Primeira Igreja Batista de Franco da Rocha

Primeira Igreja Batista de Franco da Rocha Avenida da Saudade, 388 | Franco da Rocha/SP

Todos somos Belém.Um lugar simples, mas escolhido por Deus para manifestar Sua glória.Que nosso coração esteja preparado...
22/12/2025

Todos somos Belém.
Um lugar simples, mas escolhido por Deus para manifestar Sua glória.
Que nosso coração esteja preparado para receber Emanuel, Deus conosco, todos os dias.
Que Ele encontre em nós um lugar de fé, obediência e amor. ✨🙏

*“Degustadores de Igreja”* “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente…” (R...
19/12/2025

*“Degustadores de Igreja”*

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente…” (Romanos 12:2)

Vivemos o tempo dos degustadores de igreja.
Pessoas que circulam entre comunidades como quem prova pratos em um cardápio,
observam o ambiente, avaliam a música, analisam a pregação, pregador, comparam o atendimento, e seguem adiante.

Pensam, refletem, julgam. São seres pensantes, e exatamente por isso,
quando não vigiados, tornam-se vulneráveis ao espírito do secularismo.

O degustador não chega para servir, chega para experimentar. Não busca aliança, busca sensação. Não se submete ao corpo, submete o corpo ao seu gosto pessoal. Aos poucos, sua fé deixa de ser um compromisso e passa a ser uma experiência de consumo espiritual.
Paulo nos alerta em Romanos 12:2: *“Não vos conformeis com este século.”*
O secularismo não começa fora da igreja, mas quando a mentalidade do mundo entra nela. Quando a fé passa a ser avaliada pelos mesmos critérios do mercado:
conforto, performance, relevância social e satisfação pessoal.
O degustador acredita que está exercendo senso crítico, mas muitas vezes está apenas reproduzindo a lógica mundana.

Ele se diz maduro, mas evita raízes. Diz que pensa, mas não se deixa transformar.
Analisa tudo, mas raramente se permite ser confrontado.
Seu conhecimento cresce,mas sua entrega diminui.

A renovação da mente, mencionada por Paulo, não é acúmulo de informação, é mudança de direção. É trocar a postura de espectador pela de discípulo.
É deixar de perguntar:
*“O que essa igreja me oferece?”*
e começar a perguntar:
*“Onde Deus quer me formar e me usar?”*

Igreja não é restaurante espiritual. É mesa de família, onde nem sempre o prato agrada, mas sempre há crescimento.
É oficina de Deus, onde o processo dói, confronta e transforma.
Quem apenas degusta nunca permanece tempo suficiente para ser moldado.

O secularismo ensina a escolher; o evangelho ensina a permanecer. O mundo treina consumidores; Cristo forma servos. E só quem permanece, frutifica.

Do Lenço à Espada – Mães que se Levantam em FéTexto-base: Mateus 11:12Leituras de apoio: Isaías 65:23 | Salmos 119:105Há...
18/12/2025

Do Lenço à Espada – Mães que se Levantam em Fé

Texto-base: Mateus 11:12
Leituras de apoio: Isaías 65:23 | Salmos 119:105

Há momentos na caminhada em que o lenço parece ser tudo o que temos nas mãos. Ele representa lágrimas silenciosas, noites mal dormidas, orações sussurradas e dores que muitas vezes só uma mãe conhece. O lenço fala de amor profundo, mas também de cansaço, espera e sofrimento.

Jesus, porém, nos ensina em Mateus 11:12 que o Reino de Deus avança com determinação. Não é um chamado à violência física, mas a uma fé ativa, perseverante e corajosa. É um convite para sair da postura apenas reativa e assumir uma posição espiritual firme. É aqui que o lenço dá lugar à espada.

A espada, nas Escrituras, simboliza a Palavra de Deus — verdade, direção e autoridade espiritual. Quando uma mãe troca o lenço pela espada, ela não deixa de amar ou sentir; ela decide lutar espiritualmente por seus filhos, sua casa e sua geração. Ela entende que chorar faz parte, mas permanecer apenas no luto não é o plano de Deus.

