Grupo Espírita Irmãos de Boa Vontade

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03/03/2026
20/04/2025
JESUS ESTÁ MAIS VIVO DO QUE NUNCA!Quando dizem que Jesus morreu, basta apenas olhar para o lado.Você vai ver alguém abra...
09/01/2025

JESUS ESTÁ MAIS VIVO DO QUE NUNCA!

Quando dizem que Jesus morreu, basta apenas olhar para o lado.
Você vai ver alguém abraçando um amigo e desejando um feliz dia.
Vai enxergar no gesto gentil, a sua presença suave.
E na mais simples palavra de afeto todo o seu ensinamento.
Vai perceber irmãos que destruíram laços voltando em uma reconciliação. E vai lembrar das suas palavras: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.”
No olhar raivoso pela briga banal, sua presença vai surgindo na esperança do refazer.
Na criança que abraça os pais pelo amor puro, sua lembrança se torna marca firme dos passos que deixou.
A jornada é de cada um, o caminhar é de cada um, mas a estrada pode ser seguida pela luz.
E essa luz nunca morre.
Ela brilha sempre e cada vez mais, no respeito a todas as crenças, na vontade de continuar construindo um mundo novo, na prece mais humilde que apenas pede paz ao homens.
Não, Jesus não morreu!
Mesmo nos corações mais duros, o pulsar da vida segue serenamente com seus braços abertos. Não na cruz, mas na vida plena que jorra abundantemente.
Jesus que recebeu a todos: pobres, ricos, prostitutas, cobradores de impostos, guardas romanos e apóstolos.
No seu não julgamento, ainda perdoou no momento mais difícil, crucif**ado pela ignorância.
Mas a ignorância que é irmã da sombra vai sendo esclarecida pelo avançar de cada um no encontro consigo mesmo.
E nisso, Jesus foi pontual, afirmando: “O Reino de Deus está dentro de vós.”
Suas palavras tão simples trazem profundos signif**ados que podem ser compreendidos de forma diferente a cada novo aprendizado que cada um assimila.
Não, Jesus não morreu!
Porque neste Ano Novo, muitos estarão reunidos em seu nome. Nas ruas, nas vilas, nas casas, nos reencontros, nos abraços, nas idas e vindas que brindam a sua presença plena mais uma vez. Presença que sempre está. E sempre é.
Do ódio a ser lançado, Jesus foi firme: “Quem não tem pecado que atire a primeira pedra”.
Uma mensagem que valeu ontem e segue pulsante no hoje e no amanhã.
E se alguém, despretensiosamente, perguntar: “Mas, então, por que ele morreu?”
A resposta pode vir gentilmente através de exemplos de perdão, de paz, de luz e de amor. De muito amor. Porque foi isso que ele deixou. E com a sutileza devida, um sorriso no olhar se faz e a frase é concluída:
“Ele não morreu!
Ele continua vivo!
Mais vivo do que nunca!”
Feliz Ano Novo. Feliz Jesus.

08/01/2025

Você gosta de romances espíritas? 📚
Nesta semana, selecionamos cinco obras incríveis do Espírito Victor Hugo, psicografadas por Divaldo Franco, que são imperdíveis para quem busca reflexão. Você as encontra na Livraria Leal (www.livrarialeal.com.br).

Há precisamente 157 anos, em 6 de janeiro de 1868, Allan Kardec lançava a última obra do Pentateuco Kardequiano: "A Gêne...
06/01/2025

Há precisamente 157 anos, em 6 de janeiro de 1868, Allan Kardec lançava a última obra do Pentateuco Kardequiano: "A Gênese". Este marco signif**ativo não apenas consolidou sua contribuição para a Doutrina Espírita, mas também iluminou caminhos para milhões em busca de conhecimento espiritual. 📖✨
Você já leu “A Gênese”? Diga o que achou nos comentários!

