Judaísmo Messiânico no Face

Judaísmo Messiânico no Face Site para troca de informações sobre Judaísmo e suas vertentes.

Página particular do Martosael Araujo - Site para troca de informações sobre Judaísmo Messiânico, Nazareno e Cristianismo.

V’ahavta et ADONAI elohecha b’chol l’vav’cha uv’chol naf’sh’cha uv’chol m’odecha. V’hayu had’varim ha’eileh asher anochi...
21/08/2026

V’ahavta et ADONAI elohecha b’chol l’vav’cha uv’chol naf’sh’cha uv’chol m’odecha. V’hayu had’varim ha’eileh asher anochi m’tzav’cha hayom al l’vavecha. V’shinantam l’vanecha v’dibarta bam b’shiv’t’cha b’veitecha uv’lech’t’cha vaderech uv’shoch’b’cha uv’kumecha. Uk’shartam l’ot al yadecha v’hayu l’totafot bein einecha uch’tav’tam al m’zuzot beitecha uvish’arecha. L’ma’an tizk’ru va’asitem et kol mitz’votai v’hiyitem k’doshim leiloheichem. Ani ADONAI eloheichem asher hotzeiti et’chem me’eretz mitz’rayim l’hiyot lachem leilohim. Ani ADONAI eloheichem.

E amarás Adonai teu D’us de todo o teu coração e de toda a tua alma e de todo o teu recurso. Que estas palavras que Eu vos ordeno hoje estejam sobre teus corações. Ensinem-as diligentemente a teus filhos e falem delas enquanto sentam em vossas casas, enquanto andam o caminho, e quando se levantarem e quando se deitarem. Atem-nas como sinal sobre os vossos braços e que elas sejam como frontais entre os vossos olhos. E escrevam-nas nos portais de vossas casas e nos vossos portões. Sede atentos a todos os meus mandamentos e os cumpram; para vos consagrarem ao Seu D’us. Eu Adonai sou o Vosso D’us, que os tirou do Egito para ser Seu D’us. Eu Adonai sou o Vosso D’us.

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Princípios Judaicos, Valores e PráticasRabino Avraham Steinmetz e Tev DjmalAcontecimento HistóricoA revelação no Sina...
21/08/2026

Princípios Judaicos, Valores e Práticas
Rabino Avraham Steinmetz e Tev Djmal

Acontecimento Histórico
A revelação no Sinai não foi dada como uma profecia para um ou alguns indivíduos, e sim foi uma aparição pública, quando D’us Se revelou para uma nação inteira, testemunhada por mais de três milhões de pessoas. Em outras palavras, a Outorga da Torá é um fato histórico comprovado, mais do que qualquer outra ocorrência antiga.

Fazer sem Entender
Quando D’us perguntou se o povo queria a Torá, obteve uma resposta afirmativa: “Faremos e entenderemos.” Isso quer dizer que assumimos a responsabilidade de “fazer” antes mesmo de “entender”, ou seja, muitas vezes encontramos situações para as quais não temos uma resposta ou explicação compreensiva, mas nem por isso devemos deixar de cumprir a Torá.

Não é tão importante para nós entendermos o porquê D’us deseja algo e sim compreender o que Ele quer de nós. Ele deseja que entendamos o máximo que pudermos, e somente assim conseguiremos servi-Lo por completo. Mas ao mesmo tempo devemos primeiramente admitir que nunca poderemos assimilar totalmente o motivo Divino.

A Fusão do Físico e do Divino
O misticismo judaico define como missão da Torá trazer os Céus à Terra, ou seja, fazer com que a santidade permeie este mundo físico e mundano para que a Terra se torne uma morada e um santuário para D’us.

A Cabalá ensina que Ele criou o mundo por meio de um processo “de cima para baixo”. Em outras palavras, D’us gerou o mundo espiritual e subsequentemente o mundo físico e material em que habitamos. Como o propósito é sempre o último que surge, concluímos que nossa meta principal é aqui mesmo, neste mundo físico, seguindo as orientações da Torá e, assim, trazendo santidade e Divindade à Terra.

Todos os seres humanos têm alguma parceria nessa missão, e é por isso que a Torá também tem instruções para toda a humanidade. Todos devem contribuir para a Missão Universal, cada um de sua maneira única.

Somos Todos Realmente Iguais?
O judaísmo acredita que somos igualmente relevantes e essenciais para o propósito universal, cada um com sua contribuição específ**a.

A religião judaica não procura converter pessoas, pois acredita que cada ser humano tem um papel distinto na missão cósmica. Não precisamos ser todos iguais para sermos equitativamente importantes.

A Torá: Um Guia para o Relacionamento com D’us
Como mencionado anteriormente, na Revelação no Sinai D’us nos transmitiu nossa missão, que é cumprir os preceitos da Torá conhecidos como mitsvot (plural de mitsvá).

A palavra mitsvá é normalmente traduzida como “mandamento”, mas apenas com essa tradução não conseguimos obter o seu sentido completo. Ela também signif**a “conexão”, e na Cabalá é sinônimo de “Vontade Divina”.

Isso quer dizer que D’us tem uma vontade, ordenandonos que cumpramos esses “mandamentos” para que tenhamos a oportunidade de nos conectar a Ele.