Isaías 65:23 nos lembra que os filhos do povo do Senhor não nascerão para a frustração. Há uma promessa de futuro, de propósito e de bênção sobre as gerações. Mães de fé se levantam agarradas a essa promessa, mesmo quando as circunstâncias dizem o contrário.

E como lutar essa batalha? Com a espada certa. Salmos 119:105 nos mostra que a Palavra de Deus ilumina o caminho. Uma mãe que empunha essa espada ora, declara, ensina e vive a verdade dentro de casa. Ela escolhe a fé quando o medo bate, a esperança quando tudo parece perdido, e a perseverança quando o cansaço chega.

✨ Trocar o lenço pela espada é decidir:

Não criar filhos apenas para este mundo, mas para o Reino;
Não aceitar passivamente aquilo que tenta roubar a fé da família;
Não caminhar guiada pelas lágrimas, mas pela luz da Palavra.

Que hoje o Senhor levante mães corajosas, que choram quando preciso, mas que se levantam para lutar em oração, em amor e em fé.
Mães que sabem que suas batalhas não são em vão e que o Deus que prometeu é fiel para cumprir.

*MARIA: SIMPLICIDADE x OSTENTAÇÃO* A gestação, por si só, é uma experiência singular; a primeira, então, é sempre incomp...
09/12/2025

*MARIA: SIMPLICIDADE x OSTENTAÇÃO*

A gestação, por si só, é uma experiência singular; a primeira, então, é sempre incomparável;

Mas uma gestação anunciada por um anjo ultrapassa qualquer medida do extraordinário.

E a gestação de Jesus — o Deus encarnado — foi experiência única, irrepetível, indescritível, imensurável!

Não há exagero possível aqui: É a experiência mais profunda e impactante já vivida por um humano!

“Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração.” — Lc 2.19

Hoje, na Sociedade do Espetáculo,
quando a fronteira entre o público e o privado se dissolveu;
quando o desfile permanente do eu se tornou regra; quando colecionamos registros, não vivências; quando existimos menos para sentir e mais para mostrar; quando a intimidade virou conteúdo...

A pureza, simplicidade e o silêncio de Maria ecoam como contracultura!

Bendita és tu, Maria —
Santa Influência entre homens movidos por engajamentos, likes e viralizações.

*A Anunciação de Caravaggio
By Geraldinho Farias

CELEBRAR O NATAL É CELEBRAR O TEMPO DE DEUS,  TEMPO DE RECORDAR O QUE É O EVANGELHO DE JESUS CRISTO DE NAZARÉ (ISAÍAS 9:...
02/12/2025

CELEBRAR O NATAL É CELEBRAR O TEMPO DE DEUS, TEMPO DE RECORDAR O QUE É O EVANGELHO DE JESUS CRISTO DE NAZARÉ

(ISAÍAS 9:2, 6 e 7)
"O povo que anda na escuridão verá grande luz. Para os que vivem na terra de trevas profundas, uma luz brilhará. Pois um menino nos nasceu,
um filho nos foi dado. O governo estará sobre seus ombros, e ele será chamado de
Maravilhoso, Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno e Príncipe da Paz. Seu governo e sua paz jamais terão fim. Reinará com imparcialidade e justiça no trono de Davi, para todo o sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará que isso aconteça!"

O Advento é um tempo de preparação para o natal do Senhor Jesus, por isso ele é cheio de esperança. E essa virtude não nos decepciona, porque, como diz o apóstolo Paulo, ela foi derramada em nossos corações pelo Espírito Santo! (Cf. Rm 5,1-6).

Então, temos a certeza de que alcançaremos dias melhores, mais alegria, ânimo e um ano sob a bênção de Deus, uma vez que o Advento nos proporciona tudo isso por causa da celebração do nascimento de Cristo.

Tudo quanto Deus criou é bom. E uma de suas criaturas, o tempo, talvez seja a mais implacável e impassível de todas. Contudo, por fazer parte da vontade de Deus, ele é bom. Não por acaso que o próprio Deus, ao entrar e viver durante trinta e três anos no tempo, Ele o santificou.

