Fraternidade Espírita Irmã Clara

Fraternidade Espírita Irmã Clara Cronograma de atividades 2021:

Domingo: 20h as 21h -
Estudo online pelo Google Meet

A FEIC tem por finalidade o desenvolvimento de serviços, programas e projetos nas áreas de assistência social, direitos humanos, saúde, bem como na divulgação e estudo da doutrina espírita. A FEIC tem por finalidade o desenvolvimento de serviços, programas e benefícios nas áreas da Assistência Social, Direitos humanos, Saúde, Esportes, Educação, Cultura, Segurança e Meio Ambiente, proporcionando m

eios para a inclusão social e emancipação de grupos sociais e indivíduos com histórico de exclusão e trajetória de riscos, inclusive pessoas em situação de rua. OBJETIVOS

• Assistir gratuitamente sem qualquer discriminação referente à origem, raça, religião, sexo, idade ou quaisquer outras formas, proporcionando o bem estar de seus assistidos, promovendo a convivência de indivíduos, famílias e grupos na construção da cidadania e dignidade humana
• Contribuir efetivamente para a minimização de pobreza material, intelectual e espiritual. RECURSOS

• Contribuições dos associados e voluntários
• Convênios com órgãos públicos
• Parcerias

EXECUÇÃO DAS AÇÕES:

Semanalmente:

• Campanha Fraterna

• Montagem das cestas de alimentos

• Visita domiciliar aos que demandam atendimento no domicílio.

• Elaboração de alimentos para o consumo. (Sopa Fraterna).

• Estudo e orientações para a vida em família.

• Acesso à biblioteca e feiro do livro.

• Distribuição de fraudas descartáveis
(infantil e geriátricas).

• Distribuição de 90 litros de leite.

• Reunião fraterna, com palestra, orientação de gêneros.

• Evangelização, canto e teatro.

• Programa Clarear Espírita da Rádio FM 98 (Sábados às 17:00 horas)

Mensalmente:
• Reuniões da Diretoria.
• Reuniões com equipe do CRAS para planejamento e avaliação das ações de proteção social realizadas em parceria.
• Acompanhamento dos convênios e contratos. Anualmente:
• Assembleia Geral;

• Confraternização dos grupos assistidos.
• Festas (Páscoa, Crianças, Mães e Natal, e as que forem definidas pelos assistidos);

• Distribuição de cobertores;

• Elaboração dos relatórios referentes as ações planejadas e executadas. Terça: 19h30 as 20h30
Grupo de Estudos presencial

Quarta: 20:00 às 21:00 -
Grupo de Estudos presencial e online

22/01/2022

Amar seu semelhante como a si mesmo! ✨

22/01/2022

Facho libertador

O Evangelho segundo o Espiritismo — Cap. VI — Item 4

Consolador prometido por Jesus, o Espiritismo alcança o homem por mensageiro divino, estendendo-lhe as chaves da própria libertação.
Rompe os limites que lhe circunvalam o planeta, em forma de horizontes, e descortina-lhe a visão do Universo, povoado de mundos inumeráveis, rasgando a venda de ilusão que lhe empana a ideia da vida.
Funde as grades da incompreensão, entre as quais se acredita cobaia pensante em vale de lágrimas, e fala-lhe da justiça perfeita e da bondade incomensurável do Criador que concede oportunidades iguais a todas as criaturas, nos planos multiformes da Criação, extirpando a cegueira que lhe obscurece o entendimento e ensinando-lhe a reconhecer que deve a si mesmo o bem ou o mal, que lhe repontem da senda.
Parte as grilhetas de sombra, que lhe encerram a inteligência em falsos princípios de maldição e favor, impropriamente atribuídos à Excelsa Providência, e oferece-lhe o conhecimento de reencarnação do Espírito, em aperfeiçoamento gradativo na Terra ou em outros mundos.
Derrete as algemas de tristeza que lhe aprisionam o sentimento, na tenebrosa perspectiva de eterno adeus perante a morte, e clareia-lhe o raciocínio na consoladora luz da sobrevivência, para além da estância física.
Solucionando em cada um de nós os problemas da evolução e do ser, da dor e do destino, o Espiritismo é o facho libertador, desatando correntes de angústia, demolindo muralhas de separação, eliminando clausuras de pessimismo e abolindo cativeiros de ignorância.
Se te encontras, quanto nós, entre aqueles que tanto recebem da Nova Revelação, perguntemos a nós mesmos o que lhe damos em serviço e apoio, cooperação e amor, porque sendo o Espiritismo crédito e prestígio de Cristo entregues às nossas consciências endividadas, é natural que a conta e o rendimento que se relacionem com ele seja responsabilidade em nossas mãos.

