VINDE E VEDE

VINDE E VEDE Página "VINDE E VEDE, assim como o Livro, conta um pouco da História da Paróquia e do Bairro Santo André - Dourados MS. Autoria José Vieira dos Santos.

Igreja Santo André, Dourados MSR. Ediberto Celestino de Oliveira, 1169 - Vila Santo Andre
15/02/2026

Igreja Santo André, Dourados MS

R. Ediberto Celestino de Oliveira, 1169 - Vila Santo Andre

02/02/2026
Minha segunda viagem a CoximAntes de narrar esta nova viagem, deixo que a memória me conduza à primeira vez em que perco...
02/02/2026

Minha segunda viagem a Coxim

Antes de narrar esta nova viagem, deixo que a memória me conduza à primeira vez em que percorri o caminho até Coxim. Era dezembro de 2022. A ordenação episcopal de Dom Otair Nicoletti ainda ecoava na Catedral de Dourados, onde, no dia 10, ele havia recebido o báculo e o encargo de pastorear a Diocese de Coxim. Nove dias depois, em 19 de dezembro, acompanhei o amigo recém-ordenado em sua mudança para o novo lar que o aguardava.
Dom Otair carrega consigo uma história que atravessa estados, cidades e décadas. Minha convivência com ele, porém, antecede esses acontecimentos na minha própria memória. Conheci-o ainda seminarista, quando eu trabalhava na Cúria Diocesana de Dourados. Em 1996, já como reitor do Seminário, atendia pastoralmente a comunidade Santo André, da qual faço parte, e foi um dos padres assistentes em meu casamento com Ilcineia, em 28 de dezembro daquele ano. Ao longo desse período — entre reuniões, formações e encontros — construímos uma proximidade que se manteve até sua transferência para Novo Horizonte do Sul, em 2003
Com seu retorno a Dourados, em 2005, essa convivência se renovou. Além dos trabalhos paroquiais, ele se tornou diretor espiritual do CEIA — instituição onde retomei minha vida profissional após deixar a Cúria. Foi também ele quem batizou e crismou nosso primeiro filho, Nathan, e esteve presente em momentos marcantes de nossa família: confraternizações, encontros simples e também o período de luto pela perda dos meus pais. Anos depois, com a criação da Paróquia Santo André, onde resido, reencontrei-o como primeiro pároco, retomando uma relação próxima, seja pela comunidade, seja pelo CEIA, do qual foi diretor espiritual até 2022.
Nascido em 6 de abril de 1962, em Fernandópolis (SP), Dom Otair é o primogênito dos sete filhos de Aparecida e Domingos Nicoletti. Ainda na infância, a família mudou-se para Angélica (MS), onde sua vocação começou a ganhar forma. Estudou no Seminário Franciscano em Rio Brilhante e, mais tarde, no Seminário Diocesano de São Gabriel do Oeste.
Em Campo Grande, concluiu, entre 1987 e 1989, a licenciatura em Filosofia pela FUCMT. De 1990 a 1993, cursou o bacharelado em Teologia pelo Instituto Teológico João Paulo II e pela Unicesumar, de Maringá. Sua ordenação diaconal ocorreu em Ivinhema; a presbiteral, em 18 de junho de 1994, na mesma cidade.
Desde então, sua trajetória pastoral se desdobrou em múltiplas frentes: vigário, pároco, reitor de seminário, fundador e presidente da Cáritas Diocesana, membro do Conselho Econômico, Vigário Geral e assessor das grandes campanhas da Igreja no Brasil. Um caminho de serviço silencioso e dedicação constante — quem o conhece sabe que Dom Otair nunca fugiu do trabalho, seja no altar, na enxada, no escritório ou na estrada.
Em 19 de outubro de 2022, o Papa Francisco o nomeou bispo de Coxim. Na época, ele era Vigário Geral da Diocese de Dourados, reitor do Seminário Propedêutico e, há anos, diretor espiritual do CEIA. Sua ordenação episcopal aconteceu no dia 10 de dezembro, na Catedral de Dourados, pelas mãos de Dom Antonino Migliore e Dom Dimas Lara Barbosa.
Partimos rumo à estrada a bordo de uma Kombi simples, cedida pelo Seminário Propedêutico de sua diocese de origem. Saímos antes do amanhecer — às quatro da manhã — levando caixas, lembranças e uma silenciosa dose de expectativa. Chegamos a Coxim perto do meio-dia, recebidos por um calor que parecia anunciar o início de um novo tempo. Descarregamos, organizamos o essencial e respiramos o cheiro da nova casa. Por volta das quatro da tarde, já retornávamos a Dourados. Um bate-e-volta breve, mas simbólico: o começo de uma missão e, para mim, o início de uma ligação afetiva com aquele percurso e aquela cidade.

