20/10/2020
Vamos falar sobre dízimo?
•Esse assunto por vezes é pouco tratado ou mal tratado, e parece que tornou-se um tabu, se não, pelo menos é delicado falar sobre.
•No último Encontro, respondemos algumas questões relacionadas a forma de contribuição do cristão no Reino: Temos que dizimar? Como? Qual porcentagem? Dízimo vigora na Nova Aliança?
Considerando que nossas práticas devem ser pautadas a luz da Palavra e que somos filhos da Reforma, devemos ter cuidado e sermos criteriosos no entendimento e na prática de contribuir.
•A primeira constatação é que no Novo Testamento não há nenhum parâmetro mínimo estipulado para a contribuição, nenhuma prática rotulada de dízimo, nenhum percentual estabelecido. O que o apóstolo Paulo nos ensina em 2 Coríntios 8 e 9 são princípios da Proporcionalidade, Generosidade e Constância, os quais devem conduzir a nossa contribuição na obra do Senhor.
•Não vemos nenhuma referência há uma contribuição mínima que é obrigatória, o dizimo e a partir daí ofertas voluntárias, ao contrário o ensino de Paulo é que se a contribuição não for voluntária não deve ser dada. Nota-se o ensino consistente positivo no Novo Testamento a respeito da generosidade, da liberalidade e da prontidão em repartir, a contrapartida negativa temos muitas advertências a respeito da avareza, como em Mt 13.22; Lc 12.15; Ef 5.5; 1 Tm 6.7-10 e Hb 13.5.
•Se você prefere usar o termo dízimo como parâmetro para contribuir, se prefere chamar de oferta ou contribuição voluntária, não importa, o que importa é que devemos obedecer aos princípios estabelecidos na Palavra para orientar nossa contribuição no reino de Deus.
Sabemos que o trabalhador é digno do seu salário (1 Timoteo 5.18), que pastores, presbíteros e missionários prestam trabalho na casa e na obra do Senhor. Que se afadigam no ensino e proclamação da Palavra, e tem necessidades junto com suas famílias que devem ser supridas por nós membros do corpo de Cristo, como preceitua: Gl 6:6; 1 Ts 5:12; 1 Co 9: 4-11 e 1 Co 9:14.
•Após a Nova Aliança não existe nenhuma punição de gafanhoto devorador ou de qualquer outro tipo para quem não contribui no reino, porém conforme a lei da semeadura colhemos o que plantamos,