EM NOME DA Verdade

EM NOME DA Verdade Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará...disse JESUS eu sou o caminho a verdade e a vida e ninguém vai ao pai se não for por mim...

16/09/2022

Não sou pastor, padre ou clérigo. Não estou ligado a qualquer denominação ou organização religiosa. Congrego somente ao nome do Senhor fora do sistema denomi...

Breve voltarei com bons conteúdo nesta página
09/08/2022

Breve voltarei com bons conteúdo nesta página

Qual o seu salmo preferido?

Hoje convidamos você a iniciar uma viagem pelo livro de Salmos.
Já percebeu que os Salmos nos ensinam a louvar e a orar?

Saiba mais sobre o Salmo 1:

"O verso 1 apresenta tanto o justo e o ímpio, mostrando o que os justos NÃO FAZEM. Eles não trilham o caminho descendente do mal. Eles não seguem o conselho dos ímpios, nem se juntam a eles em suas ações, nem, finalmente, se tornam um com eles ao rejeitar a Deus e sua Palavra.

O verso 2 mostra que os abençoados FAZEM. Em vez de rejeitar a Palavra de Deus, os justos a seguem – porém não de forma legalista. Eles se deleitam nela. Em vez de andar no conselho dos ímpios, eles meditam diariamente no conselho de Deus.

O verso 3 mostra o resultado de se deliciar diariamente na Palavra de Deus. Em vez de permanecer no caminho dos pecadores,os bem-aventurados permanecem como árvores. No entanto, eles não permanecem em pé por seu próprio poder. É Deus quem planta as árvores onde frutificarão, resistirão à seca, e não cairão.

Os versos 4 e 5 mostram o resultado de uma vida de maldade. Em vez de ficar em pé como as árvores, os ímpios são como a palha - seca, impotente e à mercê dos elementos. Eles seguem o caminho dos pecadores, mas não permanecerão em pé no juízo. Eles se assentam com os zombadores, mas não farão parte da congregação dos justos.

O verso 6 estabelece o contraste final entre os dois tipos de pessoas. O Senhor conhece o caminho dos justos. O vínculo entre Deus e Seu povo é mais íntimo do que entre um homem e sua esposa, que se tornaram uma só carne e conhecem um ao outro. Eles não ouvirão do Senhor as terríveis e condenatórias palavras: “Nunca vos conheci”. Os ímpios as ouvirão por terem repetidamente recusado a Deus e a Sua Palavra. E, finalmente, perecerão.

Senhor, ajuda-me a me deleitar em Ti e em Tua Palavra, para que eu possa ser contado entre os bem-aventurados, que Te conhecem e são conhecidos por Ti. Amém"

R. Lynn Sauls

06/02/2022
26/05/2021
02/11/2019

Naturalmente, muitos de nós não subsistimos da pesca. E mesmo os que vivem dessa atividade econômica, provavelmente não atuam num negócio familiar passado de geração em geração. Nós não vivemos numa economia pré-moderna de camponeses, ferreiros, sacerdotes e governadores imperiais. Graças a Deus.

No entanto, nós vivemos dentro de uma dada ordem econômica, em grande parte inquestionável e que define nossas vidas, tanto quanto os negócios familiares e os laços econômicos que eram tão importantes para os primeiros cristãos. Vivemos dentro de uma nova ordem mundial, tão pervasiva e poderosa que na maioria das vezes não é sequer notada. É simplesmente a realidade.

Hoje nossas vidas estão integradas na ordem econômica e social do capitalismo global. E do mesmo modo que o poder romano e sua economia imperial era uma realidade praticamente inquestionável no mundo antigo, hoje a dominação moderna da economia global neo-liberal é uma realidade praticamente inquestionável para todas as pessoas. Ame ou odeie, é apenas como as coisas são.

Mas será mesmo? E se houver um poder maior do que Wall Street, maior que o capitalismo de consumo, bem como todo o aparato violento necessário para sustentá-lo?

Os cristãos podem discutir indefinidamente sobre a correta definição do capitalismo, e se pode ser visto como algo benigno ou uma ameaça. Sem dúvida, se trata de uma conversa necessária, apesar de não chegar no cerne da questão. O ministério de Jesus não era focado na formação de uma sociedade de debates. Seu foco foi na construção de um movimento, uma família.

