Igreja Presbiteriana Central De Embu Das Artes

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A IPCEA é uma comunidade de famílias cristãs, que tem como padrão confessional a Teologia Formada e comprometida com a proclamação da Palavra de Deus, com a educação das gerações e com a transformação do ser humano e da sociedade.

Aniversário da IPCEA, e tbm, Publica confissão de fé e batismo de novos membros 09/11/2025
10/11/2025

Aniversário da IPCEA, e tbm, Publica confissão de fé e batismo de novos membros
09/11/2025

Culto de Ordenação e aniversário da SAF.08/11/2025
09/11/2025

Culto de Ordenação e aniversário da SAF.
08/11/2025

28/04/2025

"Enquanto isso, os discípulos pediam a Jesus, dizendo:
— Mestre, coma!
Mas ele lhes disse:
— Tenho para comer uma comida que vocês não conhecem.
Então os discípulos começaram a dizer entre si:
— Será que alguém lhe trouxe algo para comer?
Jesus lhes declarou:
— A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra. Vocês não dizem que ainda faltam quatro meses até a colheita? Eu, porém, lhes digo: Levantem os olhos e vejam os campos, pois estão maduros para a colheita. Quem colhe recebe desde já a recompensa e ajunta o seu fruto para a vida eterna, para que se alegrem ao mesmo tempo o que semeia e o que colhe. Pois, no caso, é verdadeiro o ditado: “Um é o que semeia, outro é o que colhe.” 38Eu os enviei a colher o que vocês não semearam; outros trabalharam, e vocês aproveitaram o trabalho deles" (Jo 4.31–38).

Além de nos salvar, Deus também nos deu o privilégio de sermos colaboradores em seu Reino. De trabalharmos e m prol do seu reino- essa é uma das alegrias do cristão – ele é útil no Reino. Veremos a perspectiva de Jesus sobre o trabalhar na obra de Deus.

31/10/2024

Quem ele é.


"Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? Então, ele respondeu:
Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías". (Jo 1.22–23).

Depois de se certificarem de que João não era uma das três personagens mencionadas (Jesus, Elias ou o Profeta), eles insistem na identidade do profeta (v. 22). João então revela às pessoas quem ele é: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor” (Jo 1.23). Esta é uma profecia de Isaías, em um contexto de mensagem de co***lo para Jerusalém, para os futuros exilados (Is 40.3,4). Naqueles tempos, quando um rei visitava uma província, ele enviava um engenheiro para colocar as estradas em boas condições. João então diz que ele é essa pessoa; ele é a voz do Verbo, veio preparar esse caminho e consertar as sendas tortuosas.

Aplicação:

Sabemos que Jesus, como rei, está voltando. Ele vem nos visitar mais uma vez. O dia da grande reunião com o Rei do Cosmos, com aquele que criou todas as coisas e sustenta todas as coisas (Jo 1.1-3), está próximo. A Igreja é a voz no deserto, é a voz no ermo, a voz profética de Deus que pede que os caminhos sejam endireitados. É hora de endireitar nossos caminhos tortuosos, os caminhos ermos e difíceis. É hora de colocar nossa vida no devido lugar. É hora de colocar seu casamento no caminho certo, sua vida financeira, seu relacionamento com sua família. Você e eu, se estamos praticando pecados ocultos e perigosos, precisamos endireitar nossa vida. Esta é a mensagem da voz do deserto.

30/10/2024

Aplicação: A igreja causa incômodo ao mundo. Mesmo pessoas religiosas podem ser completamente ignorantes em relação à igreja e ao Reino de Deus. A natureza da nossa missão é um incômodo. Quando o evangelho chegou a Tessalônica, disseram: “Estes que promovem tumulto em todo o mundo chegaram também aqui” (At 17.6).

Quem somos nós? Qual é a nossa identidade? O mundo precisa nos estranhar; somos um povo diferente! Somos do Senhor! Temos uma identidade peculiar: somos povo de Deus, seus representantes (1Pd 2.9). Quando o mundo pergunta quem somos, é porque estamos fazendo a diferença! Somos vozes no deserto da vida, somos arautos do Senhor.

29/10/2024

SUA IDENTIDADE.

"Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: Quem és tu? Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não. Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? Então, ele respondeu:
Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías" ((Jo 1.19–23).

Quem ele não é (v. 19-21). A comitiva sugeriu que João Batista poderia ser uma destas três pessoas: Jesus, Elias ou o profeta. João confessou que não era Jesus. Os judeus aguardavam o Messias, e o Sinédrio desconfiava das intenções de João Batista, pois ele poderia ser um impostor, como tantos que surgiram naquela época. Porém, João diz abertamente: “Eu não sou o Cristo” (v. 20; cf. 1. 7, 8; 15). João não poderia ser o Messias porque ele não realizava milagres (Jo 10. 41).

