Centro Espírita Ildefonso Correia

Centro Espírita Ildefonso Correia Centro Espírita Ildefonso Correia, vinculado à Federação Espírita do Paraná, 90 anos a serviço do próximo, caridade e estudo da Doutrina Espírita.

O Centro Espírita Ildefonso Correia, vinculado à Federação Espírita do Paraná, tem como base o estudo sistematizado da Doutrina Espírita, sua divulgação e a prática da Caridade em plenitude. Para tanto, a Casa proporciona diversos dias de palestras públicas e estudos, bem como atendimento à comunidades carentes e atividades diversas para divulgar a palavra de Jesus. A primeira reunião do Centro Es

pírita Ildefonso Correia como um grupo espírita estabelecido se deu a 22 de setembro de 1936, desde então, esta entidade vem atuando na sociedade, desenvol-vendo atividades assistenciais e de promoção humana. O CEIC, possui o “Clube de Mães”, atividade assistencial que atende a mães carentes e suas famílias em dois aspectos – material e espiritual, cuja atividade acontece aos sábados no período da tarde. Em 1987, iniciou-se a atividade do “Grupo de Gestantes”, atividade social que trabalha em conjunto com o “Clube de Mães” e visa assistir gestantes carentes. Em 1994, surgiu a necessidade do atendimento aos filhos recém-nascidos das mães do “Grupo de Gestantes”. Criou-se, então, o Grupo de Nutrizes, que assiste essas mães e seus filhos. Além disso o Centro Espírita Ildefonso Correia desenvolve outras atividades de assistência espiritual durante toda a semana tendo em média uma freqüência de 500 pessoas que se dividem participando de grupos de estudo da Doutrina Espírita, Palestras, Passes, Atendimento Fraterno. Seus trabalhadores são voluntários e estudantes da doutrina Espírita girando em torno de 130 pessoas. O Centro é mantido por doações voluntárias e mensalidades de associados

02/05/2026

Palestra

01/05/2026

Palestra

01/05/2026

Explanação do Evangelho

01/05/2026

Pão nosso — Emmanuel

3

O arado
Tema principal
“E Jesus lhe disse: — Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus.” — (LUCAS, 9.62)

1 Aqui, vemos Jesus utilizar na edificação do Reino Divino um dos mais belos símbolos.

2 Efetivamente, se desejasse, o Mestre criaria outras imagens. Poderia reportar-se às leis do mundo, aos deveres sociais, aos textos da profecia, mas prefere fixar o ensinamento em bases mais simples.

3 O arado é aparelho de todos os tempos. É pesado, demanda esforço de colaboração entre o homem e a máquina, provoca suor e cuidado e, sobretudo, fere a terra para que produza. Constrói o berço das sementeiras e, à sua passagem, o terreno cede para que a chuva, o sol e os adubos sejam convenientemente aproveitados.

4 É necessário, pois, que o discípulo sincero tome lições com o Divino Cultivador, abraçando-se ao arado da responsabilidade, na luta edificante, sem dele retirar as mãos, de modo a evitar prejuízos graves à “terra de si mesmo”.

5 Meditemos nas oportunidades perdidas, nas chuvas de misericórdia que caíram sobre nós e que se foram sem qualquer aproveitamento para nosso Espírito, no sol de amor que nos vem vivificando há muitos milênios, nos adubos preciosos que temos recusado, por preferirmos a ociosidade e a indiferença.

6 Examinemos tudo isto e reflitamos no símbolo de Jesus.

7 Um arado promete serviço, disciplina, aflição e cansaço; no entanto, não se deve esquecer que, depois dele, chegam semeaduras e colheitas, pães no prato e celeiros guarnecidos.

