Igreja do Imaculado Coração de Maria

Igreja do Imaculado Coração de Maria Nobre, distinta, altaneira, liga o presente ao passado, indicando o futuro. Nesta Igreja preserva-se a liturgia tradicional.

02/04/2023

Semana Santa - 2023

02/04: DOMINGO DE RAMOS

07h: Benção, distribuição dos Ramos e Santa Missa.
18h: Procissão do encontro.

03, 04 e 05/04: SEGUNDA, TERÇA E QUARTA-FEIRA SANTA

18h: Santa Missa e Via Sacra.

06/04: QUINTA-FEIRA SANTA

19h: Santa Missa do Lava pés.

07/04: SEXTA-FEIRA SANTA

09h: Via Sacra pública.
15h: Solene Ação Litúrgica.
19h: Procissão do Senhor Morto.

08/04: SÁBADO SANTO

21h: Vigília Pascal.

09/04: DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO.

10h: Santa Missa (São Joaquim).
19h: Santa Missa Cantada.

22/02/2023

QUARTA-FEIRA de CINZAS
(Início da Quaresma 2023)

Dia de JEJUM e ABSTINÊNCIA DE CARNE!
(Jejum dos 18 aos 60 anos de idade)

Santas Missas com a benção e imposição das Cinzas:

16h: São Joaquim.
19h: Igreja do Imaculado Coração de Maria.

Cardoso Moreira-RJ.

DEUS PAI, nos decretos eternos, quis que seu Filho unigênito, ao se encarnar, nascesse não no conforto da casa de José, ...
31/12/2022

DEUS PAI, nos decretos eternos, quis que seu Filho unigênito, ao se encarnar, nascesse não no conforto da casa de José, homem justo e trabalhador bem instalado. Assim, o Menino Jesus veio ao mundo não ali, como seria natural, em abrigo aconchegante, envolto na atmosfera inocente própria ao grande acontecimento.

Ele escolheu vir habitar entre nós no frio ambiente de um estábulo, onde se abrigavam os animais durante a noite. Pode haver pobreza maior, situação de tanta penúria, para que uma criança venha ao mundo?

O imperador romano César Augusto, ao publicar um edito, obrigou a todos os seus súditos, os da Judeia incluídos, que fossem se recensear cada um na cidade de origem de sua família. Sendo José da casa de David, ficou obrigado a deslocar-se a Belém. A longa jornada empreendida com a sua esposa ocorreu na ocasião em que estava próxima de ser mãe, como nos relata o Evangelista.

Anoto aqui uma curiosidade que certamente não é fruto de acaso: se tomarmos o signif**ado etimológico, Belém quer dizer “casa do pão”. No primeiro século, Belém era uma aldeia de quase mil habitantes, com um conjunto de casas disseminadas pela encosta da colina. Seus habitantes viviam da criação de ovelhas e da cultura de trigo, em terra fértil e próspera.

Foi este lugar que Deus escolheu para o nascimento de seu Filho muito amado. No berço da família real de David, que ali outrora havia pastoreado os seus rebanhos em campinas verdejantes. Também ali foi ungido o segundo rei de uma das famílias de Judá, que se chamava Jessé.

Nosso Senhor Jesus Cristo, que a este mundo veio para nos sustentar com o pão da graça, a Eucaristia, nos regenerou com o seu próprio sangue. Ao nascer na “casa do pão”, num campo ermo e afastado, veio concretizar aquilo que no passado havia simbolizado o maná. Também veio resgatar para Deus ricos e pobres, nobres e plebeus, brotando ali como uma flor, como um lírio perdido no campo que esparge seu perfume, o bálsamo da graça e do perdão, para toda a natureza, animada e inanimada.

Por esse motivo a cena do presépio nos mostra a natureza toda se revestindo de um encanto especialíssimo, que unia os anjos e os homens. Ali se reverenciou o Menino, que nasceu na cidade de David, chamada Belém.

Nestes tempos natalinos, temos ocasião de festejar o nascimento do Salvador, o qual, “premido pelas entranhas de sua misericórdia” para nos redimir, permitiu que obtivéssemos as graças para nos libertar do pecado, assegurando-nos a vida eterna.

Mas Ele não veio a este mundo apenas com a missão de redimir. Prova disso foi o fato de ter se reclinado numa manjedoura, em que os animais se alimentavam; assim quis também signif**ar a futura revelação do Sacramento da Eucaristia, nosso alimento espiritual, o pão da vida.

