Tenda de Umbanda Mãe Joana de Angola

Tenda de Umbanda Mãe Joana de Angola Tenda voltada para o ensinamento e desenvolvimento da Umbanda, sobre a orientação da Preta-Velha Mãe Joana de Angola, sendo seu aparelho Mãe Eliane de Oia'.

13 de maio! Adorei as almas, salve todos os pretos velhos! A minha mãezinha e mentora espiritual, Mãe Joana de Angola; o...
13/05/2026

13 de maio! Adorei as almas, salve todos os pretos velhos! A minha mãezinha e mentora espiritual, Mãe Joana de Angola; o meu amor, minha gratidão e o meu respeito!

12/05/2026

POR QUE O MÉDIUM NÃO DEVE ENCOSTAR NA PAREDE

Na Umbanda, a orientação para que o médium não encoste nas paredes durante a gira não é apenas um costume.

Mas um fundamento espiritual importante baseado na manipulação de energias.

A parede, especialmente os cantos e extremidades do terreiro.

Não são considerados locais neutros durante os trabalhos.

Os principais motivos são
acúmulo de energias densas.

Durante as giras de descarrego, as energias pesadas, miasmas e espíritos perturbados (kiumbas) são descarregados.

Eles são direcionados para as paredes e cantos do terreiro, que fazem parte da "firmeza" energética do espaço.

Para que possam ser encaminhados aos portais.

Encostar na parede pode fazer com que o médium absorva essas cargas desnecessárias.

Interrupção da Corrente Magnética:

O médium faz parte de uma corrente vibratória.

Ao encostar na parede, ele se desconecta dessa corrente (fase).

Diminuindo sua vibração e a proteção coletiva, ficando mais vulnerável.

Vulnerabilidade Mediúnica:

Quando o médium está cansado ou com a mente desconcentrada.

Encostar na parede pode funcionar como uma "brecha".

Para influências espirituais desequilibradas que se alojam nas extremidades do espaço.

Disciplina e Postura:

O terreiro é um local de trabalho sério.

Manter-se em pé, de preferência no seu posto, demonstra respeito ao axé.

E também disciplina e comprometimento com o desenvolvimento mediúnico.

Em resumo, a regra existe para garantir a segurança do médium.

E o mais importante a integridade do trabalho espiritual.

Porque ser médium é ter disciplina, fundamentos e respeito.

Pai Jonathas de Ogum∴

12/05/2026

OS TRÊS ESTÁGIOS DE UM MÉDIUM DE UMBANDA

As 3 fases, são elas:

1ª - Iniciação:

O médium após conhecer um Terreiro...

Escolhe vestir o branco e passa integrar o corpo mediúnico...

Tudo é novo e maravilhoso!

Ele está curioso para saber como é a incorporação, dar consulta, passe...

Ele quer se mostrar ativo de qualquer jeito e circunstância...

2ª - Desenvolvimento:

É onde o médium vê que é mais difícil do que se imaginava...

Pois a Umbanda não é só gira e incorporação...

Existe todo um fundamento e responsabilidades...

Ele cria consciência que não é tão simples quando pensava...

É necessário um ajuste diário!

É nessa hora que bate o desânimo...

Seja por não incorporar ainda!

Seja por outros irmãos que entram depois na casa incorporam primeiro...

Ou até mesmo se ele está fazendo algo errado...

A incorporação não é tão fácil, como muitos pensam...

É necessário preparo, estudos, vivência...

É preciso também não ter medo, pois é normal e acontece...

O médium precisa viver o terreiro e a Umbanda em sua essência...

Faz parte da evolução e de toda a caminhada...

3ª - Confirmação:

Essa hora o médium sai da segunda fase pronto, mais preparado...

Ele já viveu o desânimo e as etapas inciais...

Chegou ao propósito de fé!

É onde a Umbanda não precisa mais provar nada...

Você já está vivenciando no dia a dia...

A Umbanda pede muita dedicação, estudo e vivência de terreiro...

Não só um ou outro!

E sim todo o conjunto!

É preciso tempo e respeito a cada passo e estágio...

Para subir uma escada é preciso pisar em cada degrau...

"A Umbanda é pra todos, mas nem todos são pra Umbanda"

Ser médium é mais do que uma missão é compromisso!

Saravá Fraterno!

Pai Jonathas de Ogum.'.