- Emmanuel
(Opinião espírita - Chico Xavier e Waldo Vieira, cap. 6)

21/01/2022

Em nossa marcha

“Perguntou-lhe Jesus: — “Que queres que eu faça?” - (Marcos, 10.51)

Cada aprendiz em sua lição.
Cada trabalhador na tarefa que lhe foi cometida.
Cada vaso em sua utilidade.
Cada lutador com a prova necessária.
Assim, cada um de nós tem o testemunho individual no caminho da vida.
Por vezes, falhamos aos compromissos assumidos e nos endividamos infinitamente. No serviço reparador, todavia, clamamos pela misericórdia do Senhor, rogando-lhe compaixão e socorro.
A pergunta endereçada pelo Mestre ao cego de Jericó é, porém, bastante expressiva.
“Que queres que eu faça?”
A indagação deixa perceber que a posição melindrosa do interessado se ajustava aos imperativos da Lei.
Nada ocorre à revelia dos Divinos Desígnios.
Bartimeu, o cego, soube responder, solicitando visão. Entretanto, quanta gente roga acesso à presença do Salvador e, quando por ele interpelada, responde em prejuízo próprio?
Lembremo-nos de que, por vezes, perdemos a casa terrestre a fim de aprendermos o caminho da casa celeste; em muitas ocasiões, somos abandonados pelos mais agradáveis laços humanos, de maneira a retornarmos aos vínculos divinos; há épocas em que as feridas do corpo são chamadas a curar as chagas da alma, e situações em que a paralisia ensina a preciosidade do movimento.
É natural peçamos o auxílio do Mestre em nossas dificuldades e dissabores; entrementes, não nos esqueçamos de trabalhar pelo bem, nas mais aflitivas passagens da retificação e da ascensão, convictos de que nos encontramos invariavelmente na mais justa e proveitosa oportunidade de trabalho que merecemos, e que talvez não saibamos, de pronto, escolher outra melhor.

- Emmanuel
(Fonte Viva - Chico Xavier, cap. 89)

20/01/2022

17/01/2022

O LIVRO DOS MÉDIUNS
Por Divaldo Franco – Professor, médium e conferencista

No dia 16 de setembro do ano 96 d.C., na cidade de Éfeso, o venerando sábio Apolônio de Tiana discursava no imenso teatro local para a multidão entusiasmada e comovida, quando, subitamente transfigurado, passou a informar que o imperador Tito Flávio Domiciano estava sendo assassinado naquele momento em sua liteira, em Roma.
Domiciano era um imperador temperamental e cruel, que submetia todos à sua perversidade. Era temido e respeitado.
O povo, surpreendido com a notícia algo disparatada pela sua singularidade, acreditando que Apolônio estaria delirando em razão da sua avançada idade, abandonou o auditório com receio de que a notícia chegasse a Roma e pela sua inverdade voltasse toda a sua ira contra a cidade.
Após um breve período, chegaram as primeiras embarcações de Roma, e as notícias eram de que o imperador fora assassinado nas mesmas circunstâncias narradas pelo filósofo...
Essa narração foi escrita pelo historiador Filóstrato.
No dia 7 de outubro de 1571, o Papa Pio V estava numa reunião com cardiais e bispos em Roma, na Igreja de Santa Maria Maior. Ao entardecer, o Papa levantou-se e, acercando-se da janela, começou a dizer: – Vejo as tropas de Don Juan (de Áustria) vencerem a Batalha de Lepanto, em Corinto, aprisionando e expulsando da Europa os mouros.
– Vejo milhares de mortos flutuando entre as caravelas, prisioneiros e fugitivos, nessa que foi uma batalha terrível – continuou o Papa, visivelmente transtornado.
Por alguns momentos ele permaneceu descrevendo a visão que o surpreendia, provocando indefinível angústia nos presentes, que não sabiam o que se passava.
Nesse estado, propunha:
– Badalem os sinos de todas as igrejas e sejam celebrados Te Deum em toda parte, porque acabamos de ganhar a guerra...
Todos acreditaram que o Papa havia enlouquecido, mas atenderam as suas ordens.
A cidade engalanou-se, e festas explodiram em toda parte. Todavia, não chegavam informações a respeito dessa batalha, o que gerou uma onda de críticas e zombarias ao Papa.
Passada uma semana, uma caravela trouxe a notícia que confirmava totalmente o fenômeno de que fora objeto o religioso. Assim descreve o cardeal Bussotti, que estava presente na reunião...
Poderíamos narrar centenas de fatos semelhantes através da História, demonstrando a paranormalidade do ser humano.
Para alguns religiosos, são eles milagres da Divindade para chamar a atenção dos indivíduos.
Coube, porém, a Allan Kardec investigar essa notável manifestação paranormal e denominá-la como mediunidade, levando-o a publicar em janeiro de 1861 O Livro dos Médiuns, o maior estudo jamais realizado a respeito dela.
Neste mês de aniversário desta obra máxima, louvamos o seu autor.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, 13 de janeiro de 2021.

16/01/2022

Seja um portador de luz! 🧡🙏

16/01/2022

Espitirinha 374 - Ontem e Hoje: Influência








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