Ao penetrar no tempo humano, Deus se encarnou revelando-se a si e, revelando-se, revelou o Seu plano salvador.
Existem dois tipos de tempo: o primeiro é denominado “kairos”, em grego, e o segundo é o “chronos”, o tempo humano-cronológico. Para os gregos, o cronológico é entendido como algo destrutivo, aquele responsável por acabar com a beleza, com as forças e, por que não dizer, com a vida.

Os cristãos, por outro lado, veem o kairos, o tempo de Deus, como um período salvífico por natureza. O kairos é, portanto, sempre favorável à graça de Deus.

O tempo de Deus não é como o do homem, composto por presente, passado e futuro. Para Deus, o passado penetra no presente, e o presente desvela o futuro, possuindo assim um caráter transcendente. O homem, por graça de Deus, pode experimentar o kairos e o lugar por excelência, para que ele participe do tempo de Deus.

Celebrar o tempo do Natal e recordar que o Evangelho de Jesus Cristo e sua mensagem é
“os teus pecados estão perdoados” e, tendo meus pecados perdoados por esta Bondade Perdoadora, sou constrangido amorosamente a confessar e me arrepender dos meus pecados e buscar viver expandindo minha consciência, de modo a ter Cristo crescendo em mim e preenchendo todos os espaços do meu ser.

O Evangelho não impõe nada a ninguém, antes, nos constrange a dar uma resposta ao Amor com que fomos amados, mas, nem esta resposta nos é imposta.

O Evangelho nos liberta de verdade e nos deixa livres de verdade.

O Evangelho nos conduz num caminho seguro, o caminho do Amor e o caminho do Amor é constrangedor para o bem.

O Evangelho está além do tempo, do espaço, dos dogmas, das regras, das doutrinas, dos conceitos e pré conceitos.

O Evangelho em nada depende de nós e confronta nossa soberba, nossas vaidades, nosso orgulho, nossa presunção, nossa altivez.

O Evangelho nos coloca no nosso lugar e ao mesmo tempo nos eleva a ponto de transcender.

Ah, o Evangelho, do que mais precisamos?

O Evangelho não compete com nada e com ninguém, antes, o Evangelho é um dom de Deus, uma dádiva, uma Graça, um favor de Deus a toda Criação, todo Universo.

O Evangelho não está em nenhuma disputa ou concorrência no mercado religioso, antes, o Evangelho é pra qualquer um, qualquer uma, um qualquer, uma qualquer em qualquer lugar e em qualquer situação.

O Evangelho é incomparável e resiste a qualquer argumentação humana e nunca se impõe a ninguém.

O Evangelho é um tesouro e quem O encontra, para de buscar, afinal, o Evangelho é uma Pessoa, que tem Um Nome, Jesus de Nazaré que se insere em nossa história pra nos fazer companhia para sempre.

“Eis que estou à porta, O Evangelho, e bato, É Gentil, se alguém abrir, Eu entro, ponho a mesa e faço uma festa”

O Evangelho é “daí-lhes vós de comer”

O Evangelho é “nem Eu também te condeno”

O Evangelho é “alguém Me tocou”

O Evangelho é “o que queres que Eu te faça?”

O Evangelho é “deixo-vos a Minha Paz”

O Evangelho é “mas Eu vim pra lhes trazer vida e vida em abundância”

O Evangelho é “levanta, toma tua cama e anda”
O Evangelho é “ama o teu próximo como a ti mesmo”

JESUS NÃO "TACOU" FOGO, NÃO JOGOU PEDRAS, NÃO ENFIOU FACAS

Jesus jamais reivindicou o poder de Roma, ou desejou o o poder e o reino dos homens.

