Omo Orisá

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18/02/2020
O mês de agosto, é marcado na comunidade candomblecista, por ser o mês em que comemoramos o ritual do Olugbajé, um ritua...
13/08/2019

O mês de agosto, é marcado na comunidade candomblecista, por ser o mês em que comemoramos o ritual do Olugbajé, um ritual totalmente voltado à família Kàrèjébe.
Nanã, Iyewá, Omolú, Iroko, Agué, Osumare e Obaluaiye, são deuses que são cultuados anualmente em um ritual, específico, chamado de Olugbajé. Que em sua tradução, significa; O banquete do Rei.
Obaluaiyê, tem seu nome traduzido para; O rei da terra, devidas às suas grandes características.
Senhor das chagas e da cura para elas, Omolú é conhecido como o Deus Iorubá protetor da saúde do corpo humano.
Nanã é a agbá mais velha do panteão dos Deuses, conhecida como progenitora do barro que modulado, formou o corpo do ser humano, matriarca da família Ungi e senhora do Igbiri, uma arma, usada para afastar espíritos ruins, e também uma ferramenta utilizada para proporcionar-nos vida e longevidade.
Iyewá, é o orixá da beleza, geralmente cultuada junto a seu irmão inseparável oxumaré, juntos conduzem o arco íris e o ciclo da água, Deusa da transformação e da mutação, início e término de ciclo.
Agué, senhor das folhas, da flora, grande senhor medicinal, usa de suas folhas para suas curas, feitiços e encantamentos, senhor que é cultuado em todos os espaços dos terreiros de candomblé, um dos provérbios Iorubá é: Kosi ewe, Kosi Orisá. Que significa, sem folhas não há Orisá, dada sua importância no culto, é de extrema importância realizar-se a cada início de uma obrigação nos terreiros de candomblé, o ritual de Sassanha, um ritual mágico e complexo feito especificamente para o Orisá Agué, ou como mais conhecido, Ossain.
Iroko, é um dos Orisáa mais antigos, ele representa o tempo e rege a Ancestralidade. Ele foi a primeira árvore plantada na terra, por onde desceram todos os Orixás, por este motivo ele é o líder de todos os espíritos das árvores sagradas.
Osumare, divindade da riqueza e prosperidade, inicio e término de ciclo, deus conhecido por ser detentor do poder da mutação, Orisá responsável pelo ciclo da água, que desce e irriga a terra, que evapora e sobe para novamente descer e trazer vida aos terrenos.
Esses deuses são presentes no ritual do Olugbajé, um culto voltado somente a eles, onde todos os presentes comem das comidas sagradas, envoltas em folha quente, uma folha chamada Ewe lará, que tem por significado, folha do corpo, onde comungam com o rei da terra de seu banquete, e após o término, a folha é passada no corpo como um ebó, para que os deuses nos tragam saúde e longevidade. Depois, é entregue em um balaio específico que terá seu destino final o Peji de Omolu.

12/08/2019

Com um século de vida (muito bem vivido) completado no dia 21 de junho, Luiz Ângelo da Silva, o ogan Bangbala, já recebeu um sem número de homenagens. Está em...

O Ilê Asè Omim Opara convida
26/10/2018

O Ilê Asè Omim Opara convida

"🎶🎤Lá vem ela, ô...Caminhando pela rua...
Lá vem, a Maria Mulambo...🔥🎶💃"

Está chegando o dia dela Maria Mulambo!!!!

Estão todos convidados a prestigiar a festa da nossa Rainha....

Dia 10/11/2018 às 19 horas no Ilé Àṣẹ Omi Opará
Rua: Nivaldo Socher, 284 - Jd. Osasco - Colombo.

Esperamos todos vcs!!!!!! —

23/10/2018

Ólògúnèdé nas Águas D'Òsáàlá 2018

30/05/2018

"Antigamente não havia problema algum em vestir Oyá de vermelho. Hoje é tudo Rosa Choque ou Rosa chiclé. Vermelho é um tabu enoooorme.
Antigamente, Acarajé era frito no Dendê. Hoje tem Acarajé no azeite doce pra não queimar Oxalá. (???)
Antigamente, a cada ano completado de feitura o orixá aprendia atos diferentes. Hoje você vê Iaô de Oyá despachando a porta e Santo velho dançando cantiga-farofa e pedindo pra parar porque está cansado.
Antigamente, o Rum era 21 cantigas, cada um com seus atos. Hoje é 7 cantiga arroz com feijão e olhe lá.
Hoje não se vê mais dança de guerra de Oxum e Obá.
Não se vê mais o foribale de Oyá pra Xangô, não se vê mais Oxumarê procurar hunjeve no barracão.
Mas qualidade da qualidade o povo manda ver...
É um tal de Onira que come no bambuzal, Onira que afunda o akarajé na água, Onira que come vatapá na pororoca... Onira que se veste de Oxum e Oxum que se veste de Oyá...
Hoje em dia orixá vem de bombacha, só falta dançar catira e tomar chimarrão.
O bom tradicional adê de latão desapareceu.
Hoje é tudo arame cromado com lantejoulas e pedras e mais pedras (isso quando não é de "prástico".
Hoje Omolu vem cheio de falsos dentes de plástico, comprados na 25 de março. Parecem porco-espinho.
Os ibirís de Nanã eram de nervura de palha e Búzios. Hoje vem com borboletinhas kuti kuti.
Até o Candomblé virou simplesmente Blé ! As coisas mudam...
Hoje o povo fuma dentro do Ronko, e os mais velhos ensinam o truque.
Oyá de rosa
Abian de rechilie
Logum Edé que sempre foi Oboro, hoje é uma mistura de Isabelita dos Patins com Pablo Vittar
Ayra virou Xangô
Santo de Ketu não chega no aguere
Zambele Zambele não chama santo de Oboró de todos os presentes
Ogum de faquinha do rocambole Pullman
O Ijexá virou Timbalada
Uma militância p***a, falsas ideologias aliados a uma geração leite com pêra.... o resultado e esse.
Essa foto diz tudo sobre antigamente.! Uma simples pessoas tentando fazer o melhor pra nossa religião. Que saudades dos tempos antigos.
O candomblé chora pede pra parar com tanta patifaria!!!!!!
O candomblé chora!!!! Vamos refletir sobre isso.
(Texto de Antonio Martins)

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81460-180

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