A palavra Torá é traduzida como instrução e orientação. Consideramos a Torá e as mitsvot um guia para termos uma vida íntegra e signif**ativa ligada ao Criador, cumprindo a Sua vontade.

Ela foi inicialmente transmitida na forma de Dez Mandamentos, aqueles entre o homem e D’us e entre o homem e seu semelhante, gravados nas Duas Tábuas da Lei. Estes resumem as 613 mitsvot, englobando as positivas (o que fazer) e as negativas (o que evitar).

Em seguida, Moisés escreveu o restante da Torá na medida em que D’us foi ditando-lhe. Ela foi meticulosamente preservada por mais de 3.333 anos em todas as comunidades judaicas através dos rolos de pergaminho presentes nas sinagogas ao redor do mundo, todos com textos idênticos.

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Modelo Tabernáculo no DesertoReconstituição d tabernáculo emTimna, IsraelA palavra tabernáculo vem do latim tabernaculum...
21/08/2026

Modelo Tabernáculo no Deserto

Reconstituição d tabernáculo emTimna, Israel
A palavra tabernáculo vem do latim tabernaculum, "tenda", "cabana" ou "barraca" e designa o santuário portátil onde durante o Êxodoaté os tempos do Rei Davi os israelitas guardavam e transportavam a arca da Aliança, a menorá e demais objetos sagrados. Emhebraico se chamava mishkan, משכן, "moradia", (local da Divina morada). Também se denominava mow'ed, מוֹעֵד, "Tenda da Reunião". Era composto de três dependências: Átrio Exterior, Santo Lugar e Santo dos Santos.
Os objetos sagrados que acompanhavam o tabernáculo eram:

No Átrio Exterior
Altar do Holocausto - onde eram oferecidos os sacrifícios a Deus.
Bacia - Onde os Sacerdotes lavavam os pés e as mãos simbolizando uma purif**ação para entrar no Santo Lugar.

No Santo Lugar
Altar do incenso - Localizado do lado oposto a entrada, no fundo, pouco antes do véu que separava do Santo dos Santos. Era usado para se queimar incenso pela manhã e à tarde pelos sacerdotes.
Mesa dos Pães da Proposição - Ficava logo à direita da entrada. Tinha esse nome pois todo Sábado eram colocados 12 pães, simbolizando as 12 tribos de Israel em cima dela.
Candelabro de Ouro - À esquerda da entrada, com sete hastes. Era diariamente enchido com o melhor azeite, pelos sacerdotes para que ele nunca se apagasse, Somente enquanto estava sendo levado.

Santo dos Santos
O Véu - Cortina que separava o Santo Lugar do Santo dos Santos.
Arca da Aliança - Simbolizava a Presença de Deus e carregava as Tábuas da Lei - os 10 Mandamentos - a Vara de Aarão, que floresceu e o pote de maná (alimento mandado por Deus no deserto). Era a peça mais santa do Tabernáculo.
Propiciatório - Nada mais do que a tampa da Arca. Era o lugar onde o Sumo Sacerdote, uma vez ao ano, no dia da Expiação, aspergia o sangue pela remissão de seus pecados e pelos pecados do povo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tabern%C3%A1culo

Tabernáculo dos sacrifícios
No Timna Park, 20 milhas (32 km) ao norte de Eilat na Arabá, uma réplica em tamanho natural do tabernáculo bíblico foi construída. Embora não sejam materiais originais (por exemplo, ouro, prata, bronze) o modelo é preciso em todos os outros com base na descrição bíblica.

Tabernáculo com altar
A pia de bronze e o altar de bronze estavam localizados no pátio exterior. O altar era de 2,3 m quadrado e 1.37m de altura, era feito de madeira de acácia revestida com bronze, e tinha um chifre em cada canto. O fogo sobre o altar era para ser mantido aceso em todos os momentos e os sacrifícios diários eram oferecidos no período da manhã e da tarde.

O Lugar Santo e os objetos
Esta área sagrada estava ocupada pelo candelabro de ouro, altar de incenso e a mesa do pão. O candelabro (menorah) foi esculpido e formado a partir de um único bloco de ouro e tinha três ramos que saiam de cada lado do eixo central. As sete lâmpadas em cima dos ramos eram discos redondos com aros provavelmente pintados encimados por uma pequeno vaso onde se encontra o azeite e o pavio.

A Mesa do pão
Em frente ao menorah encontramos a mesa do pão. Construída de madeira de acácia e revestida com ouro maciço, ela tinha uma superfície era de 0.91mx 0.45m.
Em cima da mesa se encontravam doze pães colocados na mesa no Shabat e eram substituídos por pão fresco no Shabat seguinte. A alta linhagem sacerdotal comeria o pão substituído.

O Altar do Incenso
Também conhecido como o "altar de ouro" ou “altar do incenso” este de três metros de altura altar era colocas as oferendas de incenso regulares. Todas as manhãs e à noite, os sacerdotes ofereciam uma mistura de incenso e outras gomas aromáticas. No Dia da Expiação, o sumo-sacerdote aspergia sangue nos chifres deste altar.

