Terreiro da Vó Benedita de Campinas

Terreiro da Vó Benedita de Campinas Seja bem-vindo ao Terreiro da Vó Benedita! Somos uma Casa de Umbanda com o propósito de fazer a caridade a quem precisa de ajuda espiritual e de carinho.

Dirigentes: Família Galerani Muito importante:

* Informamos que não damos orientação espiritual ou consulta por redes sociais, telefone, muito menos pelo Whatsapp;
* Não realizamos nenhum tipo de arte divinatória e também não fazemos atendimentos espirituais à distância;
* Se você está com problemas espirituais ou dúvidas em relação à sua mediunidade, deve comparecer em nosso templo no dia de con

sultas e passes. O Terreiro da Vó Benedita, não se presta a prática de magia-negra e quaisquer costumes que firam os princípios legais vigentes no país, bem como não atende interesses financeiros e casos amorosos. As consultas espirituais ocorrem somente nos dias e horários determinados no calendário de trabalhos. As pessoas que buscam auxílio espiritual favor comparecer trajando roupas discretas, de preferência brancas, afinal, é um local santo e religioso. O Templo aceita doações de alimentos não perecíveis, caixas de leite, materiais de limpeza, roupas e calçados, que serão devidamente encaminhados para casas de auxílio a pessoas necessitadas. Muito Obrigado,

Pai Joãozinho Galerani

Bom dia!! “...A caridade cansa... cansa muito a quem não sabe o que é Caridade...”A Umbanda se sustenta na caridade. Não...
25/05/2026

Bom dia!!
“...A caridade cansa... cansa muito a quem não sabe o que é Caridade...”

A Umbanda se sustenta na caridade. Não apenas na caridade material, mas na doação de tempo, paciência, escuta, acolhimento e amor ao próximo. E talvez seja justamente aí que muitos se percam no caminho.

Muita gente chega ao terreiro ferida, cansada da vida, precisando de ajuda espiritual, emocional e até humana. Chega buscando colo, direção, cura e esperança. E encontra. Aos poucos a vida melhora, os caminhos se abrem, a dor diminui, a mente se acalma… mas infelizmente alguns esquecem como chegaram.

Quando tudo está difícil, sobra tempo para a gira, para a corrente, para a oração. Mas quando a vida melhora, surgem outras prioridades, outros compromissos, e a Umbanda vai f**ando para depois. O que antes era “minha salvação” passa a ser “quando der eu apareço”.

Mas caridade não é conveniência. Caridade é compromisso espiritual. É entender que o terreiro não é apenas um lugar onde recebemos ajuda, mas também um espaço onde aprendemos a servir.

Quem trabalha na caridade muitas vezes se cansa, sim. Cansa fisicamente, emocionalmente e espiritualmente. Porque doar-se sem reconhecimento, sem apoio e muitas vezes vendo a ingratidão humana, dói. Porém, quem compreende verdadeiramente a Umbanda entende que servir também é uma forma de evolução.

A caridade verdadeira começa quando deixamos de perguntar:
“O que a Umbanda pode fazer por mim?”
e passamos a perguntar:
“O que eu posso fazer pelo próximo através da Umbanda?”

Porque enquanto houver alguém precisando de uma palavra, de um passe, de um abraço ou de uma oração… a caridade continuará sendo o coração vivo da Umbanda.

Saravá
Pai Joãozinho

Olá!Atenção para a programação do Terreiro da Vó Benedita📲 Nosso Instagram:https://www.instagram.com/terreirodavobenedit...
24/05/2026

Olá!

