02/04/2026
QUARTO TEMA: AS SETE PALAVRAS.
• A Crucificação do Cristo foi realizada na sexta-feira, às 3:00 da tarde. Seria bom perguntar aos curas com que calendário foi medido isso.
• As 3:00 da tarde são 15 horas.
• No número 15 morrerá o Tiphon e será liberado o Divino Daimon de toda a feura que lhe formamos.
• Nesse dia, às 3 da tarde crucificaram o Divino Mestre. Mas o Divino Mestre de quem?: De NÓS.
• E qual chegou à morte?: Aquele que tinha levado a cruz até lá.
• No momento em que as multidões, impulsionadas pelos pecados capitais, lhe davam de chicotes, cuspa, etc. ao Senhor, ele ia morrendo, porque em cada chicote lhe tiravam um, porque ele suportava a dor calada.
• Ele tinha ganhado o direito de morrer na cruz, e tinha ganhado assim o direito da ressurreição.
• Aqueles que o tinham perseguido e maltratado foram crucificados, MAS SEM DIREITO À RESURREÇÃO.
• Ou vocês. Vocês ouviram que Barrabas ressuscitou? Barrabas representava nesse momento a maldade do mundo que crucificou o Mestre.
• O Cristo ressuscitou o porque fez a obra. Mas o Cristo de nós foi crucificado nessa cruz porque nós na vida não tínhamos acompanhado o Redentor.
• Nós ficamos em crucificados na MATERIA fazendo o papel ridículo que Gestas fez. Que não reconheceu o Mestre.
• Então essa é uma história de que o Mestre se crucificou para perdoar nossos pecados. Ele se crucificou para nos ensinar como fazê-lo: Matando o ego para nos perdoar o pecado.
• Nesse momento o prometeo de nós ficou acorrentado à dura rocha (matéria) carregando com todos os nossos desequilíbrios: mental, emocional, psicológico, etc. Porque não fomos capazes de acompanhar o Cristo na sua obra quando esteve na Terra.
• Crucificaram o bom ladrão e soltaram-no para que continuasse a fazer a sua obra.
• Aquele que soltaram é a esperança de nós.
• Era preciso que um dia entendemos esse ensino e nos tornássemos o bom ladrão para posteriormente caminhar o caminho da sua própria via crucis.
• Esse direito nos concedeu o Senhor através de DIMAS.
• A humanidade degenerada que nunca quis aceitar o Cristo, ficou representada em gestas, que morreu e nunca mais ressuscitou.
• Nas palavras que o mestre disse na cruz ia nos dizendo de uma forma tão clara qual é o caminho a seguir.
• O que temos falado nesta semana corresponde à Primeira Palavra do Cristo na Cruz.
• As religiões nos quiseram mostrar a um Cristo que sofre, que chora lágrimas de sangue e que é inferior à dor. Que se arrependesse como se não fosse um SUPER HOMEM.
• Isso não é verdade. O Cristo não é assim.
• O Mestre Lakhsmi convida-nos a observar o Cristo do templo de cura Adonai, para que observemos a expressão de um homem que transcende a dor com a vontade.
• Existem três formas do Cristo: O Restaurador Cristo (O D. Daimon), o Cristo Redentor, e o Cristo Penitente.
• O Cristo não é vítima da dor, o com a sua morte e com a sua vida matou a dor.
PAI PERDONE-OS PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM.
ELEMENTO TERRA. CORPO FÍSICO.
• Ele não disse isso em nome de uma pessoa humana, pois ele sabe que a pessoa humana é fraca e até hipócrita. Um diz: " Eu perdoo-te ", como se fosse um grande senhor, em vez de dizer: " Meu Pai, dê-me força e coragem para perdoar esta ofensa ".
• Ele nem disse: "Eu perdoo-os" com todo o poder que dirigia, se não que pediu ao Pai para o fazer.
• Para perdoar uma pessoa é preciso ter presente o pai que sim o sabe fazer.
• É preciso atualizar o drama cristico na vida de nós.
• ၢ podemos viver do passado porque o drama é do presente, pois nós somos
Aquele Jesus (JDA 19).
• "Pai perdoa-os porque não sabem o que fazem", devemos lembrar estas sábias palavras quando estivermos em situações duras e difíceis próprias das circunstâncias da vida.
