21/02/2026
“Existem pessoas que não deixaram de acreditar no amor por escolha, mas por sobrevivência. Foram atingidas em cheio por experiências que prometeram cuidado e entregaram feridas. Um namoro que não deu certo, onde sonhos foram criados a dois e abandonados a sós, corroeu a confiança e abalou emoções que antes eram inteiras. Uma sociedade que não vingou — seja afetiva, profissional ou de vida — trouxe a frustração de planos compartilhados que se desfizeram antes de se concretizar.
Quando essas experiências se acumulam, o coração aprende a se fechar não por frieza, mas por cansaço. O amor parece arriscado demais, promessas soam vazias, e a esperança, antes espontânea, torna-se um esforço…”