Na Santa Missa, nasce no altar como deitou-se na manjedoura, para se oferecer ao mesmo tempo, por nós, como vítima de expiação e como alimento. Nascido na precária condição de criança indefesa, em ambiente paupérrimo, o Verbo Eterno quis atrair mais fortemente nossos corações e iluminar nossa compreensão a respeito de seu incomensurável amor.

A criancinha do estábulo de Belém quis nos atrair pela ternura, tocando expressivamente nossas almas. Não veio à Terra para espalhar o terror, mas para conquistar os corações pelo seu excessivo amor; estava se fazendo criança para tomar um pouco de proporção conosco, Aquele que por natureza é infinitamente perfeito, pois é Deus.

Quis unir a Pessoa divina a uma natureza finita, puramente humana, e assim se tornar visível, para nos ensinar o caminho da fé, dos princípios e das virtudes. Aquele que é invisível se tornou visível, para nos atrair à vida sobrenatural da graça neste mundo, e nos assegurar a vida eterna.

Ao nascer entre os homens e vir a este mundo, não deixa de ser Deus aquele que é eterno, amável e providente. Seus olhos puros e inocentes se irradiam sobre nossas almas, trazendo-nos um verdadeiro bálsamo de bondade e misericórdia. Seu olhar transpassa a alma e nos eleva aos páramos mais sublimes da esperança e da luta.

Para nós, as comemorações do tempo natalino, em 2022, passam-se numa atmosfera borrascosa e sombria. Mas a fé nos enche de esperança e de certeza, pois da gruta de Belém o Menino-Deus lançou para todo sempre a luz que ilumina e espanca as trevas.

No Presépio, a Santíssima Virgem Maria se apresenta majestosa e ao mesmo tempo singela e afável, ao lado do seu castíssimo esposo São José. Reveste-se da condição de nossa intercessora, nossa consoladora em meio aos sofrimentos, mãe amorosa que nos quer junto a Ela e seu divino Filho, agora e por todos os séculos dos séculos.

Sabemos que as trevas não prevalecerão, que a borrasca passará! Que a contemplação do presépio e da gruta de Belém nos fortaleça. E assim nos anime para logo cantar a vitória, que não tardará, do Imaculado Coração de Maria! Desejo a todos um santo e Feliz Natal e um próspero Ano Novo. carregado das abundantes chuvas da graça.

(Por: Padre David Francisquini - Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria - Cardoso Moreira - RJ - Dezembro de 2022).

(Por: Pe. David Francisquini Fonte: Revista Catolicismo, Nº 864, dezembro/2022). Pergunta — Já ouvi algumas pessoas dize...
29/12/2022

(Por: Pe. David Francisquini
Fonte: Revista Catolicismo, Nº 864, dezembro/2022).

Pergunta — Já ouvi algumas pessoas dizerem que a árvore de Natal é de origem pagã, e também que teria sido introduzida por Lutero. Seria isso verdade? De qualquer forma, ela é realmente um símbolo religioso comparável ao presépio?

Resposta — Começo pela segunda pergunta, por ser mais fácil e rápida de ser respondida. Tudo depende da definição que se dê à expressão “símbolo religioso”. Se signif**a apenas um objeto ou gesto ao qual se possa atribuir um signif**ado religioso, não há dúvida de que se pode atribuí-lo à árvore de Natal. A associação mais apropriada é com a Árvore da Vida colocada por Deus no Éden, a qual é evocada pelos adornos “paradisíacos” de que era revestida.

O fato de se utilizar o pinheiro como árvore de Natal transmite também a ideia de perenidade, de vida eterna, uma vez que, ao contrário das demais árvores, ele nunca perde as folhas, nem sequer no inverno. Agora, se a expressão “símbolo religioso” de uma festividade litúrgica signif**a um objeto tangível intrinsecamente ligado a esse feriado, sem o qual o feriado não seria o mesmo, então a árvore de Natal não tem esse signif**ado. Simplesmente porque a celebração da Natividade de Nosso Senhor Jesus Cristo não requer árvores de Natal, que durante 15 séculos não foram colocadas como símbolos do período natalino.

“Nascimento do Invicto”

Surge, então, a primeira pergunta: qual é a origem desse costume de montar árvores de Natal? É fácil historiar a aparição dos presépios, pois foi São Francisco de Assis que os popularizou em 1223, no vilarejo de Greccio, três anos antes de sua morte. Já a origem da árvore é mais nebulosa.