Emmanuel

26/04/2026

QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS?
5. E, tendo vindo para casa, reuniu-se aí tão gran-
de multidão de gente, que eles nem sequer po-
diam fazer sua refeição. – Sabendo disso, vie-
ram seus parentes para se apoderarem dele, pois
diziam que perdera o espírito.
Entretanto, tendo vindo sua mãe e seus irmãos
e conservando-se do lado de fora, mandaram
chamá-lo. – Ora, o povo se assentara em torno
dele e lhe disseram: Tua mãe e teus irmãos es-
tão lá fora e te chamam. – Ele lhes respondeu:
Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E,
perpassando o olhar pelos que estavam assen-
tados ao seu derredor, disse: Eis aqui minha mãe
e meus irmãos; – pois, todo aquele que faz a von-
tade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e
minha mãe. (S. MARCOS, 3:20-21 e 31 a 35; –
S. MATEUS, 12:46 a 50.)
6. Singulares parecem algumas palavras de Jesus, por con-
trastarem com a sua bondade e a sua inalterável benevo-
lência para com todos. Os incrédulos não deixaram de tirar
daí uma arma, pretendendo que ele se contradizia. Fato,
porém, irrecusável é que sua doutrina tem por base princi-
pal, por pedra angular, a lei de amor e de caridade. Ora,
não é possível que ele destruísse de um lado o que do outro
estabelecia, donde esta conseqüência rigorosa: se certas
proposições suas se acham em contradição com aquele prin-
cípio básico, é que as palavras que se lhe atribuem foram
ou mal reproduzidas, ou mal compreendidas, ou não são
suas.
7. Causa admiração, e com fundamento, que, neste passo,
mostrasse Jesus tanta indiferença para com seus parentes
e, de certo modo, renegasse sua mãe.
Pelo que concerne a seus irmãos, sabe-se que não o
estimavam. Espíritos pouco adiantados, não lhe com-
preendiam a missão: tinham por excêntrico o seu proceder
e seus ensinamentos não os tocavam, tanto que nenhum
deles o seguiu como discípulo. Dir-se-ia mesmo que parti-
lhavam, até certo ponto, das prevenções de seus inimigos.
O que é fato, em suma, é que o acolhiam mais como um
estranho do que como um irmão, quando aparecia à famí-
lia. S. João diz, positivamente (cap. 7:5), “que eles não lhe
davam crédito”.
Quanto à sua mãe, ninguém ousaria contestar a ter-
nura que lhe dedicava. Deve-se, entretanto, convir igual-
mente em que também ela não fazia idéia muito exata da
missão do filho, pois não se vê que lhe tenha nunca segui-
do os ensinos, nem dado testemunho dele, como fez João
Batista. O que nela predominava era a solicitude maternal.
Supor que ele haja renegado sua mãe fora desconhecer-lhe
o caráter. Semelhante idéia não poderia encontrar guarida
naquele que disse: Honrai a vosso pai e a vossa mãe. Neces-
sário, pois, se faz procurar outro sentido para suas pala-
vras, quase sempre envoltas no véu da forma alegórica.
Ele nenhuma ocasião desprezava de dar um ensino;
aproveitou, portanto, a que se lhe deparou, com a chegada
de sua família, para precisar a diferença que existe entre a
parentela corporal e a parentela espiritual.

25/04/2026

Escrínio de luz — Emmanuel

3

Sementeiras e colheitas
Tema principal
1 Semear, em sentido extenso, não é tão somente arrojar semente à terra. É, também, produzir. E, compreensivelmente, cada criatura recebe, com a própria vida, um campo a lavrar.

2 Muito estranho, desse modo, viéssemos a recolher instrução apenas para nos convertermos em mostruários de legendas culturais ou guardar o dinheiro, de maneira infrutífera, para transfigurar-nos em cofres inteligentes.

3 Todos os recursos do Universo são talentos que a Divina Providência nos empresta pela carteira da confiança, em regime de empréstimo, visando ao correto rendimento dos valores da vida.

4 Por essa razão, há celeiros e celeiros.
Se o lavrador armazena cereais o sábio entesoura conhecimentos, desde que se disponham a desentranhar as próprias energias na execução das tarefas em que foram localizados.

5 Não há dispensa para ninguém na gleba do mundo.
Há plantações de exemplos como há lavouras de batatas.

6 E há melhoria, valorização, readaptação e promoção de servidores nos institutos de progresso do Espírito, quais as que encontramos nas organizações terrestres vinculadas a serviços de natureza múltipla.

7 Se o cultivador do solo se desincumbe da obrigação que se lhe atribui, enriquecendo a própria competência, habilita-se a receber encargos de orientação em postos mais elevados, sucedendo o mesmo com a atividade de essência espiritual.

8 Dever cumprido é via de acesso a responsabilidades maiores.

9 Em todos os setores das vocações, profissões e posições há quefazeres no bem geral, equivalendo isso a sementeiras e colheitas. O tempo é o juiz que seleciona, define e marca a produção.

