Grupo Espírita Feliciano Prates

Grupo Espírita Feliciano Prates O Grupo Espírita Feliciano Prates, de Encruzilhada do Sul, foi fundado em 1923, tem o propósito de di

Ânimo e fé A existência pode ter sido amarga.Espinheiros talvez se te estendam no caminho.Caíste, provavelmente, algumas...
20/05/2026

Ânimo e fé

A existência pode ter sido amarga.
Espinheiros talvez se te estendam no caminho.
Caíste, provavelmente, algumas vezes e outras tantas te reerguestes, à custa de lágrimas.
Sofreste perseguição e zombaria.
O mundo terá surgido aos teus olhos por vasto deserto.
Anotaste a força da morte que te subtraiu a presença de entes caros.
Viste a deserção de companheiros, renegando-te os ideais.
Seres queridos ignoraram-te os propósitos de elevação.
Varaste crises em forma de fracassos aparentes.
Tiveste o menosprezo por parte de muitos daqueles aos quais te confiaste.
Ouviste as palavras esfogueantes dos que te condenaram sem entender-te.
Palmilhaste longas áreas de solidão.
Perdeste valores que consideravas essenciais à sustentação dos empreendimentos que te valorizam as horas.
Sofres tribulações.
Suportas conflitos.
Atravessas dificuldades e tentações.
Entretanto, por maior seja a carga de provações e problemas que te pesam nos ombros, ergue a fronte e caminha para a frente, trabalhando e servindo, amando e auxiliando, porque ninguém, nem circunstância alguma te podem furtar a imortalidade, nem te afastar da onipresença de Deus.

Emmanuel, capítulo 5 do livro Companheiro

18/05/2026

Sessão Pública

Inimigos outrosMencionamos com muita frequência que os inimigos exteriores são os piores expoentes de perturbação que op...
18/05/2026

Inimigos outros
Mencionamos com muita frequência que os inimigos exteriores são os piores expoentes de perturbação que operam em nosso prejuízo.

Urge, porém, olhar para dentro de nós, de modo a descobrir que os adversários mais difíceis são aqueles de que não nos podemos afastar facilmente, por se nos alojarem no cerne da própria alma.

Dentre eles, os mais implacáveis são o egoísmo, que nos tolhe a visão espiritual, impedindo que vejamos as necessidades daqueles que mais amamos; o orgulho, que não nos permite acolher a luz do entendimento, arrojando-nos a permanente desequilíbrio; a vaidade, que nos sugere a superestimação do próprio valor, induzindo-nos a desprezar o merecimento dos outros; o desânimo, que nos impele aos precipícios da inércia; a intemperança mental, que nos situa na indisciplina; o medo de sofrer, que nos subtrai as melhores oportunidades de progresso, e tantos outros agentes nocivos que se nos instalam no espírito, corroendo-nos as energias e depredando-nos a estabilidade mental.

Para a transformação dos adversários exteriores contamos, geralmente, com o amparo de amigos que nos ajudam a revisar relações, colaborando conosco na constituição de novos caminhos; entretanto, para extirpar os que moram em nós, vale tão somente o auxílio de Deus com o laborioso esforço de nós mesmos.

Reportando-nos aos inimigos externos, advertiu-nos Jesus que é preciso perdoar as ofensas setenta vezes sete vezes, e decerto que para nos descartarmos dos inimigos internos — todos eles nascidos nas trevas da ignorância — prometeu-nos o Senhor: “conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres”, o que equivale dizer que só estaremos a salvo de nossas calamidades interiores, através de árduo trabalho na oficina da educação.

Capítulo 31 do livro Alma e coração - Emmanuel

15/05/2026
Paciência e nósQuando as dificuldades atingem o apogeu, induzindo os companheiros mais valorosos a desertarem da luta pe...
13/05/2026

Paciência e nós

Quando as dificuldades atingem o apogeu, induzindo os companheiros mais valorosos a desertarem da luta pelo estabelecimento das boas obras, e prossegues sob o peso da responsabilidade que elas acarretam, na convicção de que não nos cabe descrer da vitória final…
Quando os problemas se multiplicam na estrada, pela invigilância dos próprios amigos, e te manténs, sem revolta, nas realizações edificantes a que te consagras…
Quando a injúria te espanca o nome, procurando desmantelar-te o trabalho, e continuas fiel às obrigações que abraçaste, sem atrasar o serviço com justificações ociosas…
Quando tentações e perturbações te ameaçam as horas, tumultuando-te os passos, e caminhas à frente, sem reclamações e sem queixas…
Quando te é lícito largar aos ombros de outrem a carga de atribuições sacrificiais que te assinala a existência, e não te afastas do serviço a fazer, entendendo que nenhum esforço é demais em favor do próximo…
Quando podes censurar e não censuras, exigir e não exiges…
Então, terás levantado a fortaleza da paciência no reino da própria alma.
Nem sempre passividade significa resignação construtiva.
Raramente pode alguém demonstrar conformidade, quando se encontre sob os constrangimentos da provação.
Paciência, em verdade, é perseverar na edificação do bem, a despeito das arremetidas do mal, e prosseguir corajosamente cooperando com ela e junto dela, quando nos seja mais fácil desistir.

Emmanuel, capítulo 74 do livro Caminho Espírita

Caridade do Pensamento Sabemos todos que o pensamento é onda de vida criadora, emitindo forças e atraindo-as, segundo a ...
12/05/2026

Caridade do Pensamento

Sabemos todos que o pensamento é onda de vida criadora, emitindo forças e atraindo-as, segundo a natureza que lhe é própria.
Fácil entender, à vista disso, que nos movemos todos num oceano de energia mental.
Cada um de nós é um centro de princípios atuantes ou de irradiações que liberamos, consciente ou inconscientemente.
Sem dúvida, a palavra é o veículo natural que nos exprime as ideias e as intenções que nos caracterizem, mas o pensamento, em si, conquanto a força mental seja neutra qual ocorre à eletricidade, é o instrumento genuíno das vibrações benéficas ou negativas que lançamos de nós, sem a apreciação imediata dos outros.
Meditemos nisso, afastemos do campo íntimo qualquer expressão de ressentimento, mágoa, queixa ou ciúme, modalidades do ódio, sempre suscetível de carrear a destruição.
Se tens fé em Deus, já sabes que o amor é a presença da luz que dissolve as trevas.
Cultivemos a caridade do pensamento.
Dá o que possas, em auxílio aos outros, no entanto, envolve de simpatia e compreensão tudo aquilo que dês.
No exercício da compaixão, que é a beneficência da alma, revisa o que sentes, o que desejas, o que acreditas e o que falas, efetuando a triagem dos propósitos mais ocultos que te inspirem, a fim de que se traduzam em bondade e entendimento, porque mais dia menos dia, as nossas manifestações mais íntimas se evidenciam ou se revelam, inelutavelmente, de vez que tudo aquilo que colocarmos, no oceano da vida, para nós voltará.
Caridade do pensamento
Capítulo 7 do livro Paciência por Emmanuel/Chico Xavier

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05/05/2026

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