Estudos Caminhos da Luz

Estudos Caminhos da Luz Ame o seu próximo como a ti mesmo, Ame a ti mesmo, como ama o seu próximo 🙏✨

Centro Espirita Caminhos da Luz, atende todas segundas-feiras a partir das 19:00 localizado em Seberi RS

10/02/2023
14/03/2022

Bom dia! Venho por meio deste informar que os atendimentos na casa espírita voltaram a ser realizados, porém com novo endereço.
Os atendimentos agora são realizados em Frederico Westphalen, rua Mauricio Cardoso 1100.

KARDEC, OBRIGADOEm 3 de outubro de 1804, Lyon – Paris, nascia de uma antiga família lionesa Hippolyte Léon Denizard Riva...
03/10/2021

KARDEC, OBRIGADO
Em 3 de outubro de 1804, Lyon – Paris, nascia de uma antiga família lionesa Hippolyte Léon Denizard Rivail, um influente educador, autor, tradutor francês e posterior codif**ador da Doutrina Espírita
​Kardec, enquanto recebes as homenagens do mundo, pedimos vênia para associar nosso preito singelo de amor aos cânticos de reconhecimento que te exalçam a obra gigantesca nos domínios da libertação espiritual.
​Não nos referimos aqui ao professor emérito que foste, mas ao discípulo de Jesus que possibilitou o levantamento das bases do Espiritismo Cristão, cuja estrutura desafia a passagem do tempo.
​Falem outros dos títulos de cultura que te exortavam a personalidade, do prestigio que desfrutavas na esfera da inteligência, do brilho de tua presença nos fatos sociais, da glória que te ilustrava o nome, de vez que todas as referências à tua dignidade pessoal nunca dirão integralmente o exato valor de teus créditos humanos.
​Reportar-nos-emos ao amigo fiel do Cristo e da Humanidade, com agradecimento pela coragem e abnegação com que te esquecestes para entregar ao mundo a mensagem da Espiritualidade Superior.
​E, rememorando o clima de inquietações e dificuldades em que, a fim de reacender a luz do Evangelho, superaste injúria e sarcasmo, perseguição e calúnia, desejamos expressar-te o carinho e a gratidão de quanto edif**aste para a fé na imortalidade e na sabedoria da vida.
​O Senhor te engrandeça por todos aqueles que emancipaste das trevas e te faça bendito pelos que se renovaram perante o destino à força de teu verbo e de teu exemplo!...
​Diante de ti, enfileiram-se, agradecidos e reverentes, os que arrebataste à loucura e ao suicídio com o facho de esperança;
os que arrancaste ao labirinto da obsessão com o esclarecimento salvador;
os pais desditosos que se viram atormentados por filhos insensíveis e delinquentes, e os filhos agoniados que se encontraram na vala da frustração e do abandono pela irresponsabilidade dos pais em desequilíbrio e que foram reajustados por teus ensinamentos, em torno da reencarnação;
os que renasceram em dolorosos conflitos da alma e se reconheceram, por isso, esmagados de angustia nas brechas da provação, e os quais livraste da demência, apontando-lhes as vidas sucessivas;
os que se achavam arrasados de pranto, tateando a lousa na procura dos entes queridos que a morte lhes furtou dos braços ansiosos, e aos quais abriste os horizontes da sobrevivência, insuflando-lhes renovação e paz, na contemplação do futuro;
os que soergueste do chão pantanoso do tédio e do desalento, conferindo-lhes de novo, o anseio de trabalhar e a alegria de viver;
os que aprenderam contido o perdão das ofensas e abençoaram, em prece, aqueles mesmos companheiros de Humanidade que lhes apunhalaram o espírito, a golpes de insulto e de ingratidão;
os que te ouviram a palavra fraterna e aceitaram com humildade a injuria e a dor por instrumento de redenção;
e os que desencarnaram incompreendidos ou acusados sem crime, abraçando-te as páginas consoladoras que molharam com as próprias lágrimas.
​Todos nós, os que levantaste do pó da inutilidade ou do fel do desencanto para as bênçãos da vida, estamos também diante de ti!...E, identif**ando-nos na condição de teus mais apagados admiradores e como os últimos dos teus mais pobres amigos, comovidamente, em tua festa, nós te rogamos permissão para dizer:
Kardec, obrigado!...Muito obrigado!...
​​
Mensagem do Espírito de Humberto de Campos, psicografada por Francisco Cândido Xavier.
Extraído do livro “Chico de Francisco” de Adelino da Silveira