Não recrutou/treinou um exército para derrotar os romanos

Não fundou um partido para rivalizar com fariseus, saduceus, herodianos

A política de Jesus de Nazaré não mudou:
Amar as pessoas - todas indistintamente (o novo mandamento)

Servir as pessoas, lavando seus pés, bacia e toalha

Em relação aos inimigos:
Oferecer a outra face, compartilhar a capa, andar a 2ª. milha, retribuir o mal com o bem, perdoar repetidas vezes e silenciar ante o algoz

Jesus não fez servos, correligionários ou clientes: "Tenho vos chamado amigos”

Não apedrejou mulheres que erraram

Não incendiou resistentes ou dissidentes

E restaurou a orelha decepada de um desconhecido, por um amigo

Muitos usam Seu nome para fazer, dizer e sentir diferente - ou o contrário do que Ele ensinou!

“O meu Reino não é deste mundo”
"Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos?" (pra defendê-lo ou abater inimigos...?)

Celebrar o Natal é olhar para a vinda de Cristo. Ele já veio. Nasceu num lugar concreto, num país concreto e transformou a nossa história e a nossa vida. Naquela pequena povoação da Judeia, em Belém, nasceu Jesus, e ali iniciou-se um caminho do qual todos nós somos herdeiros. Olhar para esse acontecimento que marca a história é sermos introduzidos na história da Salvação, no projeto de Deus que vem até nós, de uma forma muito especial, em Seu Filho Jesus, senhor nosso salvador nosso.

Pr. SilvestreJunior
Texto adaptado (Carlos Bregantim, Geraldinho Farias).

07/11/2025

Aniversário de nossa igreja!!

Venha celebrar conosco!!
05/11/2025

Venha celebrar conosco!!

04/11/2025

QUE EVANGELHO ESTOU VIVENDO?, QUE EVANGELHO ESTOU PREGANDO?

"Nenhum pecado, qualquer pecado, todo pecado, não é maior que o perdão.
Viver perdoado respondendo ao perdão recebido com perdão é um aprendizado no universo da graça escandalosa que nos encontrou em Cristo. Como lidar com o pecado a não ser com perdão? Bom lembrar que somos pecadores e por isso pecamos, e porque pecamos, precisamos da graça que nos acolhe e nos perdoa. A Graça e o Perdão nos devolvem pra vida e para os recomeços todos os dias."
(Carlos Bregantim)

Ao Confundir a mensagem cristã com eloquentes discursos sobre ética, moralidade, que resvalan num ódio sem sentido e ainda em nome de Deus, é prova cabal de ignorância e má vontade, somente o desconhecimento do evangelho de Cristo pode fazer alguém tomar alguns comportamentos de cristãos ou fatos tristes do cristianismo como mensagem cristã. Mas deve ser aceita a mea-culpa de alguns cristãos que pensam que pecado é ofensa à eles, como se não fossem pecadores e, que só porquê tem referências de valores absolutos, se fazem juízes destes valores, quando este nunca foi seu papel.

O desafio do cristão é apresentar os valores absolutos sem se considerar juiz de quem não o pratica. O juízo não pertence aos cristãos, mas à Deus. Quando um cristão se faz juiz do pecado dos outros, corre o risco de o fazer se considerando mais justo que ele, esquecendo que também é pecador e que só é justo diante de Deus por imputação da justiça de Cristo, nunca pela própria.

Embora mal interpretados por quem acusa cristãos, o cristão tem dois grandes mandamentos, e nenhum deles é ser juiz ou acusador.

"Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
(Mateus 22:37-39)

Um mandamento implica que o cristão não deve abrir mão de seus valores absolutos, outro que deve amar o próximo. A realidade do pecado deve ser apresentada, pois ele existe e suas consequências são graves para a existência. Mas o pecado é, em primeira instância, uma ofensa à Deus, e não à cristãos. E neste texto, os dois grandes mandamentos devem ser obedecidos, de forma que as verdades absolutas devem ser propostas, não impostas. Apontadas, mas não acusadas. Pois a obediência aos parâmetros divinos não é regra absoluta à quem não crê, que tem todo o direito de recusar, mesmo que arque com suas consequências. E a demonstração de amor ao próximo diante da apresentação da realidade do pecado vem do exemplo de Cristo, com perdão e acolhimento, mas nunca com negação do pecado.