Os líderes também aguardavam a vinda de Elias, porque o Antigo Testamento termina com a promessa de que Elias viria (Ml 4. 5, 6). Elias apareceria no cenário antes do surgimento do Messias (Mt 17.10). Jesus identificou João Batista com Elias, mas João Batista não seria literalmente Elias; João “irá adiante do Senhor no espírito e poder de Elias” (Lc 1.17). Então, sobre Elias, João Batista diz “não sou” (v. 21).

Há outro personagem que os judeus aguardavam, chamado de “o profeta”. Eles esperavam um profeta semelhante a Moisés (Dt 18. 15-18). Este profeta é Jesus, e não João Batista, como vemos no sermão de Pedro e Estevão em Atos (At 3. 22, 23; 7. 37). Percebe-se que a confusão estava instalada entre os religiosos. Havia um homem pregando e atraindo multidões; suas vestes eram de pelos de camelo, ele usava um cinto de couro e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre. Sua mensagem era contundente e exigia arrependimento, mas quem era ele? Ele não era um saduceu, não era um escriba, não era um herodiano, nem se apresentava como sendo o Messias, nem o profeta, nem Elias. Após 400 anos de silêncio profético entre Malaquias e Mateus, surge um homem, nada convencional, pregando do outro lado do Jordão, em Betânia (v. 28).

28/10/2024

UMA VOZ NO DESERTO.

"Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: Quem és tu? Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo. 2Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não. Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo? Então, ele respondeu:
Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor,
como disse o profeta Isaías.
Ora, os que haviam sido enviados eram de entre os fariseus. E perguntaram-lhe: Então, por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? Respondeu-lhes João: Eu batizo com água; mas, no meio de vós, está quem vós não conheceis, o qual vem após mim, do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias. Estas coisas se passaram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando." (Jo 1.19–28).

INTRODUÇÃO:

Quando terminamos nossa leitura do Antigo Testamento, nos deparamos com uma página em branco na Bíblia, entre Malaquias e Mateus. Curiosamente, historicamente, entre Malaquias e Mateus há aproximadamente 400 anos de silêncio profético, durante os quais Deus não manifestou sua revelação a nenhum dos profetas. Após 400 anos de espera pela voz do Altíssimo, essa voz se manifestou novamente, mas não em um palácio, nem em um templo religioso, e nem mesmo entre os líderes religiosos mais proeminentes ou os políticos mais poderosos. Ela se revelou em um deserto, no deserto da Judeia, um lugar onde a temperatura facilmente ultrapassa os 40ºC durante o dia e cai para 10ºC ou menos à noite.

É nesse lugar ermo e inóspito que surge um homem literalmente gritando, uma voz no deserto: era a voz de João Batista, um profeta vestido de peles de camelo, possivelmente para se proteger do calor escaldante e do frio rigoroso do deserto. Essa voz tem uma mensagem ao mundo: arrependam-se e creiam no Messias. Veremos sua identidade e sua relação com Cristo.

Abençoado os filhos da Aliança.
28/10/2024

Abençoado os filhos da Aliança.

26/10/2024

“A verdade é que a igreja evangélica, de um modo geral, no Brasil, não sabe mais o que é legítimo; o que cabe ou não no púlpito... os púlpitos brasileiros estão cada vez mais empobrecidos. Pastores animam os seus auditórios com frases de efeito. Eles contentam suas igrejas com mensagens superficiais... Pastores e padres abandonaram a sua vocação de portadores de boas novas e assumiram novos papéis. Eles se tornaram animadores de auditório e levantadores de fundos....o púlpito transformou-se em palco, as igrejas, em plateia, e sermões podem ser, facilmente, confundidos com palestras de neurolinguística”

(ANGLADA, Paulo R.B. Reforma: Solução Divina, p. 8.).

26/10/2024

É ELE QUEM NOS REVELA O PAI.

"Ninguém jamais viu Deus; o Deus unigênito, que está junto do Pai, é quem o revelou" (Jo 1.18).

Jesus exerce as três funções do Antigo Testamento: Rei, Sacerdote e Profeta. Como Sacerdote, ele intercedeu junto ao Pai por nós e fez o sacrifício único e definitivo para nos redimir. Como Rei, ele governa sobre seu povo e sua igreja por meio da sua palavra. Como Profeta, ele revela a vontade de Deus para nossas vidas. É em Jesus que temos uma revelação do que precisamos do Pai.

Deus é completamente invisível (1Tm 1. 17). Moisés pediu para ver a Deus, mas só pôde ter um pequeno vislumbre da sua glória (Êx 33. 17-23), mesmo falando com Deus "face a face". Moisés recebeu a lei de Deus (v. 16), mas não pôde ver a Deus!

