IGREJA BATISTA RENASCER – Uma instituição – evangélica na mensagem, internacional no projeto – que prima pela comunhão, pelo relacionamento, pela família. Que crê ser possível viver plenamente em Cristo. É formada pela união de fiéis que se congregam para a pregação do Evangelho e, promoção do evangelismo no mundo. Uma Igreja que coopera com Deus, para o crescimento do Reino, a fim de sermos, com
Ele, participantes do mesmo. A Igreja Batista Nacional Renascer de Capelinha foi fundada em 1997, com o nome de Igreja Batista Renovada, que posteriormente após filiação a CBN (Convenção Batista Nacional), mudou a nomenclatura para Igreja Batista Nacional e por fim agregou a palavra Renascer. O QUE CREMOS:
1 – As Escrituras são Inspiradas
A Bíblia é a Palavra de Deus, inspirada por Deus, a palavra escrita que manifestam a revelação do plano de Deus para o homem, regra infalível de fé e de conduta e superior à consciência e ao raciocínio humano. II Tm 3.16-17- Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.
2 – A Divindade Eterna
Cremos que só há um Deus vivo e verdadeiro: criador do céu e da terra e tudo o que neles há; o Alfa e o Omega; que sempre foi é, e será pelos tempos sem fim, amém; que Ele é infinitamente santo, poderoso, terno, amoroso e glorioso; digno de todo amor possível e honra e obediência, majestade, domínio e poder, assim agora e para sempre. Cremos na Trindade Divina constituída pelo Pai, Filho e Espírito Santo, e que a unidade da Divindade se constitui em consonância com toda a perfeição divina, executando funções distintas, mas harmoniosas, no grande trabalho da redenção: Ap 21.6 – Disse-me ainda: Tudo está feito. O Pai – Cuja glória é tão inexcedivelmente brilhante que o homem mortal não pode contemplar Sua face e ainda viver, mas, cujo coração foi tão transbordante de amor e piedade pelos seus filhos perdidos e vítimas do pecado que Ele, voluntariamente, deu Seu Filho Unigênito, para redimi-los e reconciliá-los Consigo mesmo. O Filho – Co-existente e Co-eterno com o Pai que, concebido pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, assumiu a forma de homem, suportou nossos pecados, e levou nossas tristezas e, pelo derramamento de Seu precioso sangue sobre a cruz do calvário, adquiriu a redenção para todos os que NEle creiam; então, quebrando os grilhões da morte e do inferno levantou-Se da sepultura e subiu às alturas levando cativo o cativeiro, para que, como o grande Mediador entre Deus e o homem, pudesse estar à direita do Pai intercedendo por aqueles por quem entregou a Sua vida. O Espírito Santo – A terceira Pessoa da Divindade, o Espírito do Pai derramado, Onipotente, Onipresente, realizando uma missão importante sobre a terra, convencendo do pecado, da justiça e do juízo, levando pecadores ao Salvador, rechaçando, rogando, buscando, confortando, guiando, vivificando, glorificando, batizando e revestindo do poder do alto, preparando-os para o grande dia do aparecimento do Senhor. Atos 2:1-4- Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram distribuídas., línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.
3 – A Queda do Homem
Cremos que o homem foi criado à imagem de Deus, diante de quem Ele andava em santidade pureza, que por voluntária desobediência e transgressão, caiu da pureza e da inocência do Éden às profundezas do pecado e iniquidade. Pecadores por escolha, caracterizados pela iniquidade e inteiramente desprovidos por natureza, daquela santidade exigida pela lei de Deus, decididamente inclinados ao mal, culpados e sem justificativa, justamente merecendo a condenação de um Deus justo e Santo.
4 – O Plano de Redenção
Cremos que Cristo morreu por nós – o Justo pelo injusto – espontaneamente, e por eleição do Pai, tomando o lugar de pecadores, levando seus pecados, recebendo sua condenação, morrendo sua morte, pagando inteiramente suas faltas, e assinando, com o sangue de sua vida, o perdão de todos aqueles que haveriam de NEle crer; que, simplesmente pela fé a aceitação da expiação adquirida no Monte do Calvário, o mais vil pecador pode ser limpo de suas iniquidades e tornado mais branco do que a neve. Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Is 53.5.
