Igreja Bíblica do Calvário

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Para que o Sacrifício de Jesus Cristo não seja em vão

Convite para Santa Ceia.
02/10/2021

Convite para Santa Ceia.

21/06/2019
Graça e Paz a Todos!Estamos nos aproximando  da semana Pascal. Uma data memorial para os crentes em Deus.Para os Judeus,...
12/04/2019

Graça e Paz a Todos!

Estamos nos aproximando da semana Pascal. Uma data memorial para os crentes em Deus.

Para os Judeus, a Páscoa é o Memorial do milagroso, poderoso e soberano ato de Deus, por meio do qual Ele trouxe Redenção e Libertação ao Seu povo, após mais de quatrocentos anos de escravidão no Egito. (Êxodo 12)

Como instrumento na Terra, Ele levanta Moisés a quem instruiu e direcionou para que Seu Propósito Redentor fosse cumprido.

Os Judeus experimentaram isso!

Para nós cristãos, o fundamento é o mesmo. A Páscoa é o Memorial do Ato Soberano, Misericordioso e Amoroso do Criador para conosco. Visto que, desde o primeiro pecado externado pelo homem, na figura de Adão e Eva, estávamos separados, enquanto vivos, da Presença de Deus e, em morrendo, as nossas almas condenadas a uma eternidade de trevas. Isto, porque o pecado dominante em nossa natureza humana produz essa separação (Isaías 59.1-4)

Mas, por nos amar profundamente, o Pai Celestial decide fazer algo para nos reconciliar com Ele, embora não fosse o autor da ruptura.

Assim, como na Páscoa, os judeus deveriam sacrificar um cordeiro sem defeito, Deus também sacrificou o Seu "Cordeiro Perfeito" - a saber - Jesus Cristo, Seu Filho Amado. Ele foi enviado a Terra para ser Nosso Libertador.

Como os Judeus deveriam aspergir o Sangue do cordeiro e marcar as ombreiras e vergas das portas de suas casas para que a praga das trevas nelas não entrassem, assim, o sangue de Cristo foi derramado totalmente, para que nós tomemos dele (isto é pela fé) e marquemos nosso coração com o perdão absoluto que Ele nos dá para não sermos condenados ás trevas eternas. Tudo isto, se dá quando temos a coragem de crermos que Ele é o Filho de Deus, que Seu Sacrifício é Redentor de nossas almas e, que carecemos dessa Redenção para apagar os nossos pecados que, se não pelo Sangue de Cristo, jamais deixarão de existir. (Isaias 43.11 e 25; João 1.29)


Portanto, como crentes em Deus e em sua Obra Redentora na pessoa de Jesus Cristo, nos preparemos, não apenas para mais um dia de Páscoa. Antes, para que através de uma vida temente a Deus e praticante de Seus princípios, nos aprontemos para vivermos a Eternidade com Ele! (Lucas 12.16-21)

"E em ninguém mais há Salvação. Pois também, nos Céus ou na Terra não há nenhum outro Nome o qual possamos invocar e sermos Salvos". (Atos 4.12)

Deus Conceda Misericórdia, Graça e Paz a todos nós!

Abraços.
Pr. Marcos Costa

Alimentando as Ovelhas ou, Divertindo os Bodes?Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um...
16/03/2017

Alimentando as Ovelhas ou, Divertindo os Bodes?

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.

Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15) — isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: “E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho”, assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires. Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? “Vós sois o sal”, não o “docinho”, algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: “Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!

Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: “Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!” Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: “Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!” Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: “Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos”. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles “transtornaram o mundo”. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.

Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.

Publicado também em: http://biblicadocalvario.blogspot.com.br/2017/03/alimentando-as-ovelhas-ou-divertindo-os_16.html

Por: Charles H. Spurgeon (1834-1892) era pregador, autor e editor britânico. Foi pastor do Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, desde 1861 até a data de sua morte. Fundou um seminário, um orfanato e editou uma revista mensal chamada “Sword and Trowel”. Conhecido como “Príncipe dos Pregadores”, Spurgeon escreveu muitos livros e artigos, particularmente na área devocional

03/12/2016
23/07/2016

DESCRER.

