25/05/2026
São João Crisóstomo escreveu algo que me marcou.
Ele dizia que o amor entre marido e mulher é a força que une a sociedade. Não as leis. Não as instituições. O que acontece dentro de uma casa, entre dois adultos que escolheram um ao outro, é o que estrutura tudo o mais.
Quando li isso pela primeira vez, parei.
Porque a gente vive num tempo que trata o casamento como uma experiência pessoal. Como algo que existe para te fazer feliz, e que pode ser descartado quando para de cumprir essa função. E aí o casal vai se desgastando, vai se afastando, e ninguém consegue nomear exatamente o que aconteceu.
O que aconteceu é que alguém parou de escolher o outro.
Crisóstomo também dizia que o marido deve amar a esposa como Cristo amou a Igreja. Não um amor conveniente. Um amor que se doa. Que permanece. Que não depende de condições favoráveis para existir.
Isso não é romantismo. É responsabilidade.
O casamento que você está construindo hoje não é só seu. É o chão onde seus filhos vão aprender o que é amor. É o exemplo que eles vão carregar para os próprios relacionamentos um dia.
Vale cuidar com seriedade do que você está construindo dentro da sua casa.