5 – A Salvação pela Graça
Cremos que a salvação dos pecadores é inteiramente pela graça, que não temos justiça alguma ou bondade em nós mesmos, por onde procurar o divino amparo, havendo que lançarmo-nos, portanto, à inabalável misericórdia e amor daquele que nos comprou e nos lavou no seu próprio sangue, clamando os méritos e a justiça de Cristo o Salvador, firmados na sua palavra e aceitando o livre dom de seu amor e perdão. Ef 2.8
6 – Arrependimento e Aceitação
Cremos que, pelo sincero arrependimento, verdadeira tristeza pelo pecado, e verdadeira aceitação do coração para com o Senhor Jesus Cristo, aqueles que O invocam podem ser justificados pela fé, através do seu precioso sangue e que, em vez da condenação, podem obter a mais bendita paz, segurança e amparo com Deus; que, com braços abertos de perdão e misericórdia o Salvador espera para receber, em contrição não fingida e súplica por misericórdia todo arrependido que queira abrir a porta do seu coração e aceitá-lO como Senhor e Rei. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. I Jo 1.9
E o que vem a mim, de maneira nenhuma eu o lançarei fora. Jo 6.37.
7 – O Novo Nascimento
Cremos que por ocasião da conversão, a mudança que se efetua no coração e na vida, é absolutamente real; que o pecador é então nascido de novo, de maneira gloriosa e transformadora tal, que as coisas velhas são passadas e tudo se faz novo; de tal modo que coisas anteriores desejadas são agora desprezadas, enquanto coisas outrora aborrecidas são agora respeitadas e sagradas; e que tendo sido agora a ele imputada a justiça do redentor e recebido do Espírito de Cristo, novos desejos, novas aspirações, novos interesses e uma nova perspectiva da vida, do tempo e da eternidade, enchem o coração lavado no sangue, de modo tal que o seu desejo se torna, agora, confessar abertamente e servir ao Mestre, sempre procurando as coisas que são de cima. Aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. João 3.3
Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas se passaram, eis que tudo novo se fez. Já estou crucificado com Cristo: e vivo, não mais eu, mas cristo vive em mim: e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim. Gl 2.20
8 – O Batismo
Cremos que o batismo nas águas, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, de acordo com o mandamento de nosso Senhor, é um sagrado sinal exterior de uma obra interior; um belo e solene símbolo a lembrar-nos de que, assim como nosso Senhor morreu sobre a cruz do Calvário, assim também contamo-nos como mortos para o pecado, e a velha natureza com ele pregada no madeiro; e que, assim como ele foi descido do madeiro e sepultado, assim nós somos sepultados com ele pelo batismo da morte – para que, assim com o Cristo foi levantado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos em novidade de vida. Ide, ensinai todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Mt 28.19; At 10.47,48; Gl 3.27,28
De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Rm 6.4; Cl 2.12; I Pe 3.20,21; At 22.16
9 – A Santa Ceia
Cremos na comemoração e observância da ceia do Senhor pelo sagrado uso do pão partido, um precioso tipo de Pão da vida – Jesus Cristo, cujo corpo foi partido por nós; e da seiva da videira- um maravilhoso tipo a lembrar sempre o participante, o sangue derramado pelo Salvador, que é a videira verdadeira, da qual seus filhos são as varas; que esta ordenança é como um glorioso arco-íris a transpor a amplidão do tempo entre o Calvário e a vinda do Senhor, quando no Reino do Pai ele compartilhará novamente da companhia de seus filhos, e que o servir e o receber este sagrado sacramento deve ser sempre precedido pelo mais solene exame do coração, autocrítica, perdão e amor para com todos os homens, para que ninguém participe indevidamente e beba condenação para sua própria alma. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. Examine-se, pois o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. I Co 11.28 e II Co 13.5