A Arca da Aliança

O único objeto no lugar Santo dos Santos, a arca sagrada continha as duas tábuas com os Dez Mandamentos, a vara de Arão que floresceu e o pote do maná. A arca era coberta pelo "propiciatório", no qual o sumo-sacerdote aspergia o sangue do bode sete vezes no Dia da Expiação. A arca representava o escabelo do trono de Deus.
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O Óleo JudaicoPor Rabino Arieh RaichmanArte de Sefira Lightstone Maimônides escreve que um pai deve educar seu filho em ...
14/08/2026

O Óleo Judaico
Por Rabino Arieh Raichman
Arte de Sefira Lightstone

Maimônides escreve que um pai deve educar seu filho em Torá e Mitsvot. Uma das maneiras de cumprir essa instrução é educar seu filho a colocar tefilin, mesmo antes de seu Bar Mitsvá.

Alguns meses antes de completar 13 anos- Bar Mitsvá, ele começa a colocar tefilin todos os dias. No início desta semana, meu filho celebrou este marco importante com nossa comunidade em Manaus.

Após a reza, um leve café-da-manhã foi servido, incluindo um biscoito especial que minha esposa passou a madrugada fazendo. Tinha o sabor de uma iguaria mediterrânea, mas a textura era fofa como um donut. Um participante que tem alguma experiência em assar, explicou que o truque para a maciez era o óleo adicionado.

A Importância do Azeiteå
De tudo o que acontece em nossas vidas podemos tirar uma lição. Fui pesquisar o que os sábios da Torá ensinam sobre o impacto do azeite.

A Torá é frequentemente comparada à água, vinho e azeite.

A água representa a parte da Torá que trata de servir a D'us com nosso corpo, ou seja, como manter a Cashrut, Shabat e viver diariamente como judeu.

O vinho representa o estudo da Torá que faz nossa mente meditar e contemplar a profundidade do judaísmo.

O óleo está conectado a um nível mais elevado de compreensão, pois representa o estudo das partes mais íntimas e secretas da Torá. Sendo que o estudo representado pelo óleo é o mais íntimo, afeta a pessoa mais do que qualquer outro estudo da Torá.

Certamente você já ouviu falar sobre como era a vida na antiga União Soviética. Havia muitos judeus praticantes que infelizmente deixaram de seguir os mandamentos com a ascensão do comunismo e as restrições à religião. No entanto, um grupo manteve-se firme; os chassidim. Eram eles que estudavam as partes mais profundas da Torá, que afetam a essência e a alma da pessoa, acendendo sua chama para tornar-se mais elevada e revelada.

Outro exemplo disso aconteceu apenas algumas horas atrás. Um judeu da comunidade veio comprar carne casher. Aproveitei e ofereci para colocar tefilin. Ele ficou ali por um minuto congelado em seus pensamentos, e então finalmente disse “Não”. Sua alma desejava dizer sim, mas sua mente dizia o contrário. Talvez os muitos anos sem colocar, a possibilidade de f**ar envergonhado por não saber como, ou a sensação de que estava fazendo o suficiente para D'us comprando carne casher, foi o que o impediu de dizer “Sim”. Não sei, mas uma coisa é certa, se sua alma estivesse mais desperta e revelada, ele teria pedido para colocar tefilin espontaneamente ao invés de ter que oferecer-lhe.. Se ele estudasse Chassidut, a parte íntima da Torá, sua alma permearia todo o seu corpo, como o óleo que unta tudo com o que entra em contato. Ele estaria inspirado a ser judeu no mundo moderno.

Por Rabino Arieh Raichman
Diretor do Beit Chabad de Manaus
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Os Altos Montes de Golã (A Bíblia e Basã)Vacas de Basã, carvalhos de Basã, o Monte HérmonOs animais foram introduzidos n...
14/08/2026

Os Altos Montes de Golã (A Bíblia e Basã)
Vacas de Basã, carvalhos de Basã, o Monte Hérmon
Os animais foram introduzidos nesta área, nos tempos antigos, assim como hoje. Ambos ara carne e de leite de gado estão atualmente nas Colinas de Golã. Nos tempos bíblicos, esta área (conhecido como Basan) era conhecido por seu gado e as suas árvores de carvalho. Amos 4: 1-2 (NVI) "Ouvi esta palavra, vós, vacas de Basã ..." (cf. Sl 22:12) Zacarias 11: 2 (NVI) "E contra todos os cedros do Líbano, altos e sublimes; e contra todos os carvalhos de Basã";(cf. Is 2:13).

Antas
Centenas de antas foram descobertas nas Colinas do Golã. Usado para os enterros nas áreas de basalto onde os túmulos de escavação é difícil, antas foram usadas para o enterro, durante os períodos iniciais Bronze I e Intermediário Bronze. A anta foi provavelmente concebido como uma câmara funerária para o chefe de um clã, ou outro membro da elite nómada. A anta é constituída por duas grandes lajes de pedra verticais cobertas por uma pedra horizontal, que pode pesar até 30 toneladas.

Fortaleza de Ninrode

Conhecido em árabe como Subebe (do nome Crusader L'Asibebe), este nome em inglês para o castelo erroneamente associa com Nimrode, uma antiga figura de grande força mencionado em Génesis 10: 8-9. Este é um dos castelos que foi construída pelos muçulmanos, mas que mudou de mãos várias vezes no século 12. A fortaleza foi reforçada no século 13 e a maioria das permanecem visíveis hoje são desse período. A montanha mais alta tem 400 m (1.300 pés) de comprimento, e em certos lugares da sua largura chega a 150 m (490 pés). A cimeira aumenta a uma elevação de 800 m (2.600 pés) acima do nível do mar. O castelo também é conhecido como a Cidadela dos mosquitos ai esses enxames tendem a se levantar às vezes e cobrir toda a área.