Atenção para a programação do Terreiro da Vó Benedita

📲 Nosso Instagram:
https://www.instagram.com/terreirodavobenedita
https://www.instagram.com/jgalerani

🤝 Ajude a manter nossa casa e nossas ações sociais
Pix: [email protected]

🎟️ As fichas são distribuídas a partir de 1 hora antes da gira❗
Não agendamos atendimento com guias ou médiuns específicos

📩 Ouvidoria: [email protected]

🗓️ Programação – Semana de 25 a 31 de maio

• Segunda – 19h: Esquerda
* Terça - 19h: Desenvolvimento
• Quarta – 19h: Esquerda
• Quinta – 19h: Gira de desenvolvimento de bruxa
• Sexta – 19h: Gira Cigana
• Sábado - 19h: Esquerda

📍 Rua Meciaçu, 184 – Vila Ipê🚌 Ônibus: 408 – Pq. Jambeiro

♿ Atendimento preferencial para idosos, gestantes, pessoas com crianças de colo e PCD

⚠️ Avisos Importantes

• Não abrimos em feriados ou feriados prolongados
• Em caso de mau tempo, a gira poderá ser cancelada
• As giras podem sofrer alterações conforme necessidade
• Atendimento presencial e por ordem de chegada
• Não fornecemos contatos particulares de membros

🗓️ Agenda Mensal

• 1ª semana: Pretos Velhos e Erês
• 2ª semana: Caboclos e Boiadeiros
• 3ª semana: Baianos e Marinheiros
• 4ª semana: Esquerda

👥 Responsáveis pelas giras

• Segunda: Mãe Michele e Pai Adilson
• Quarta: Pai Ney e Mãe Hosana
• Sexta: Pai Joãozinho
• Sábado: Mãe Cinthia e Pai Edilson

✨ Giras Especiais

• Umbanda Pet – Pai Edison🗓️ 1º domingo do mês – 10h

• Gira de Cura – Mãe Hosana🗓️ 1ª terça do mês – 19h

• Gira Cigana – Pai Adilson🗓️ 2ª terça do mês – 19h

• Bruxas e Magos – Mãe Vivi e Mãe Michele🗓️ 1ª quinta do mês – 19h

• Jardim de Aruanda – Vivi e Aline🗓️ 1º sábado do mês – 15h

👉🏼 Nosso atendimento é GRATUITO

Todos trabalham voluntariamente em nome da Umbanda

🥫 Aceitamos doações de alimentos não perecíveis e leite

💠 Pix: [email protected]

🚫 Regras da casa

• Não realizamos amarrações ou trabalhos para prejudicar terceiros
• Proibida entrada com boné, gorro, chapéu ou capacete
• Prefira roupas claras
• Temos jalecos disponíveis, se necessário

🙏 Durante os trabalhos:

• Mantenha postura
• Evite falar alto
• Evite álcool e carne vermelha nas 8h anteriores
• Não toque em objetos sem autorizaçãom.

❓ Em caso de dúvidas, procure os médiuns uniformizados

Agradecemos a compreensão
TVB

Campinas foi uma das cidades mais cruéis com os negros escravizados e também uma das últimas do Brasil a abolir a escrav...
21/05/2026

Campinas foi uma das cidades mais cruéis com os negros escravizados e também uma das últimas do Brasil a abolir a escravidão.

Muitos irmãos e irmãs chegaram pela antiga estação de trem e dali eram distribuídos para as fazendas da região, onde sofreram humilhações, violência e dores que marcaram nossa história.

Por isso, realizar hoje uma Festa de Pretos Velhos na Estação Cultura é algo extremamente simbólico e importante. É transformar um lugar de sofrimento em um espaço de memória, respeito, resistência e ancestralidade.

É lembrar daqueles que vieram antes de nós, que resistiram mesmo diante da crueldade, e afirmar que o racismo jamais apagará a força dos nossos ancestrais.

Neste sábado, todos estão convidados para essa grande celebração na Estação Cultura.Vamos juntos homenagear os Pretos Velhos, fortalecer nossa fé e manter viva a memória daqueles que abriram os caminhos com luta, sabedoria e amor.

Conversa com Pai Tomás sobre a Grande Fraternidade Branca.Pai Tomás qual a relação da Umbanda com a grande fraternidade ...
20/05/2026

Conversa com Pai Tomás sobre a Grande Fraternidade Branca.