Então, João afirma que o Deus unigênito (μονογενὴς θεὸς), que está junto ao Pai, indicando intimidade e relacionamento profundo, veio nos revelar o Pai. Somente o Filho conhece e viu o Pai (Jo 6. 46; Lc 10. 22).

Aplicação:

Todo conhecimento que temos sobre Deus, tudo que podemos obter sobre o Pai, foi revelado no Filho (Jo 14. 9). Jesus é a perfeita exegese do Pai, pois o verbo usado por João aqui é "exegesato", de onde vem nossa palavra "exegese", que é a ciência de extrair o sentido exato de uma expressão. Jesus é a expressão exata de Deus; ele é único, é unigênito, e está em intimidade com o Pai, em seu seio. Nosso Deus, sendo Espírito, não podemos vê-lo nem tocá-lo, mas é em Cristo que podemos ter um relacionamento com Deus (Cl 1. 15). Jesus é a maior e mais importante revelação de Deus para todos nós (Hb 1. 1-3).

Há muitas pessoas esperando receber revelações místicas e momentâneas, mas esquecem da revelação maravilhosa que já temos. Nosso Salvador, nosso Redentor, nosso Criador se revelou a nós para nos salvar e para mostrar a glória do Eterno.

24/10/2024

ELE É O CUMPRIMENTO DA LEI.

"Porque a lei foi dada por meio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo" (Jo 1.17).

Esse versículo precisa ser bem interpretado. Algumas pessoas enxergam aqui uma rivalidade entre a lei e a graça, acreditando que há uma forte oposição entre elas.

Alguns chegam a afirmar que o Antigo Testamento "representa a lei e o Novo Testamento representa a graça". No entanto, esse não é o ensinamento das Escrituras. Isso é um exemplo de antinomismo, que se refere àquelas pessoas que são contrárias à lei e acreditam que não dependemos mais dela. O problema não está na lei em si, mas em nossa incapacidade de cumpri-la. Paulo afirma que “a lei é santa e o mandamento é santo, justo e bom” (Rm 7.12). Ele também pergunta: “Anulamos, então, a lei por meio da fé? De modo nenhum! Pelo contrário, confirmamos a lei” (Rm 3.31). Estamos “debaixo da lei de Cristo, para ganhar os que vivem fora do regime da lei” (1 Co 9.21).

Assim, “a lei foi dada por intermédio de Moisés” (v. 17) como algo bom e necessário. Cristo veio e cumpriu a lei, pois “a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (v. 17). Jesus mesmo afirmou que não veio abolir a lei (Mt 5.17-18). A lei revela nossos pecados, mas também aponta para alguém que não quebrou nenhum dos mandamentos: Cristo. Perceba que, enquanto a lei “foi dada” a Moisés, a verdade e a graça não foram dadas a Cristo, mas “vieram por meio de Cristo”, indicando que Ele é a fonte da verdade e da graça.

Aplicações:

Apreciar a Lei: Reconhecer que a lei é um reflexo do caráter de Deus e uma ferramenta que nos aponta para a necessidade de Cristo.

Buscar a Plenitude em Cristo: Entender que, embora a lei tenha sua importância, é em Jesus que encontramos a verdadeira graça e a capacidade de viver segundo a vontade de Deus.

Viver sob a Graça: Compreender que estamos chamados a viver não sob a condenação da lei, mas na liberdade e na transformação que a graça de Cristo proporciona.

Testemunhar a Verdade: Ser testemunhas da graça e da verdade que vêm de Cristo, compartilhando essa mensagem com aqueles que ainda vivem sem esperança.

23/10/2024

Dessa forma, o Filho de Deus se tornou uma verdadeira e completa pessoa humana. Na história da igreja, houve uma variedade de tentativas estranhas e bizarras de negar a completa e verdadeira humanidade de Jesus. A Escritura, porém, claramente descreve sua plena humanidade, crescimento e desenvolvimento, experimentando fome e sede, ira e tristeza, sofrimento e morte. As negações da humanidade de Cristo foram corretamente resistidas pela igreja primitiva por razões pastorais e soteriológicas com a fórmula “o que não é assumido não pode ser redimido”. As objeções são, em sua maior parte, arraigadas em um dualismo que é antitético à religião cristã. Quer seja encontrado no gnosticismo antigo ou moderno, no anabatismo do tempo da Reforma ou na filosofia especulativa do século 19, a convicção dualista de que o finito e o infinito são mutuamente excludentes deve ser repudiado. Há um só mediador entre Deus e a humanidade, o verdadeiro Deus-homem Jesus Cristo. Esse é o coração do evangelho.

(Bavinck, H. (2012). O Pecado e a Salvação em Cristo)

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