Território sírio
As Colinas de Golã pertenciam ao campo da Síria até 1967. Durante a Guerra dos Seis Dias, Israel tomou esta terreno elevado com vista para a Bacia do Huleh e Mar da Galileia. Foram encontras provas de habitações sírio, incluindo bases militares e mesquitas (direita) estão em ruínas em toda a área. A região agora é habitada por drusos (que lá antes da guerra) e israelitas que se mudaram desde a guerra. Síria insiste na devolução das Colinas de Golã, como parte de qualquer acordo de paz.

Rogem Hiri
Rogem Hiri (em árabe, al-Rujm Hiri) está localizado nas Colinas do Golã cerca de 10 milhas (16 km) a leste do Mar da Galileia. Quatro círculos concêntricos cercam um monte de pedras central. O círculo maior mede 150 m (490 pés) de diâmetro. As paredes medem até 3,5 m (11,5 pés) de largura e foram preservadas até 2,5 m (8 pés) de altura. A sua última utilização é o mais tardar na Idade do Bronze Final (1500-1200 aC). A função de Rogem Hiri não é conhecida. As sugestões incluem que era um complexo defensivo, um complexo funerário, um centro de observação astronómica, ou o túmulo de Og, gigante, rei de Basã (Deut. 3:11).

Nahal Saar
O Golan é um planalto de basalto, que nasce no nordeste a uma altitude média de 900 m (3.000 pés) acima do nível do mar. O Monte de Golã faz fronteira com o Monte Hérmon, ao norte e do Rio Yarmuk, a sul. No canto nordeste é uma cadeia inativa de cones vulcânicos. As suas actividades no passado criaram camadas de basalto grossas, resultando em terreno rochoso imprópria param a agricultura intensiva. Em vez disso, ele é usado principalmente para pastagens. A situação dos Montes Golã resulta em uma quantidade signif**ativa de chuvas de inverno, com grande falta na primavera através de numerosos barrancos drenam para o Hule e Mar da Galileia.

Panorama dos Montes de Golã e Hémo

Monte Hérmon é o extremo sul da cordilheira Antilíbano. O pico mais alto do Monte Hérmon é 9.230 pés O ponto mais alto dentro das fronteiras de Israel hoje é Mizpa ou o "observatório da neve", com 7295 pés Na Bíblia ele é conhecido como Baal Hermon, Sírio, e Sião. O Salmo 133 dá uma imagem do prazer e da fecundidade desta montanha. Ela fala da generosidade da água, um lugar que recebe muita precipitação. Hérmon, em média, recebe 60 centímetros de precipitação por ano (em 1992 recebeu 100). É bem possível que a Transfiguração ocorreu em algum lugar, nas encostas do Monte Hérmon, como discípulos de Jesus anotaram para ser na "região de Cesareia de Filipe." Cesareia de Filipe f**a na base do Monte Hérmon e, assim, Monte Hérmon poderia ser o monte que Jesus levou os discípulos.
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Mar Vermelho: Arqueólogos descobrem RESTOS DO EXÉRCITO EGÍPCIO do êxodo bíblicoO Ministério do Egito anunciou esta manhã...
07/08/2026

Mar Vermelho: Arqueólogos descobrem RESTOS DO EXÉRCITO EGÍPCIO do êxodo bíblico

O Ministério do Egito anunciou esta manhã que uma equipa de arqueólogos subaquáticos tinha descoberto o que resta de um grande exército egípcio do século 14 aC, na parte inferior do Golfo de Suez, a 1,5 km do litoral da cidade moderna de Ras Gharib. A equipa foi em busca dos restos de navios e artefatos antigos relacionados com a Idade da Pedra e da Idade do Bronze comércio na região do Mar Vermelho, quando tropeçou numa gigantesca massa de ossos humanos escurecidos pela idade.

Os cientistas liderados pelo Professor Abdel Muhammad Gader e associados à Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo, já recuperaram um total de mais de 400 esqueletos diferentes, assim como centenas de armas e peças de armadura, também os restos de dois carros de guerra, espalhados uma área de aproximadamente 200 metros quadrados. Eles estimam que mais de 5000 outros organismos poderiam ter seido dispersos por uma área maior, o que sugere que um exército de grande tamanho que pereceram no lugar.

Esta lâmina magníf**a de um khopesh egípcio, foi certamente a arma de um personagem importante. Ela foi descoberta perto das ruínas de um carro de guerra condecorado, sugerindo que poderia ter pertencido a um príncipe ou nobre.
Muitas pistas sobre colhidas naquele lugar levou o Professor Gader e a sua equipa a concluir que os corpos poderiam estar ligados ao famoso episódio do Êxodo. Primeiro de tudo, os soldados antigos parecem ter morrido em terra seca, uma vez que não há vestígios de barcos ou navios encontrados na área. As posições dos corpos e o facto de que eles foram presos a uma grande quantidade de argila e rocha, implicam que eles poderiam ter morrido num deslizamento de terra ou em um maremoto.