02/05/2026
18/04/2026

Muita gente procura o mal em sinais externos, em símbolos, em lugares e em aparências.
Mas quase nunca percebe que, muitas vezes, o inferno começa naquilo que sai da boca e se confirma nas atitudes.

Há palavras que ferem mais do que golpes.
Há línguas que humilham, envenenam, destroem reputações, semeiam discórdia, quebram lares e apagam a paz de ambientes inteiros.
E há comportamentos que, mesmo sem barulho, carregam crueldade, orgulho, falsidade, manipulação e frieza disfarçadas de normalidade.

No Espiritismo, aprendemos que o mal não é uma fantasia folclórica.
Ele se manifesta, sobretudo, na inferioridade moral ainda não vencida dentro de nós.
Está na maledicência, na agressividade, na ironia que rebaixa, na mentira que corrói, no egoísmo que endurece e na atitude que fere sem remorso.

É fácil apontar trevas fora.
Difícil é reconhecer a sombra que ainda fala por nós.

Uma língua sem caridade pode ser instrumento de perturbação.
Uma atitude sem consciência pode abrir feridas profundas.
E quem vive espalhando veneno pelas palavras ou pelas ações não precisa procurar forças sombrias longe demais, porque já está servindo a elas sem perceber.

Por isso, a vigilância espiritual começa no íntimo.
No jeito de falar.
No jeito de reagir.
No jeito de tratar quem não pode oferecer vantagem.
No jeito de se comportar quando ninguém está vendo.

Nem toda religiosidade é luz.
Nem todo discurso bonito é elevação.
Porque o céu não mede apenas o que a pessoa professa, mas o que ela pratica.

No fim, o verdadeiro combate espiritual não está só em expulsar o mal de fora.
Está em impedir que ele encontre morada na língua, no coração e nas atitudes.

Quem domina a própria fala já começou a purificar a alma.
Quem corrige as próprias atitudes já começou a vencer as próprias sombras.

17/04/2026

10 ENSINAMENTOS DE MESTRE RAMATÍS PARA OS UMBANDISTAS QUE SERVEM PARA TODOS!
A literatura de Ramatís sobre Umbanda, traz uma abordagem que une as diversas tradições dos terreiros ao universalismo. Suas obras, como Umbanda Pé no Chão, Elucidações de Umbanda e A Missão da Umbanda, focam na "Umbanda de raiz", despida de vaidades e centrada na melhora do caráter e no autoconhecimento.

​Aqui estão 10 ensinamentos fundamentais extraídos dessa doutrina para os médiuns:

​1. A Reforma Ìntima como Prioridade
​O mediunismo sem o burilamento do caráter é como uma lâmpada suja que impede a passagem da luz. Ramatís enfatiza que o médium deve ser o primeiro a se curar, combatendo o orgulho e o egoísmo, para que a comunicação com os Guias não seja filtrada por suas próprias imperfeições.

​2. O Estudo Constante e a Ciência da Fé
​A fé na Umbanda não deve ser cega. Ramatís orienta que o médium precisa compreender a "mecânica" dos fluidos, a ação dos elementos naturais e a função de cada ritual. O conhecimento intelectual protege o médium da exploração, do animismo vicioso e da mistificação.

​3. A Higiene Mental e Vibratória
​O trabalho mediúnico começa muito antes de entrar no terreiro. O controle dos pensamentos, a qualidade das leituras e o que se consome visual ou emocionalmente no dia a dia determinam a sintonia com as esferas superiores. O médium é um rádio que precisa estar limpo para captar a frequência dos Pretos Velhos e Caboclos.

​4. O Uso Ético do Axé (Energia)
​A energia manipulada no terreiro é sagrada. Ramatís condena qualquer uso de forças espirituais para fins de vingança, amarração ou ganhos financeiros. A Umbanda é vista como "magia benfeitora", voltada estritamente para o altruísmo e o equilíbrio planetário.

​5. O Respeito à Natureza
​Como a Umbanda se fundamenta nos elementos naturais, o médium deve ser um ecologista por definição. O ensinamento foca na importância das matas, rios e mares como "usinas de força" dos Orixás que devem ser preservadas, evitando oferendas que poluem o meio ambiente.

​6. A Simplicidade do Ritual (Umbanda Pé no Chão)
​Ramatís frequentemente critica o excesso de "paramentos", a performance teatral e o brilho excessivo. O verdadeiro poder espiritual não reside na cor da guia ou no tamanho da coroa, mas na intenção e na pureza do coração. A simplicidade facilita a conexão fluídica firme.