10 Espinheiros estendem espinheiros, trigo espalha trigo, simpatia forma simpatia, cooperação rende cooperação. À vista disso, é preciso compreender que todos nós, na leira da vida, recolhemos, multiplicadamente, apenas aquilo que colocamos dentro dela.

Emmanuel

24/04/2026

Palestra

24/04/2026

Coragem — Autores diversos

4

Tuas dificuldades
Tema principal
1 Imagina como seria difícil de suportar um educandário em que os alunos tão somente soubessem chorar na hora do ensino. 2 Reportamo-nos à imagem para considerar que sendo a Terra nossa escola multimilenária, urge receber-lhe as dificuldades por lições, aceitando-lhe a utilidade e o objetivo.

3 Diante dos obstáculos, ninguém precisa fixar-se no lado escuro que apresentem.

4 Um náufrago, faminto de estabilidade, ao sabor das ondas, não se lembrará de examinar o lodo no fundo das águas, mas refletirá no melhor meio de alcançar a terra firme.

5 Todo minuto de queixa é minuto perdido, arruinando potencialidades preciosas para a solução dos problemas, sobre os quais estejamos deitando lamentação.

6 Toda prova, seja qual for, aparece na estrada, a fim de elastecer-nos a força e aperfeiçoar-nos a experiência.

7 Em síntese, quase toda dificuldade implica sofrimento e todo sofrimento, notadamente aqueles que não provocamos, redunda em renovação e auxílio para nós mesmos, lembrando a treva noturna, em cujo ápice começa a alvorada nova.

8 Saibamos arrostar os impedimentos da vida, sem receá-los. Cada qual deles é portador de mensagem determinada.

9 Esse é um desafio a que entesoures paciência, aquele outro te impele à sublimação da capacidade de amar no cadinho da provação.

10 Aprendamos, sobretudo, a decifrar os enigmas da existência, na oficina do Bem Eterno.
11 Serve e compreende.
12 Serve e suporta.
13 Serve e constrói.
14 Serve e beneficia.

15 Tuas dificuldades — tuas bênçãos. 16 Nelas e por elas, encontrarás o estímulo necessário para que não te precipites nos despenhadeiros do orgulho, e nem te encarceres nas armadilhas do marasmo, prosseguindo, passo a passo, degrau a degrau, em tua jornada de burilamento e ascensão.

Emmanuel

19/04/2026

Alma e Luz — Emmanuel

6

Como lês?
Tema principal
“E Ele lhe disse: — Que está escrito na lei? Como lês?” — (Lucas, 10.26)

1 A interrogação do Mestre ao doutor de Jerusalém dá ideia do interesse de Jesus pela nossa maneira de penetração da leitura.

2 Sem nos referirmos ao círculo vasto de pessoas ainda indiferentes às lições do Evangelho, podemos reconhecer, mesmo entre os aprendizes, as mais diversas tendências no que se refere ao problema dos livros.

3 Os leitores distanciam-se uns dos outros pelas expressões mais heterogêneas.

4 Uns pedem consolação, outros procuram recreio.

5 Há os que buscam motivos tristes por cultivar a dor, tanto quanto os que se arvoram em caçadores de gargalhadas.

6 Surgem os que reclamam tóxicos intelectuais, os que andam em busca de fantasias, os que insistem por incentivos à polêmica envenenada.

7 Raros leitores pedem iluminação.

8 Sem isto, entretanto, podem ler muito, saturando o pensamento de teorias as mais estranhas. 9 Chega o dia em que reconhecem a pouca substancialidade de seus esforços, porque, sem luz, o conforto pode induzir à preguiça, ao entretenimento, à aventura menos digna, à tristeza, ao isolamento, ao riso e ao deboche.

10 Com a iluminação espiritual, todavia, cada cousa permanece em seu lugar, orientada no sentido próprio de utilidade justa.

11 Lembra que quando te aproximes de um livro estás sempre pedindo alguma cousa.

12 Repara, com atenção, o que fazes. Que procuras? Emoções, co***lo, entretenimento? 13 Não olvides que o Mestre pode também interrogar-te: — “Como lês?”

Emmanuel

18/04/2026

Palestra

18/04/2026
17/04/2026

Palestra

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Avenida Visconde De Guarapuava, 5434/Batel
Curitiba, PR
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