Segundo alguns, ela remontaria às religiões pagãs anteriores ao cristianismo. A hipótese é válida, pois, ao que tudo indica, a própria data de 25 de dezembro, destinada a festejar a Natividade de Cristo, teria sido gradualmente recomendada na Roma cristianizada para suplantar as festas pagãs do solstício de inverno, que culminavam com a celebração do Natalis invicti, ou seja, a vitória do sol, quando no hemisfério norte os dias começam a f**ar novamente mais longos.

De fato, a mais antiga aproximação cristã entre a vitória do sol e o nascimento do Salvador é a exclamação de São Cipriano (De pasch. Comp. XIX), no século III: “O quam præclare providentia ut illo die quo natus est Sol... nasceretur Christus” (Oh, quão maravilhosamente agiu a Providência dispondo que naquele dia em que o Sol nasceu... Cristo deveria nascer).

Um século mais tarde, São João Crisóstomo escreveu: “Mas Nosso Senhor também nasce no mês de dezembro... no oitavo dia antes das calendas de janeiro [ou seja, o 25 de dezembro]... Mas eles [os pagãos] o chamam de 'Nascimento do Invicto'. Quem de fato é tão invicto como Nosso Senhor? ... Ou, então, se dizem que é o nascimento do Sol, Ele é o Sol da Justiça” (Del Solst. Et Æquin, II, p. 118, ed. 1588).

Tradição desde o século XV

No norte da Europa, entre certos povos germânicos e na Escandinávia, o período do solstício de inverno era chamado de “Yule”. Na mitologia desses povos, o deus Heimdall vinha visitar à noite todos os lares humanos, deixando presentes para aqueles que tivessem se comportado bem durante o ano.

Uma constante dessas festividades nórdicas é o uso de árvores perenes como elementos decorativos, pelo motivo já evocado, ou seja, simbolizando que no auge do inverno os pinheiros com folhas sempre verdes prenunciam o retorno dos dias mais longos e da primavera.

A árvore de Natal, segundo essa hipótese, seria uma apropriação pela Igreja dessa tradição ancestral, depois que São Bonifácio, o evangelizador da Alemanha, derrubara a golpes de machado o “carvalho do trovão” sob o qual os pagãos sacrif**avam uma criança ao deus Thor. Outra lenda atribui essa tradição a São Columbano, monge irlandês que viajou extensamente pela Gália. Numa noite de Natal, ele teria levado alguns monges do mosteiro de Luxeuil, fundado por ele no sopé dos montes Vosges, para o topo de uma das montanhas vizinhas. Havia ali um pinheiro muito antigo, objeto de um culto pagão entre os celtas, que o consideravam “a árvore do parto”. São Columbano e seus companheiros teriam então pendurado suas lanternas nos galhos da árvore, desenhando uma cruz luminosa. Mas essa história parece lendária, pois não a atesta nenhum documento da época.

Na realidade, a associação da árvore com a festa da natividade é atestada somente a partir dos primórdios do século XVI, e, ao que se presume, começou a se tornar comum no século XV — bem antes, portanto, da revolta de Lutero, que nada teve a ver com a introdução desse costume, reivindicada por várias cidades da Europa do Norte.

Os habitantes de Freiburg, na Alemanha, afirmam que essa tradição se iniciou em 1419 com os padeiros da cidade, que a partir desse Natal teriam passado a decorar anualmente uma árvore com Lebkuchen (os tradicionais biscoitos de gengibre), nozes, maçãs e outras frutas. Mas apenas no dia de Ano Novo as crianças podiam sacudir a árvore para comer suas iguarias.

Belas tradições em outros países

Por sua vez, a cidade de Riga, capital da Letônia, reivindica oficialmente a paternidade da primeira árvore de Natal, a qual teria sido instalada por uma corporação de mercadores em 1510. Inicialmente destinada a ser queimada no dia do solstício, acabou por ser preservada, decorada e erguida no mercado da cidade para celebrar o Natal. Ainda hoje, uma laje de pedra marca o local.

A primeira menção escrita desse costume data de 1521, em um livro de contas da cidade de Sélestat (Alsácia, França), que na época pertencia ao Sacro Império Romano Alemão. Este registro indica a seguinte despesa: “Quatro xelins aos guardas florestais para vigiar o mais [do alemão meyen, “árvores festivas”] de São Tomás”, cuja festa era celebrada no dia 21 de dezembro. O município de Sélestat sustenta que, se era preciso proteger a sua floresta, dever-se-ia supor que decorar uma árvore nesta época do ano era relativamente comum e fazia parte dos costumes locais...