Duas lagartas estavam rastejando no chão. Uma delas era um pouco mais jovem enquanto a outra era um pouco mais velha. Es...
21/10/2024

Duas lagartas estavam rastejando no chão. Uma delas era um pouco mais jovem enquanto a outra era um pouco mais velha. Estavam em um dia frio de inverno com uma leve neblina. A lagarta mais velha virou-se para a mais jovem e perguntou:

– Estava pensando: erá que um dia nós, lagartas, poderemos voar?

A outra lagarta, mais jovem, f**a um pouco inquieta com a pergunta e diz.

– Claro que não! Nós, lagartas, somos seres rastejantes. Vivemos nos arrastando pela terra e essa é a nossa realidade.

A lagarta mais velha pensou por um momento e disse:

– Mas será que um dia, quem sabe, não poderemos deixar essa condição limitada aqui no solo e nos tornarmos mais livres? – Especulou.

– Te afirmo que não! – disse, confiante, a lagarta mais jovem – Nossa vida é esta aqui mesmo, neste estado larval. Caminhar pela terra, subir em algumas árvores, alimentar-se de pequenas folhas de plantas, e viver dentro dos limites de nossa espécie. Essa é a nossa realidade. Você precisa abrir os olhos e aceitar a realidade das coisas, ao invés de f**ar matutando nestes sonhos de liberdade, independência e leveza. Isso nada mais é do que uma expressão do seu desejo.

A lagarta mais velha ficou um pouco envergonhada de ter soltado tanto sua imaginação. Mas ao mesmo tempo pensou como seria bom ao menos poder sonhar com uma condição melhor no futuro. Então, mesmo temendo a iminente incompreensão de sua companheira, arriscou-se e disse:

– Mas pense bem: mesmo que nós estejamos submetidos e presos sempre em terra firme, ou subindo e descendo de plantas e limitados em nossa percepção, talvez existam membros de nossa espécie que, futuramente, possam estar num estado mais livre. Não sei se você sabe, mas há algumas histórias de lagartas que passaram por uma espécie de transformação…

– Sim, eu já ouvi algumas destas histórias – disse a lagarta mais jovem – mas não passam de mentiras para enganar os incautos. Querem que acreditemos em fantasias de asas, leveza, vôo, visão panorâmica, mais rapidez, e outras ilusões. Se existem mesmo essas lagartas de asas, onde elas estariam?

A lagarta mais velha ficou em dúvida. Isso parecia ser verdade. Jamais havia visto uma lagarta de asas, voando. No entanto, retrucou:

– Mas veja só: talvez, pela nossa própria condição de seres rastejantes, estejamos tão presos e acostumados a olhar apenas para o solo, ou para o próximo passo, que sequer prestamos atenção ao céu, ou contemplamos o alto, para que, talvez, algum dia pudéssemos vislumbrar a liberdade e a rapidez de uma suposta lagarta voadora. Não se esqueça que, daqui de baixo, não conseguimos enxergar direito as coisas que ocorrem no céu.

A lagarta mais jovem começou a pensar nessa possibilidade, mas logo rechaçou seus pensamentos e disse:

– Não! Se isso fosse mesmo possível, nós já saberíamos. Já teríamos visto essas lagartas voadoras!

A lagarta mais velha refletiu e, com toda sinceridade, questionou:

– Ou será que o nosso orgulho, e nossa presunção de tudo saber, não nos impede de admitir que podem haver outras formas de vida mais desprendidas? Não se esqueça que há muitas minhocas que não acreditam na vida acima do solo, creem apenas na vida dentro da terra.

– De jeito nenhum! Estou apenas falando de nossa realidade observável, de nossa vida, de nossa realidade. Não há nenhuma prova de que isso seja verdadeiro. Aceite-se tal como é, e será mais feliz – disse a lagarta mais jovem.

As duas lagartas encerraram o diálogo, e depois desse dia não se falaram mais.

Passado algum tempo, a lagarta mais velha sentiu algo de diferente. Subiu num local mais alto e formou um casulo. Dentro do casulo, sentiu uma forte transformação, e logo que rompeu a casca, saiu como uma linda e colorida borboleta.

