Tenda de umbanda caboclo Aymore

Tenda de umbanda caboclo Aymore Difusão da umbanda

Demos mais um passo na realização de um sonho: finalizamos os pisos dos banheiros da Tenda de Umbanda Caboclo Aymoré. Es...
23/03/2026

Demos mais um passo na realização de um sonho: finalizamos os pisos dos banheiros da Tenda de Umbanda Caboclo Aymoré.
Estamos na reta final da obra e falta pouco para começarmos os trabalhos espirituais. Ainda precisamos de ajuda para concluir os últimos detalhes.
Quem puder colaborar, será de grande importância.
Que o Caboclo Aymoré abençoe a todos.
Pix: [email protected]

Aviso Importante à Corrente e FrequentadoresInformamos que, em respeito às tradições espirituais e à profunda reverência...
19/03/2026

Aviso Importante

à Corrente e Frequentadores
Informamos que, em respeito às tradições espirituais e à profunda reverência à paixão, morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, não haverá atividades em nossa tenda durante o período da Semana das Dores e da Semana Santa.
Neste ano, a Semana das Dores tem início no dia 22 de março, antecedendo a Semana Santa, que se inicia no dia 29 de março. Conforme uma tradição antiga dentro da Umbanda, este é um período de recolhimento, introspecção e respeito às forças espirituais que regem esse momento sagrado, razão pela qual suspendemos nossas giras e trabalhos espirituais.
Retornaremos normalmente após esse período.
Ressaltamos que, antes dessa pausa, teremos nossa gira normalmente no dia 21 de março, dedicada a Exu Guardião.
Agradecemos a compreensão de todos e desejamos um período de reflexão, paz e elevação espiritual.
Saravá!
Padrinho: Douglas Mariz

10/03/2026

É muita testa oleosa se achando-se mente brilhante 🤣🤣

Hoje nos despedimos, com o coração apertado, de um grande irmão de fé: Senhor Geraldo Paixão.Homem simples, dedicado e p...
06/03/2026

Hoje nos despedimos, com o coração apertado, de um grande irmão de fé: Senhor Geraldo Paixão.
Homem simples, dedicado e profundamente comprometido com a caridade, ele dedicou muitos anos de sua vida ao trabalho espiritual na Umbanda, servindo com amor sob a luz e a proteção do Caboclo Capitão das Matas sobre a guarda do Senhor Exu das sete Encruzilhadas. Em tempos em que os recursos da medicina eram mais escassos e o sofrimento do povo era grande, Seu Geraldo esteve presente como instrumento de co***lo, levando esperança através da espiritualidade e dos remédios homeopáticos preparados com fé, cuidado e responsabilidade.
Quantas pessoas encontraram alívio em suas mãos, quantas pessoas ajudadas através da caridade que ele praticava. Seu trabalho não era feito por reconhecimento, mas por missão. Ele compreendia que servir é uma das mais belas formas de amar.
Hoje, seu corpo retorna à terra, mas seu espírito segue adiante. Para nós que f**amos, f**a a saudade e a gratidão. Para ele, abre-se a porta da verdadeira pátria espiritual, onde os trabalhadores do bem continuam sua jornada, agora em outra dimensão da vida.
Que os guias espirituais e os caboclo Capitão das Matas o recebam com honra, como um velho guerreiro da caridade que cumpriu sua missão com dignidade.
Seu Geraldo Paixão não se despede de nós; ele apenas atravessa o portal da vida maior. E na memória de todos que foram ajudados por ele, seu nome continuará vivo, como exemplo de fé, humildade e serviço.
Que a espiritualidade maior o acolha em paz.
E que o Caboclo Capitão das Matas, seu guia e companheiro de jornada, conduza seus passos na luz do mundo espiritual.
Saravá a um grande trabalhador da Umbanda.
Saravá, Seu Geraldo Paixão.

O bobo da corte sempre acreditou ser o mais inteligente do reino, quando, em verdade, sua única e real função era entret...
01/03/2026

O bobo da corte sempre acreditou ser o mais inteligente do reino, quando, em verdade, sua única e real função era entreter pela própria tolice. Na contemporaneidade, já não ostenta guizos, mas grava videozinhos no TikTok, encena virtudes que jamais cultivou e vende uma suposta grandeza espiritual que nunca possuiu. Não passa de um embusteiro contumaz, um marmoteiro travestido de religioso, um verdadeiro estelionatário da fé, que, pela ameaça, pela exploração e pelo engano, conduz os incautos a uma crença deformada e destrutiva.
Entretanto, o tempo, soberano e incorruptível, é o senhor absoluto da verdade. E a verdade, ainda que momentaneamente velada pelas encenações do fingimento, jamais se extingue, pois é de sua própria essência manifestar-se. As máscaras, inevitavelmente, caem; os disfarces se dissipam; e resta apenas aquilo que é autêntico. Porque quem possui a verdade não necessita de espetáculos, não recorre à palhaçada, não se vale do ridículo para afirmar a própria existência. A verdade subsiste por si mesma, íntegra, serena e implacável.