• ၢ para pedir um castigo para quem nos fere, se não pedir perdão para quem nos maltrata.
• Deve-se traduzir em compreensão para com as pessoas que nos encontramos na vida.
• Acima da dor e das ofensas está o Pai.
• Lembre-se do Pai nos momentos difíceis.
• Lembre-nos que tudo eu que nos é apresentado é para que o trabalhemos, pois é um obstáculo na nossa vida que não nos deixa avançar.
• A grande maioria reclama da sua situação, e nas casas ameaçam divórcios. Onde está a vontade de sacrifício? Onde está a compreensão? Onde está a luta que estamos fazendo?.
• Lembre-nos que a obra que estamos fazendo não é de nós, é a obra do pai, e a toda hora devemos tê-lo presente para que nos da fortaleza para nós sair vitoriosos.
• Traduz-se a primeira palavra em todos nós, em nossas esposas, maridos, pais, filhos, nossos amigos, etc. Porque aquele que nos agride NÃO COMPRENDIU.
• Estas palavras do Cristo na Cruz devem ser traduzidas em fatos na vida do povo gnóstico.
• O único que perdoa os pecados é o Pai. A mãe está ajudando o filho a fazer a obra do Pai.
• Diz o ritual sobre a mãe: "... e até posso perdoar o karma do meu filho ", mas a mãe não vai ficar de cafetao do ego, nem de uma pessoa não séria. ၢ você poderia perdoar o pecado se não for eliminado o pecador. Ela o que faz é que coloca o INDIVIDUO e o KARMA na Balança. O indivíduo tem que morrer e o Karma paga o PECADOR.
• Perdão é um dom e uma graça que Deus nos dá.
HOJE VOCÊ ESTÁ COMIGO NO PARAÍSO.
QUARTA DIMENSÃO. CORPO VITAL. ELEMENTO ÁGUA.
• Hoje é AQUI E AGORA.
• Gestas questionou o Cristo dizendo-lhe que se era o Cristo por que ele não se largava da cruz e os largava a eles. Dimas respondeu-lhe duramente por essa falta de respeito.
• Depois Dimas dirigiu-se ao Cristo e disse-lhe: " Senhor, lembre-se de mim no seu reino ", e o Cristo respondeu-lhe: " Hoje você estará comigo no paraíso ".
• Referia-se o mestre a esses paraísos da quarta coordenada, paraísos lindos, mas também se referia o mestre a esses paraísos onde será levado um povo.
• O paraíso é um estado de consciência, uma harmonia dos éteres, químico, de vida, lumínico e refletor. Uma harmonia com a vida, uma harmonia com o amor e uma harmonia com Deus.
• Este povo aqui reunido sente neste momento a paz do Pai, a harmonia do Espírito, a luz do Cristo e a misericórdia da mãe, testemunhando que há 2,000 anos nos prometeu que hoje estaríamos com ele no paraíso.
• Estaremos com El no Paraíso, pois reconhecemos que ele é.
• Esse Dimas que reconheceu o Cristo, é um desdobramento do Cristo que desde aquele momento não deixou esta humanidade sozinha. Ele levou-o para o Abismo porque Dimas tinha que continuar conquistando almas para o Cristo.
• A esse Dimas foi dito: "Faça a sua missão no abismo, pois um dia emergirá dele", para que também esteja presente no momento em que aqueles que reconheceram o Cristo sejam levados para esse lugar seguro fora do evento final da raça.
• Dimas teve que descer ao Abismo para procurar o seu Divino Daimon, e de lá emergir com o Daimon do planeta e preparar-se como o Moisés Bíblico para dirigir um povo.
• 2,000 anos no sepulcro, e esse povo gnóstico de hoje é o trabalho desses 2,000 anos.
• No drama do Senhor, aos que amavam o Cristo não os deixaram passar porque a via crucis é para aquele que vão torturar.
• É por isso que Dimas lhe quebraram as pernas, para que ele não andará, mas isso é simbólico, e isso repercute nos séculos.
• Neste tempo está a estranha simbiose de Judas-Dimas-Lúcifer, que a grande maioria não compreende porque os confundiram e os fizeram acreditar que Lúcifer é um perverso e um mágico preto.