Agora, ao revisitar Coxim nesta segunda viagem, percebo como certos caminhos guardam ecos de passos antigos. Era o início da tarde de uma terça-feira, 2 de dezembro, quando acompanhei novamente Dom Otair — desta vez não mais o bispo em início de missão, mas um pastor já integrado ao ritmo da diocese que o acolheu. Voltávamos à residência episcopal após uma sequência intensa de compromissos: a posse do novo bispo na Diocese de Jardim (MS) e, na noite anterior, em Dourados, a presidência da Celebração Eucarística na Catedral Imaculada Conceição, parte do Novenário da Padroeira da cidade. A missa também celebrava os 90 anos da criação da paróquia e os 100 anos da chegada da imagem da Imaculada Conceição a Dourados — uma noite de memória e fé.
Partimos às 13h30, seguindo por Itaporã, Maracaju e Sidrolândia, onde fizemos uma pausa para o café da tarde. Depois seguimos para Campo Grande, onde Dom Otair passou rapidamente na casa da irmã e foi recebido com carinho pelos sobrinhos. Retomamos a estrada às 17h30, pela BR-163, atravessando Bandeirantes, São Gabriel do Oeste e Rio Verde, até chegarmos à residência episcopal às 21h.
Ainda naquela noite, Dom Otair recebeu a visita dos irmãos e amigos Ishi, David e Fátima, que pernoitaram ali após resolverem assuntos particulares em Sonora (MS).
A quarta-feira amanheceu serena. Após o café da manhã, o bispo nos levou para conhecer espaços significativos da vida diocesana: a Catedral São José, a Cúria e o Centro de Formação Emaús, situado a 13 km do centro e atualmente em reforma. No retorno, passamos no mercado e na casa de carnes — preparativos para o churrasco que David, com sua habilidade habitual, assumiria.
O almoço foi simples e farto, como os bons almoços do interior: carne bovina e cordeiro, salada fresca, arroz e mandioca macia. De sobremesa, sorvete. À mesa sentaram-se também dona Maria, cozinheira da residência, e o padre João Pedro, ecônomo da diocese e pároco da Paróquia São Francisco das Chagas, presença diária nas refeições com o bispo.
Por volta das 13h, Fátima e David retornaram a Dourados. Eu e Dom Otair permanecemos ali, dedicando a tarde à montagem do presépio na calçada externa — tradição deixada por Dom Antonino Miggliore, bispo emérito residente na Itália. Como Dom Otair havia passado dez dias fora, o presépio estava atrasado, e alguns vizinhos até especulavam que talvez não fosse montado naquele ano. Aos poucos, entre luzes e figuras, o presépio voltou a ocupar seu lugar. Após um dia longo, recolhemo-nos por volta das 20h.
A quinta-feira, 3 de dezembro, começou com oração às 5h, seguida do café e da continuidade na montagem do presépio. No almoço, o padre João Pedro nos levou a um restaurante à beira do rio Coxim, famoso pelo buffet de peixes. Serviram-nos moqueca de pintado, costelinha de pacu frita, peixe com banana, filé de peixe e outras variedades que perfumavam o salão com o aroma do rio.
À tarde, às 15h, seguimos para Sonora, na divisa entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. O compromisso do bispo era participar do encerramento anual do Projeto Social Esperança “Giuseppe Guttilla”, conduzido pelas Irmãs Missionárias Catequistas do Sagrado Coração e responsável por atender cerca de duzentas crianças de 5 a 15 anos. Antes do evento, visitamos a Igreja Nossa Senhora Aparecida, matriz local, e a casa do padre João Paulo, pároco da comunidade.
