14/03/2024
💜 SETENÁRIO DAS DORES COMEÇA NESTE DOMINGO, DIA 17, na Matriz Imaculada Conceição de Cruzeiro.
No final desta semana, a Igreja Católica dará início a “Semana das Dores”, também chamada de “Setenário das Dores”. Integrante das celebrações da Quaresma, o rito é um período de reflexão sobre as sete dores vividas por Maria ao longo da vida de Jesus.
O rito consiste na reflexão sobre as principais dores da Santíssima Virgem na trajetória de vida de seu Filho Jesus e, especialmente, aquelas que lhe advieram por ocasião de sua paixão, morte e sepultamento. O setenário se alicerça na Palavra de Deus, onde são identificadas as sete dores de Maria, desde a profecia do velho Simeão, até a morte e sepultamento de Jesus Cristo.
Maria transforma sua solidão e sua dor em êxtase de santidade e suas lágrimas não mitigaram a dor por tão grande sofrimento, mas tornou-se participante do mesmo sacrifício de seu Filho, levando-nos a unir com às suas dores e às dores de Nosso Senhor Jesus Cristo, além de traçar um paralelo com a história de várias mães que sofrem diante dos vícios, torturar, doenças e mortes de seus provenientes.
💜 POR QUE SETE DORES?
De muitas formas sofreu Maria Santíssima durante a sua vida terrena, porém sete delas são especialmente objeto da devoção dos fiéis. São episódios tirados dos Santos Evangelhos e que formam o caminho de dores da Filha amorosa de Deus Pai, sofrendo em sua alma padecimentos semelhantes aos da Paixão de seu Divino Filho. Os episódios narrados no Evangelho são:
1) A Apresentação de Jesus no Templo e a profecia de Simeão;
2) A fuga para o Egito;
3) A perda do Menino Jesus no Templo;
4) O encontro com Jesus no caminho do Calvário;
5) O momento em que se encontrou de pé junto à Cruz de Jesus;
6) Quando teve o corpo de Jesus morto em seus braços;
7) O sepultamento de Jesus.
Deus deu a Maria tudo o que havia de melhor! No entanto, em determinadas etapas de sua vida, para Ela o melhor era sofrer. Como ocorreu na Paixão, quando passou por um tremendo tormento. Sofreu muito mais do se fosse ela própria crucificada, pois a dor que sentiria na sua crucifixão não seria nada perto do que ver seu próprio Filho crucificado.