• O Lúcifer, o Divino Daimon é a perfeição das perfeições, é o amor dos amores, luz da Luz, sabedoria da sabedoria.
• "Hoje você estará comigo no paraíso", a partir de lá todos os iniciados, não importa que estivessem caídos foram marcados porque reconheceram o Cristo. E é por isso que estamos aqui, nos reuniram aqui, nós somos aquele povo que naquela época não fomos contra ele.
• Nós não estamos na gnose por acaso, eles nos tiraram do abismo. Nós estivemos no abismo, mas fomos embora com uma "marca" de cristãos, e fomos tirados de lá.
MÃE AQUI O SEU FILHO, FILHO AQUI A SUA MÃE
CORPO ASTRAL, ELEMENTO AR.
• Maria chega ao pé da cruz, chegam as mulheres santas e chega João.
• João é o Verbo IEOUA.
• Fez-se acreditar que Maria era a mãe do Mestre, mas não foi assim. Maria é aquela mulher pura e casta que se cristificou trabalhando com esse homem.
• As mulheres santas testemunhavam ele é.
• "Filho eis a tua mãe", não é outra coisa do que o convite que Ele nos faz para que nos interemos com a Divina Mãe Kundalini para nos ajudar.
• "Mãe eis o teu filho", Ele dizia à mãe para se lembrar que tinha um compromisso com o Filho. E João, em representação do Verbo, testemunhou que aquele que estava crucificado era o VERBO.
• Quando estas palavras foram ditas se estremeceram os iniciados ao longe, pois eles se deram conta que ele entregava uma missão muito grande à mulher.
• Maria - Refere-se às mulheres.
• É a mulher que tem que zelar por esse filho.
• Se se observa a natureza como mulher, vemos que todos os meses ela desprende um ovo desde os ovários e desce um pouco e lá espera pelo seu santo varão, esse filho, que não é outra coisa do que um espermatozóide que deve chegar.
• Se nesses 3 dias e 1 ၢ 2 não chega, esse ovo morre.
• Mas se chegar imediatamente ela abre seus braços e o cobre, e começa a viagem dela como mãe com seu filho, lembrando a fuga de Maria com seu filho para o Egito.
• Desce até a matriz, símbolo da Mãe Espaço e lá dura 9 meses.
• Durante esses 9 meses a Mãe Natureza está cuidando da formação desse filho (um novo mundo, um micro universo).
• Depois nasce em um lar onde lhe dá amor e cuidados.
• Aos 7 anos (em mundos Equilibrados) entrega-o para uma educação intelectual.
• As escolas têm até aos 21 anos.
• Aos 21 anos entrega-o a uma sociedade, que quer engolir, mas tem uma boa formação fundamentada nos ensinamentos da sua mãe.
• Aos 25 anos volta e pega outra mulher.
• Essa mulher cumpre uma função específica com esse homem. Ele leva-o ao
ABISMO SE DEIXA VENCER DELA.
• Mas leva-o para o céu como um superhomem se deixar educar por ela.
• O machismo da humanidade diz que o homem é um rei, mas ele é um rei porque a mulher fez isso rei.
PAI, POR QUE VOCÊ ME ABANDONOU?
CORPO MENTAL. ELEMENTO FOGO.
• Quis nos dar um ensino cimeira relacionada com nossas fraquezas.
• As pessoas acreditam que disse isso porque estava sozinho, mas ele fez isso para que nós saibamos que temos dormente os processos que temos que viver, nos quais quando um reza chega o diabo, e quando chama o diabo, chega Deus.
• Aqueles processos em que como humanos somos fracos, que duvidamos que Deus exista. Momentos em que pensamos que nós, como vermes da Terra, não podemos auto-nos realizar e cristificar também.
• São momentos em que Deus não se deixa sentir para que aprendamos a ser machos e aprendamos a ser verdadeiras mulheres.
• O lamento é próprio dos fracos e os gemidos são dos covardes.
• É necessário e importantíssimo que passemos por tudo isso para poder extrair alma.
• "Pai por que você me abandonou": Para que nos demos conta que ele conhecia como a palma da mão os processos de todos nós.
• ၢ se sintam sozinhos, porque eles não estão sozinhos, ele nos prometeu: "Hoje você estará comigo no paraíso", e peçamos ao pai nos momentos difíceis.