Acreditar sempre é preciso. Mas, sempre acreditar é difícil. A decepção gerada pelo que e em quem acreditamos tende a nos levar ao absoluto descrer. Entretanto, não podemos condenar ao descrédito o todo por causa de parte dele.

Pensemos na amizade: ela é o todo. Os amigos são as partes dela. Há amigos que nos ferem de maneira inesperada traindo a nossa confiança. Seria isso motivo para descrermos da amizade e renunciar a todos os amigos?

E o amor? Também é o todo. As pessoas que amamos e dizem nos amar são as partes dele. Há amores que nos são infiéis. Que dolorosa ferida nos faz! Mas, isso seria motivo para deixarmos de acreditar no amor, seja ele intimo, ou fraternal?

Também, a humanidade é o todo. cada individuo com seus pensamentos, suas ações e reações, seus sentimentos e suas palavras é parte dela. Há homens bons! Mas, também há aqueles que em determinadas situações poderão agir ou reagir de maneira errônea. Devemos nós condená-la totalmente, desconsiderando os virtuosos por causa dos maus feitores?

E quanto ao cristianismo? Ele é o todo. Os cristãos são as partes dele. Há cristãos que se deixam seduzir pelo pecado e mentem, se prostituem, roubam, julgam, condenam e falam mal do seu semelhante denegrindo o evangelho. Entretanto, seria isso motivo para descrermos de Cristo e de seus ensinos? Do cristianismo e dos sinceros cristãos? De abandonarmos a igreja, a obra ministerial e descrer da existência do Reino de Deus?

Certamente, há motivos para a nossa indignação e espanto. Mas, mesmo assim, não poderemos jamais descrer de um todo por causa do defeito de parte dele. Porque então seria necessário descrermos de nós mesmos, visto que, em parte, também somos defeituosos.

Um discípulo, chamado Simão Pedro, disse que iria com Cristo até á morte. Jurou-lhe fidelidade e amizade leal. Entretanto, traiu a confiança de seu Mestre. Abandonou-O no momento em que Ele mais precisava de ajuda e, ainda, o negou por três vezes. E se Jesus fosse e agisse como alguns de nós hoje? Certamente, o condenaria por seu erro e sairia contando para todo mundo o que ele fez. Não o chamaria mais de discípulo, pastor ou apóstolo e também, o expulsaria da igreja e cortaria qualquer relação com Pedro.

Mas, graças a Deus que era Jesus Cristo, que acreditou que Pedro daria a volta por cima! O Próprio Jesus o ajudou a levantar-se (João 21.14-22). Por isso, Pedro recebeu o perdão e teve a oportunidade de superar aqueles tombos e tornou-se um grande apóstolo e por ele, Deus restaurou a muitos.

A nossa mania de julgar a tudo e a todos e, ao mesmo tempo, de não atentarmos para os nossos próprios erros e defeitos, tem nos levado ao descrer do todo por causa de parte dele.

Poderemos até não ter os mesmos defeitos que alguém. Entretanto, perceberemos em nós outros tão nocivos quanto aqueles.

Jesus Cristo nos deixou alguns importantes ensinamentos, como estes transcritos abaixo.

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mateus 7.1-5)

“Por isso o reino dos céus é comparado a um rei que quis tomar contas a seus servos; e, tendo começado a tomá-las, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos; mas não tendo ele com que pagar, ordenou seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos, e tudo o que tinha, e que se pagasse a dívida. Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, tem paciência comigo, que tudo te pagarei. O senhor daquele servo, pois, movido de compaixão, soltou-o, e perdoou-lhe a dívida. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos, que lhe devia cem denários; e, segurando-o, o sufocava, dizendo: Paga o que me deves. Então o seu companheiro, caindo-lhe aos pés, rogava-lhe, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei. Ele, porém, não quis; antes foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Vendo, pois, os seus conservos o que acontecera, contristaram-se grandemente, e foram revelar tudo isso ao seu senhor. Então o seu senhor, chamando-o á sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste; não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, assim como eu tive compaixão de ti? E, indignado, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim vos fará meu Pai celestial, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão.” (Mateus 18.23-35)

“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.” (Mateus 7.12)

Que Deus nos conceda Graça e Misericórdia, hoje e sempre.

Reflexão por:
Pr. Marcos Costa
Igreja Bíblica do Calvário
Embu Guaçu / SP

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