cujo nome científico é Bougainvillea spectabilis. Trata-se de uma espécie rústica que floresce o ano inteiro.
A primavera, ou buganvília, tem três flores amarelas protegidas por folhas modificadas, que podem ser de diferentes cores.
A denominação buganvília homenageia o conde e navegador francês Louis-Antoine Bougainville, que, após descobrir essa espécie no Brasil na década de 1790, introduziu-a na Europa. Hoje, ela é cultivada em todo o mundo.
Ao atingir o desenvolvimento pleno, o arbusto espinhoso da primavera pode medir entre 5 e 10 metros. Produz cachos com três pequenas flores amareladas, os quais são protegidos por brácteas (folhas modificadas) que podem ser vermelhas, lilases, brancas, rosadas ou cor de laranja. A profusão de cachos coloridos encanta pela beleza.
Embora dispense muitos cuidados e seja resistente a mudanças súbitas de temperatura, a planta se desenvolve melhor em áreas com clima quente e úmido.
Nas matas, a primavera cresce encostada em grandes árvores e na direção do sol. Isso pode ser observado no caso da Bougainvillea glabra, cujas brotações sobem verticalmente até o topo da árvore, onde as folhas e as flores se misturam às da árvore na qual se apoiou. Ela busca o sol. Assim, o cultivo bem-sucedido da primavera, inclusive em vasos, requer a incidência direta de raios solares sobre a planta.

Projeto: Umbanda e Natureza. BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTREEspécie  - Pavão  (Pavo cristatus)Nome científ...
24/08/2021

Projeto: Umbanda e Natureza.

BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE

Espécie - Pavão (Pavo cristatus)

Nome científico: Pavo cristatus
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Phasianidae
Distribuição: O pavão é encontrado na Índia e no Sri Lanka
Habitat: Florestas
Nome Comum: Pavão
Características: O pavão mede até 2,15 m de comprimento, incluindo a cauda. Só consegue voar depois de correr uma determinada distância. Seu vôo é barulhento e desajeitado. A fase de reprodução vai de janeiro a outubro (no hemisfério norte). A fêmea põe até 10 ovos que são incubados cuidadosamente durante 30 dias. Não são animais domesticáveis, pois são muito brigões e não gostam da presença de outros animais.

Direitos Autorais: Foto enviada pelo Médium Edmilson D' Ogum.

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Umbuzeiro (Spondias tuberosa)Foto: En...
24/08/2021

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: PROJETO UMBANDA E NATUREZA

BIODVERSIDADE FLORA NATIVA: Umbuzeiro (Spondias tuberosa)

Foto: Enviada pelo Médium Edmilson D´Ogum

Spondias tuberosa L., popularmente conhecido como umbuzeiro, imbuzeiro ou jique é uma árvore de pequeno porte, pertencente à família das anacardiáceas, de copa larga, originária dos chapadões semiáridos do Nordeste brasileiro, que se destaca por fornecer sombra e aconchego.

Nome científico: Spondias tuberosa
Classificação superior: Spondias
Família: Anacardiaceae
Classificação: Espécie
Classe: Magnoliopsida
Divisão: Magnoliophyta
Espécie: S. tuberosa;

Projeto: Umbanda e Natureza. BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTREEspécie  - João- de- Barro  (Furnarius rufus)O...
24/08/2021

Projeto: Umbanda e Natureza.

BIODVERSIDADE- CONSERVAÇÃO DA FAUNA SILVESTRE

Espécie - João- de- Barro (Furnarius rufus)

O joão-de-barro ou forneiro também chamado uiracuiar e uiracuité é uma ave Passeriforme da família Furnariidae. É conhecido por seu característico ninho de barro em forma de forno. É a ave símbolo da Argentina, onde é chamado de hornero e tido como "Ave de la Patria", desde 1928.

Nome científico: Furnarius rufus
Classificação superior: Furnarius
Espécie: F. rufus
Estado de Conservação: Pouco preocupante (Aumentando)
Classificação: Espécie
Classe: Aves
Família: Furnariidae

Direitos Autorais: Foto enviada pelo Médium Edmilson D' Ogum.

Endereço

Rua: Barão Do Rio Branco, 634-Centro
Getulina, SP
16450000

Horário de Funcionamento

Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5514998984015

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