• "Pai por que você me abandonou". Quantas vezes teremos dito isso, quando estamos doentes, abatidos pelas adversidades da vida. E o estando perto de nós calado, para que aprendamos a ser como ele, indiferentes diante do triunfo e do fracasso.
EU TENHO SEDE.
CORPO CAUSAL. ELEMENTO ÉTER.
• A sede do Cristo a acalma a NOSSA CASTIDADE.
• Ele tem sede das Águas de Vida.
• Ele via que nos fazia falta castidade e regeneração, por isso tinha sede.
• Vamos beber das Águas de Vida.
• Acompanhemos o Cristo na castidade, não o abandonemos lá.
• ၢ nos deixemos enganar das paixões e das nossas fraquezas e dos prazeres.
• Ele tem sede da NOSSA CASTIDADE, com ela lhe acalmamos a sua sede.
• Se ele acalme a sua sede nós viveremos.
• Se ele tem sede nós morremos.
• ၢ lhe demos o vinagre da Ingratidão.
• Vamos nos compadezar desse ser abençoado que tem sede.
• Com a castidade os ingratos morrem e o Cristo chega à cruz sem obstáculos.
• Para a castidade é necessária: ou Higiene Mental.
ou ၢ deixar sair nem uma única gota do ens seminis.
• O Casto cuida da vida, quem não ama a vida não encarna a castidade.
PAI, TUDO ESTÁ CONSUMADO.
MUNDO BUDHICO. DIMENSÃO SEXTA. DIA SEXTO.
• Nesse momento ele tinha coroado e tinha sobreposto de todas as vicissitudes que lhe foram apresentadas em sua vida, e entrega à humanidade uma obra feita. "TUDO ESTÁ FEITO".
• No entanto, restou o compromisso de El conosco, de voltar a procurar almas com o seu Evangelho.
• A procurar homens e mulheres que ouçam as suas palavras, que lhe interpretem o seu ensino, a encarnen e a vivam para nos resgatar, não só de um mundo avariado, se não de umas catástrofes que enterrarão toda a humanidade.
PAI, EM SUAS MÃOS ENCOMENDO MEU ESPÍRITO.
• Mais tarde estremeceu e pronuncio as palavras ELI, ELI, LAMAC
Zabactani.
• Que as pessoas interpretaram de diferentes maneiras (Alguns diziam que na sua agonia estava chamando o Profeta Elias).
• Nesse momento o Cristo estava se integrando com todas as expressões que ele tinha tido nos diferentes bodhisatwas que o tinham encarnado na terra.
• Dando a conhecer os ensinamentos de FO-HI, de Maomé, de Confúcio, de KRISHNA, etc. E por último confirmou para esta época em que estamos aqui e agora, o ensino de Quetzalcoatl.
• Por isso pronunciou aquelas palavras em Maya.
• Deixando esse fio estendido de Quetzalcoatl para Samael, e de Samael até nós.
• Assim são os mistérios e assim é preciso entendê-los, pois nenhuma palavra de um mestre se diz para se perder, diz-a para ensinar.
• Nesse momento dessa suposta agonia, exclamou: PAI EM SUAS MÃOS ENCOMENCOMENDO MEU ESPÍRITO, e dizem que morreu.
• Mas ele não morreu. Simplesmente entrou em um profundo êxtase para de lá poder suportar as dores que como humano tinha, e de lá descer para o seu sepulcro com todas as condições dadas para se integrar de imediato com aquele satanás, ou demônio, ou Diabo, que entrou em Judas naquele dia da Última Jantar, quando disse: "Aquele que eu lhe direi do meu pão, Ele é". Ele é (O ES (O Michael, Uriel, etc. Ele é Deus).
• Judas deu corpo físico ao divino Daimon porque o divino Daimón tinha cumprido essa magistral obra na vida do Senhor e se dispunha a chegar até o sepulcro do Senhor e estar lá empresto ao terceiro dia para a ressurreição.
• Assim aprendemos que é o processo de todo povo gnóstico, há dois mil anos e que se terá que repetir na vida aqui de cada um de nós se é que nos seguramos na Doutrina, no ensino e no trabalho.
Resumo Convivência Páscoa 2003 O Ultimato
V.M. Lakhsmi. Lumen de Lumine