Voando por sobre seu antigo lar pôde avistar, lá embaixo, sua amiga mais jovem, a lagarta que, um dia, havia duvidado da liberdade e da leveza. A borboleta planou bem próximo de sua antiga amiga, mas a lagarta não pôde vê-la. Ela então pensou:

– Ah, se ela soubesse…

Hugo Lapa

Relançamos o livro "Nascente de Bênçãos", uma obra inspiradora de autoria espiritual de Joanna de Ângelis, psicografada ...
14/10/2024

Relançamos o livro "Nascente de Bênçãos", uma obra inspiradora de autoria espiritual de Joanna de Ângelis, psicografada por Divaldo Franco!
Composta por 32 mensagens que tocam a alma, essa leitura traz valiosas reflexões à luz do Espiritismo sobre temas como a Autoconsciência, Providência Divina, Mediunidade, Interferência Espiritual e diversos outros temas importantes. 🌿💫

Um convite para mergulhar em sabedoria e paz!

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Jesus caminhou sobre as águasEra uma noite calma no Mar da Galileia, mas o vento começou a soprar com força. Os discípul...
08/10/2024

Jesus caminhou sobre as águas

Era uma noite calma no Mar da Galileia, mas o vento começou a soprar com força. Os discípulos de Jesus estavam em um barco, atravessando o mar, enquanto ele havia f**ado para trás, subindo uma montanha para orar sozinho. As águas, que antes eram tranquilas, começaram a se agitar com o vento forte. Os discípulos remavam, tentando manter o barco sob controle, mas o esforço era grande, e o mar cada vez mais revolto.

Enquanto eles lutavam contra as ondas, a escuridão da madrugada envolvia o mar, e o cansaço começava a pesar sobre seus corpos e mentes. De repente, ao longe, algo estranho apareceu. No meio da escuridão e das ondas, eles viram uma figura caminhando sobre a água. O medo tomou conta deles, pois achavam que era um fantasma. “É um espírito!” eles gritavam uns para os outros, aterrorizados.

Mas logo uma voz conhecida os tranquilizou: “Tenham coragem! Sou eu. Não tenham medo.” Era Jesus, caminhando sobre as águas em direção a eles. Ainda assim, o espanto era grande, e Pedro, um dos discípulos mais ousados, sentiu um impulso no coração. Ele disse a Jesus: “Senhor, se é realmente tu, manda-me ir até ti sobre as águas.”

Jesus olhou para Pedro com confiança e disse: “Venha.”

Com o coração batendo acelerado, Pedro desceu do barco e começou a caminhar sobre as águas, de maneira surpreendente, em direção a Jesus. No início, ele manteve os olhos fixos em seu Mestre e, incrivelmente, caminhava sobre a superfície do mar. Porém, à medida que sentia o vento forte e via as ondas ao seu redor, o medo tomou conta dele. Pedro começou a afundar nas águas agitadas e, desesperado, clamou: “Senhor, salva-me!”

Imediatamente, Jesus estendeu a mão e o segurou, puxando-o de volta para a superfície. “Homem de pouca fé,” disse Jesus com serenidade, “por que você duvidou?” Então, juntos, subiram de volta ao barco. Assim que Jesus entrou, o vento cessou, e as águas se acalmaram. Os discípulos, cheios de espanto e reverência, prostraram-se diante dele e disseram: “Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus.”

E assim, o barco seguiu seu caminho em águas tranquilas, enquanto o amanhecer começava a despontar no horizonte.

Caminhar sobre as águas, além do milagre físico, carrega um simbolismo profundo. As águas, especialmente no contexto bíblico, frequentemente representam o caos primordial e as forças desordenadas da vida. O mar, com suas ondas imprevisíveis, é uma metáfora para as emoções humanas, os desafios e os opostos que encontramos ao longo da nossa jornada. Quando Jesus caminha sobre as águas, ele demonstra seu domínio sobre essas forças caóticas, sua capacidade de manter o equilíbrio em meio à turbulência.