A origem do costume de trazer árvores da floresta e decorá-las provém, por sua vez, dos chamados “mistérios”, ou seja, das representações teatrais com cenas da Bíblia e do Jardim do Éden, que eram feitas durante a Idade Média no átrio das igrejas por ocasião das grandes festas litúrgicas. Como macieiras com seus frutos não fossem encontráveis no início do inverno, colocava-se um pinheiro com decorações que imitavam as maçãs.

Seja como for, o costume de se erguer nas casas árvores de Natal com bolas coloridas e guirlandas, encimadas por uma estrela de Belém, começou no século XIX no mundo germânico. Foram princesas alemãs, cujas infâncias tinham sido iluminadas pela presença do pinheiro em um salão do palácio, que levaram essa tradição aos demais países da Europa.

Na França, a inciativa partiu da princesa Helena de Mecklembourg Schwerin, Duquesa de Orléans, que em 1837 pediu ao seu sogro, o rei Luís Filipe, permissão para colocar uma árvore de Natal no palácio das Tulherias.

Na Inglaterra, foi o marido da rainha Vitória, o príncipe Alberto de Saxe-Coburgo Gotha, também nascido na Alemanha, que importou essa tradição na década de 1840. As ilustrações de jornais da época representam a família real inglesa diante de uma árvore de Natal ricamente decorada, na qual se percebem velinhas acessas.

Em Portugal, a árvore de Natal foi introduzida por volta de 1844, no Paço Real das Necessidades, por Dom Fernando II, duque de Saxe-Coburgo-Gotha e rei consorte, pelo seu casamento com a rainha Maria II, filha de Dom Pedro I. Uma gravura desenhada pelo próprio rei mostra-o vestido de São Nicolau, junto à árvore decorada com velas, bolas e frutos, distribuindo presentes aos sete principezinhos.

A primeira árvore de Natal nas Américas teria sido instalada em 1781, na cidade canadense Sorel, pela Sra. Friederike Riedesel von Lauterbach, esposa do general comandante das tropas alemãs enviadas pelo Duque Brunswick como auxiliares do exército inglês para tentar impedir a independência dos Estados Unidos.

Convém destacar que, a partir de 1982, iniciou-se a tradição de erguer na Praça de São Pedro, em Roma, uma enorme árvore de Natal, doada cada ano por um país diferente.

Brasil: tradição vinda da Europa

E como a árvore de Natal chegou ao Brasil? Alguns dizem que foi através de Dona Leopoldina, Arquiduquesa da Áustria e esposa do Imperador Dom Pedro I. Ela teria instalado a primeira árvore de Natal no Palácio da Boa Vista. Embora isso possa ser verdade, não consta que o costume tenha se difundido muito, continuando a predominar entre nós aquele dos países do sul da Europa, de privilegiar o presépio.

Mais realista é supor duas origens paralelas. De um lado, com a difusão das árvores de Natal a partir dos paços reais, palácios e mansões da aristocracia e da alta burguesia europeias, é possível que durante a segunda metade do século XIX as famílias da aristocracia brasileira — que viajavam muito à Europa e seguiam a moda europeia — importaram o costume para as nossas terras, e provavelmente também as decorações.

De outro lado, é certo que os imigrantes alemães que se fixaram no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia não somente trouxeram as receitas natalinas e a Coroa de Advento, mas também as árvores de Natal, difundindo-as nas demais classes sociais.

O certo é que por mais de um século as crianças brasileiras têm se encantado com as árvores de Natal, nutriente de sua inocência ao ajudá-las, por essa via, a aceitar com simplicidade e alegria as maravilhosas verdades da Fé, especialmente o dogma da Encarnação do Deus que se fez homem e nasceu de uma Virgem numa noite fria na Gruta de Belém.

Neste dia 12 de Outubro, Festa da Rainha e Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, tivemos a celebraç...
13/10/2022

Neste dia 12 de Outubro, Festa da Rainha e Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, tivemos a celebração da Santa Missa que foi abrilhantada pelo coral infantil, Benção Solene do Santíssimo Sacramento e cavalgada e carreata pelas ruas de nossa cidade.

11/10/2022
Hoje iniciamos a Novena em preparação para a Festa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil...
03/10/2022

Hoje iniciamos a Novena em preparação para a Festa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil.
Nesta hora decisiva para a história do nosso País, não deixemos de recorrer a Nossa Mãe e Rainha pedindo o auxílio e o socorro para a nossa Pátria.

Início da Novena hoje após a Santa Missa das 19h.