O número de corpos sugere que um grande exército antigo pereceram no site e a maneira dramática pela qual eles foram mortos, ambos parecem corroborar a versão bíblica da travessia do Mar Vermelho, quando o exército do faraó egípcio foi destruído pelo retorno das águas que por ordem de Moisés se tinha tinham separado. Esta nova descoberta certamente prova que realmente havia um exército egípcio de grande tamanho que foi destruído pelas águas do Mar Vermelho, durante o reinado do rei Akhenaton.

Durante séculos, o famoso relato bíblico da "travessia marítima Mar Vermelho" foi omisso pela maioria dos estudiosos e historiadores como o mais simbólico do que histórico.

Esta descoberta surpreendente traz prova científ**a inegável que um dos episódios mais famosos do Antigo Testamento era de fato, baseado em um evento histórico. Ele traz uma nova perspectiva sobre uma história que muitos historiadores têm considerado há anos como uma obra de ficção, e sugerindo que outros temas como as "pragas do Egito" pode de fato ter uma base histórica.

Muito mais operações de pesquisa e mais de recuperação são de se esperar no site ao longo dos próximos anos, como Professor Gader e a sua equipa já anunciaram o seu desejo de recuperar o resto dos corpos e artefactos o Professor considerou o lugar mais ricos em termos arqueológicos subaquáticos já descoberto.

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Comida Casher na Floresta AmazônicaPor Sofia Sara Esther TamarkinAntes da pandemia, meu marido e eu aproveitávamos todas...
07/08/2026

Comida Casher na Floresta Amazônica
Por Sofia Sara Esther Tamarkin

Antes da pandemia, meu marido e eu aproveitávamos todas as oportunidades para viajar para lugares únicos. Embora cada viagem tenha deixado muitas impressões memoráveis, algumas experiências foram tão únicas que se tornaram parte de quem somos.

Assim foi nossa viagem a Manaus, cidade às margens do rio Negro, no noroeste do Brasil, que estávamos usando como ponto de partida para nossa aventura na vida selvagem na Amazônia.

Antes de começar nossa jornada, entramos em contato com o rabino Arieh e a Rebetsin Devorah Lea Raichman, emissários de Chabad em Manaus por mais de 10 anos, para perguntar sobre a disponibilidade de comida casher. Aprendemos que Chabad sempre garante que os judeus tenham suas necessidades espirituais atendidas, especialmente quando estão longe de casa. Felizmente, estávamos corretos nessa suposição, e nosso pedido tornou-se um meio de conhecermos o trabalho dedicado dos Raichmans.

Nosso destino foi o luxuoso Hotel Ariau, o primeiro do gênero na Amazônia. Enquanto caminhávamos para o nosso quarto, fomos abordados por macacos para ver se tínhamos alguma fruta ou outros doces conosco. Durante a noite, por mais que estivéssemos dormindo, acordávamos quando a natureza surgia e os muitos animais nos alertavam sobre sua presença. Nem precisamos dizer o quanto entusiasmados esteavamos com esta aventura única na vida!

“Quando os Tamarkins entraram em contato, estávamos nos estágios iniciais da organização do nosso centro Chabad, e minha incrível esposa conseguiu preparar todas as refeições. Seria a primeira refeição casher do hotel preparada na Amazônia e, infelizmente, a última, pois pouco depois de sua estadia, dívidas do hotel fez com que fechasse e assim permanece até hoje.” Lembra o rabino Arieh Raichman.

Graças aos shluchim, recebemos refeições casher especiais, entregues a nós de barco. Depois de um dia nadando com golfinhos cor-de-rosa, explorando a vegetação da vida selvagem, brincando com crocodilos bebês e pescando piranhas, voltamos ao nosso hotel para participar do delicioso jantar casher, duplamente embrulhado.

Comendo nossa refei& #231;& #227;o casher duplamente embrulhada.
Comendo nossa refeição casher duplamente embrulhada.
Crescendo na antiga União Soviética, meu marido e eu não tínhamos conhecimento de nossa herança judaica. Quando nos casamos, decidimos construir uma família de acordo com os valores da Torá, mas levou anos até que nos sentíssemos confortáveis com as leis desconhecidas. Lentamente, adotamos a cashrut e muitas outras mitsvot, e com cada uma delas nos comprometemos a não vacilar em sua observância. Embora cada pequeno passo ao longo de nossa jornada possa parecer insignif**ante, juntos eles criaram uma escada sobre a qual subimos em direção ao nosso objetivo.

Nossos sábios interpretam uma passagem do Midrash Rabá, Cântico dos Cânticos (5:2): “Abra uma porta tão pequena quanto o buraco de uma agulha, e Eu abrirei seus portões o suficiente para deixar carros e carruagens puxadas por cavalos passarem. ”

Ao tomar a iniciativa e permitir que D'us entre em nossas vidas através de um “pequeno buraco” de lento crescimento, mas consistente, eventualmente merecemos experimentar uma luz exponencialmente maior.

