Braço de Poeta

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20/02/2024

Almanaque Diário.

Iniciam as aulas, o ano principia, afinal acabou o carnaval.
Os alunos saudosos da rotina, dos colegas, dos encontros, também dos olhares.
Por esta razão a escola deve ser levada a sério.
Pode desenvolver e ampliar capacidades.
Mas lembro que as pessoas são diversas.
Cada um é diferente.
E a soma de todos é que irá construir uma sociedade mais humana, colaborativa e inclusiva.
Observe as características de cada um, valorize suas qualidades.
Respeite seus bloqueios e, principalmente não seja bundão.
Por uma inclusão efetiva dos autistas em nosso convívio.

Marco Girardello.

F**a a vontade para compartilhar, essa deve ser uma ideia compartilhada.

20/12/2023
Nem sempre o clima estará bom e estável.Mas nossa resiliência fará que ultrepassemos os obstáculos.Nem todos serão verda...
17/09/2023

Nem sempre o clima estará bom e estável.
Mas nossa resiliência fará que ultrepassemos os obstáculos.
Nem todos serão verdadeiros.
Importa Quem é.

Dos adormeceres do sol , aqui na terra das sete colinas, todas de terra vermelha como sangue.

Marco Girardello.

13/09/2023

Gratidão por tanto.
Outra jornada
Caminho
Retomando o potencial
Que por vezes
Ficou ao lado
Enquanto isso, existo.
Calendário é detalhe
Viver é presente!

Meu segundo nome é André e eu,
Marco.
Nasci em sexta feira treze.
Meu Anjo da guarda é poderoso.
Sopra os segredos em meus ouvidos.
E sua espada tem a lâmina justa.

06/08/2021

Coluna da edição de final de semana do Folha .

No Site e agora no éter

Dia de Pai

Ouvindo Naquela Mesa- Nelson Gonçalves

Certo dia se aprende a falar, a batalha pela atenção é quase uma sina. Alguns falam primeiro Mamãe, outros Papai. Isso com o tempo f**a nas dobras, as encefálicas.

As receitas, os trejeitos, a forma de caminhar, a tonalidade da voz, algum traço mais proeminente da sopa de genes, tudo também vai f**ando perene, nas fotos, que amarelam, como a certidão, a de nascimento, as lembranças guardadas em pastas, gavetas ou na melhor delas, a memória.

Aprendemos com eles, e também sem eles, uns tem presença, outros ausência, e por vezes isso dói.

Os truques, triques, traques, no acampamento, para fazer o assado, a forma de vestir para o baile, o barbear, o tratamento que tem para com a mulher.

A Confidência e a amizade.

Uns são manteiga derretida, outros de tal firmeza que parecem cepos do mais duro cerne.

Sempre difícil chegar, eles por vezes são calados. Não sabemos qual rumo será.

Mas conforme o tempo escorre, vamos compreendendo, alguns “Nãos”, outros “Talvez”, e muitos “Quem sabe”.

A forma como nos relacionamos com eles nos faz perceber, uns em tempo, outros tarde demais.

Se você já passou perrengue por ser Pai sabe o que narro.

Sempre tive gente perto que fazia as vezes de Pai e Mãe. Pessoas queridas das quais só tenho admiração.

Se acaso és Pai recente, uma palavra: Tenha Coragem!

É uma das tarefas mais difíceis e também aquela que trará melhores retornos.

Se pudesse escrever um pequeno bilhete faria assim:
Obrigado Meu Pai por Tudo!

Enquanto estou nesse plano faço uma prece e agradeço ao melhor Pai do Mundo!

Agradeça e diga Amém! Todos os Dias.

Forte Abraço, aos bons!

Marco Girardello

01/08/2021

E mesmo ao sol
Percebi sua unha desfeita
Sem um ton
Como faltando pedaço
E como era de manhã
Intui
Os sonhos foram reais
Ou não.
No agosto por aqui
Aparece o zunido
Do minuano, aquele
No canto alto da casa
Quase quilha
Embora trilha
Para o novo mês.
Que seja leve

Marco Girardello
Braço de Poeta .

O sol também nos visita em agosto.
Capítulo do livro, aquele.

28/05/2021

Tempos Difíceis
Ouvindo Zé Ramalho
Sempre que os tempos f**am assim bicudos, lembro das lições. De tudo o que já transpus e reúno na cena velhos conhecidos, sejam eles camaradas, conhecidos, convivas ou não. Observar é velho truque, aprendido, no olhar calmo de meus antepassados. Gente de fibra, que rosnado ou sibilo algum tirava do sério. Pessoal que passou por tantas, que daria pra esboçar livro, destes do Verne, o Júlio.
Ouvindo e comparando o soar dos sinos, alguns enrolados como os velhos tratados e, outros tão modernos que só de imaginar a traquitana meu olhar matuto desconfia. Na geografia ainda hoje há quem não creia, mas se pensar um tanto, essa coisa de duvidar, de não crer de prima, se deve aos revezes , aos contos do vigário, que coitado leva a fama, mas naturalmente se lembrar do Pinóquio, do Collodi, o Carlo, que já naqueles idos nos mostrou o tal João honesto, que tratou de desviar o filho do Gepeto da escola, talvez podemos perceber que a escola nos traz limites e realidades, por vezes duras, lembro bem dos perrengues havidos e vividos.
Continua sempre a encrenca, já vi gente amiga tendo síncopes para fazer filhos entender por bem, ou por vezes a sombra da varinha de marmelo que a caneta pesa menos que a pá e também a marreta.
Neste tempo todo vi muita coisa ocorrer, tem um casal, os Toffler, Heidi e o Alvin, ele falecido em 2016, que lançaram há muitas luas o estudo do mundo dividido em ondas, primeira, segunda, terceira e ultimamente a quarta. Nesses estudos os Toffler nos mostraram que a coisa vai mudando no decorrer do tempo. A Sociedade se transforma e suas atividades também. Há alguns anos, meu Professor do Mestrado, o Ruben R. Rico, um argentino, doutor e torcedor do Racing, me disse: Só sairemos dessa se aprendermos as coisas de novas formas, aprender a desaprender, para conseguir aprender novamente. Isso dito em outra época, certamente meu Tutor de tese, sairia na camisa de força.
Mas vejamos, os costumes, a tecnologia, as relações, tudo está mudado, ou por forma, ou por conteúdo. Os carros serão num momento do tempo no mundo todo movidos por eletricidade. Isso irá alterar muito a forma como valorizaremos de outra maneira o petróleo. Se vocês perceberem o que Dubai, nos emirados árabes, está construindo, poderão entender. O Ouro negro lá, trará outro tipo de riqueza, talvez seja movida em grande parte pelo turismo. E num movimento lembro que meu Velho Pai dizia, Filho, as últimas coisas que o ser humano fará, será vestir e alimentar-se. Duas áreas comerciais valiosas.
Desde então temos visto pontos geográficos desconhecidos nos mapas da época do primário, crescendo em importância e riqueza.
Aliás, desconfio que os mananciais de águas serenas da terra brasilis irão aumentar e muito sua importância nesse caldo todo.
E, bem próximo da gente, os “Patinhos Feios” poderão se tornar belos cisnes.
Pensar fora da caixa, ainda é um excelente negócio.
Criative-se, mas nunca esqueça de que sonhar é preciso, mas botar a mão na massa fundamental.

Marco Girardello

Coluna publicada na Edição de 28052021 do Jornal Folha do Noroeste , impressa e on line.

Endereço

Rua Do Comércio, 552 Sala 101 Sobreloja
Frederico Westphalen, RS
98400-000

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