27/10/2022
Pela Graça de Deus
As páginas 10 e 11 do livro "Pela Graça de Deus", de D. A. Delafield, trás uma importante reflexão: "Hoje, vivemos na idade do poder!" As máquinas quase pensam pelo homem, alcançamos o espaço cósmico e até chegamos a perceber o mundo em escala quântica. Como é verdade, também, que desde o começo da humanidade até hoje, todo tipo de pessoa, sendo ela boa ou má, vive fazendo promessas (o próprio Deus também fez e faz promessas).
Há milhares de promessas na Bíblia que nos ajudam a vencer a batalha da vida. A grande verdade é que os homens não são bons e fiéis o suficiente para cumprir aquilo que prometem. Diferentemente, Deus sempre cumpriu as promessas que fez. E por que há essa diferença? O povo de Israel, no deserto, recebeu de Deus as tábuas da Lei contendo As Dez Palavras. E imediatamente prometeram que as cumpririam, contudo não foram fiéis em suas palavras. É importante notar que a graça de Deus é que nos dá a força de que precisamos para que nossas promessas humanas sejam confiáveis. Israel pecou pela sua ignorância e falta de fé.
Foram as várias provações que ajudaram eles (os israelitas) a superarem a sua ignorância e fraqueza moral e a fortalecer a fé e crença no poder de Deus o qual poderia salvar a todos. Foram as experiências dolorosas e pessoais do rei Davi que o fezeram notar a graça divina no momento em que mais precisava de uma mão amiga. O discípulo Pedro andando por sobre as ondas das águas do mar da Galileia, olhou para baixo e viu o perigo que estava correndo, teve dúvidas e temeu por sua vida. Ele começou a afundar e clamou por socorro a Jesus pedindo para que o salvasse, e foi esse Jesus, o verdadeiro rei, que esticando seus braços, emergiu Pedro daquelas águas furiosas!
Assim, essas duas páginas nos mostram que foram as experiências dos vários personagens bíblicos que fizeram promessas a Deus que os fizeram ganhar maior confiança no poder e graça de Deus. E dessa forma, as promessas divinas têm sido renovadas a cada novo dia chegando até os nossos tempos.