O evento teve início às 19h30. Na abertura, a coordenadora convidou Dom Otair a dirigir palavras de ânimo e gratidão, concluindo com a oração do Pai-Nosso. Em seguida, houve apresentações com o tema ambiental “Sonhar e Transformar: a beleza do futuro está em nossas mãos”, encerradas com a encenação do nascimento de Jesus — gesto que devolvia ao ambiente a essência do Natal.
O último momento foi a entrega dos presentes de Natal, oferecidos por padrinhos e madrinhas previamente escolhidos. Depois, a convite do padre João Paulo, jantamos espetinhos em uma espetaria simples da cidade. Em seguida, retornamos a Coxim para descansar.
A sexta-feira, meu último dia na residência episcopal, manteve a rotina de oração, café da manhã e ajustes finais no presépio. No almoço, novamente contamos com a presença tranquila do padre João Pedro e de dona Maria. Às 14h, Dom Otair me deixou na rodoviária de Coxim. Retornei a Dourados, chegando de madrugada, por volta de 1h30.
Conhecer Dom Otair de perto é perceber que a simplicidade que ele carrega não nasceu com o episcopado — vem de longe. Sua história começa em Fernandópolis, em 1962, como o primeiro dos sete filhos de Aparecida e Domingos Nicoletti. A mudança para Angélica aproximou-o do chão do povo e da vida comunitária, moldando sua vocação. Passou pelo Seminário Franciscano em Rio Brilhante, pelo Seminário Diocesano de São Gabriel do Oeste e concluiu Filosofia e Teologia em Campo Grande e Maringá.
Ordenado sacerdote em 1994, dedicou-se a paróquias grandes e pequenas, formou seminaristas, fundou e presidiu a Cáritas Diocesana, serviu como Vigário Geral e assessor das campanhas nacionais da Igreja. Uma vida inteira sem se distanciar do povo — e talvez por isso, quando o Papa Francisco o nomeou bispo para Coxim, em 19 de outubro de 2022, ninguém duvidou que seu pastoreio teria cheiro de estrada e de pasto verde.
Foram dias de boa convivência, conversas longas e muitos assuntos compartilhados. A impressão que ficou é simples e luminosa: Dom Otair está bem em Coxim, e o povo o acolheu com carinho verdadeiro. As crianças se aproximam com naturalidade, acenam de longe, reconhecem nele não apenas o pastor, mas alguém que caminha ao lado delas. As pessoas admiram sua simplicidade, sua paciência, sua disposição para o trabalho — veem nele o bispo, sim, mas também o jardineiro, o homem da enxada, o carpinteiro, o motorista que dirige o próprio carro, o vizinho que vai à padaria e ao mercado como qualquer outro.
Essa proximidade discreta é um dom raro, e o povo do interior sabe reconhecer quem vive com autenticidade.
Ao final desses dias, só posso dizer: obrigado pela acolhida. Que Deus conserve em você, Dom Otair, essa serenidade firme, esse modo acessível e essa proximidade tão humana. Há muito caminho pela frente, mas estes primeiros anos já revelam quanto você abraça a missão com convicção. Suas longas viagens, para encontrar seus fiéis e visitar comunidades distantes, revelam o coração de um verdadeiro pastor — e isso é algo belo de se testemunhar.