Filhos e herdeiros do Brasil de sempre.São Francisco de Assis afirmava: “Quando eu digo Ave Maria os céus sorriem, os an...
01/10/2022

Filhos e herdeiros do Brasil de sempre.

São Francisco de Assis afirmava: “Quando eu digo Ave Maria os céus sorriem, os anjos se rejubilam, o mundo se alegra, treme o inferno e fogem os demônios”. Como chave de ouro, a oração abre um cofre de tesouros da sabedoria e bondade de Deus.

Além de nossa salvação eterna, estas dádivas incluem meios e instrumentos poderosos para a vida diária neste vale de lágrimas que é nossa peregrinação terrena; elas incluem avaliações e posicionamentos que nos levam a ter confiança e discernir o panorama religioso e político do momento.

As palavras sábias e cheias de unção do grande santo, coluna da Igreja, traduzem com propriedade o ensino de Nosso Senhor aos apóstolos: “O Reino de Deus está entre vós”. De fato, no coração de cada homem fiel aos ensinamentos da Igreja, na medida em que os ame e propague, está este Reino.

A decadência moral e religiosa dos últimos séculos não se deu de maneira casual, mas por articulado processo revolucionário, conduzido meticulosamente por forças contrárias à lei de Deus e do Corpo Místico que é a Santa Igreja, mirando os frutos que sua benévola influência trouxe às atividades humanas.

Que forças são essas? Aquelas capitaneadas por Satanás, o eterno revoltado que, perdendo o seu posto no Céu, lançado no inferno com seus sequazes, quer se vingar do que Deus fez pelos homens na Terra: além de nos ter reaberto as portas celestiais, por sua Paixão e Morte, propiciou-nos, como frutos da Redenção, tesouros espirituais que deram origem à civilização cristã.

O que vêm tais forças fazendo? Opõem-se odiosamente a esses frutos, para implantar o caos na sociedade, solapando nos homens as faculdades espirituais, constitutivas de sua alma, a inteligência, a vontade e a sensibilidade. Querem transformá-los de filhos de Deus em seres mais semelhantes a animais irracionais, ou robôs completamente despersonalizados.

Ora, o homem vive em sociedade, e o fundamento desta é a família, tal qual a herdamos da tradição judaico-cristã; trabalham, pois, diuturnamente para aniquilá-la, mediante a introdução dos elementos destrutivos como temos testemunhado: divórcio, legalização de uniões entre pessoas do mesmo s**o, prostituição, amor livre, ideologia de gênero, o ab**to e todos os maus costumes.

A família tradicional é dos principais alvos da ação revolucionária comunista; isso vem sendo proclamado abertamente por seus principais dirigentes na cena política brasileira. A ponto de hoje, ao contrário do passado ainda recente, não mais ser feito de forma dissimulada e sub-reptícia, mas abertamente, constando até em seus estatutos partidários!

O objetivo de degradar a família, para assim remover obstáculos ao comunismo, já está escancarado. Tudo para destruir as estruturas básicas da sociedade, a propriedade privada, a ordem social e o estado de direito civilizado. A sociedade supostamente sem classes conduziria à anarquia, à degradação dos costumes… até a uma sociedade totalmente sem moral, incestuosa.

Eis como uma nova ordem ideológica, econômica, política e social pretende modif**ar radicalmente o caráter católico que ainda persiste na sociedade.

Cabe-nos, como herdeiros da civilização e cultura cristãs, lutar para que os princípios tradicionais, dos quais somos legatários, prevaleçam sobre toda essa impiedade. Se tal avalanche avança sobre nós desapiedadamente, não temos alternativa senão reagir, opondo uma ação contra outra ação.

Pensamos no Brasil neste momento histórico, pois nas próximas eleições estarão em jogo duas concepções: a católica e a não católica. Isso está muito além e acima dos representantes das principais forças da disputa, a do atual presidente e a do ex-presidiário.

Diante de tal quadro, a questão encerra um embate que também vai além da esfera meramente terrena, pois é todo ele constituído pela metafísica do bem e do mal, consistindo na negação ou aceitação das normas de direito divino, que os eleitores forçosamente terão de discernir com clareza para acertar na escolha.

A eleição deste ano, sem dúvida, será um divisor de águas e suas consequências perdurarão por largo horizonte. A esquerda a todo custo quer ocultar o lado religioso, e procura colocar foco apenas em aspectos econômicos. Caso vença, irá arrastar o Brasil para aquele bloco de nações cujos rumos, como sabemos de sobejo, são hostis a filosofia do Evangelho.

