27/03/2026
No culto, fomos levados a enxergar a presença de Deus de forma progressiva e pessoal. Ao longo da história, Ele revelou “endereços” — do Jardim ao Templo — mas sempre com um propósito: se aproximar da humanidade.
O destino final nunca foi um lugar, mas o coração humano. Deus deseja habitar em nós.
Para isso, Ele escolhe o improvável: habitar por nove meses no ventre de uma mulher simples, desprezada pela sociedade. Em Maria, Deus corrige uma narrativa distorcida e mostra que aquilo que o mundo rejeita, Ele dignif**a e transforma em instrumento de redenção.
O Evangelho não só salva — ele restaura, reposiciona e dá valor.
E o chamado é claro: viver como Maria, carregando Cristo dentro de nós e espalhando vida por onde passarmos.
No fim, f**a a pergunta: o que temos carregado dentro de nós?