Por volta dos anos 1950-1952, chegaram os 1° colonos vindos do Rio Grande do Sul, na maioria alemães, entre eles alguns luteranos/protestantes, outros católicos. No dia 16 de dezembro de 1952, numa barraca coberta com um encerrado, na casa do Sr. Antônio e Nixa, foi improvisado um Altar e foi rezada a 1ª Missa, presidida por Frei Salvador, de Alto Paraná. Após a Missa o próprio Frei, em reunião co
m os líderes do povoado, inclusive o sr. Agostinho Cordeiro, que administrava a vila, lançou a ideia da construção de uma Igreja, no ponto mais alto e central do povoado. Tirada na mata vizinha, a madeira foi serrada na serraria do sr. Lauro Müller, e, sob, as orientações do carpinteiro de Santa Catarina, a Igreja foi edificada no início de 1953. O próprio Estevão, pagando uma promessa, doou a imagem da Padroeira, Santa Maria Goretti, que veio a se decompor, na capela do cemitério. Outras imagens ornavam a Igreja, entre elas a do Sagrado Coração de Jesus. Não há precisão da data de inauguração da Igreja, mas as obras eram sempre visitadas pelos Padres carmelitas de Paranavaí, sendo um dos mais lembrados, Frei Eurico. Sendo que em 1954, o povoado celebrou a 1ª comunhão na vila, oficializada pelo Pe. Contou-se 40 ou 50 comungantes, reunindo adolescentes da zona rural e da vila. As 1ª catequistas, Enoi Amaral, Tereza Ceccon e Sueli Lucena, prepararam as crianças e organizaram a liturgia. A comunhão foi festejada com uma grande procissão onde muitas crianças se vestiram de anjos. Quase na mesma época foi construído o barracão, de madeira com piso de chão. Ali se realizavam, aos domingos grandes festas, onde a colaboração das senhoras era notável, bem como de jovens (festas domingueiras). Desta forma se construiu e mobiliou a Casa Paroquial, já que o povoado queria ter um padre, o que foi conseguido em uma visita de Dom Elizeu, Bispo de Campo Mourão. Luis, que aqui permaneceu por pouco tempo. Foi no seu tempo realizado o 1° batismo na Igreja, o qual está registrado no livro... A criança do s**o masculino, cujo nome não foi lembrado, filho do Sr. Arcelino, sendo padrinhos o Sr. Luis Pedro Auzani e dona Duzolina Sartori Auzani. A frente da Igreja, pelo que parece também servia como cemitério, tendo sido enterrados ali algumas crianças, entre elas um da família Schwerz. Com o afastamento do Pe. Luis, a Paróquia foi assumida pelo Pe. João Felipe, que aqui ficou por mais ou menos 4 anos. A Igreja ganhou torre e sino. Entre os anos 60-68 a Igreja foi dirigida pelo Pe. Marcelo, neste tempo se construiu o educandário Maria Goretti, hoje conhecido como Centro de Formação João XXIII. A presença mais marcante, sem dúvida, foi do Frei Bruno, carmelita que ficou entre nós mais de 15 anos. Entre as obras que aqui realizou, contam-se: a construção da Matriz São José Operário, o Salão Paroquial, a capela São Sebastião, o prédio do albergue, onde atualmente funciona a creche Menino Jesus, a casa João Paulo II, tudo em alvenaria. No seu tempo chegaram aqui as irmãs da Divina Providência: Lúcia, Lucilda e Leonilda. Durante este tempo, a Paróquia recebia frequente visitas do Frei Matias que se encarregava de levar estudantes para Graciosa e incentivava vocação que resultaram na formação de Padres como Rivadalvo Torquarto e Pedro Paulo Tormena. Em 1984, a Paróquia passou a ser orientada pelo Frei Paulo Mendes, que promoveu a formação de ministros da Eucaristia (homens e mulheres) encontros de evangelização e a formação de grupos de oração e reflexão. Geraldo e Pe. Roque que vieram após a transferência de Frei Paulo ficaram pouco tempo, e após eles o Pe. David, que organizou o grupo de oração do Sagrado Coração, a escolinha de evangelização e muito fez pela promoção humana. Com a saída do Pe. David, a Paróquia ganhou o Pe. José Osmar Benetolli, que já empreendeu a reforma do prédio da Igreja Matriz e que continua conosco, incentivando a evangelização e o crescimento dos fiéis. David, o Sr. Bispo nomeou para Cidade Gaúcha o revmo Pe. José Osmar Benetolli, o qual assumiu no dia 08 de fevereiro de 1995. No dia 06 de Junho de 1996, o revmo Pe. José Osmar Benetolli, toma posse como moderador da Paróquia de Guaporema. Neste mesmo dia também toma posse na Paróquia de Cidade Gaúcha o Diácono Saulo Neiva Dias, na intenção de ajudar o Pe. José Osmar nas duas Paróquias. Depois da ordenação do Diácono Saulo, o senhor Bispo o nomeia como vigário Paroquial de Cidade Gaúcha e Guaporema, a qual aconteceu no dia 15 de Novembro de 1996. Mais uma vez a Paróquia foi presenteada com a Ordenação Diaconal dos Candidatos: Sérgio Pimentel (de Ivaté); Marcos Magon (de Cianorte) e Edvaldo Gueleri (de Tapira), os quais foram ordenados Diáconos no dia 13 de Fevereiro de 2000, às 10h, no Ginásio de Esportes de Cidade Gaúcha. De fevereiro a abril do mesmo ano, a Paróquia de Cidade Gaúcha acolhe o Pe. Márcio Luiz Priori, pois o mesmo estava em tratamento. No ano de 2001, no dia 10 de fevereiro, a Paróquia novamente é escolhida para acolher ordenação Presbiteral do Diácono Darci Furlan, filho da terra. A celebração de ordenação foi presidida pelo Bispo Dom Alberto Fórtis e concelebrada por vários freis carmelitas. No dia 11 de Fevereiro, às 09h, o neo-presbítero celebrou a sua primeira Missa na Igreja Matriz. A Paróquia de Cidade Gaúcha ordenou mais um filho da terra no dia 28 de Abril de 2001, às 19h00, na Igreja São Marcos, no bairro pilarzinho em Curitiba, o qual recebeu o Sacramento da Ordem do senhor Bispo Dom Pedro Fedalto. E no dia 01 de Maio de 2001, o neo-sacerdote, Pe. Carlos Donizete Marson celebrou a primeira Missa na Paróquia São José Operário de Cidade Gaúcha. No dia 01 de setembro de 2001, às 20h, o Pe. José Osmar Benetolli, celebrou a missa de sua despedida da Paróquia. Após a Missa os agentes de Pastoral organizou a despedida no Salão Paroquial. Osmar, o senhor Bispo Dom José Maria Maimone nomeou como administrador de Cidade Gaúcha o Revmo Pe. Sérgio Grigoletto, o qual tomou posse no dia 12 de Agosto de 2001, permanecendo no município até sua saída para estudar Teologia Moral em Roma. Aos 06 de junho de 2004, foi ordenado no Ginásio de Esportes de Cidade Gaúcha, mais um filho da terra, o Pe. Odair Trindade Araújo, que viria a ser pároco de sua comunidade de origem posteriormente. (continua...)