A rejeição de alguém à esta realidade não deveria ofender nenhum cristão, e nem passar a mínima impressão de que são melhores do que quem rejeita. Na perspectiva dos dois grandes mandamentos, ainda que alguém rejeite a mensagem, qualquer postura que não seja de amor diante desta pessoa deve ser rechaçada.

Apresentar a realidade do pecado é sim um dever, mas sem os grandes mandamentos será apenas acusação e imposição de valores. A mensagem do evangelho deve ser rejeitada pelo seu conteúdo (realidade do pecado e do perdão), e não pelo comportamento iracundo de quem à transmite.

Os cristãos devem sim ser vistos como pessoas que crêem em valores absolutos, mas se são visto como pessoas que não amam, está tudo errado.

Sem seguir o segundo grande mandamento de Cristo, haverá discurso de ódio. Os cristãos podem, pelo conhecimento que tem da Bíblia, reconhecer o pecado e transmitir ao pecador a necessidade de arrependimento em forma de alerta, mas o desejo mais profundo no coração de quem fala do pecado de outra pessoa deve ser, em amor, sua salvação, não um desejo de uma vingança que não nos pertence.

Esramos vivendo tempos obscuros, crueis até, de profundas rupturas desumanizadoras no campo social, político, racial e sobretudo religioso; são tempos de ira e de ódio, frutos do da intolerância que envenenam as relações inter-pessoais, se visibilizam na internet e nas redes sociais, brotam de corações endurecidos e mentes doentias. As mentiras e as fake-news são servidas em pratos indigestos, através de coações, insultos e ameaças.

Quando, carregado de ódio, alguém desqualifica o outro em nome de uma “pretensa verdade”, na realidade o que está fazendo é inocular em pequena escala o mesmo vírus que, em grande escala, desencadeia guerras e terror.
Este cenário macabro parece dominar tudo. O amor está sendo banido das esferas públicas, dos ambientes familiares, dos espaços religiosos, das relações sociais. Sabemos que, onde não a verdade se corrompe. Onde o amor é exilado ali transparece a podridão da desumanização. E o mais escandaloso: tal ambiente é muitas vezes alimentado por cristãos professos.

Mas, como seguidores(as) d’Aquele que também foi vítima de estruturas políticas e religiosas injustas, somos movidos a renovar a esperança de que, apesar de tudo, o amor é mais forte que o ódio e a morte.

Infelizmente, a palavra “amor” se banalizou tanto que muitos a usam para justificam a violência. É preciso resgatar a sacralidade do amor. Não dispomos de um nome melhor para imaginar a Realidade Última, Deus, senão dizendo que ela é amor.
Segundo S. João, “Deus é amor”. Esta afirmação perpassa, carregada de mistério e de promessa, toda nossa história; nela se toca o coração mesmo do cristianismo. Ela sozinha já seria capaz de manter a esperança no mundo. Captar sua profundidade significa apalpar seu mistério, encontrar a chave do sentido, entrar no seu fluxo e chegar à fonte da vida, Jesus Cristo de Nazaré.

É dessa fonte que a força do amor brota das entranhas d’Aquele que é Puro Amor, que atravessa todas as etapas da evolução da criação e une todos os seres, dando-lhes afeto profundo e beleza. Trata-se de um “amor cósmico” que perpassa tudo por pura gratuidade.

Nesses tempos sombrios em que alguns expoentes midiáticos e até políticos cristãos aparecem mais pelos seus discursos puramente condenatórios que pela mensagem de perdão que há na cruz, que não entremos pelo mesmo caminho, transformando em discurso de afastamento, ódio e repulsa, uma mensagem tão linda, pacífica, amorosa e reconciliadora, como a das boas novas de Jesus Cristo.

"A vida no amor revela uma existência integrada a partir do perdão imerecido recebido daquele que a todos perdoa.

Silvestre Junior

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Avenida Da Saudade, 388/Vila Carmela De Túlio
Franco Da Rocha, SP
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