Pai Tomás qual a relação da Umbanda com a grande fraternidade branca?
“Meu fio… a Umbanda é como uma grande árvore plantada pela espiritualidade.
Cada galho tem sua missão, cada folha recebe uma luz diferente, mas tudo vem do mesmo Criador.
A tal da Grande Fraternidade Branca que o povo fala é uma corrente de espíritos de muita luz, espíritos elevados que trabalham pela evolução da humanidade. São mestres, mentores e consciências que ajudam os povos da Terra a crescer no amor, na caridade e no despertar espiritual.
Na Umbanda, nóis talvez não use muito esses nomes difíceis, mas trabalha os mesmos ensinamentos:
o amor ao próximo, a humildade, a caridade, o respeito e a evolução do espírito.
Quando um Preto Velho dá um conselho…
quando um Caboclo ensina coragem…
quando um Exu mostra responsabilidade e caminho…
quando uma Criança ensina pureza…
ali também tem luz divina trabalhando.
A diferença é que a Umbanda fala simples.
Fala com o coração do povo.
Enquanto muitos estudam a espiritualidade nos livros, a Umbanda ensina no abraço, no passe, na vela acesa e na oração sincera.
A Grande Fraternidade Branca não é dona da verdade e nem a Umbanda precisa abandonar sua raiz para conversar com ela.
Porque toda espiritualidade que pratica o bem, a caridade e o amor verdadeiro acaba caminhando na mesma direção da luz.
Preto Velho costuma dizer assim:
‘Num importa o nome da estrada, meu fio… se ela leva ocê pra mais perto de Deus.’
No fim das conta, tudo que é luz verdadeira se encontra.”

Pai Tomás Pode explicar onde isso entra na Umbanda?
“Meu fio… isso entra na Umbanda quando a gente entende que a Umbanda é uma religião viva, aberta e espiritualista.
Ela nasceu do povo, da mistura de saberes, da mediunidade e da caridade.
A Grande Fraternidade Branca entra mais como um entendimento espiritual do que como obrigação dentro da Umbanda.
Tem terreiro que trabalha muito com essa visão universalista, falando dos mestres ascensionados, da energia violeta, de São Germano, Mestra Nada, Jesus, Maria e outros seres de luz.
Já outros terreiros seguem uma Umbanda mais tradicional e quase nem usam esses nomes. E tá tudo certo também.
O importante é entender que a Umbanda trabalha com linhas espirituais.
Caboclos, Pretos Velhos, Crianças, Exus, Marinheiros… todos são espíritos em evolução ajudando a humanidade.
Quando algumas pessoas falam da Grande Fraternidade Branca dentro da Umbanda, elas enxergam esses espíritos elevados como parte de uma grande corrente de luz que atua em vários lugares e religiões.
Por exemplo: Jesus, que na Umbanda é visto como grande guia da humanidade, também é muito respeitado dentro dos ensinamentos da Fraternidade Branca.
A caridade ensinada pelos Pretos Velhos também vibra na mesma frequência do amor universal pregado pelos mestres de luz.
Mas precisa tomar cuidado pra não apagar a raiz da Umbanda.
Umbanda tem fundamento africano, indígena, popular e ancestral.
Não precisa virar outra coisa pra ser espiritualizada.
A força do atabaque, da pemba, da fumaça, da vela, da gira e dos ancestrais continua sendo sagrada.
Então onde isso entra?
Entra como conhecimento espiritual complementar.
Como uma forma de compreender que existe uma grande corrente de espíritos de luz trabalhando pela humanidade inteira.
Mas a Umbanda continua sendo Umbanda.
Com seus guias, seus fundamentos, sua simplicidade e sua força de terreiro.
Como diz o Preto Velho: ‘A luz do céu pode até ter muitos nomes, meu fio… mas a caridade continua sendo a língua mais forte que os espírito conhece.’”