Depois de alguns dias no hotel, voltamos para Manaus e jantamos no Chabad House com a família Raichman. Na época, tínhamos planos de ajudar a construir um micvê em nossa cidade natal, Filadélfia. Os Raichmans compartilharam seus planos de fazer o mesmo em Manaus. Foi incrível compartilhar a refeição discutindo ambições semelhantes para nossas respectivas comunidades. Embora eles estivessem geograf**amente tão distantes como você pode observar no mapa, os problemas permanecem os mesmos, seja sobre comida casher ou imersão ritual.

Com Rabino e Rebetsin Raichman, e seu filho no Beit Chabad

Na época, o rabino Raichman também ajudou a organizar uma visita ao micvê para mim no Rio de Janeiro, enquanto meu marido e eu continuamos nossa viagem de volta da Amazônia. Esta foi mais uma oportunidade para levar meus valores e tradições comigo, onde quer que nossas viagens nos levem.

Certa vez li uma citação do major-general Louis H. Wilson: “A verdadeira genialidade não está em fazer coisas extraordinárias, mas em fazer coisas comuns extraordinariamente bem”.

Essas palavras servem como um lembrete de que um compromisso autêntico com uma vida comum alinhada com o propósito da alma cria um canal para a Divindade. Ao permanecer fiel à sua missão e propósito, cada momento – não importa onde você se encontre na face da terra – se torna uma oportunidade de se conectar à verdade inabalável da Torá, experiências signif**ativas e a sabedoria eterna de nossa herança.


Por Sofia Sara Esther Tamarkin
Sofya Sara Esther mora na Filadélfia, administra uma empresa ortopédica e possui um MBA. Ela ensina Torá, viaja pelo mundo e está envolvida com a RAJE (Russian American Jewish Experience) e outras organizações.
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Bênção “Ahavá” (2ª bênção antes do Shemá) Aha vat olam bet Yisrael amechá ahavta, Tora umitsvót chukím umishpatim otánu ...
07/08/2026

Bênção “Ahavá” (2ª bênção antes do Shemá)

Aha vat olam bet Yisrael amechá ahavta, Tora umitsvót chukím umishpatim otánu limadeta, al ken Adonai Elohênu beshochvênu uvekumênu nassiach bechukêcha, venismach bedivrê toratêcha uvemitsvotêcha leolam vaed, kihem chaiênu veorech iamênu, uvahêm neheguê iomám valáia. Veahatechá al tassír mimênu leolamim. Baruch ata Adonai, ohêv amo Yisrael. Amen.

Tu amas o Teu povo de Israel com um amor inalterável. Lei e preceitos, estatutos e juízos a nós ensinaste.
Também é de nosso dever, Adonai, nosso D’us, falar dos Teus estatutos, alegrar-nos e regozijar-nos com as palavras dos ensinamentos da Tua Lei e com os Teu preceitos e estatutos, quer deitando-nos quer levantando-nos; porque eles são a nossa vida, prolongam a nossa existência e nós meditaremos neles dia e noite; Adonai, nunca tires o Teu amor e a Tua piedade de nós. Bendito sejas Tu, Adonai que amas o teu povo Israel.

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Eu Deveria Rezar Para a Morte de Terroristas?Por Tzvi FreemanPergunta:Sou assinante do Daily Dose e aprecio ler muitos d...
31/07/2026

Eu Deveria Rezar Para a Morte de Terroristas?
Por Tzvi Freeman

Pergunta:
Sou assinante do Daily Dose e aprecio ler muitos dos artigos esclarecedores em Chabad.org. Pelos artigos que você apresenta, o Rebe parece ter sido um homem pacífico, repleto de amor. Estou abalado pela cobertura de Chabad.org sobre a guerra em Gaza. Amo e respeito a ideologia do Judaísmo, mas não posso levar minha mente para o “ato de defesa,” i.e., o assassinato de outros, mesmo se eles são os opressores, o que leva a uma glorif**ação da guerra. Prece, assim aprendi, é um ato de esclarecimento. Devo rezar pela brutal derrota do inimigo?

Resposta:
A resposta simples e rápida: depende. Se o inimigo é a escura maldade deste mundo, reze pelo fim do mal. Se o inimigo é um ser humano, defenda-se, ataque primeiro se necessário, e reze para que todos seus inimigos vivam, se tornem seus amigos e cumpram a missão para a qual eles nasceram. Juntem-se para criar um mundo pacífico, harmonioso.

Bem vindo ao inescrutável mundo do Judaísmo, onde há tão poucas questões sobre as quais um judeu honesto, educado não pode entrar em conflito. Na Halachá, na ética, no misticismo, em qualquer campo – mesmo quando uma questão é resolvida, deve-se levar em conta tantos ângulos e condições que muito pouco pode ser dito numa única linha ou em duas, que não seja: “Ouve, ó Israel, D'us é nosso Senhor, D'us é Um.” E como o paradigma do Judaísmo, a abordagem do Rebe era uma que nunca poderia ser arquivada. Em toda asserção, suas mentiras opostas; em toda abordagem, o outro caminho deve ser levado em conta.

E aqui você abordou um exemplo perfeito. Apenas ontem, um amigo levou-me a uma palestra na qual o Rebe discutia sua pergunta. Isso foi em setembro de 1982, no auge de uma guerra incendiária entre Iraque e Irã que tinha começado a ameaçar toda a região com o temor de ataques nucleares. “As nações estão atacando uma à outra,” o Rebe repetia muitas vezes, “e o mundo inteiro oscila.”