José Vieira

Padre Teodoro Benitez, nacionalidade paraguaia (Distrito de General Artigas - Departamento de Itapúa), 59 anos, 28 anos ...
01/02/2026

Padre Teodoro Benitez, nacionalidade paraguaia (Distrito de General Artigas - Departamento de Itapúa), 59 anos, 28 anos de Sacerdócio, padre diocesano, assume a Paróquia Santo André, Dourados.

Padre Teodoro Benitez: o quarto pároco da Paróquia Santo AndréPadre Teodoro Benitez nasceu em 17 de julho de 1966, no Di...
26/01/2026

Padre Teodoro Benitez: o quarto pároco da Paróquia Santo André

Padre Teodoro Benitez nasceu em 17 de julho de 1966, no Distrito de General Artigas, Departamento de Itapúa, no Paraguai, distante cerca de 300 km da capital Assunção e 290 km de Santa Rosa/RS. Filho de pais paraguaios, Mariano Mendes e Elvecia, é um dos dez irmãos da família.
Quando tinha dois anos de idade, mudou-se com a família para a fronteira com o Brasil, estabelecendo-se em Pedro Juan Caballero, cidade vizinha de Ponta Porã. Morou por dois anos em Sanga Puitã e, ainda jovem, iniciou uma experiência vocacional com os Irmãos Maristas, residindo em Dourados e no Rio Grande do Sul. Permaneceu com os Maristas por seis anos, período em que concluiu o Ensino Médio. Durante esse tempo, percebeu que aquela não era sua vocação definitiva e, pelo profundo carinho que sempre teve pela Eucaristia e pela Missa, foi aconselhado a discernir a possibilidade do sacerdócio.
Retornou então a Dourados, onde procurou Dom Alberto, bispo diocesano à época. Acolhido pelo bispo, foi encaminhado para os estudos de Filosofia e Teologia, realizados em Campo Grande.
Foi ordenado sacerdote por Dom Alberto Först, no dia 20 de junho de 1998, na Igreja Divino Espírito Santo, em Ponta Porã. Seu lema sacerdotal é: “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8).
Ao longo de seus 28 anos de sacerdócio, exerceu seu ministério inicialmente nas paróquias São Pedro Apóstolo (Angélica), Nossa Senhora Aparecida (Novo Horizonte do Sul) e São Paulo Apóstolo (Ivinhema). Posteriormente, foi transferido para a fronteira, atuando na Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Aral Moreira), durante o período de transição do atendimento dos padres carmelitas para os diocesanos, colaborando também na Paróquia Divino Espírito Santo, em Ponta Porã.
Com a chegada de Dom Redovino Rizzardo ao governo pastoral da Diocese de Dourados, foi transferido para Campo Grande, onde auxiliou na formação em Filosofia e Teologia no Seminário Maior Maria Mãe da Igreja. Ao retornar à Diocese de Dourados, passou por um breve período em Anaurilândia e, em seguida, seguiu para Caarapó, assumindo como pároco da Paróquia Senhor Bom Jesus, logo após os franciscanos entregarem sua administração ao bispo diocesano.
Entre os anos de 2010 e 2012, a pedido de Dom Redovino, assumiu a reitoria do Seminário Propedêutico Sagrado Coração de Jesus, em Dourados. Após esse período, atuou por pouco tempo na Paróquia Cristo Rei (Laguna Carapã), sendo novamente transferido para Ponta Porã, onde assumiu como pároco da Paróquia Divino Espírito Santo, sua comunidade de origem.
Posteriormente, seguiu para Caarapó, assumindo a Paróquia São Francisco de Assis, e depois foi transferido por Dom Henrique Aparecido de Lima para Maracaju, onde exerceu o ministério como pároco da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Por necessidade pastoral, reassumiu a reitoria do Seminário Propedêutico Sagrado Coração de Jesus, em Dourados, no período de 2023 a 2025.
Destaca-se, ainda, seu importante trabalho pastoral junto à Colônia Paraguaia residente em Dourados, contribuindo para a preservação de suas raízes culturais e religiosas.
No início de dezembro de 2025, Dom Henrique Aparecido de Lima o designou como o quarto pároco da história da Paróquia Santo André, em Dourados, criada em 30 de novembro de 2013. O então pároco, Padre Ciro Ricardo, foi transferido para a Paróquia Divino Espírito Santo, em Ponta Porã. A Celebração da Eucaristia com o rito de posse do Padre Teodoro Benitez foi realizada no domingo, 1º de fevereiro de 2026, às 8 horas.
(editado em 08/02/2026)

30/05/2025

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25/09/2024
Frei Jorge Elsing*16/09/1932. +25/09/2024Faleceu nesta tarde, Frei Jorge Elsing, ofm, estava hospitalizado desde domingo...
25/09/2024

Frei Jorge Elsing
*16/09/1932. +25/09/2024

Faleceu nesta tarde, Frei Jorge Elsing, ofm, estava hospitalizado desde domingo, no Hospital Cassems, Campo Grande, MS

Breve biografia de Frei Jorge Elsing.