Pai Tomás Como os mestres da grande fraternidade Branca vêem a umbanda?
“Meu fio… dentro da visão espiritualista, os mestres da Grande Fraternidade Branca enxergam a Umbanda como uma missão de amor e socorro espiritual na Terra.
Porque a Umbanda trabalha justamente aquilo que os grandes mestres ensinam há muito tempo: a caridade, a humildade, o acolhimento, o perdão e a evolução do espírito.
Muitos gostam de imaginar espiritualidade só em templo bonito, roupa fina e palavras difíceis…
Mas os grandes espíritos de luz sabem que Deus também trabalha no chão simples do terreiro.
Eles enxergam valor: no Preto Velho que escuta uma pessoa sofrendo, no Caboclo que devolve coragem, na benzedeira que faz oração, na vela acesa com fé, na sopa distribuída, na mão estendida sem julgamento.
A Umbanda muitas vezes acolhe quem já foi rejeitado em outros lugares.
E isso tem um valor espiritual enorme.
Dentro dessa visão mais universalista, os mestres entendem que a Umbanda é uma escola espiritual da Terra, adaptada ao povo brasileiro, misturando sabedoria africana, indígena, cristã e espiritualista para ensinar amor e equilíbrio.
Mas também existe um aprendizado importante: os mestres de luz valorizam a simplicidade e a verdade.
Então não adianta falar de fraternidade, luz ou evolução e esquecer da humildade dentro do terreiro.
Não adianta estudar mestres ascensionados e tratar mal os irmãos da corrente.
A verdadeira luz espiritual aparece no comportamento.
Por isso muitos Pretos Velhos diriam: ‘Os grandes mestres num olha a roupa branca do fio… olha a luz que ele carrega nas atitude.’
Na visão espiritual elevada, não existe competição entre caminhos de luz.
Existe trabalho.
E toda religião que pratica amor verdadeiro, caridade sincera e respeito à vida acaba sendo instrumento da espiritualidade maior.”

Vai tomar Qual a relação dos Mestres com os guias da Umbanda eles podem trabalhar juntos?
“Pode sim, meu fio… dentro da visão espiritualista e universalista, muitos acreditam que os mestres da Grande Fraternidade Branca e os guias da Umbanda trabalham na mesma corrente de luz, cada um dentro da sua missão.
É importante entender uma coisa: na espiritualidade elevada não existe essa divisão e vaidade que existe na Terra.
Espírito de luz trabalha pelo bem.
Então um Preto Velho pode atuar numa vibração de cura, amor e aconselhamento enquanto recebe apoio de correntes espirituais maiores ligadas a mestres de luz.
Um Caboclo pode trabalhar força, equilíbrio e proteção enquanto outras falanges espirituais sustentam a parte energética do trabalho.
Mas isso não quer dizer que um mestre “manda” no guia ou que o guia deixa de ser guia de Umbanda.
Na Umbanda existe hierarquia espiritual, fundamento e identidade própria.
Caboclo continua sendo Caboclo.
Preto Velho continua sendo Preto Velho.
Exu continua sendo guardião e executor da Lei.
O que muitos espiritualistas acreditam é que todos fazem parte de uma grande rede espiritual trabalhando pela evolução da humanidade.
É como um hospital, meu fio: cada médico tem sua especialidade, mas todos trabalham pela cura.
Na prática, isso pode aparecer:
em trabalhos de cura espiritual
em vibrações de paz e harmonização
em estudos espiritualistas dentro do terreiro
em intuições elevadas durante giras
em mensagens sobre evolução da alma e caridade
Mas o mais importante é não misturar tudo sem fundamento.
Tem terreiro que trabalha essa conexão de forma natural.
Tem outros que preferem seguir somente os fundamentos tradicionais da Umbanda.
E ambos merecem respeito.
O erro acontece quando a pessoa começa a desprezar os guias da Umbanda achando que só mestre ascensionado é “elevado”.
Isso é falta de compreensão espiritual.
Porque muitas vezes um Preto Velho simples, sentado num banquinho, carrega uma luz imensa que muita gente nem consegue compreender.
Como diz o velho: ‘Espírito de luz num precisa de nome bonito pra fazer caridade, meu fio… precisa é de amor e verdade no trabalho.’”