  Allan Kardec foi o pseudônimo adotado pelo professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, nascido em 3 de outubro de 1804, ...
31/03/2021


Allan Kardec foi o pseudônimo adotado pelo professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, nascido em 3 de outubro de 1804, em Lyon, na França. Realizou a tarefa missionária de codif**ar, isto é, apresentar em livros, metódica, didática e logicamente organizados, comentados e explicados, os postulados da Doutrina Espírita. Desencarnou no dia 31 de março de 1869 em Paris, França.
Venha ver conosco 10 fatos sobre Allan Kardec neste episódio do Minha Nada mole encarnação (Link no story): https://www.youtube.com/watch?v=tO9U2uGgyQo&t=5s

Caminha um pouco ao ar livre.Tranquilamente, redescobre a naturezaque te abençoa a vida.Espairece, saindo deste turbilhã...
28/12/2020

Caminha um pouco ao ar livre.
Tranquilamente, redescobre a natureza
que te abençoa a vida.
Espairece, saindo deste turbilhão em que te encontras e deixando a imaginação voar.
Evita os lugares movimentados para o teu passeio
e aspira o oxigênio balsâmico da floresta, da montanha, do mar...
Refaze conceitos, acalma-te e abençoa a vida
na forma como se te apresente.
A tua presente existência é rica do que necessitas para ser feliz.”

Joanna de Ângelis pela psicografia de Divaldo Franco.

Livraria espírita com centenas de títulos do Divaldo Franco e outros autores espíritas.

29/11/2020

Comunicado ‼️

O Centro Espirita Caminhos da Luz, continuará com suas atividades suspensas por tempo indeterminado, respeitando as recomendações das autoridades públicas devido ao corona vírus - COVID - 19
Tal medida visa proteger todos frequentadores da casa espírita, no entanto, pedimos que elevem suas preces ao nosso planeta para que está pandemia passe o mais rápido possivel
Fiquem com Deus. 🙏🏻
A Diretoria.

19/10/2020

🔹Evangelho do dia

Progressão dos mundos
Santo Agostinho – Paris, 1862

19. O progresso é uma das leis da Natureza. Todos os seres da Criação,
animados e inanimados, a ela estão submetidos, pela Bondade de Deus,
que quer que tudo se engrandeça e prospere. A própria destruição, que
parece, para os homens, o fim das coisas, é ap***s um meio de levá-las,
pela transformação, a um estado mais evoluído, pois tudo morre para
renascer, e nada volta para o nada.
Ao mesmo tempo em que os seres vivos evoluem moralmente, os
mundos em que eles habitam progridem materialmente. Quem pudesse seguir um mundo em suas diversas fases, desde o instante em que se
aglomeraram os primeiros átomos que serviram para a sua constituição,
poderia vê-lo percorrer uma escala incessantemente progressiva, por
meio de níveis imperceptíveis a cada geração, e oferecer aos seus habitantes um lugar mais agradável, à medida que eles também avançam no caminho do progresso. Assim seguem, paralelamente, o progresso do
homem, o dos animais – seus auxiliares –, o dos vegetais e o das formas
de habitação, pois nada f**a estacionário na Criação.Como esta ideia é grande e digna da majestade do Criador! E como, ao contrário, é pequena e indigna de seu poder a ideia que concentra a sua solicitude e a sua providência no imperceptível grão de areia da Terra, e restringe a Humanidade a algumas criaturas que o habitam!A Terra, seguindo essa lei, esteve material e moralmente num estado
inferior ao de hoje e atingirá, nesse duplo aspecto, um grau mais avançado. Ela chegou a um de seus períodos de transformação e vai
passar de mundo de provas e expiações a mundo de regeneração. Então os homens serão felizes, pois a lei de Deus nele reinará.

