Somos uma igreja com autoridade de Jesus para pregar o evangelho, “expulsar demônios”, curar enfermos. A Visão do Ministério e que cada um seja o sal da terra
Sal da Terra, Luz do Mundo – Mateus 5, 13-16
SER SAL DA TERRA E A LUZ É UM PROCESSO QUE DEVEMOS APRENDER
“Mas a vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4:18)
A comunhão com Cristo po
de nos tornar canhões de Luz, assim como ao manter-nos frios e ausentes pode fazer com que a nossa luz se torne fraca e quase invisível. A oração, a adoração, a leitura e a meditação na Palavra é o combustível para que a nossa luz possa manter-se sempre forte e brilhante. A prática da Palavra é que torna a nossa luz vista e sentida pelos que estão nas trevas e pode trazê-los também para a luz.
“Mesmo que o caos e a agitação nos pressione, mas se vivermos uma vida diferente daquilo que vemos no mundo, se vivermos de uma maneira limpa, humilde, reta, pura e saudável, os que estão em trevas verão a nossa luz, e ainda que não os notemos ou que não venhamos a pregar-lhes o evangelho, olharão para nós e perceberão que há algo maravilhoso em nós que gostariam também de possuir. Nosso Senhor afirmou “Vós sois a Luz do mundo” (Mt 5: 14), mas também disse antes (Mt 5:13) “Vós sois o sal da terra”. Todos sabemos que o sal serve para temperar e para conservar. Mas uma característica que marca muito o sal é que ele é essencialmente diferente daquilo ao qual ele é adicionado. Eu uso o termo adicionado, porque é assim que nos referimos ao sal. Toda receita que contém este componente assim se refere: adicione sal em tal medida, ou adicione sal a gosto, ou adicione uma pitada de sal. Vemos então que quando o sal está presente, ele altera substancialmente o ítem ao qual ele foi adicionado e passa a dar sabor e um gosto especial . Quando o Senhor Jesus diz que “Vós sois o sal da terra”, f**a claro que a nossa presença no mundo vai trazer grande alteração no meio onde vivemos. A nossa luz pode ser notada até sem um envolvimento maior com as pessoas, porém, acho que para sermos sal precisamos estar presentes, precisamos ser adicionados, somados e misturados ao meio onde vivemos e fazer a grande diferença para que a vida tenha um sabor especial para os que conosco vivem. Ser sal exige uma atuação quase que corpo a corpo com aqueles que ainda não tem sabor, que são as pessoas que vivem sem direção, na ignorância e nas trevas.
É necessário condenar o erro e não participar dele. Firmar posições de retidão e de fidelidade a Deus. Demonstrar com ações que não pactuamos com as tendências imorais do mundo, com a mentira e a prostituição tão comuns nas conversas, nos meios de comunicação e na sociedade. Ser sal é deixar claro para as pessoas que nos cercam que pensamos e agimos de forma diferente do mundo. Que verdadeiramente somos diferentes. Ser sal é agir com humildade, ser amável, manso e confiável. É demonstrar a alegria da salvação recebida do Senhor Jesus. É enfrentar as dificuldades em paz, com confiança de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Ser sal é chorar com os que choram e estender a mão ao nosso próximo na dificuldade. Existem muitas maneiras de ser sal, mas penso que o princípio é que o sal não salga de longe, não tempera sem o contato e não higieniza se não for aplicado na quantidade necessária. Por isso o cristão para ser sal tem que estar junto, presente, com aquilo que vai ser transformado ou receber sabor. E essa situação exige correr-se um risco. Existe o perigo de não salgar, não temperar e se tornar também como os que não tem sabor. É quando somos sal apenas aparentemente. Temos a aparência do sal mas não somos sal, não somos diferentes verdadeiramente. Quando não passamos pelas transformações trazidas pelo sacrifício de Cristo, quando o nosso interior não foi modif**ado e o nosso “eu”ainda domina sobre nós, quando nos esquecemos que a nossa vida aqui é efêmera, é passageira, e que devemos pensar nas coisas lá do alto, no nosso futuro com Cristo, podemos nos tornar como os que não têm esperança, enfraquecidos pelos problemas ao seu redor, por andarem apenas pelo que vêem. Corremos o risco de nos tornar insossos e não cumprimos o nosso papel no mundo. Se isso acontece, então para que serviríamos? O Senhor Jesus nos diz que quando o sal vier a ser insípido para nada mais presta, senão para ser lançado fora, ser pisado pelos homens; pois como lhe restaurar o sabor? Não podemos apenas parecer que somos sal, mas precisamos ser verdadeiramente Sal.