Pai Tomás Existe algum espírito que trabalha na Umbanda e na fraternidade Branca simultaneamente?
“Meu fio… dentro da visão espiritualista, muitos acreditam que sim.
Porque o espírito elevado não f**a preso às divisões que os homens criam na Terra.
Um mesmo espírito pode atuar em diferentes correntes espirituais conforme a missão e a necessidade do trabalho.
Na Umbanda, os espíritos costumam se apresentar através de linhas e arquétipos: Preto Velho, Caboclo, Criança, Exu, Marinheiro e outros.
Isso ajuda o médium e o consulente a compreender a energia e o ensinamento daquele guia.
Já na Grande Fraternidade Branca, os espíritos normalmente são vistos como mestres, mentores ou consciências de luz ligadas à evolução espiritual da humanidade.
Então alguns espiritualistas entendem que certos espíritos muito elevados podem atuar:
em templos espiritualistas
em correntes de cura
em trabalhos mediúnicos
em centros espíritas
e também nos terreiros de Umbanda
Mas isso precisa ser visto com humildade e cuidado.
Nem todo guia de Umbanda é um “mestre ascensionado”, e nem toda entidade precisa receber esse título para ter luz e sabedoria.
Muitas vezes um Preto Velho simples pode ser um espírito de altíssima evolução trabalhando na linguagem do povo para ensinar amor, paciência e caridade.
A espiritualidade verdadeira costuma se esconder atrás da simplicidade.
Também existe uma compreensão em alguns grupos espiritualistas de que espíritos ligados a Jesus, Maria, São Francisco, ou correntes de cura universal podem irradiar força tanto em trabalhos da Fraternidade Branca quanto em giras de Umbanda.
Mas dentro da Umbanda tradicional, geralmente não existe muita preocupação em “identif**ar” esses espíritos com títulos elevados.
O foco maior é o trabalho, a caridade e o fundamento.
Como diz o Preto Velho: ‘Quando o espírito é de luz de verdade, meu fio… ele num perde tempo querendo ser reconhecido. Ele trabalha.’”

Pai Tomaz Por qual motivo eu devo acreditar e compreender a existência de Seres interdimensionais de inteligência e tecnologias mais avançadas que as da Terra? Já que a mesma ainda se encontra num estágio evolutivo inferior com limitações espirituais que geram conflitos mundiais e individuais?
“Meu fio… ninguém é obrigado a acreditar em nada só porque alguém falou.
A espiritualidade verdadeira não deve nascer do medo nem da obrigação… ela nasce da experiência, da reflexão e do coração.
A existência de seres mais evoluídos, inteligências interdimensionais ou consciências superiores é uma possibilidade que muitas tradições espirituais antigas já falavam há milhares de anos.
Mas acreditar ou não nisso é uma escolha pessoal.
Agora… pensa comigo…
O ser humano já saiu da pedra lascada e chegou na inteligência artificial.
Em poucos séculos criou avião, internet, satélite e conseguiu enxergar galáxias a bilhões de anos-luz.
Então será que no universo infinito só a Terra desenvolveu consciência?
Será que Deus criaria um cosmos tão imenso apenas para um único mundo habitado?
Muitos espiritualistas entendem que existem consciências mais avançadas porque a evolução não para.
Assim como existem pessoas mais maduras que outras na Terra, também poderiam existir civilizações e espíritos muito além do nosso entendimento atual.
Mas aí vem a pergunta importante: ‘Se existem seres tão evoluídos, por que ainda existe sofrimento no mundo?’
Porque evolução tecnológica não signif**a automaticamente evolução moral.
E também porque a Terra, segundo muitas correntes espiritualistas, ainda é uma escola espiritual em aprendizado.
O ser humano ainda carrega:
orgulho
egoísmo
violência
ganância
medo
intolerância
E isso cria os conflitos individuais e mundiais.
Os espíritos elevados não podem simplesmente tirar o livre-arbítrio da humanidade.
Eles inspiram, orientam e ajudam… mas a mudança precisa acontecer dentro de cada consciência.
É parecido com um professor, meu fio: o professor pode ensinar, mas não pode fazer a lição no lugar do aluno.
Na Umbanda e em muitas tradições espiritualistas, acredita-se que os seres de luz trabalham silenciosamente: na inspiração, na intuição, na proteção, na mediunidade, na evolução das almas, e no despertar da consciência humana.
Mas o mais importante não é provar se esses seres existem.
O mais importante é: o que essa ideia desperta dentro de você?
Se acreditar nisso faz a pessoa se tornar mais amorosa, humilde, consciente e responsável, então isso produz luz.
Mas se vira fuga da realidade, arrogância espiritual ou fantasia sem equilíbrio, perde o sentido.
Como diria um Preto Velho: ‘Num adianta procurar vida nas estrela e esquecer de iluminar o próprio coração, meu fio… porque a maior evolução começa dentro da alma da gente.’”