Esse ato pode ser interpretado como um chamado ao desprendimento emocional e ao equilíbrio interno diante das situações imprevisíveis da vida. Caminhar sobre as águas é, portanto, um símbolo da superação do medo e da dúvida, elementos que nos fazem “afundar”, como aconteceu com Pedro.
É um convite para confiar no poder superior que nos sustenta mesmo nos momentos mais difíceis, assim como Jesus sustentou Pedro.

Além disso, as ondas podem ser vistas como os opostos da vida — alegria e tristeza, sucesso e fracasso, paz e conflito. O equilíbrio sobre elas simboliza a capacidade de viver sem ser dominado por nenhum desses extremos, mantendo-se sereno e centrado. Esse estado de harmonia com o caos pode ser alcançado através da fé, do desprendimento emocional e do reconhecimento da nossa natureza espiritual, que, assim como Jesus, transcende o caos do mundo material.

Enquanto Deus abriu o Mar Vermelho para Moisés e os hebreus, criando um caminho seguro no meio do caos, Jesus, ao caminhar sobre as águas, demonstra uma nova dimensão de relação com o divino. No episódio de Moisés, a intervenção de Deus é direta e externa, um milagre que altera os elementos da natureza para salvar o povo. Já em Jesus, o milagre é interno e pessoal. Ele mesmo, com seu controle e equilíbrio espirituais, caminha sobre as águas. Isso pode simbolizar uma transição de uma era em que a salvação vinha por meio de uma intervenção divina externa, para uma era em que cada ser humano é convidado a despertar seu próprio poder espiritual, como Jesus fez, superando o caos ao seu redor.

Esse ato sugere que a capacidade de “caminhar sobre as águas” não está limitada a uma intervenção milagrosa de fora, mas é algo que cada pessoa pode desenvolver internamente. Jesus inaugura uma nova consciência, onde o divino se manifesta de dentro para fora, e a humanidade é chamada a elevar-se acima das circunstâncias mundanas por meio do desprendimento espiritual e emocional. Cada pessoa, em sua jornada, pode aprender a manter o equilíbrio e a paz interior diante das dificuldades e desafios, sem depender de intervenções externas, mas reconhecendo o poder que já habita dentro de si. Assim, a mensagem é que o potencial para transcender o caos – colocar-se acima das turbulências da vida material – e alcançar a paz está ao alcance de todos.

Adaptação: Hugo Lapa

Irmãos e irmãs! Como o mundo seria melhor se o homem trabalhasse para o bem de todos, não encontrando ensejo de cultivar...
05/10/2024

Irmãos e irmãs! Como o mundo seria melhor se o homem trabalhasse para o bem de todos, não encontrando ensejo de cultivar o orgulho e a vaidade que o leva a acreditar-se ponto central do universo.
Se tivéssemos a certeza da vantagem do suor, na felicidade dos semelhantes, não nos entregaríamos à volúpia da posse que o obriga a acumular dinheiro inutilmente.
Se o homem inclinado à tentação dos prazeres fáceis aprendesse a despender as próprias forças em favor da elevação coletiva, não disporia de ocasião para prender-se às paixões aniquiladoras que o arrastam ao crime.
Se fôssemos menos egoístas e estivéssemos dispostos a servir de acordo com os desígnios divinos, não envenenaríamos a própria saúde com remorsos e angústias injustificáveis.
Se o guloso vivesse atento à tarefa construtiva que lhe cabe no mundo, não se escravizaria aos apetites devastadores que lhe arruínam o corpo e a alma.
E se o invejoso utilizasse a existência, no trabalho digno, não gastaria tempo acompanhando maliciosamente as iniciativas do próximo, causando desgastes em seu campo energético e complicando o próprio destino...
Como podemos avaliar, o maior dos pecados, a causa primordial de todos os males, é a preguiça, a inércia.
Dá trabalho edif**ante às tuas ovelhas e convence-te de que, na posse do serviço, não se afastarão do caminho justo.
Pensemos nisso Irmãos e irmãs e, quem sabe, amanhã e em todos os dias da nossa vida, nosso destino nesta rápida passagem pela Terra tenha mais sentido.

Que Jesus ilumine seu dia!

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