Paróquia Todos os Santos

Paróquia Todos os Santos Página da Paróquia Todos os Santos - Embu das Artes, Diocese de Campo Limpo/SP.
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São Felipe Néri foi um santo alegre porque era profundamente unido a Deus.Em uma época marcada por crises morais, corrup...
26/05/2026

São Felipe Néri foi um santo alegre porque era profundamente unido a Deus.

Em uma época marcada por crises morais, corrupção e esfriamento espiritual, ele compreendeu que a verdadeira renovação da Igreja não aconteceria por estratégias humanas, mas pela conversão sincera das almas.

Chamado de “Apóstolo de Roma”, Felipe caminhava pelas ruas da cidade atraindo jovens, pobres, doentes e pecadores com uma combinação rara: firmeza na verdade e caridade transbordante. Confessava durante horas. Pregava com simplicidade. Combatia a vaidade e a mediocridade espiritual sem perder a mansidão.

Sua alegria não era superficial. Não era barulho vazio nem distração mundana. Era fruto de um coração consumido pelo amor de Deus.

Enquanto muitos buscam felicidade em prazeres passageiros, São Felipe recorda que a alma só encontra verdadeira alegria quando vive em estado de graça. O pecado promete liberdade, mas produz vazio. A santidade, ao contrário, exige renúncia, mas gera paz profunda.

Felipe também tinha horror à aparência religiosa sem conversão verdadeira. Fugiu das honras, recusou vaidades e usava até do bom humor para destruir o orgulho, raiz de tantos pecados. Sabia que não existe santidade sem humildade.

Seu coração ardia literalmente de amor divino. Durante a oração, recebeu graças tão intensas do Espírito Santo que seu peito chegou a dilatar-se milagrosamente. Porque quem se entrega totalmente a Deus não permanece o mesmo.

Hoje, tantos confundem alegria cristã com entretenimento constante. São Felipe Néri mostra que a verdadeira alegria nasce da oração, da Eucaristia, da confissão frequente e da amizade sincera com Cristo.

O mundo precisa menos de cristãos tristes e acomodados, e mais de almas inflamadas pelo amor de Deus.

São Felipe Néri,
ensinai-nos a buscar a santidade com humildade, pureza e verdadeira alegria!

🎶 Vemmm aí a nossa FESTA JUNINA 2026 🎶 1• Final de semana:📅 06/06 - SÁBADO | 18h às 22h🎤 ATRAÇÃO: SILAS & FERNANDO ✅ Mui...
25/05/2026

🎶 Vemmm aí a nossa FESTA JUNINA 2026 🎶
1• Final de semana:
📅 06/06 - SÁBADO | 18h às 22h
🎤 ATRAÇÃO: SILAS & FERNANDO

✅ Muita música boa, comidas típicas 🌽, brincadeiras 🎉 a tradicional fogueira 🔥 a Quadrilha 💃🏼🕺🏻 e muita animação!!! 🪁🪗
📅 07/06 - DOMINGO | 18h às 21h30

🎤 ATRAÇÃO: ESTER PAES

✨ Vem pro nosso Arraiá Sô!✨

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🎶 Vemmm aí a nossa FESTA JUNINA 2026 🎶 1• Final de semana:📅 06/06 - SÁBADO | 18h às 22h🎤 ATRAÇÃO: SILAS & FERNANDO ✅ Mui...
25/05/2026

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1• Final de semana:
📅 06/06 - SÁBADO | 18h às 22h
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📅 07/06 - DOMINGO | 18h às 21h30

🎤 ATRAÇÃO: ESTER PAES

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“Mulher, eis aí o teu filho.”“Eis aí tua mãe.” (Jo 19,26-27)Aos pés da Cruz, no momento mais doloroso da Redenção, Crist...
25/05/2026

“Mulher, eis aí o teu filho.”
“Eis aí tua mãe.” (Jo 19,26-27)

Aos pés da Cruz, no momento mais doloroso da Redenção, Cristo entrega Maria à Igreja.

Ela não é apenas mãe de Jesus segundo a carne. É Mãe de todos aqueles que, pelo Batismo, tornam-se membros do Corpo de Cristo. Por isso a Igreja a invoca com confiança: Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja.

