Santuário N S Aparecida

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23/05/2026
Cubra-nos com teu manto de amor, ó Mãe! 💙
23/05/2026

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Neste domingo: Solenidade de Pentecostes. O Espírito Santo é enviado, nasce a Igreja do Senhor
23/05/2026

Neste domingo: Solenidade de Pentecostes. O Espírito Santo é enviado, nasce a Igreja do Senhor

PARÓQUIA NOSSA SENHORA APARECIDANO SANTUÁRIO N S APARECIDA- Toda Quinta-feira, às 19h30- Todo Domingo, às 8h e às 19hNA ...
23/05/2026

PARÓQUIA NOSSA SENHORA APARECIDA
NO SANTUÁRIO N S APARECIDA
- Toda Quinta-feira, às 19h30
- Todo Domingo, às 8h e às 19h
NA COMUNIDADE SÃO CRISTÓVÃO
- Todo Domingo, às 18h
NA CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO (Asilo)
- Todo Sábado, às 15h30
NA CAPELA SANTO EXPEDITO
- Todo Sábado, às 18h
NA CAPELA SANTA EDWIGES
- Todo Sábado, às 19h
NA COMUNIDADE SÃO PEDRO - TRÊS RIOS
- Todo 1° e 3° domingos, às 10h30
NA ASSOCIAÇÃO SÃO LOURENÇO
- Todo 2° e 4° Domingos, às 11h30
- Quinta-feira da 2ª e da 4ª semanas, às 18h
MISSA DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO
- Toda primeira sexta-feira, às 19h30, no Santuário

PENTECOSTES - O ESPÍRITO SANTO AGE NA IREJA E NO MEUNDOPentecostes é a festa da unidade na diversidade, é a festa da luz...
23/05/2026

PENTECOSTES - O ESPÍRITO SANTO AGE NA IREJA E NO MEUNDO
Pentecostes é a festa da unidade na diversidade, é a festa da luz diante das trevas do pecado e da morte. É a festa do amor de Deus manifestado em Jesus Cristo, caminho, verdade e vida (Jo 14,6).
Dom Vital Corbellini, Bispo de Marabá – PA.

No domingo seguinte à Ascensão do Senhor festeja a Igreja a solenidade de Pentecostes, a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos, que estavam reunidos no mesmo lugar, em Jerusalém, como um vento impetuoso, que encheu toda a casa e onde apareceram como que línguas de fogo que pousavam sobre cada um deles. Todos ficaram repletos do Espírito Santo e eles começaram a falar outras línguas conforme o Espírito Santo lhes concedia de se exprimirem (At 2,1-4). Pentecostes é a festa da unidade na diversidade, é a festa da luz diante das trevas do pecado e da morte. É a festa do amor de Deus manifestado em Jesus Cristo, caminho, verdade e vida (Jo 14,6).

Pentecostes é uma palavra grega: Pentecoste, cujo significado é qüinquagésimo dia; é uma festa católica, celebrada no domingo quarenta e nove dias após a Páscoa, para lembrar a descida do Espírito Santo no Cenáculo sobre os Apóstolos e a Virgem Maria[1] Antes da Ascensão, disse Jesus aos discípulos para não se afastarem de Jerusalém para aguardar a realização da promessa do Pai, pois se João batizou com água, eles seriam batizados no Espírito Santo (At 1, 4-5).

Os Apóstolos receberam o poder do Espírito Santo que desceu sobre os apóstolos para serem testemunhas de Jesus Cristo em Jerusalém, em toda a Judéia e na Samaria, e até os confins da terra (At 1,8). Desta forma o Espírito Santo, veio por pedido de Jesus ao Pai para a ação na Igreja e no mundo, em vista da unidade com Deus e pela salvação dos povos, como dom de Deus para todos.

A doutrina sobre o Espírito Santo
Os Padres da Igreja desenvolveram uma doutrina sobre o Espírito Santo pelas fórmulas pneumatólogicas no Antigo Testamento (AT), mas, sobretudo pelo Novo Testamento (NT). O Antigo Testamento falou da descida do Espírito sobre os reis e os chefes do povo (1 Sm 10,1;16,3), sobre os profetas (Is 11,2; Sl 50,13) percebido também como dom prometido para o dia do Senhor (Jl 3,1). A Sagrada Escritura também falou que o Espírito pairava sobre as águas originárias (Gn 1,2). No NT, o Espírito Santo faz-se em referencia à pessoa de Jesus de Nazaré, confessado como o Cristo, por ser o Messias, o Salvador de Israel e de toda a humanidade, com isso a presença do Espírito Santo na vida da Igreja e no mundo.