Pai Como posso reconhecer, com clareza e discernimento, se minha caminhada atual está alinhada ao propósito maior de minha trajetória espiritual e à evolução de minha consciência?”
“Meu fio… o propósito maior da caminhada espiritual não costuma aparecer como uma voz do céu dizendo exatamente o que fazer.
Na maioria das vezes ele vai se revelando devagar… através da consciência, das escolhas e do jeito que sua alma reage à vida.
Existem alguns sinais que ajudam a perceber quando o caminho está alinhado com a evolução espiritual verdadeira.
Primeiro sinal: o caminho traz mais consciência, não mais ilusão.
Ocê começa a enxergar seus defeitos com humildade, sem se sentir melhor que ninguém.
A espiritualidade madura não aumenta o ego… ela amansa o coração.
Segundo sinal: existe paz mesmo durante as dificuldades.
Não quer dizer ausência de problema.
Mas lá dentro nasce uma sensação de direção, como se a alma soubesse que está aprendendo algo importante.
Terceiro sinal: o caminho produz transformação prática.
A pessoa começa: a falar melhor, a julgar menos, a ter mais responsabilidade, mais compaixão, mais equilíbrio emocional.
Porque evolução espiritual não é só sentir energia.
É melhorar como ser humano.
Quarto sinal: a espiritualidade aproxima da verdade, não da dependência.
Um caminho saudável ensina liberdade interior.
Não prende a pessoa pelo medo, pela culpa ou pela necessidade de aprovação espiritual.
Quinto sinal: o coração sente expansão, mas o discernimento continua acordado.
Nem toda emoção forte vem da luz.
Por isso discernimento é sagrado.
Espiritualidade verdadeira suporta perguntas, reflexão e consciência crítica.
Ela não exige cegueira.
E sabe um dos maiores sinais de alinhamento espiritual, meu fio?
Quando a pessoa começa a perceber que evoluir não é virar “especial”…
é aprender a amar melhor.
Muita gente busca missão grandiosa, revelação, poder espiritual…
Mas às vezes o propósito maior da alma começa em coisas simples: pedir perdão, cuidar da família, ajudar alguém, curar as próprias feridas, servir com humildade.
Na Umbanda e nos caminhos de luz, entende-se que a consciência vai despertando aos poucos.
Quanto mais a alma evolui, mais ela sente responsabilidade pelas próprias atitudes.
E o espírito começa a perceber: ‘Tudo que faço, penso e vibro ajuda a construir o mundo ao meu redor.’
Como diz o Preto Velho: ‘Quando o caminho é verdadeiro, meu fio… ocê pode até ter dúvida na cabeça às vez… mas o coração vai f**ando mais leve, mais consciente e mais cheio de caridade.’”