Enquanto os discípulos fugiam, Maria permaneceu de pé junto à Cruz. Não gritou. Não desesperou. Não abandonou o Filho. Sua presença silenciosa tornou-se sinal de fidelidade perfeita.

A maternidade espiritual de Maria nasce precisamente ali: no sacrifício do Calvário.

Em um mundo que despreza a pureza, relativiza a verdade e transforma a fé em sentimento passageiro, Nossa Senhora continua exercendo sua missão materna: conduzir as almas a Cristo, formar santos e sustentar a Igreja nos tempos de combate.

Não existe verdadeiro amor à Igreja sem amor à Virgem Maria. E não existe verdadeira devoção mariana que não conduza à obediência a Jesus.

Maria não ocupa o lugar de Cristo. Ela aponta para Cristo. Sempre. Em Caná, disse: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2,5). E continua repetindo isso à humanidade inteira.

Quantos querem uma Igreja sem maternidade espiritual. Quantos querem Cristo sem a Cruz, e a Cruz sem Maria. Mas foi o próprio Senhor quem quis precisar dela na obra da Encarnação e da Redenção.

No Cenáculo, Maria rezava com os Apóstolos aguardando Pentecostes. Hoje, continua reunindo seus filhos, fortalecendo os fracos, consolando os aflitos e conduzindo os pecadores ao Coração misericordioso do Filho.

Em tempos de confusão e frieza espiritual, o caminho seguro continua sendo o mesmo: permanecer junto da Mãe.

Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja,
guardai-nos na fidelidade a Cristo e protegei a Santa Igreja com vosso manto maternal.

24/05/2026

Santa Rita de Cássia é a prova viva de que a santidade não nasce da ausência de sofrimento, mas da fidelidade a Deus no ...
22/05/2026

Santa Rita de Cássia é a prova viva de que a santidade não nasce da ausência de sofrimento, mas da fidelidade a Deus no meio das dores mais profundas.

Esposa. Mãe. Viúva. Religiosa.

A vida de Rita foi marcada por espinhos desde cedo. Casou-se em uma sociedade violenta, atravessada por vinganças e rivalidades. Seu marido, inicialmente envolvido nesse ambiente brutal, foi transformado pouco a pouco pela paciência, oração e mansidão daquela mulher santa. Rita não venceu pela força. Venceu pela perseverança silenciosa de quem confia em Deus.

Mas a cruz não cessou.

Seu esposo foi assassinado. Seus filhos morreram pouco depois. Humanamente, tudo parecia destruído. Quantas almas, diante de dores menores, revoltam-se contra Deus, abandonam a oração ou endurecem o coração. Santa Rita fez o contrário: perdoou os assassinos do marido e entregou suas lágrimas ao Senhor.

Ela compreendeu aquilo que muitos recusam aceitar: o sofrimento unido a Cristo nunca é inútil.

Ao entrar para o Mosteiro agostiniano de Cássia, abraçou uma vida ainda mais intensa de penitência, caridade e contemplação. Queria amar Jesus Crucificado sem reservas. E Deus permitiu que participasse de modo visível da Sua Paixão: recebeu na fronte a ferida de um espinho da coroa de Cristo, carregando esse sinal até a morte.

No inverno rigoroso de sua enfermidade final, pediu uma rosa e alguns figos do jardim de sua antiga casa. Era janeiro. Impossível aos olhos humanos. Mas Deus fez florescer a rosa em pleno inverno.

Eis o grande símbolo de Santa Rita: a graça de Deus faz florescer até aquilo que parecia morto.

Por isso, ela é invocada nas causas impossíveis. Não porque exista magia na devoção, mas porque nada é impossível para Deus quando a alma permanece fiel.

Hoje, muitos querem milagres sem conversão, co***lo sem cruz e bênçãos sem vida de oração. Santa Rita nos recorda que os maiores milagres começam no coração que aprende a perdoar, perseverar e confiar.

Que Santa Rita de Cássia nos ensine a transformar nossos espinhos em caminho de santidade.

Santa Rita, santa das causas impossíveis,
rogai por nós!

