Paróquia São Benedito Capivari

Paróquia São Benedito Capivari Comunidade Religiosa, Católica Apostolica Romana

Missa da Santíssima Trindade , as 19 h , Com a Coroação de Nossa Senhora e Homenagem às Todas as Mães!
26/05/2026

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25/05/2026
219 ANOS DA CANONIZAÇÃO DE SÃO BENEDITOSão Benedito de San Fratello , conhecido como "O Negro" – Frade MenorNascimento: ...
25/05/2026

219 ANOS DA CANONIZAÇÃO DE SÃO BENEDITO
São Benedito de San Fratello , conhecido como "O Negro" – Frade Menor
Nascimento: San Fratello (Messina), 1524 - 1526
Morte: 4 de abril de 1589
Etimologia: Bento, do latim = quem deseja o bem, abençoado, bendito.
Martirológio Romano: Em Palermo, São Benedetto Massarari, conhecido como o Negro pela cor da pele, que primeiro foi eremita e depois se tornou religioso na Ordem dos Frades Menores, mostrou-se humilde em tudo e sempre cheio de fé no divino Providência.
Nasceu entre 1524 e 1526 em San Fratello (Messina), filho de Diana Larcari e Cristoforo Manassari, cristãos, descendentes de escravos negros trazidos da África. Ainda adolescente, Benedito cuidava do rebanho de seu senhor e a partir de então foi chamado de “santo mouro” por suas virtudes. Aos vinte e um anos ingressou na comunidade de eremitas fundada perto de sua cidade natal por Girolamo Lanza, que vivia sob a regra de São Francisco. Quando os eremitas se mudaram para Monte Pellegrino para viverem em maior solidão, Benedito os seguiu e, com a morte de Lanza, foi eleito superior pelos seus irmãos. Em 1562, Pio IV retirou a aprovação que Júlio II havia dado àquele instituto e convidou os religiosos a ingressarem numa Ordem de sua escolha. Benedito juntou-se aos Frades Menores, entrando no convento de Santa Maria de Jesus em Palermo, fundado pelo Beato Matteo de Agrigento. A princípio foi enviado para o convento de Santa Anna de Giuliana, onde permaneceu três anos, mas depois foi chamado de volta a Palermo, onde viveu vinte e quatro anos. No início exerceu o humilde ofício de cozinheiro com tal espírito de sacrifício e caridade sobrenatural que até lhe foram atribuídos milagres. Foi tão estimado que em 1578 ele, um simples leigo, foi nomeado superior do convento e conduziu a sua comunidade durante três anos com sabedoria, prudência e grande caridade. Por ocasião do capítulo provincial foi a Agrigento onde, devido à sua reputação de santidade que se espalhava rapidamente, foi acolhido com calorosas demonstrações do povo. Mais tarde nomeado mestre de noviços, desempenhou o seu ofício de modo a sugerir que tinha o dom de perscrutar os corações; finalmente ele voltou ao seu trabalho original como cozinheiro. Um grande número de devotos foi até ele para consultá-lo, incluindo padres e teólogos e até mesmo o vice-rei da Sicília; ele, sempre humilde e devoto, dobrou as penitências, jejuando e flagelando-se até sangrar. Os processos de sua canonização relatam inúmeras curas realizadas por ele. Morreu em 4 de abril de 1589. Seu culto se espalhou da Sicília pela Itália, Espanha, resto da Europa e até América do Sul, onde se tornou o protetor das populações negras. O Senado de Palermo em 1713 o escolheu como padroeiro da cidade. Bento XIV o beatificou em 1743 e Pio VII o canonizou em 24 de maio de 1807. Sua festa litúrgica é celebrada em 4 de abril, mas no Brasil é festejado na data de 5 de outubro, por orientação da Conferência Episcopal e aprovação da Sé Apostólica.
Curiosamente, São Benedito, patrono da raça negra, por mais de um século antes de ser canonizado, no Brasil ele já tinha muitos devotos organizados em Irmandades a ele dedicadas.
Corre o ano de 1589. Em uma pobre cela no convento franciscano de Santa Maria de Jesus, a três quilômetros de Palermo, sul da Itália, o enfermeiro observa o irmão leigo, iletrado, que faz alguns movimentos no leito de dores em que se encontra há dois meses.
Seu rosto, alquebrado pela fadiga de 63 anos transcorridos em meio a intensas atividades apostólicas, em dado momento ilumina-se. Sua boca se abre e os olhos tornam-se fixos e extáticos. "É o fim, o irmão está cruzando o limiar da eternidade" - pensou o enfermeiro. E sai correndo a fim de chamar outros frades para as derradeiras orações que se fazem pelos agonizantes.
O doente, entretanto, terminado o êxtase e após o retorno do enfermeiro, diz-lhe: "Fique tranqüilo. Eu o avisarei do dia e hora da minha morte. Vou falecer no dia 4 de abril". Ao que o enfermeiro retruca: "Imagine, Frei, como esta casa ficará cheia!" Pois ele bem conhecia a extraordinária fama de santidade daquele frade, a qual foi tão grande por toda parte, quando ainda vivo, que raramente se encontra algo semelhante na História da Igreja.