forçoso reconhecer, com a gravidade que o tema impõe, a lamentável proliferação de estelionatarios da fé que se fantasia...
25/02/2026

forçoso reconhecer, com a gravidade que o tema impõe, a lamentável proliferação de estelionatarios da fé que se fantasiam de dirigentes de Umbanda que, jamais tendo sido verdadeiramente filhos da fé, converteram-se em filhos da desordem, da inconsequência e da própria inferioridade moral que os governa. Investidos de uma autoridade que não lhes foi conferida pela legitimidade do merecimento, mas usurpada pela vaidade, são dirigentes que nunca dirigiram a própria vida, náufragos de si mesmos, e perdidos em suas mentiras, moralmente desorganizados, espiritualmente indigentes e eticamente falidos. Supõem, em sua lamentável presunção, que a sacralidade da Umbanda se reduz à aquisição de imagens inertes, à montagem de cenários litúrgicos e à encenação de uma mediunidade teatral, como se o sagrado pudesse ser forjado pela estética e não pelo caráter. Transformam o templo em palco, o congá em vitrine e a fé em instrumento de sedução, manipulação e auto-exaltação narcísica. São, em essência, estelionatários da fé, mercadores do invisível, que exploram a credulidade dos aflitos, vampirizando a esperança dos fragilizados e convertendo a dor humana em moeda de sustentação de seus egos enfermos. Não servem à Lei, servem à conveniência; não servem aos guias, servem à própria ambição e ao próprio delírio de suas marmotas. Ignoram ou fingem ignorar que a Umbanda, conforme magistralmente asseverou W. W. da Matta e Silva, constitui-se como ciência, filosofia e religião, e não como refúgio de vaidades mesquinhas nem abrigo de consciências corrompidas. Esses falsos sacerdotes, destituídos de legitimidade espiritual, podem, por algum tempo, sustentar o edifício de suas farsas sobre o terreno instável da ilusão coletiva, mas jamais escaparão ao inevitável veredito da Lei Maior, pois toda impostura espiritual é, em si mesma, uma sentença em curso, e todo aquele que conspurca o sagrado com intenções vis inevitavelmente colherá, no silêncio inexorável do próprio destino, o peso irrecorrível de sua própria mistif**ação.
Parafraseando seu sete da lira o mal por si se destrói.

Padrinho: Douglas Mariz

A Umbanda, em sua estrutura simbólica e espiritual, apresenta-nos quatro grandes arquétipos de manifestação que, mais do...
25/02/2026

