Terreiro Pena Verde - TPV

Terreiro Pena Verde - TPV NÃO DAMOS CONSULTAS PARTICULAR ! TODO ATENDIMENTO É DENTRO DAS GIRAS. Que todos fiquem com a paz de Oxalá. Saravá. Ogã Diego de Xangô

O Terreiro de Umbanda Caboclo Pena Verde-TPV abriu suas portas para os trabalhos de caridade no dia 26 de abril de 2006. Contudo, temos certeza que desde há muito tempo era ele idealizado no plano espiritual pelas entidades que nos assistem, sob o comando do Caboclo Pena Verde. E, também temos certeza de que há muito era ele presente na essência de cada médium que o compõe. E assim, entidades e mé

diuns, através de muito trabalho e dedicação, conseguiram o seu intento naquele abril passado e o Terreiro de Umbanda Caboclo Verde-TPV tornou-se realidade. Desde esta data, procuramos desvelar a essência da Umbanda, o Conjunto das Leis de Deus, crendo na força de Olorum, de Oxalá e todos os Orixás e respeitando os ensinamentos de nossos guias espirituais das Sete Linhas de Umbanda. Por esta razão, os trabalhos realizados pautam-se na simplicidade, na humildade, no amor ao próximo e na caridade desinteressada. Não são permitidas quaisquer cobranças financeiras pelos trabalhos realizados no terreiro, pois de graça doamos o que de graça recebemos. Por orientação do Caboclo Pena Verde também não são realizados na Casa trabalhos que envolvam sacrifícios de animais por quaisquer razões que se apresentem, embora acreditamos que toda forma de se cultuar a religião, a re-ligação com o Divino, com o Sagrado, com o Orun, deva ser respeitada.Cremos na Lei do Karma e temos na reencarnação o motor que nos propicia as oportunidades de elevarmos nosso corações e evoluirmos espiritualmente. Assim, todas as Sextas Feiras, à partir das 20 horas da noite, quando os toques dos atabaques começam a percutir, quando a fumaça da defumação sobe e quando os cânticos preenchem a atmosfera do terreiro, temos como referência aquilo que Oxalá-Jesus Cristo nos legou: “amar o próximo como a nós mesmos”. Assim, quando Caboclos, Pretos Velhos, Crianças, Exus, Marinheiros, Boiadeiros, Baianos, Ciganos e outras Entidades e os guias de cura vêm nos assistir, as palavras do Caboclo das Sete Encruzilhadas, que há cem anos atrás trouxe a Umbanda ao plano físico, ganham vida: “todas as entidades serão ouvidas, e nós aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais e ensinaremos aqueles que souberem menos e a nenhum viraremos as costas e nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai". Desejemos, ao final desta breve explanação,que por muitos e muitos anos, possamos, sob a orientação do Caboclo Pena Verde, prestar os trabalhos de caridade a todos aqueles que nos procurarem, trazendo o axé dos já orixás e as benções de todos os guias espirituais que nos acolhem e auxiliam.

Endereço

Rua Madre Leoni, 1000
Curitiba, PR
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O Terreiro de Umbanda Emissários da Luz – Caboclo Pena Verde abriu suas portas para os trabalhos de caridade no dia 26 de abril de 2006. Contudo, temos certeza que desde há muito tempo era ele idealizado no plano espiritual pelas entidades que nos assistem, sob o comando do Caboclo Pena Verde. E, também temos certeza de que há muito era ele presente na essência de cada médium que o compõe. E assim, entidades e médiuns, através de muito trabalho e dedicação, conseguiram o seu intento naquele abril passado e o Centro de Umbanda Emissários da Luz – Caboclo Verde tornou-se realidade. Desde esta data, procuramos desvelar a essência da Umbanda, o Conjunto das Leis de Deus, crendo na força de Olorum, de Oxalá e todos os Orixás e respeitando os ensinamentos de nossos guias espirituais das Sete Linhas de Umbanda. Por esta razão, os trabalhos realizados pautam-se na simplicidade, na humildade, no amor ao próximo e na caridade desinteressada. Não são permitidas quaisquer cobranças financeiras pelos trabalhos realizados no terreiro, pois de graça doamos o que de graça recebemos. Por orientação do Caboclo Pena Verde também não são realizados na Casa trabalhos que envolvam sacrifícios de animais por quaisquer razões que se apresentem, embora acreditamos que toda forma de se cultuar a religião, a re-ligação com o Divino, com o Sagrado, com o Orun, deva ser respeitada. Cremos na Lei do Karma e temos na reencarnação o motor que nos propicia as oportunidades de elevarmos nosso corações e evoluirmos espiritualmente. Assim, todas as Sextas Feiras, à partir das 20 horas da noite, quando os toques dos atabaques começam a percutir, quando a fumaça da defumação sobe e quando os cânticos preenchem a atmosfera do terreiro, temos como referência aquilo que Oxalá-Jesus Cristo nos legou: “amar o próximo como a nós mesmos”. Assim, quando Caboclos, Pretos Velhos, Crianças, Exus, Marinheiros, Boadeiros, Baianos, Ciganos e os guias de cura vêm nos assistir, as palavras do Caboclo das Sete Encruzilhadas, que há cem anos atrás trouxe a Umbanda ao plano físico, ganham vida: “todas as entidades serão ouvidas, e nós aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais e ensinaremos aqueles que souberem menos e a nenhum viraremos as costas e nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai". Desejemos, ao final desta breve explanação, que por muitos e muitos anos, possamos, sob a orientação do Caboclo Pena Verde, prestar os trabalhos de caridade a todos aqueles que nos procurarem, trazendo o axé dos orixás e as benções de todos os guias espirituais que nos acolhem e auxiliam. Que todos fiquem com a paz de Oxalá. Saravá. Ogã Diego de Xangô