10/07/2026
No último dia 03 de julho do ano de 2026 da E.·.V.·., em uma noite memorável sob o teto sagrado do Palácio Maçônico Ir.·. José Castellani, os véus foram erguidos para dois obreiros que encontraram a luz que nunca se apaga.
Dois novos Companheiros Maçons foram guiados à Câmara do Meio, caíram como Hiram para ressurgir como a Acácia que brota verdejante sobre o túmulo da matéria. Sob o toque firme que desperta a alma, a régua, o cinzel e o malhete agora trabalham com a precisão daqueles que conhecem a lenda de Hiram e compreendem a profundidade da Arte Real.
Alcançar o Grau de Mestre Maçom não é o fim de uma caminhada, mas o verdadeiro despertar para uma nova consciência. Ser Mestre Maçom não é ostentar o novo avental, mas sim assumir a responsabilidade de ser um exemplo de retidão e sabedoria, tanto dentro quanto, principalmente, fora do Templo. O Mestre está, acima de tudo, em eterno aprendizado, mas agora possui melhores ferramentas para servir à Humanidade e seus irmãos, laborando na Prancheta e esculpindo a própria alma com o cinzel da experiência.
Que a Estrela Flamejante ilumine os caminhos que se abrem, e que a régua, o compasso e o esquadro sejam bússolas eternas dessa jornada de constante aperfeiçoamento. A história foi escrita e um novo ciclo de trabalho se inicia no Oriente. Foi mais uma noite de profunda reflexão, onde o simbolismo se encontrou com o dever e a poesia da Ordem se fez carne.
Recebam a Tríplice Luz, Irmãos! A oficina do Universo agora vibra mais forte com o eco de vossos nomes.