A Umbanda, em sua estrutura simbólica e espiritual, apresenta-nos quatro grandes arquétipos de manifestação que, mais do que simples formas de apresentação mediúnica, constituem verdadeiras representações da própria jornada humana. Essas entidades, em suas diferentes roupagens fluídicas, não apenas trabalham na caridade e no auxílio aos encarnados, mas ensinam, por meio de sua presença, as etapas, os desafios e as verdades profundas da existência. A Umbanda, portanto, imita a vida ou, mais propriamente, revela a vida em sua essência espiritual.
A primeira dessas manifestações é a da Criança, conhecida como Ibeji. A Criança simboliza o início, a pureza, a simplicidade e a verdade sem máscaras. Sua presença nos recorda o estado original da alma, ainda não corrompida pelos vícios do orgulho, da vaidade e da malícia. No Evangelho, Jesus Cristo ensina essa grande verdade quando afirma: “Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque deles é o Reino dos Céus” (Evangelho de Mateus 19:14). E ainda: “Se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos Céus” (Mateus 18:3). A Umbanda, ao apresentar o arquétipo da Criança, não afirma que ali estejam, necessariamente, espíritos infantis, mas sim espíritos elevados que utilizam essa roupagem fluídica para transmitir a mensagem da pureza, da humildade e da confiança absoluta em Deus. A Criança nos ensina que o coração puro é a chave da evolução espiritual.
Em seguida, surge a figura do Caboclo, que representa o vigor da juventude espiritual, o movimento, a ação e a conquista. O Caboclo é aquele que avança, que desbrava, que caça e que busca. Ele simboliza o encontro do ser com o mundo, a fase em que o espírito se levanta para lutar, trabalhar e construir o seu destino. É a força que impulsiona, a coragem que vence o medo e a determinação que recusa a estagnação. O Caboclo nos ensina que a evolução exige esforço, disciplina e coragem, e que a vida não é feita de inércia, mas de movimento constante em direção ao crescimento.
Na sequência, encontramos a figura do Preto Velho, uma das manifestações mais sublimes da espiritualidade umbandista. Ele representa a velhice, não como decadência, mas como coroamento da experiência. O Preto Velho é o espírito que viveu, sofreu, aprendeu e venceu. Ele traz em si a prudência, a sabedoria e a serenidade. Sua postura curvada não é sinal de fraqueza, mas de humildade. Ele se curva para ensinar que ninguém é maior que ninguém. Seja diante de um doutor ou de um trabalhador simples, sua linguagem é a mesma, seu amor é o mesmo e sua caridade é universal. O Preto Velho é a personif**ação da humildade verdadeira, aquela que não se impõe, mas que acolhe. Ele nos ensina que o verdadeiro conhecimento não produz arrogância, mas produz mansidão.
Por fim, encontramos a figura de Exu, talvez a mais incompreendida de todas as manifestações espirituais da Umbanda. Exu representa o limiar, o portal, o fim e o recomeço. Ele é o senhor dos caminhos, o guardião das encruzilhadas, aquele que atua nos campos profundos do inconsciente humano. Exu simboliza aquilo que a humanidade teme: a morte. Mas, na compreensão espiritual, a morte não é o fim é a continuidade. É a passagem da alma para outra dimensão da existência. A morte é a porta da eternidade. Exu, ao trabalhar nas zonas densas e sombrias, não o faz por afinidade com o mal, mas por missão de resgate, de equilíbrio e de justiça. Ele caminha nas trevas para que nós possamos caminhar na luz. Ele endireita as veredas, rompe as ilusões e confronta o espírito com a verdade. Exu representa a liberdade espiritual, e é justamente por ensinar a responsabilidade sobre nossos próprios atos que é, muitas vezes, incompreendido.
Esses quatro arquétipos a Criança, o Caboclo, o Preto Velho e Exu representam, simbolicamente, o ciclo completo da existência: o nascimento, a juventude, a maturidade e a passagem para a eternidade. A Umbanda, por meio dessas manifestações, não apenas presta caridade, mas educa o espírito humano. Ela ensina que devemos preservar a pureza da Criança, manter a coragem do Caboclo, cultivar a humildade do Preto Velho e compreender a verdade libertadora de Exu.
Assim, a Umbanda revela-se como uma religião profundamente pedagógica, que ensina não apenas por palavras, mas pela vivência, pelo exemplo e pela prática. Ela nos convida a olhar para dentro de nós mesmos e reconhecer que todos esses estágios existem em nosso interior. A Umbanda não é apenas uma religião de culto aos espíritos; é uma escola da alma. Uma escola que ensina a viver, a morrer e, sobretudo, a evoluir.
Padrinho: Douglas Mariz
Tenda de umbanda caboclo Aymore

Hoje rendo minha homenagem à inesquecível professora Maria do Carmo Pires Rosa, professora e missionária da caridade em ...
24/02/2026

Hoje rendo minha homenagem à inesquecível professora Maria do Carmo Pires Rosa, professora e missionária da caridade em Fronteira MG, fundadora do Centro Espírita Fé, Amor e Caridade. Obra que nasceu sob a orientação espiritual do médium Chico Xavier, que a incentivou a abrir o Centro espirita mesmo quando ali não havia água, nem energia elétrica, pois ele disse que a necessidade da Vila Reis era grande, e que, se em cada terreno baldio da cidade de Fronteira houvesse um centro espírita a cidade estaria melhor.
E assim, Maria do Carmo, reunida com amigos de fé e boa vontade, lançou as bases dessa casa abençoada.
Filha da Vila Reis, Maria do Carmo não apenas ensinava dentro das salas de aula ela educava com o próprio exemplo de vida. Sua existência foi marcada pelo amor vivido, pela caridade praticada, pela sopa fraterna, pela palavra amiga aos aflitos e pela fé viva, que transformava a dor em esperança e o desânimo em recomeço.
Sua partida precoce, em dezembro de 1985, em um trágico acidente envolvendo professores a caminho de Uberaba, deixou saudades profundas. Interrompeu sua presença física, mas jamais sua obra. Porque aqueles que vivem para o bem não morrem continuam vivos nas sementes que plantam.
E sua semente floresceu.
Hoje, meu coração se enche de alegria e gratidão ao poder participar da reforma desta casa que ela fundou com tanto sacrifício e amor. As paredes podem ser restauradas pelas mãos humanas, mas o alicerce espiritual que ela construiu permanece intacto, firme no tempo e na espiritualidade.
Embora hoje este espaço pertence a Tenda de Umbanda Caboclo Aymoré e se manifeste como terreiro de Umbanda, sua essência permanece a mesma: o amor, a caridade e o Evangelho de Jesus vivido nas atitudes.
Porque a verdadeira religião não está na placa da fachada, mas na caridade que se pratica, na mão que se estende e no co***lo que se oferece.
Tenho convicção de que, onde quer que esteja, Maria do Carmo se alegra. Porque sua obra continua viva. Continua servindo. Continua amando.
Nada foi em vão.
Seu legado permanece em cada oração feita neste chão, em cada pessoa acolhida, em cada gesto de caridade realizado.
Maria do Carmo foi mais que professora. Foi instrumento da espiritualidade. Foi semeadora de luz em uma terra que tinha sede de esperança.
E hoje, poder contribuir para que essa casa continue de pé é, para mim, uma honra, uma missão e uma bênção.
Que sua história jamais seja esquecida.
Que sua obra jamais pare.
E que seu exemplo jamais deixe de inspirar a verdadeira missão do Espírita. Porque o verdadeiro espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelo esforço em fazer o bem.
Em breve estarei postando mais sobre o antigo grupo Espírita fé, amor e caridade.