- "Pode ficar sossegado, não virá ninguém", garantiu-lhe o Santo. As duas profecias cumpriram-se ao pé da letra.
Com efeito, no dia da morte e do sepultamento houve um grande afluxo de gente para a festa do Divino, numa igreja do Espírito Santo, nos arredores de Palermo, e por isso ninguém foi ao convento.
No dia aprazado, o Santo recebeu o co***lo dos Sacramentos da Igreja: Confissão, Eucarista, Unção dos Enfermos, inclusive a bênção papal.
O enfermo senta-o na cama e, olhando para o céu, reza e contempla. Invoca seus santos padroeiros: São Francisco de Assis, São Miguel Arcanjo, os Apóstolos São Pedro e São Paulo.
Em determinado momento das orações, e depois de uma visão de Santa Úrsula, Benedito - é esse o nome do moribundo - pronuncia em alta voz: "Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito". Em seguida, deita-se, fecha os olhos e dá o último suspiro.
Naquele exato momento, não longe dali, Benedita Nastasi, de 10 anos de idade e sobrinha do Santo, observando uma pombinha que entrara dentro de casa, ouviu a voz do tio:
- "Benedita, queres alguma coisa de lá.
- "De lá, onde, meu tio?" - indaga a menina.
- "Lá do Céu, minha filha" - completa a conhecida voz. E a pombinha desaparece...
São Benedito no Brasil: milagres, devoção e a fé do povo
A devoção a São Benedito chegou cedo ao Brasil e se espalhou de forma extraordinária, especialmente entre as populações negras, os pobres e os irmãos das antigas confrarias e irmandades. Curiosamente, mais de um século antes de sua canonização oficial pela Igreja, já existiam em terras brasileiras irmandades organizadas sob sua proteção, testemunhando o carinho e a confiança do povo em sua intercessão.
No Rio de Janeiro, um dos episódios mais antigos ligados à sua devoção ocorreu em 15 de dezembro de 1612, no antigo Convento de Santo Antônio. A tradição e os registros franciscanos relatam um prodígio atribuído à intercessão de São Benedito, tão significativo que motivou a abertura de um processo de investigação com testemunhas oculares no ano seguinte, em 1613. O episódio tornou-se o mais antigo relato documentado da ação milagrosa de São Benedito em terras brasileiras, fortalecendo ainda mais sua devoção no Rio de Janeiro e em outras regiões da colônia.
Em diversas regiões do Brasil, especialmente nas Irmandades do Rosário e de São Benedito, sua figura tornou-se símbolo de esperança, dignidade e fraternidade. No Rio de Janeiro, a histórica Igreja da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos tornou-se um importante espaço de fé, cultura e resistência da população negra, unindo religiosidade, memória e história brasileira.
São Benedito também é conhecido como protetor dos cozinheiros, das cozinhas, dos pobres, dos que sofrem com a fome e daqueles que recorrem a Deus em momentos de necessidade. Entre os inúmeros milagres atribuídos à sua intercessão, a tradição recorda multiplicações de alimentos, curas de enfermos, auxílio aos necessitados e extraordinários atos de caridade.
Sua vida permanece como um testemunho de que a verdadeira grandeza não está nas riquezas, no conhecimento acadêmico ou nos títulos humanos, mas na humildade, na caridade e na confiança absoluta na Providência Divina.
Paz e Bem!
Prof. Anderson Santos Ribeiro.

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03/05/2026 , Frei Geraldo comemora 28 anos de vida Sacerdotal, parabéns e que Deus Abençoe Sempre.

Celebrar os 28 anos de sacerdócio do nosso Paroco  Frei Geraldo Luis Boletinié agradecer a Deus por uma vida marcada pel...
03/05/2026

Celebrar os 28 anos de sacerdócio do nosso Paroco Frei Geraldo Luis Boletinié agradecer a Deus por uma vida marcada pela entrega, fé e amor ao próximo.
Ao longo dessa caminhada, sua missão tem sido luz na vida de muitas pessoas, levando esperança, acolhimento e a Palavra de Deus a todos que precisam.
A Paróquia agradece, com imensa gratidão, por toda sua dedicação, zelo e carinho com a comunidade. Obrigado por cada gesto, cada oração e por conduzir nosso povo com tanto amor e fé.
Que Deus continue abençoando sua vida, renovando sua missão e concedendo saúde, paz e alegria para seguir firme nesse chamado tão especial.
Parabéns pelos 28 anos de sacerdócio!

Santa Missa 02/05/2026
03/05/2026

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13360000

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