15/10/2020

🔹Evangelho do dia:
Meu reino não é deste mundo.

Pilatos, tendo entrado de novo no palácio e feito vir Jesus à sua presença, perguntou-lhe: “És o rei dos judeus?” Respondeu-lhe Jesus: “Meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, a minha gente houvera combatido para impedir que eu caísse nas mãos dos judeus; mas o meu reino ainda não é aqui.” Disse-lhe então Pilatos: “És, pois, rei?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes; sou rei; não nasci e não vim a este mundo senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à verdade escuta a minha voz. (João, 18:33,36 e 37).

Por essas palavras, Jesus claramente se refere à vida futura, que ele apresenta, em todas circunstâncias, como meta que a humanidade irá ter e como devendo constituir objeto das maiores preocupações do homem na terra. Todas as suas máximas se reportam a esse grande princípio. Com efeito, sem a vida futura, nenhuma razão de ser teria a maior parte dos seus preceitos morais, donde vem que os que não creem na vida futura, imaginando que ele ap***s falava na vida presente, não os compreendem, ou os consideram pueris.

Esse dogma pode, portanto, ser tido como o eixo do ensinamento do Cristo, pelo que foi colocado num dos primeiros lugares à frente desta obra. É que ele tem de ser o ponto de mira de todos os homens. Só ele justif**a as anomalias da vida terrena e se mostra de acordo com a justiça de Deus.

CHICO XAVIER E O VENTO"Uma vez, em Pedro Leopoldo, eu ensinava catecismo às crianças, mas um dia me proibiram. Eu ensina...
13/10/2020

CHICO XAVIER E O VENTO

"Uma vez, em Pedro Leopoldo, eu ensinava catecismo às crianças, mas um dia me proibiram. Eu ensinava catecismo para quarenta crianças e fui proibido porque me tornara espírita. Fiquei em casa, mas as crianças queriam o tio Chico... Então as famílias levaram as crianças lá em casa e eu fiquei com muita pena, porque na igreja elas tinham lanche. Já eram duas horas e eu só tinha água e uns pedacinhos de pão em casa.

Eram quarenta crianças... Como eu iria alimentar aquelas crianças? Eu fiz uma prece e pedi a Deus que me ajudasse, porque elas não podiam f**ar sem comer. Como é que eu iria fazer?

Estávamos embaixo de uma árvore.
E, então, um vento muito estranho começou a balançar as folhas da árvore.

O vento uivava entre os galhos daquela árvore.

Uma vizinha saiu e perguntou: — Chico, que é isso? Que barulho é esse? — O vento... — O vento?!... E essas crianças aí? — Catecismo!... — Você não deu nada para elas comerem? — Não tenho!... — Oh, Chico! Eu tenho, aqui, bolo e pão.

E a outra vizinha do lado também apareceu e perguntou: — O que foi isso, Chico? Que vento foi esse? — O vento... — E essas crianças aí? — O catecismo... E assim, doze famílias se reuniram e passaram a oferecer o alimento, o lanche daquelas crianças, por causa do vento."

"Ora e pede. Em seguida, presta atenção. Algo virá por alguém ou por intermédio de alguma coisa, doando-te, na essência, as informações ou os avisos que solicites." Ah, o vento...