Ajude na construção do centro

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Dentro da caminhada espiritual, aprendemos que a inveja e a mentira são sombras que nascem da profunda desconexão do esp...
22/02/2026

Dentro da caminhada espiritual, aprendemos que a inveja e a mentira são sombras que nascem da profunda desconexão do espírito com a própria verdade.
A inveja é a tristeza diante da luz do outro. Ela surge quando alguém, em vez de olhar para si, passa a se entristecer com as conquistas, com as virtudes e com a evolução alheia. O invejoso sofre não porque lhe falta capacidade, mas porque lhe falta paz. Vive em comparação constante, prisioneiro de um sentimento de inferioridade que corrói sua própria dignidade. É um sofrimento íntimo, amargo e solitário.
Associada à inveja, muitas vezes caminha a mentira. A necessidade de inventar histórias, de distorcer fatos, de criar uma realidade que não existe. A mitomania é o reflexo de um espírito fragilizado, que, não conseguindo se aceitar como é, cria ilusões para parecer maior, melhor ou mais importante diante dos outros. Mas, na verdade, essa atitude revela apenas a dor de não conseguir reconhecer o próprio valor.
Quem mente não engana o Universo. Quem mente tenta fugir de si mesmo.
Na espiritualidade, sabemos que não há nada oculto que permaneça escondido para sempre. A verdade é uma lei divina. Ela não precisa ser defendida, porque ela se sustenta por si só. Mais cedo ou mais tarde, toda máscara cai, toda ilusão se desfaz e toda verdade se revela.
Como ensinou nosso Senhor Jesus Cristo,
“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)
A verdade liberta porque ela traz paz. Quem vive na verdade não precisa provar nada, não precisa se justif**ar, não precisa inventar. Sua própria consciência é seu abrigo.
Na Umbanda, aprendemos que cada espírito colhe aquilo que planta. Quem planta mentira colhe descrédito. Quem planta inveja colhe amargura. Mas quem planta fé, humildade, caridade e verdade, colhe respeito, proteção e crescimento espiritual.
É triste aquele que precisa olhar para o outro para tentar se sentir alguém. É triste aquele que precisa mentir para existir. Porque quem é de verdade, não precisa de invenção.
Enquanto alguns se ocupam com a vida alheia, outros seguem firmes no seu caminho, trabalhando, evoluindo e sendo sustentados pela espiritualidade maior.
A verdade não grita. A verdade apenas permanece.
E no tempo certo, ela liberta, ela esclarece e ela coloca cada coisa em seu devido lugar.
Como diz o ditado popular árabe: Enquanto os cães ladram, a caravana passa.