O Espírito é dado a Jesus em vista da missão porque ele o consagrou para evangelizar os pobres, libertar os presos, dar a vista aos cegos, restituir a liberdade aos oprimidos e para proclamar um ano de graça do Senhor (Lc 4, 18-19). Mas o Senhor também falou da vinda do Espírito Santo, o Espírito da verdade que ensinará a verdade plena (Jo 16,13), levando as pessoas à vida com Deus e com as pessoas. Os Padres da Igreja colocaram as bases para uma doutrina pneumatológica do Espírito Santo, como Tertuliano, Hipólito de Roma, Orígenes, o Concílio de Constantinopla, São Cirilo de Jerusalém, São Basílio de Cesareia, São Gregório de Nazianzo, Santo Agostinho entre outros[2]. A seguir ver-se-á a forma como alguns deles deram uma reflexão do Espírito Santo, que ilumina as pessoas em vista do amor de Deus em Jesus Cristo às pessoas e para o mundo.

A ação do Espírito Santo
São Cirilo de Jerusalém, bispo, século IV disse que o Espírito Santo é onipotente, grandioso, extraordinário, nos dons do qual ele se faz portador. Ele age eficazmente estando no meio, no interior das pessoas de paz e de amor. Ele conhece a natureza das pessoas, discernindo os pensamentos e a consciência tudo aquilo que é pronunciado ou se faz na agitação da mente. A sua ação é para todas as pessoas de bem, que amam a Deus, ao próximo como a si mesmo. É preciso considerar a sua ação para todos os povos, os bispos, os presbíteros, os diáconos, os monges, as virgens, todos os fieis leigos e leigas. Ele é o grande protetor e doador de graças, em qualquer lugar do mundo, doando a um a modéstia, a simplicidade, a outro a castidade, a outra a misericórdia, a outro o amor para com os pobres, a outro ainda o poder de expulsar os espíritos adversos[3].

O Espírito é a luz divina
São Cirilo de Jerusalém ainda dizia que o Espírito Santo é a luz divina que esclarece tudo para a glória humana e de Deus. Ele possibilita na integridade com um único raio, a vida das pessoas e dos povos, trazendo-os à luz da verdade das coisas. Ele ilumina todas as pessoas que tem olhos para vê-lo: se alguém de fato não estando em grau de percebê-lo, não vem retido pela graça, não se atribui a culpa a ele, mas antes a incredulidade da própria pessoa[4]. O Espírito Santo age na pessoa se o coração humano for aberto às suas inspirações, em vista da conversão de vida e na unidade com Cristo e com o Pai.

É a terceira Pessoa da Santíssima Trindade
São Basílio Magno, bispo do século IV, de Cesareia, na Turquia disse que o Espírito Santo é a terceira pessoa da Santíssima Trindade, na qual forma a unidade onipotente em Deus. Ele é um com o Pai, e com o Filho de modo que ele é Deus como o Pai e é Deus como o Filho. O Espírito Santo santifica aqueles que são santificados.

Ele preenche os anjos, os arcanjos, santifica as potestades, vivifica tudo. Ele distribui dons sobre a inteira criação, de modo que não resulta diminuído. Ele doa a todos a sua graça, enche as pessoas que o invocam sem diminuir-se. O Espírito concede a todos a sua graça permanecendo intato e indiviso. Ilumina a todos ao conhecimento de Deus, entusiasma os profetas, torna sábios os legisladores, consagra os sacerdotes, consolida os reis, perfecciona os justos e as justas, dá o dom da santificação, ressuscita os mortos, liberta os prisioneiros, torna filhos e filhas os estrangeiros[5]

O dia aguardado
São Leão Magno, papa do século V afirmou que a descida do Espírito Santo foi um dia bem aguardado por todos os discípulos do Senhor. Ele foi consagrado ao Espírito Santo com o excelente milagre do dom que ele fez de si mesmo. Após uns dias no qual o Senhor ressuscitado subiu acima de todos os céus para se assentar à direita de Deus Pai, refulgindo como o qüinquagésimo dia, teve Pentecostes, encerrando grandes mistérios dos antigos e dos novos sacramentos, pela demonstração da graça preanunciada pela lei e esta cumprida pela graça.