09/10/2020

🔹Evangelho do dia

Destinação da Terra. Causas das misérias humanas

Muitos se admiram de que na Terra haja tanta maldade e tantas paixões grosseiras, tantas misérias e enfermidades de toda natureza, e daí concluem que a espécie humana bem triste coisa é. Provém esse juízo do acanhado ponto de vista em que se colocam os que o emitem e que lhes dá uma falsa idéia do conjunto. Deve-se considerar que na Terra não está a Humanidade toda, mas ap***s uma pequena fração da Humanidade. Com efeito, a espécie humana abrange todos os seres dotados de razão que povoam os inúmeros orbes do Universo. Ora, que é a população da Terra, em face da população total desses mundos? Muito menos que a de uma aldeia, em confronto com a de um grande império. A situação material e moral da Humanidade terrena nada tem que espante, desde que se leve em conta a destinação da Terra e a natureza dos que a habitam.
Faria dos habitantes de uma grande cidade falsíssima idéia quem os julgasse pela população dos seus quarteirões mais íntimos e sórdidos. Num hospital, ninguém vê senão doentes e estropiados; numa penitenciária, vêem-se reunidas todas as torpezas, todos os vícios; nas regiões insalubres, os habitantes, em sua maioria são pálidos, franzinos e enfermiços. Pois bem: figure-se a Terra como um subúrbio, um hospital, uma penitenciaria, um sítio malsão, e ela é simultaneamente tudo isso, e compreender-se-á por que as aflições sobrelevam aos gozos, porquanto não se mandam para o hospital os que se acham com saúde, nem para as casas de correção os que nenhum mal praticaram; nem os hospitais e as casas de correção se podem ter por lugares de deleite.
Ora, assim como, numa cidade, a população não se encontra toda nos hospitais ou nas prisões, também na Terra não está a Humanidade inteira. E, do mesmo modo que do hospital saem os que se curaram e da prisão os que cumpriram suas p***s, o homem deixa a Terra, quando está curado de suas enfermidades morais.



(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. III, itens 6 e 7.)

MOMENTO DE REFLEXÃO Perseverança com AlegriaNão te detenhas nunca ante o desafio do bem.Jamais percas a confiança em Deu...
01/09/2020

MOMENTO DE REFLEXÃO

Perseverança com Alegria
Não te detenhas nunca ante o desafio do bem.
Jamais percas a confiança em Deus.
Nunca te entristeçam as provações, nem te aturdam os testemunhos.
O filete de água que procede de uma fonte poderosa destina-se ao mar. Suplanta obstáculos, contorna acidentes geográficos, porém logra o seu fanal.

Vida física é oportunidade abençoada, instrumentalidade para o progresso. Também é masmorra transitória de que te libertarás um dia se te promoveres às alturas do bem.
Não examines as questiúnculas, nem os problemas do caminho, senão para os solucionar.

Quem se abate sob um céu nublado não merece a noite salpicada de estrelas.
Fadado ao infinito, o Espírito nasce e renasce no corpo para progredir, adquirindo experiências e modelando santif**ação.

Ouves a vozeria que fala de júbilos e te entristeces por não estares entre eles, os enganados algaraviastes.
Talvez, eles não estejam felizes, senão excitados.
Deténs-te a examinar os que exibem paz e te afliges, face aos conflitos que espocam no teu mundo íntimo.

Quiçá, não estejam em harmonia, senão anestesiados pelos vapores da ilusão, aqueles que se exibem.
Mantém a tua confiança no ideal que abraças e não meças as vitórias do teu espírito com a fita métrica dos triunfos terrestres transitórios.

O cristão verdadeiro, e o espírita, em particular, triunfam sobre si mesmos, vencem-se, interiormente, e galgam os degraus do êxito ao lobrigar as paisagens mergulhadas no sol da imortalidade em triunfo.
Jesus, na entrada triunfal em Jerusalém, não era um vencedor nem um vencido. Era alguém incompreendido pela massa.
Colocado, porém, na cruz, a massa acreditava que Ele havia perdido a batalha, no entanto, era o vencedor em triunfo sobre os enganos que a massa lhe oferecera e Ele desdenhara.

Não te esqueças: dor e prova, renúncia e abnegação constituem as marcas do Cristo Jesus a se insculpirem na tua alma, quais estrelas luminescentes no velário da noite, falando ao sol e de belezas imortais.

Joanna de Ângelis / Divaldo Franco

Endereço

Frederico Westphalen, RS
98380000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 18:00 - 23:00

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