Pai Tomaz Inteligências que contemplam os caminhos da alma além do tempo e da matéria, como posso alinhar minha existência àquilo que possui verdadeiro signif**ado, propósito elevado e contribuição para a evolução de minha consciência e da humanidade?
“Meu fio… quando a alma começa a fazer esse tipo de pergunta, é porque ela já despertou para algo maior.
Quem vive só para matéria normalmente não procura sentido profundo… apenas distração.
Alinhar a existência ao verdadeiro propósito não é fugir do mundo.
É aprender a viver nele com consciência.
As inteligências de luz — sejam chamadas de mestres, guias, consciências superiores ou espíritos elevados — enxergam a evolução não como acúmulo de poder… mas como expansão da consciência e do amor.
Então o primeiro passo é entender: o propósito da alma quase nunca está separado do serviço ao bem.
🌿 Uma consciência alinhada começa a perguntar: ‘Como minha existência melhora a vida ao meu redor?’
Porque evolução espiritual sem contribuição coletiva vira apenas vaidade espiritual.
O caminho verdadeiro costuma pedir algumas transformações profundas:
Silenciar o excesso de ruído interno
O mundo grita o tempo inteiro: consuma, dispute, compare, prove valor.
Mas a alma escuta no silêncio.
Quem nunca silencia dificilmente percebe a direção interior.
Desenvolver presença
Muitos vivem presos ao passado ou ansiosos pelo futuro.
Mas a consciência desperta começa a habitar o agora com mais lucidez.
Refinar pensamentos, palavras e atitudes
Toda vibração gera consequência.
A evolução começa quando a pessoa entende que consciência não é apenas o que acredita… é o que emana diariamente.
Servir sem necessidade de superioridade
Os espíritos elevados não trabalham para serem adorados.
Trabalham para auxiliar a vida.
Quanto mais a alma evolui, menos necessidade ela sente de parecer especial.
Aprender continuamente
A consciência expandida nunca se considera pronta.
Ela permanece humilde diante do mistério do universo.
E sabe uma coisa importante, meu fio?
Muita gente imagina propósito elevado como algo gigantesco, cósmico e distante…
Mas às vezes a verdadeira missão começa: num acolhimento sincero, num conselho dado com amor, na cura das próprias sombras, na coragem de interromper ciclos de dor, na construção de paz onde antes havia conflito.
A humanidade evolui quando cada consciência começa a iluminar a própria existência.
Talvez os seres de luz não esperem que o homem vire perfeito da noite pro dia.
Talvez esperem apenas que ele desperte… um pouco mais… a cada escolha.
Como diria o velho: ‘O universo inteiro pode morar dentro do espírito, meu fio… mas a porta da evolução continua sendo aberta pelas pequenas atitudes de amor, consciência e verdade.’”