Enquanto para o povo hebreu, libertado do Egito, no qüinquagésimo dia após a imolação do cordeiro, celebrava-se a lei de Moises, dada no monte Sinai (Ex 19,17), no qüinquagésimo dia, após a paixão de Cristo na qual foi imolado o verdadeiro Cordeiro pascal de Deus, o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos e o povo fiel (At 2,3). É preciso que o cristão reconheça a realização da Aliança nova travada pelo Espírito a qual instituiu também a primeira[6].

O sopro do Espírito e o inicio da pregação evangélica
São Leão Magno tendo presente o dom do Espírito dado aos discípulos de falar em línguas, afirmou que o Espírito Santo sopra onde quer (Jo 3,8) de modo que as línguas próprias de cada povo, tornaram-se comuns nos lábios da Igreja. Com Pentecostes houve o início da pregação evangélica, com a chuva da carismas, rios de bênçãos a irrigarem o deserto e a terra árida em vista da renovação da terra, para dissipar as antigas trevas tendo os fulgores da nova luz, quando pelo esplendor das línguas brilhantes concebia o verbo luminoso do Senhor, superando a morte e o pecado[7].

O Espírito Santo é dado para superar a debilidade da carne
Santo Ireneu de Lião, bispo, séculos II e III colocou a importância da ação do Espírito Santo na pessoa em vista da superação da debilidade da carne. As pessoas que temem a Deus e crêem em Jesus, pondo o Espírito de Deus no seu coração, são consideradas viventes para Deus, porque possuem o Espírito do Pai que purifica o ser humano e o eleva à vida de Deus. O Senhor afirmou que a carne é fraca e o espírito está pronto (Mc 14,38), capaz de realizar o que deseja. O fato é que se alguém misturar a prontidão do Espírito à fraqueza da carne, o que é forte supera o fraco, a fraqueza da carne será absorvida pela força do Espírito. Assim os mártires testemunharam o amor de Cristo e desprezaram a morte não segundo a fraqueza da carne, e sim conforme a prontidão do Espírito. O Espírito Santo ao absorver a fraqueza, possui a carne em si e estes elementos constituem o ser humano vivente pela participação do Espírito na vida da pessoa[8].

24 – DOMINGO PENTECOSTES(vermelho, glória, sequência, creio, prefácio próprio – ofício da solenidade)O Espírito do Senho...
23/05/2026

24 – DOMINGO
PENTECOSTES

(vermelho, glória, sequência, creio, prefácio próprio – ofício da solenidade)

O Espírito do Senhor encheu a terra inteira; ele, que abrange todo o universo, conhece também cada palavra, aleluia (Sb 1,7).

Primeira Leitura: Atos 2,1-11

Leitura dos Atos dos Apóstolos – 1Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. 2De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. 3Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. 4Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. 5Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. 6Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. 7Cheios de espanto e admiração, diziam: “Esses homens que estão falando não são todos galileus? 8Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? 9Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judeia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, 10da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; 11judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!” – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 103(104)

Enviai o vosso Espírito, Senhor, / e da terra toda a face renovai.

1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor! / Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! / Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras! / Encheu-se a terra com as vossas criaturas! – R.

2. Se tirais o seu respiro, elas perecem / e voltam para o pó de onde vieram. / Enviais o vosso espírito e renascem, / e da terra toda a face renovais. – R.

3. Que a glória do Senhor perdure sempre, / e alegre-se o Senhor em suas obras! / Hoje, seja-lhe agradável o meu canto, / pois o Senhor é a minha grande alegria! – R.

Segunda Leitura: 1 Coríntios 12,3-7.12-13

Leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios – Irmãos, 3ninguém pode dizer: “Jesus é o Senhor”, a não ser no Espírito Santo. 4Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. 5Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. 6Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. 7A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. 12Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. 13De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito. – Palavra do Senhor.

Evangelho: João 20,19-23

Aleluia, aleluia, aleluia.