Nasceu aos 16 de setembro de 1932, em Erfurt, Alemanha, com o nome Georg Klemens Maria Elsing, filho de Berta Elsing e Heinrich Elsing. Foi batizado dia 25 de setembro de 1932, em Erfurt.
Entrou na Ordem dos Frades
Menores (Frades Franciscanos) em 15 de abril de 1953, em Salmünster, com o nome alemão Godehard.
Fez a sua primeira profissão temporária na Ordem dia 15 de abril de 1954. Fez a Profissão Solene em 21/04/1957, em Fulda, e sua Ordenação Sacerdotal aconteceu aos 05 de abril de 1959, também em Fulda. Chegou ao Brasil aos 09 de junho de 1961, onde assumiu o nome de Frei Jorge. Estudou o português em Guaratinguetá, SP, junto aos frades da Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.
Por onde passou, Frei Jorge sempre teve a preocupação de deixar uma boa estrutura física para as atividades paroquiais: capelas, salões paroquiais, salas de catequese, centros de pastoral. Junto aos benfeitores da Alemanha, buscou sempre ajuda para a realização de seus projetos de evangelização.
Com seu jeito sistemático, mas também de forma muito
espontânea, atendia com alegria ao povo e não deixava de dedicar esforços para bem fazê-lo. Nos primeiros anos de missão, andou a cavalo, enfrentou intempéries, ficou dias longe de casa, mas adaptava-se bem a tudo e a todos. Quando passava por dificuldades de adaptação
com lugares ou com pessoas, sofria, sim, com isto, mas buscava novos caminhos e continuava a trabalhar, aqui ou acolá, com outras pessoas que tivessem paciência para compreendê-lo e acolhê-lo, o que ele procurava fazer também com todos.
Cultivou muitas amizades durante os muitos anos de missão e evangelização nas terras de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Sempre foi atencioso com os benfeitores da Alemanha, enviando-lhes cartas de agradecimento.
A idade madura o encontrou brincalhão e expansivo.
Incompreendido por uns e acolhido por outros, certamente isto lhe tem ajudado muito a viver o dia a dia. Andando devagar pelos corredores do convento, bajulando uns e outros, paparicando as funcionárias, assistindo televisão, conversando animadamente às refeições ou mesmo calado durante reuniões, por onde vai ele marca presença e toma conta do espaço com sua alegria provocadora.
Foi Pároco e Vigário Paroquial em várias Paróquias, Guardião
em várias Fraternidades e cronista de várias Fraternidades. Foi Custódio por seis anos da Custódia Franciscana das Sete Alegrias de Nossa Senhora, com sede em Campo Grande, MS. Foi Presidente da Conferência dos Ministros Provinciais do Brasil – CFMB. Foi Presidente da União das Conferências Franciscanas da América Latina e Caribe – UCLAF.
Trabalhou em Chapada dos Guimarães, MT (1961 a 1965),
como vigário paroquial; Rosário Oeste, MT (1966 a 1970), como vigário paroquial; Dourados (Catedral), MT/MS (1971 a 1979), como vigário paroquial; Itaporã, MS (1980 a 1981), como pároco; Campo Grande, MS (1982 a 1987), como custódio e pároco; Pedra Preta, MT (1988 a 1993), como pároco; Nova Canaã do Norte, MT (1994 a 1997), como pároco; Santo Antônio de Leverger, MT (1998), como pároco; Pedra Preta, MT (1999 a 2001), como vigário paroquial; Campo Grande, MS (2002 a 2004), como vigário paroquial; Cuiabá, MT (2005
a 2008), como vigário paroquial; Campo Grande, MS. Desde 2009 até a tarde de hoje, 25/09/2024, dia do seu batismo (25/09) quando veio a falecer, morava na casa dos confrades idosos, Fraternidade São Francisco de Assis, Campo Grande.
Paróquia Santo André - Dourados MS

Padre Cicero é transferido para Paranaiguara, Goiás, 25 km da divisa com Minas Gerais. Ele será responsável por duas par...
29/04/2024

Padre Cicero é transferido para Paranaiguara, Goiás, 25 km da divisa com Minas Gerais. Ele será responsável por duas paróquias, distante 34 km entre as duas sedes.
A nova paróquia está a 760 km de Dourados MS.

Jusan, agora são 50 anos! Parabéns a todas pessoas que fizeram uma experiência de amizade, fé e vida comunitária.
15/03/2024

Jusan, agora são 50 anos! Parabéns a todas pessoas que fizeram uma experiência de amizade, fé e vida comunitária.

Video gravado por ocasião dos 35 anos do Grupo de Jovens Jusan - Jovens Unidos de Santo André, Dourados MS em 2009.

  Catedral de Dourados 2018Foto: José Vieira dos Santos (30/09/2018)
28/02/2024

Catedral de Dourados 2018
Foto: José Vieira dos Santos (30/09/2018)

Maria Emília de MenezesDai-lhes, Senhor, o eterno descanso Entre os esplendores da luz perpétua. Descansem em paz. Amém!...
23/02/2024

Maria Emília de Menezes
Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso
Entre os esplendores da luz perpétua.
Descansem em paz. Amém!
* 26/03/1961
+ 22/02/2024

Velório: Pax Primavera - Av. Weimar Gonçalves Torres, 4974 - Vila Industrial
Sepultamento: 16h

Endereço

Dourados, MS
79810020

Telefone

67 98404-5918

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