​7. A Disciplina e o Compromisso
​A mediunidade não é um passatempo, mas um compromisso cármico. A pontualidade, pertença, assiduidade e o respeito às hierarquias do terreiro são formas de exercitar a humildade e a responsabilidade perante o Plano Espiritual.

​8. O Cuidado com a Alimentação e Vícios
​Há um forte apelo à moderação. O consumo de carne, álcool e fumo deve ser evitado de todo, pois essas substâncias densificam o perispírito e dificultam a acoplagem das entidades de luz nos dias de trabalho mediúnico.

​9. A Mediunidade é Doação (Serviço Desinteressado)
​"Dai de graça o que de graça recebestes". O ensinamento é pétreo: qualquer cobrança por atendimentos espirituais desvirtua a missão da Umbanda e atrai obsessores que se alimentam da cobiça de ganhos financeiros.

​10. A Consciência da Interculturalidade
​Ramatís propõe uma Umbanda universalista, eclética e convergente. O médium deve entender que as entidades (como o Caboclo ou o Baiano) são exemplos de sabedoria ancestral que transcendem a forma. Isso ajuda o médium a não se prender a preconceitos e a entender que a espiritualidade é uma só, independentemente da roupagem e de religião.

​ A obra de Ramatís é conhecida por ser direta e, por vezes, austera em relação à conduta pessoal e à ética comportamental dos médiuns, visando sempre a transição planetária e a evolução definitiva e permanente do espírito humano, acima das formas religiosas transitórias.





16/04/2026

A gira de desenvolvimento não é apenas parte da Umbanda, ela é um dos seus fundamentos mais sagrados.

Muitos terreiros, com o passar do tempo, acabam se condicionando somente ao atendimento, ao auxílio externo, ao socorro de quem chega e, sem perceber, deixam de fortalecer aquele que sustenta tudo isso: o médium.

Sem desenvolvimento, não há firmeza.
Sem firmeza, não há sustentação espiritual verdadeira.

A gira de desenvolvimento é o momento em que o médium se volta para dentro, se ajusta, se conhece, se educa espiritualmente. Sem plateia, sem vaidade, sem interferência externa.

É ali que se constrói a base.
É ali que o médium aprende a ouvir, a sentir e a se alinhar com sua própria coroa.

Infelizmente, esse fundamento vem se perdendo ao longo dos anos, substituído pela pressa, pela demanda e, muitas vezes, pela superficialidade.

Mas Umbanda sem desenvolvimento é caminho sem raiz.

Desenvolvimento não é opção.
É compromisso com a espiritualidade.

É no silêncio da gira sem assistência que o médium é lapidado.
É onde o ego é confrontado, onde a disciplina é cobrada e onde a verdadeira conexão começa a ser construída.

Ali não existe aplauso, existe correção.
Não existe aparência, existe verdade.

E é essa verdade que sustenta qualquer trabalho sério dentro da Umbanda.

Axé 🤍

FAMÍLIA DO CABOCLO
Conselho de Orientação Espiritual
Quinta-feira, 16 de abril de 2026

Dirigente Espiritual:
Kassio de Oyá
Marcelo de Xapanã

06/03/2026

O que é um caminho espiritual, senão um compromisso diário com a fé?

É responsabilidade constante diante daquilo que nos propomos a fazer, e principalmente a ser, dentro da espiritualidade.

É autoconhecimento.
É reflexão crítica.
É estudo.
É vivência prática no terreiro.

É compreender que mediunidade não é vaidade, é entrega.
Não é aparência, é caráter.

Acima de tudo, é amar o que se faz.
E buscar, incansavelmente, excelência no trabalho espiritual e religioso.

Porque é essa excelência que sustenta a transformação.
Transformação interna em quem serve.
Transformação externa em quem nos procura.

E é dessa transformação que nascem pessoas melhores.
E pessoas melhores constroem um mundo melhor para se viver e evoluir. ✨

FAMÍLIA DO CABOCLO
Conselho de Orientação Espiritual
Segunda-feira, 02 de março de 2026

Dirigentes Espirituais:
Kassio de Oyá
Marcelo de Xapanã

Endereço

Rua Humberto Geronasso, Nº 84/Casa Branca
Curitiba, PR
82560160

Horário de Funcionamento

20:00 - 22:00

Telefone

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