O flagelo que isto representa f**a claro num simples olhar à nossa volta, para os infelizes vizinhos que já se deixaram dominar.

Com o peso do Brasil, as ideias propostas pela revolução cultural prevaleceriam no Continente, com o delírio de imaginar um futuro melhor sem Deus nem religião, sem verdadeira noção de família e no mais completo esquecimento da noção de Cristandade. O resultado traria a intoxicação dos espíritos, e uma antecâmara do inferno na Terra.

Com efeito, com a nossa costumeira bonomia, descurando de nossas obrigações mais graves diante de Deus e dos homens, vimos sendo defraudados paulatinamente no entendimento das verdades sobrenaturais.

Muitos recebem com indiferença e até simpatia a má doutrina, cínica e declarada. Ou, às vezes, da forma subliminar, difundida pelos meios de comunicação, livros e novelas, postos a serviço do mal.

A estratégia da Revolução Cultural é repetir exaustivamente suas mentiras, manipular palavras, usar ambiguidades, desmoralizar boas decisões tomadas pelos dirigentes. Buscam a todo custo rebaixar e reduzir as pessoas que pensam diferente de suas ideias revolucionárias, comunistas, ateias e vulgares.

Isto pode ser facilmente constatado todos os dias no noticiário tendencioso da grande mídia, de orientação claramente esquerdista; substituindo fatos por narrativas, não se pejam de ressoar boatos transformados em notícias e, alguns dias depois, declararem o contrário, se lhes convier.

A doutrina marxista não reconhece a verdade, apenas trata de interesses a serem defendidos na estratégia revolucionária. O que nos deixa vivamente perplexos e aturdidos é a possibilidade de a esquerda tomar o poder em nossa Pátria.

Partidos com siglas variadas e distintas aparecem unidos num mesmo projeto de governo, que visa à instauração de um regime diametralmente oposto ao que nossos antepassados nos legaram.

Mantendo fidelidade à formação de nosso povo, o Brasil real percebeu, felizmente, que enfrenta questão genuinamente religiosa, sobre uma concepção católica do universo. A cruz de Cristo, desde a origem do Brasil, foi regada com as bênçãos do altar. Aos seus pés a Terra de Santa Cruz nasceu, e ali se realiza misticamente o sacrifício do Calvário.

Foi no altar que ressurgiu revigorado o heroísmo dos cruzados e mártires, para implantar no Novo Mundo um continente católico. Nestas considerações lançamos luzes sobre o panorama.

Pois não queremos um regime ateu e materialista, que substitua a Cruz pela Foice e Martelo. E confiamos nas bênçãos e graças da Virgem de Aparecida, nossa Padroeira, que nos garantirá uma retumbante vitória contra as presentes ameaças.

Padre David Francisquini
Sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria em Cardoso Moreira-RJ.

Deus e Senhor nosso, protegei a vossa Igreja, dai-lhe santos pastores e dignos ministros. Derramai as vossas bênçãos sob...
07/09/2022

Deus e Senhor nosso, protegei a vossa Igreja, dai-lhe santos pastores e dignos ministros. Derramai as vossas bênçãos sobre o nosso Santo Padre, o Papa, sobre o nosso bispo, sobre o nosso pároco e todo o clero, sobre o Chefe da Nação e do Estado e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade, para que governem com justiça. Dai ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa. Favorecei com os efeitos contínuos de vossa bondade o Brasil, este bispado,a paróquia em que habitamos, cada um de nós em particular e todas as pessoas por quem somos obrigados a rezar ou que se recomendaram às nossas orações. Tende misericórdia das almas dos fiéis que padecem no purgatório. Dai-lhes, Senhor, o descanso e a luz eterna. Amém.

Em louvor a nossa Padroeira!
21/08/2022

Em louvor a nossa Padroeira!

No último sábado, dia 13 de agosto,   deu-se a Benção dos Sinos da Capela de Nossa Senhora das Graças (Catarino) ministr...
15/08/2022

No último sábado, dia 13 de agosto, deu-se a Benção dos Sinos da Capela de Nossa Senhora das Graças (Catarino) ministrada por Sua Excelência Reverendíssima Dom Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Após a Benção dos Sinos o Sr Bispo celebrou a Santa Missa na Capela.

Bênção dos sinos da Capela de Nossa Senhora das Graças no bairro Catarino em Cardoso Moreira-RJ.
08/08/2022

Bênção dos sinos da Capela de Nossa Senhora das Graças no bairro Catarino em Cardoso Moreira-RJ.

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