Ele falava sobre como alguns tinham uma abordagem parcial sobre a guerra, pois “tudo que seja bom, tudo que possa ser.” Ele mesmo se opunha a essa atitude. Guerra não é algo bom, ele dizia, porque vidas humanas são pedidas, e”... somos ordenados a cuidar dos pobres mesmo se eles forem idólatras, junto com os nossos – ainda mais cuidar pelas vidas deles.”

A palestra que se seguiu nos deu uma notável impressão sobre o Rebe. As palavras do Rebe não são sempre fáceis de ler – repletas com alusões e eufemismo. Eu traduzi do iídiche.

Sim, há pessoas violentas e terroristas no mundo. Mas não há nada que diga que a única maneira de lidar com isso é tirando suas vidas. Mesmo quando falamos “o inimigo e o vingador”, nossas ações devem ser “parar o inimigo e o vingador.” Signif**a, parar e anular este que é um inimigo e vingador. Na linguagem do Talmud, “os pecados deveriam cessar – não os próprios pecadores.” A tal ponto que eles irão se tornar amigos dos judeus e nos ajudar. Como a promessa sobre o Tempo Vindouro, “Estranhos irão chegar e cuidar das suas ovelhas.” – embora eles sejam “estranhos,” esta não é a ênfase. A ênfase é que eles, mesmo assim, cuidem das suas ovelhas,”1

Você leu isso corretamente – o Rebe reza para que os terroristas se tornem nossos amigos. Mas isso signif**a que não devemos nos defender? Pelo contrário, o Rebe teve uma abordagem com tolerância zero para auto-defesa. Ele baseou seu argumento, como sempre, sobre um decreto haláchico. Eis aqui como ele explicou isso para Rabi Immanuel Jakobovits, então rabino chefe do Reino Unido, numa carta datada em novembro de 1980:

“Sou completa e inequivocamente oposto à rendição de qualquer das áreas liberadas atualmente sob negociação, como Judá e Sumária, o Golan, etc., pela simples razão – e única razão – de que render qualquer parte delas iria contrariar uma clara regra encontrada no Shulchan Aruch (O.C., cap. 329, parágrafo 6,7). Tenho enfatizado repetidamente que esta regra não tem nada a ver com a santidade da Terra de Israel, com “os dias de Mashiach”, a vindoura redenção ou considerações semelhantes – mas somente com salvar vidas.”

O Rebe aqui se refere a uma regra na codif**ação padrão da Lei Judaica que discute uma cidade fronteira atacada por assassinos. A regra é que todos que puderem devem sair, mesmo no Shabat, para lutar contra eles – mesmo se os assassinos estão atacando somente para obter ninharias. O motivo por trás dessa regra é que uma vez que a fronteira da cidade se tornou vulnerável, a vida dentro daquelas fronteiras está em perigo. O Rebe generaliza esta lógica numa situação envolvendo perigo à vida humana, o fator para uma ação determinante é exclusivamente como melhor proteger e salvar vidas, e nada mais. Não como iremos justif**ar isso, não como financiamos isso, não aquilo que o mundo vai dizer ou o que eles irão pensar de nós. Apenas pela proteção de vidas.

Para fortalecer meu ponto: A fonte para essa lei está no Talmud (Eruvin 45 a). O exemplo dado de uma fronteira é a cidade de Neharde’a na Babilônia (atualmente Iraque) – claramente não em Israel. Como enfatizei, essa é uma questão de risco, e deveria ser julgada puramente com base em salvar vidas e não na geografia.

A lei dita lida com uma situação onde os gentios (porque este é o termo, não inimigos) assediam uma cidade-fronteira judaica, ostensivamente para obter ninharia e farelo” e então partir. Mas por causa de possível perigo, não apenas aos judeus da cidade, mas também às cidades, o Shulchan Aruch decreta que ao receber notícias de outros povos (até somente de preparações), os judeus devem mobilizar-se imediatamente e pegar armas até no Shabat – de acordo com a regra que “salvar vidas sobrepõe o Shabat”.

O Rebe continua dizendo que a decisão se for uma concessão particular irá colocar vidas em risco e não deve ser deixada aos especialistas. Assim como numa questão médica, os especialistas são os médicos. Também numa questão militar, os especialistas são militares. Porém mesmo que eles não façam considerações políticas, econômicas ou sociológicas, mas simplesmente : a proteção de vidas humanas. Como todos os especialistas que ele consultou concordaram que devolver as áreas de Judá e Samaria iria colocar milhões de vidas em grande perigo, o Rebe se opôs.

Nem um milímetro de território poderia ser reconquistado pelo PLO. Até o próprio ato de discutir o território, o Rebe declarou, era suficiente para juntar os terroristas e colocar vidas em risco.