Hoje ele nos convida para esta nova ordem social, esse novo modo de vida. A família de Deus está no meio de nós e nos desafia a reavaliar o que valorizamos, o que deve ser honrado e como devemos viver nossas vidas. Jesus continua à beira-mar, nos chamando a largar nossas redes e segui-lo.

Qual é a forma e o significado desse chamado em termos concretos? Será que devemos largar nossos empregos? Laços sociais? Todos os conceitos sobre quem e o quê deve ser valorizado? Que forma assume o ato de se arrepender (isto é, mudar todo nosso modo de vida) no contexto de um capitalismo global que ameaça tornar nosso precioso planeta inabitável? Que emaranhado de redes que somos chamados a jogar fora e qual é o caminho, a comunidade, a família que irá substituí-lo?

O tempo para uma abordagem meramente religiosa para essas questões se esgotou. Somente uma mudança de corações não é suficiente quando nossas vidas permanecem tão profundamente enraizadas nos pressupostos e na economia do império global. É urgente e necessário um convite para uma reavaliação radical e determinada de tudo, nos encaminhando a uma mudança integral em nossas vidas na busca por uma existência verdadeiramente abundante, que Jesus nos promete.

Mas em primeiro lugar: larguemos nossas redes e sigamos a Jesus.



Traduzido de: Is Capitalism Compatible With Christianity (Red Letter Christians)

02/11/2019

O capitalismo é compatível com o Cristianismo?
Posted by Equipe do Blog Dignidade!
Os Cristãos da Letra VermelhaRLC_full-name_two-color copy



Micah Bales*

(Tradução: Eliezer Silva)



Ao chamar seus primeiros discípulos, Jesus causou uma mudança total na vida econômica deles. Simão e André, Tiago e João trabalhavam nos negócios familiares, impulsionados pelo legado da criação que receberam. Seus pais eram pescadores, bem como os pais de seus pais e várias gerações anteriores. A pesca era uma forma de sustento, mas não se reduzia somente a uma fonte de renda, ia muito além. O negócio familiar era fonte de um sentido de lugar, de significado para a vida. Era uma ordem social que permitia a cada membro da família saber exatamente seu devido espaço de atuação.

Somente ao compreendermos esse fato, podemos começar a vislumbrar a natureza radical do convite feito por Jesus a seus primeiros seguidores e amigos: Sigam-me, e eu vos farei pescadores de homens. Jesus ofereceu uma ordem econômica e social totalmente diferente. Seu convite não contemplava redes de segurança, justificativas ou garantias. Os primeiros discípulos abandonaram imediatamente as suas redes, seus meios de subsistência e toda ordem social que lhes deva um sentido de lugar. Eles abandonaram tudo, inclusive toda uma visão de mundo, ao seguir Jesus.

Nos nossos dias, o desafio de Jesus não é menos crítico. Ele nos convida para um modo de vida radicalmente distinto de nossas suposições cotidianas, de modo que temos grandes dificuldades em captar exatamente o que está em jogo. O caminho do discipulado de Jesus não nos permite simplesmente incorporar seus ensinamentos numa ordem social pré-existente. A boa-nova do Reino de Deus – que é nossa missão, caso a aceitemos – atua nos empurrando para fora da zona de conforto, da mesma forma que atuou na vida dos primeiros discípulos de Jesus há muito tempo atrás lá na costa do mar da Galiléia.

09/07/2019

Jesus disse a Samaritana que o lugar de adoração não seria mais nem no monte Gerizim nem em Jerusalém. Aonde então passariam os verdadeiros adoradores do Pai adorá-lo?

Para responder a sua pergunta vamos continuar a ler o que está no texto de Jo 4,23. Adorar a Deus independe de um lugar. Na conversa com a mulher da Samaria, Jesus está criticando a maneira como as pessoas da época faziam adoração a Deus. O importante é adorar a Deus em espírito e em verdade, e para isso não é preciso um lugar especial. É no coração de todo ser humano que Deus deve ser adorado, e não apenas em um monte ou prédio. Deus habita em todas as pessoas que o recebem com alegria e fazem de seu coração o lugar especial para Deus ficar. As pessoas cristãs que adoram o Pai em espírito e em verdade necessitam também de um lugar, para que unidas possam fortalecer e renovar sua fé, mas o importante é que está no coração de cada uma delas e não apenas o lugar.

Peçamos a Deus que saibamos reverenciar e adorar com muita alegria a Deus, independente do lugar onde estivermos, mas que o nosso coração e todo o nosso ser seja o templo que dedicamos a Deus.

Endereço

Caruaru, PE

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