04/03/2025
A depressão é um transtorno psicológico caracterizado por tristeza persistente e falta de interesse em realizar atividades diárias comuns.
Outros sintomas que a indicam são insônia, sonolência, falta ou aumento de apetite, cansaço excessivo, falta de energia, apatia, autodesvalorização, sentimento de culpa e outros.
Não são apenas problemas pessoais e traumas do passado que causam a doença, fatores físicos e genéticos também contribuem para o aparecimento de doenças emocionais, assim como deficiência de substâncias cerebrais, problemas hormonais, e outros.
Propensores: histórico familiar, estresse crônico, ansiedade crônica, traumas psicológicos, conflitos conjugais, doenças neurológicas, doenças cardiovasculares e até problemas endocrinológicos, logo, uma pessoa com sintomas depressivos precisa procurar um médico para entender as causas e iniciar o tratamento adequado.
Reconhecemos o transtorno e acolhemos os que pelo ele alcançados, porém, não podemos distorcer as verdades do evangelho.
“Todo progresso na vida cristã depende de uma recapitulação dos termos originais de quando uma pessoa se acertou com Deus” (John Stott, A cruz de Cristo, p.27). ... São princípios que também são princípios da Inteligência emocional que aprendemos a lutar contra as inclinações de sermos introvertidos, autocríticos, iracundos, ansiosos, amargurados, desesperançosos, incrédulos e desanimados e, isso depende de uma redescoberta intencional do evangelho. Quando são questões pessoais e emocionais que nos afetam, as bases bíblicas são a essência pra um redirecionamento psicológico e emocional. "porque o reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo." (ROMANOS: 04. 07)
Lucas 12. 13 - 34, é uma aula básica sobre as prioridades do evangelho, muito diferente do que a teologia couch, a doutrina da prosperidade ou a lei da semeadura ensinam, A VERDADE É QUE O EVANGELHO É SIMPLES PARA UM VIVER SIMPLES - NÓS É QUE O COMPLICAMOS.
Um problema ainda maior é que, alguns palcos ou púlpitos que, alguns indevidamente chamam de altares, estão mais preocupados em ministrar autoajuda, prosperidade e empatia mais do que apresentarem cura.