09/05/2026
DIA DAS MÃES, UMA QUESTÃO DE FAMÍLIA!
“Passará o Céu e a Terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mateus 24.35)
O cristão não tem todas as respostas. A Bíblia não é um livro de ciências, pois o Seu propósito primeiro não é nos desvendar os mecanismos do mundo físico, e sim nos dizer que há um Criador que pode ser conhecido e então nos falar fundamentalmente respeito da nossa relação com Ele e das relações com os nossos semelhantes. Nesse âmbito a Palavra de Deus é absolutamente clara e conclusiva. Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus e, mesmo tendo sido corrompidos pelo pecado, essa condição torna possível a nossa reconciliação com Ele e, também torna possível, uma vez preservada essa consciência, que experimentemos uma qualidade de vida compatível com aquela que Ele projetou para nós desde o princípio.
Nós podemos, em tese, questionar todas as coisas. Essa capacidade, contudo, não nos dá a prerrogativa de mudar todas as coisas, pois ser imagem e semelhança de Deus, possui implicações inescapáveis: “E aconteceu que, concluindo Jesus estas palavras, deixou a Galileia e foi para o território além do Jordão. Seguiram-no muitas multidões e os curou ali. Vieram a ele alguns fariseus e o experimentaram, perguntando: É lícito ao marido repudiar sua mulher por qualquer motivo? Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem” – (Mateus 19.1-6).
Ora, à medida que vamos desajustando as engrenagens que Deus montou nessa intricada máquina da criação, especialmente no que se refere aos princípios morais, iremos, na mesma medida, não somente perdendo a noção daquilo que somos, mas provando as duras consequências da nossa rebeldia. Veja que apesar de toda glória e sublimidade que existe na maternidade, ela nunca foi vista pelo Criador como uma questão que diga respeito unicamente à mulher. Gerar filhos é uma questão de família e, qualquer sociedade que ignorar esse fato, cairá num abismo irremediável de depravação e desumanização, onde homens, mulheres e filhos perderão suas identidades, gerando uma sociedade estranha, insossa e tão desfigurada que já não encontrará em si mesma o desejo da perpetuação.
Mas a família ainda tem chance? Apesar dos tantos estragos que as novas ideologias têm causado, vejo emergindo um movimento consistente de homens, mulheres e filhos, que já não lutam mais uns contra os outros, mas juntos se rendem à Palavra de Deus, não somente por motivos religiosos, mas porque também é óbvio, é histórico, é belo, é intrínseco à natureza da vida, que deva ser assim: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor (...) Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (...) Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo” – (Efésios 5.22,25 e 6.1)
PREZADO LEITOR: Que neste Dia das Mães, quando celebramos essa missão tão sublime, elevemos uma prece ao Criador, dizendo: “Pai celestial, neste tempo de tanta loucura, salva-nos de nós mesmos, e salva as nossas famílias. Em nome de Jesus. Amém!