Padrinho: Douglas Mariz

A obra continua… e precisamos de você.Hoje foi um dia de vitória. Conseguimos concluir as rampas de acesso, garantindo m...
21/02/2026

A obra continua… e precisamos de você.
Hoje foi um dia de vitória. Conseguimos concluir as rampas de acesso, garantindo mais dignidade, inclusão e respeito a todos que chegarão até a nossa amada Tenda de Umbanda. Também foi finalizado o piso dos banheiros, mais um passo importante nessa caminhada.
Mas a obra ainda não terminou.
Ainda há muito a ser feito: parte elétrica, acabamentos, estrutura, portas, bancos… cada detalhe é essencial para que esse chão sagrado esteja pronto para acolher com amor, caridade e fé todos aqueles que precisam.
A Tenda não é feita de paredes, mas de pessoas. E é pela união que estamos conseguindo avançar.
Por isso, se você sentir no coração, contribua como puder. Toda ajuda é bem-vinda seja com material, doação em dinheiro ou até mesmo compartilhando essa mensagem.
Que os Caboclos, os Pretos Velhos e toda a espiritualidade abençoem e multipliquem cada gesto de generosidade.
Quem ajuda a construir um templo, constrói também um ponto de luz na Terra.
Gratidão. Saravá!
Pix: [email protected]

Há uma ferida aberta dentro de muitas tradições religiosas que precisa ser nomeada com coragem: quando alguém que se apr...
19/02/2026

Há uma ferida aberta dentro de muitas tradições religiosas que precisa ser nomeada com coragem: quando alguém que se apresenta como pai de santo, dirigente ou guia espiritual se associa ao uso de dr**as, à manipulação pelo medo e à exploração financeira da fé alheia, essa pessoa rompe com o fundamento mais sagrado da espiritualidade. Não há Orixá onde há vício. Não há guia de luz onde há consciência entorpecida. Não há sagrado onde há interesse sujo.
A droga destrói o corpo, enfraquece a mente e aprisiona o espírito. Ela tira a lucidez, corrói a dignidade e transforma o que deveria ser instrumento de caridade em instrumento de degradação. Um dirigente que se entrega ao vício não tem autoridade espiritual, porque não governa nem a si mesmo. A espiritualidade verdadeira exige equilíbrio, responsabilidade e retidão. Quem vive na dependência química não consegue sustentar a firmeza necessária para ser canal de luz, porque a própria vida está em desordem.
Da mesma forma, é uma profanação usar o nome das entidades para amedrontar pessoas, ameaçar com “trabalhos”, cobrar valores abusivos, vender objetos como se fossem garantias de milagre, ou comercializar aquilo que foi entregue no sagrado. Perfumes, bebidas, objetos rituais e elementos de fé não são mercadoria. Quando se transformam em produto, deixam de ser símbolo e passam a ser instrumento de exploração. Isso não é religião. Isso é comércio da fé.
Umbanda, Candomblé e Quimbanda são caminhos sérios, ancestrais e fundamentados na caridade, na disciplina e no respeito. Os verdadeiros guias não escravizam, não ameaçam, não enriquecem ninguém à custa do sofrimento do outro. Eles orientam, libertam e ensinam o ser humano a caminhar com as próprias pernas.
É preciso dizer com todas as letras: quem usa droga, quem manipula pelo medo, quem explora financeiramente e quem se aproveita da fragilidade das pessoas não representa os Orixás, não representa os guias e não representa a espiritualidade. Representa apenas a própria sombra e a própria miséria moral.
Essas atitudes não apenas destroem vidas, mas também mancham o nome de religiões que nasceram para curar, acolher e libertar. Por isso, é dever de consciência denunciar, alertar e não compactuar. A fé não pode ser instrumento de vício, nem ferramenta de exploração. A fé verdadeira liberta, dignif**a e reconstrói.
Onde há droga, há destruição. Onde há exploração, há mentira. Mas onde há Orixá, há verdade, há justiça e há luz.
Padrinho: Douglas Mariz.

A construção do nosso novo centro continua. Não paramos. Seguimos firmes, trabalhando com fé, amor e muita dedicação, fa...
17/02/2026

A construção do nosso novo centro continua. Não paramos. Seguimos firmes, trabalhando com fé, amor e muita dedicação, fazendo o possível para que esse sonho se torne realidade o mais rápido possível.
Mas ainda precisamos de muita ajuda. Falta fazer a parte elétrica, os banheiros, os bancos, colocar o portão… são etapas fundamentais para que possamos finalmente entrar e abrir as portas desse espaço que será de caridade, acolhimento e luz para todos.
Essa obra não é de uma pessoa só. Ela é de todos nós. E é na união que encontramos a força para continuar. Cada ajuda, cada contribuição, cada gesto de amor faz a diferença e nos aproxima desse momento tão esperado.
Se você puder ajudar, ajude. Se não puder contribuir financeiramente, ajude compartilhando, orando, torcendo por nós. Tudo é importante.
Estamos construindo não apenas um espaço físico, mas um lugar de fé, de esperança e de transformação.
Que Deus abençoe cada um que já ajudou e cada um que ainda vai ajudar. E em breve, com a graça divina e a união de todos, estaremos juntos dentro do nosso novo lar espiritual.
Padrinho: Douglas Mariz
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