São Bernardino de Sena foi um pregador que incendiava cidades inteiras com o Evangelho.Na primeira metade do século XV, ...
20/05/2026

São Bernardino de Sena foi um pregador que incendiava cidades inteiras com o Evangelho.

Na primeira metade do século XV, multidões lotavam praças para ouvi-lo. Gênova, Milão, Veneza, Roma… por onde passava, o povo se reunia não para assistir a um espetáculo, mas para escutar um homem que falava de Cristo com verdade, clareza e ardor.

Pequeno de estatura, franzino no corpo, mas gigante na fé.

Bernardino compreendeu algo que muitos esqueceram: a Palavra de Deus deve ser anunciada de modo compreensível, direto e vivo. Não suavizava o pecado. Não transformava o Evangelho em discurso vazio. Pregava para converter as almas.

Antes de ser um grande pregador, porém, foi um homem marcado pela caridade. Durante a terrível peste que atingiu Sena no ano de 1400, ainda muito jovem, cuidou dos doentes arriscando a própria vida. Aquela experiência mudou seu coração. O contato com o sofrimento o conduziu à radicalidade franciscana.

Entrou para a Ordem dos Frades Menores e abraçou uma vida de pobreza austera, penitência e oração. Andava descalço. Pedia esmolas. Estudava profundamente os santos doutores da Igreja. Mas também aprendeu com os simples. Com os camponeses. Com o povo comum. Por isso suas palavras alcançavam o coração das pessoas.

São Bernardino não buscava fama. Buscava almas.

Seu amor pelo Santíssimo Nome de Jesus tornou-se uma das marcas mais fortes de sua pregação. Em um mundo ferido pela violência, pelas disputas e pela corrupção moral, ele levantava o Nome de Jesus como sinal de esperança, conversão e salvação.

Hoje, muitos querem uma pregação que agrade os ouvidos. São Bernardino recorda que a verdadeira pregação deve antes converter o coração.

No fim da vida, exausto pelas missões e viagens apostólicas, desejou apenas aquilo que São Francisco também quis: ser colocado sobre a terra nua. Porque quem viveu desapegado do mundo não teme deixá-lo.

São Bernardino de Sena,
inflamai nossos corações com amor ao Santíssimo Nome de Jesus!

São Urbano I governou a Igreja em um tempo delicado, quando os cristãos ainda conviviam com perseguições, divisões inter...
19/05/2026

São Urbano I governou a Igreja em um tempo delicado, quando os cristãos ainda conviviam com perseguições, divisões internas e instabilidades constantes. E, mesmo assim, permaneceu firme.

Seu pontificado ocorreu entre os anos 223 e 230, sucedendo o Papa São Calisto I. Sob o governo do imperador Alexandre Severo, a Igreja viveu um período relativamente mais tranquilo externamente. Mas a paz aparente nunca elimina as lutas espirituais e doutrinais. Urbano precisou enfrentar tensões internas, manter a unidade da Igreja e defender com coragem aquilo que pertence a Deus.

Era um homem firme e caridoso. Não cedia diante dos erros, mas também sabia conduzir as almas à conversão. A tradição relata que muitos pagãos, inclusive membros de importantes famílias romanas, abraçaram a fé cristã graças ao seu testemunho e à sua pregação.

Em uma época em que o culto cristão ainda acontecia sob ameaças constantes, São Urbano demonstrava grande zelo pela dignidade da Santa Missa e pelos bens da Igreja. Não tratava as coisas sagradas com descuido. Compreendia que aquilo que é dedicado a Deus deve refletir reverência, beleza e verdade.

Hoje, tantos querem uma fé sem firmeza. Uma caridade sem verdade. Uma Igreja sem cruz. Mas São Urbano recorda que o verdadeiro pastor ama as almas justamente porque não negocia a fé recebida dos Apóstolos.

Mesmo cercada por perseguições, crises e confusões, a Igreja permaneceu de pé. Não por força humana, mas porque Cristo continua sustentando Sua Esposa através dos séculos.

Também nós somos chamados a permanecer firmes. Firmes na doutrina. Firmes na oração. Firmes na caridade. Firmes quando o mundo tenta ridicularizar a verdade do Evangelho.

São Urbano I, Papa,
rogai por nós!

17/05/2026
17/05/2026

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