31/03/2026
Pilatos não era um ignorante. Ele viu Jesus de perto. Ouviu. Percebeu. Discerniu. Sabia que Ele era inocente. Mas entre a verdade e a conveniência, ele escolheu preservar sua posição. Tentou se esquivar. Transferir a decisão. Lavar as mãos. Mas a história deixa claro: não existe neutralidade quando o assunto é Cristo. No fim, Pilatos não rejeitou Jesus por falta de evidência. Rejeitou porque a verdade exigia uma decisão… e ele não teve coragem de assumir. E talvez seja isso que torna essa história tão atual. Porque hoje ninguém está diante de um tribunal romano… mas todos estão diante da mesma pergunta: O que farei de Jesus?