Além disso, o Rebe citava a ética de auto-defesa do Talmud:

“Se alguém está vindo para matar você, levante logo para matá-lo primeiro.”2

O Rebe insistiu “o que signif**a que é possível saber que alguém deseja causar dano mortal, e neste caso, a pessoa tem responsabilidade de preparar um ataque preventivo.3”

Porém, mesmo aqui, o Rebe notava que o dito não afirma que você deve realmente matar alguém, somente que você deve estar preparado para fazê-lo. Eles diziam: “Levante logo para matá-lo,” ele dizia, não “Levante logo e o mate.” Se você mostrar que está preparado para atacar primeiro, não haverá necessidade disso. A ênfase em todas essas questões estava primeiro na guerra psicológica. Aja fraco, e todos são colocados em perigo. Mostre que você é forte e ninguém será ferido.

Novamente, qual era a consideração? Simplesmente salvar vidas.

Na verdade, o Rebe expressou sua preocupação sobre a perda de vidas árabes em diversas ocasiões. Por exemplo, um mês após a palestra citada, o Rebe falou novamente sobre segurança e defesa em Israel. Novamente ele declarou que aqueles que propunham entregar territórios estavam colocando seus habitantes em perigo. Com fronteiras fortes e seguras, o Rebe declarou, não haveria necessidade para a guerra. Citando o versículo sobre a Terra de Israel, “Vocês são parafusados com ferro e bronze,” o Rebe disse que:

“Se a porta está bem fechada e trancada, não há necessidade de guerra. Obviamente, trincos e fechaduras não vão à batalha. E assim, isto é para a vantagem daqueles que se opõem a nós. Pois se não há necessidade de guerra, ninguém é morto ou ferido nem no lado oposto.”4

E então, numa maneira mais mística, o Rebe invocou o anjo guardião do Egito, dizendo: “Ele também tem uma opinião, Se explicarmos a ele que isso não é bom também nem para eles, aquilo poderia ter um efeito.”

O Rebe era o crítico mais enfático dos compromissos de Israel, e também um humanitário apaixonado. Em todos os anos em que estive nos farbrenguens do Rebe, nunca ouvi o Rebe falar sobre morte ao inimigo. Isso não era algo que você poderia começar a imaginar. Nem eu poderia imaginar o Rebe dizendo “o oposto de uma bênção” sobre nenhuma pessoa, até o ditador mais nefasto (outros que ‘possam seus nomes serem apagados” sobre Hi**er e seus seguidores ). Naquela mesma palestra que deu a resposta à sua pergunta sobre prece, o Rebe mencionou isso, também.

Deveríamos falar somente coisas boas e desejáveis sobre o povo judeu. D'us nos proíba de dizer algo negativo sobre um judeu nem sobre nenhum ser humano. Pois com palavras negativas, o oposto de bênção é trazido ao mundo, D'us não o permita. E agora mesmo estamos numa situação onde devemos inundar o mundo inteiro com bênçãos de bem revelado, visível.

Era assim que o Rebe entendia a missão do povo judeu, nossos objetivos neste mundo, ser uma luz entre as nações. Que eles poderiam fazer sua parte em construir um mundo estável, pacífico e harmonioso, um mundo onde a luz de um grande mestre que chamamos Mashiach pudesse brilhar, e “todas as nações do mundo irão servir D'us como um.” Conforme o Rebe escreveu em uma das suas últimas correspondências políticas, em 1991 para Sr. Ardadiusz Rybicki, Presidente do Conselho para Relações Judaicas Polonesas.

Nossos sábios do Talmud explicam por que a criação do homem diferiu da criação das outras espécies vivas e por que, entre outras coisas, o homem foi criado como um único indivíduo, ao contrário de outras criaturas criadas em pares. Uma das razões – nossos sábios declaram – é que foi o desígnio de D'us que a raça humana, todos os seres humanos em toda parte e em todos os tempos, deveriam saber que cada um e todos descendiam do único e do mesmo progenitor, um ser humano criado à imagem de D'us, para que nenhum ser humano pudesse alegar origem ancestral superior, portanto também achasse mais fácil cultivar um verdadeiro sentimento de reinado em todos os relacionamentos humanos.

Sim, é conflitante ser um judeu. Não estamos aqui para guerrear e matar. Mas D'us nos colocou num mundo – ou talvez, nós fizemos de Seu mundo um lugar assim – em que às vezes uma vida pode ser tirada para salvar outra. Ou até muitas vidas. É estranho, mas há algo de profunda beleza numa alma grande o suficiente para passar por ambos os lados de um mundo tão conflitante. Somente o pacifismo pode f**ar tão feio como seu opositor, mas saber a estação para cada coisa e lidar um com o outro é o que traz grande sabedoria.

Talvez esta seja a sabedoria que a Torá exige de nós. Talvez seja por que Ele enviou nossas almas a um mundo de tanto conflito, para que possamos também nos tornar aquela profunda beleza, e somente então podemos transformar o conflito em harmonia. Que é o verdadeiro signif**ado da paz.

NOTAS
1.
Hitvaduyot, 13 de Elul, 5742.

2.
Talmud, Brachot 58 a, ibid. 62 b, Ibid. Yoma 85 b.

3.
Sichot KOdesh 5729, Beresh*t

4.
Hitvaduyot, 13 de Tishrei, 5743.

Por Tzvi Freeman
Rabino Tzvi Freeman, editor sênior de Chabad.org, também lidera nossa equipe Pergunte ao Rabino. É autor de Trazendo o Céu para a Terra. Para inscrever-se e receber atualizações regulares sobre os artigos de Rabino Freeman, visite os Freeman Files.
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