Vinde, Espírito divino, e enchei com vossos dons os corações dos fiéis; / e acendei neles o amor, como um fogo abrasador! – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – 19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Não há mais barreiras que o Ressuscitado não possa atravessar. No mesmo dia da Páscoa, ele aparece aos apóstolos amedrontados e lhes deseja a paz: “A paz esteja com vocês”. É o desejo de plenitude que o Mestre lhes oferece. É a primeira Boa Notícia que recebem e a dádiva por excelência que os auxilia na superação do medo. Alegraram-se ao ver as marcas da crucificação, e pensaram: é ele mesmo. Após uma segunda saudação com o desejo da paz, os discípulos são convidados a dar continuidade à obra do Mestre, e para isso são enviados. Em seguida, sopra sobre eles o Espírito Santo, que é a certeza da sua presença e da sua força na missão dos seus. Com o sopro do Espírito, o Ressuscitado renova a ação de Deus criador que deu vida ao ser humano, criado para viver a paz, a reconciliação e a harmonia entre si. Com o sopro do Espírito, Jesus ressuscitado impele sua Igreja e cada fiel a sair de si, superando o medo e o comodismo, e levando à sociedade os valores do Reino de Deus.

(Dia a dia com o Evangelho 2026)

raças e louvores sejam dados a todo momento, ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!
23/05/2026

raças e louvores sejam dados a todo momento, ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento!

SANTA RITA DE CÁSSIA, religiosa Observando de perto, sem exagero de lenda, percebe-se o rosto humaníssimo da mulher que ...
22/05/2026

SANTA RITA DE CÁSSIA, religiosa
Observando de perto, sem exagero de lenda, percebe-se o rosto humaníssimo da mulher que não passou indiferente diante da tragédia da dor e da miséria material, moral e social. Sua história terrena poderia ser tanto de ontem, como de hoje. Ela nasceu em 1381, num canto remoto da Úmbria, em Roccaporena. Crescida no temor de Deus junto aos seus velhos pais, respeitou-lhes tanto a autoridade a ponto de sacrificar o propósito de fechar-se no convento e aceitou unir-se em matrimônio com um jovem violento e irrequieto, Paulo de Ferdinando. As biografias da santa nos pintam uma cena familiar não incomum: mulher doce, atenta a não ferir a suscetibilidade do marido, de cujas maldades está consciente, e sofre e reza em silêncio.

Sua bondade conseguiu, por fim, abrir uma brecha no coração de Paulo, que mudou de vida e de costumes, sem, todavia, conseguir fazer com que seus inimigos esquecessem os velhos rancores acumulados. Uma tarde foi encontrado morto na beira de uma estrada. Os dois filhos, já bastante crescidos, juraram vingar o pai. Quando Rita percebeu a inutilidade de seus próprios esforços para dissuadi-los, encontrou a coragem de pedir a Deus que chamasse ambos a si, antes que se manchassem com o homicídio. Sua oração, humanamente incompreensível, foi ouvida. Sem marido e sem filhos, Rita então pôde bater à porta do convento das agostinianas de Cássia. Seu pedido não foi aceito.

Voltando ao seu solitário lar, suplicou incessantemente aos seus três santos protetores, são João Batista, santo Agostinho e são Nicolau de Tolentino, e numa noite deu-se o prodígio. Os três santos apareceram-lhe e convidaram-na a segui-los. Arrombaram a porta do convento, bem protegida por correntes, e levaram-na bem ao meio do coro, onde as freiras recitavam as orações da manhã. Rita pôde assim vestir o hábito das agostinianas, realizando o antigo desejo de se dedicar totalmente a Deus, voltando-se à penitência, à oração e ao amor de Cristo crucificado, que a associou visivelmente à sua paixão, imprimindo-lhe na testa um espinho.

Esse estigma milagroso, recebido durante um êxtase, marcou-lhe o rosto com dolorosíssima chaga purulenta até a morte, isto é, durante 14 anos. A fama de sua santidade ultrapassou os muros do rigoroso convento de Cássia. As orações de Rita obtiveram prodigiosas curas e conversões. Para ela mesma nada pediu a não ser o vestir as dores que aliviavam o próximo. Morreu no mosteiro de Cássia em 1457 e foi canonizada em 1900.

Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.

Endereço

Avenida Itirapina, 165
Dois Córregos, SP
17307034

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