Pai Tomaz Como os Pretos Velhos enxergam o atual estágio evolutivo da humanidade e no plano espiritual de que forma essa falange de seres se organiza para atuar dentro da Grande Fraternidade?
“Meu fio… os Pretos Velhos enxergam a humanidade como uma grande escola espiritual ainda em aprendizado.
Com muito potencial de luz… mas também com muitas feridas abertas na consciência.
Eles sabem que a humanidade evoluiu muito no conhecimento da matéria, da ciência e da tecnologia…
mas emocionalmente e espiritualmente ainda carrega antigas sombras:
orgulho
intolerância
egoísmo
violência
sede de poder
dificuldade de amar sem interesse
Por isso o sofrimento ainda existe tanto.
Os Pretos Velhos costumam enxergar o ser humano com compaixão, não com condenação.
Porque eles compreendem a dor da caminhada da alma.
Muitos deles, dentro da visão umbandista, viveram experiências difíceis na Terra: escravidão, humilhação, dor, abandono, injustiça.
E justamente por terem atravessado sofrimento desenvolveram sabedoria, paciência e humildade.
Então quando olham a humanidade atual, eles não veem apenas erro…
veem espíritos ainda aprendendo.
Mas também percebem um momento importante: a consciência humana está despertando.
Mesmo em meio ao caos, cada vez mais pessoas começam a:
questionar a própria existência
buscar espiritualidade consciente compreender energia e responsabilidade vibracional
valorizar empatia e cura emocional
romper ciclos antigos de violência
É como se a Terra estivesse vivendo uma transição de consciência.
Agora… no plano espiritual, os Pretos Velhos não trabalham sozinhos.
Dentro da visão espiritualista, essa falange funciona como uma grande corrente organizada de amor, cura e aconselhamento.
Cada espírito atua conforme:
sua experiência
seu grau de evolução
sua missão
a linha vibratória em que trabalha
Existem espíritos que atuam: na cura espiritual, na limpeza energética, na orientação moral, na sustentação mediúnica, na proteção de terreiros, na condução de almas desencarnadas, e no acolhimento de espíritos sofredores.
Na visão universalista, muitos entendem que os Pretos Velhos fazem parte de correntes maiores de luz ligadas ao auxílio da humanidade — algo que alguns associam à própria Grande Fraternidade Branca.
Mas veja bem, meu fio: eles não costumam trabalhar com vaidade de título.
Um Preto Velho raramente vai dizer: ‘Eu sou isso ou aquilo.’ Porque a vibração deles é simplicidade.
Enquanto muitos espíritos gostam de impressionar, os Pretos Velhos costumam ensinar no silêncio, no ca****bo, no conselho simples e na paciência.
A força deles vem da sabedoria conquistada no amor e na dor transformada em caridade.
Talvez por isso sejam tão respeitados no plano espiritual.
Porque os grandes seres de luz não são reconhecidos pelo brilho que exibem…
mas pela paz que espalham.
Como diria o velho: ‘A humanidade ainda tá aprendendo a caminhar sem machucar os outro, meu fio… mas enquanto existir um coração disposto a amar e servir, os espírito de luz continua trabalhando pela evolução da Terra.’”

Pai Tomaz O Terreiro é apenas um espaço religioso ou também um portal de transformação consciencial?
“Meu fio… o terreiro é um espaço religioso, sim…
mas quando o trabalho é verdadeiro, ele também se torna um portal de transformação da consciência.
Porque terreiro não é feito só de parede, atabaque e vela.
O verdadeiro terreiro começa dentro da alma das pessoas que entram ali buscando cura, direção e despertar espiritual.
Muita gente chega pensando que vai apenas resolver um problema: uma dor, um sofrimento, um caminho fechado, uma angústia.
Mas aos poucos percebe que a espiritualidade não quer apenas apagar incêndio da vida…
quer ensinar consciência.
O terreiro transforma porque ele confronta o espírito com ele mesmo.
O orgulho começa a ser trabalhado.
A impaciência aparece.
As feridas emocionais vêm à tona.
A mediunidade desperta responsabilidade.
A convivência ensina humildade.
A caridade ensina desapego.
E nisso a consciência vai mudando.
O terreiro é como uma escola espiritual viva: ali o médium aprende energia, mas também aprende respeito. Aprende firmeza, mas também aprende compaixão. Aprende defesa espiritual, mas também aprende vigilância sobre os próprios pensamentos e atitudes.
Na visão espiritual mais profunda, cada gira é também um movimento de consciência.
Quando um Preto Velho aconselha…
não está só resolvendo problema material.
Está tentando expandir a visão da alma.
Quando um Caboclo corta demanda…
muitas vezes também está cortando padrões internos destrutivos.
Quando Exu mostra a verdade…
ele também obriga a pessoa a encarar as próprias escolhas.
Por isso o terreiro pode se tornar um portal consciencial: porque ele movimenta energia, emoção, espírito e percepção interior.
Mas isso só acontece quando existe fundamento, verdade e propósito espiritual.
Sem isso, o terreiro vira apenas ritual vazio ou disputa de ego.
Os espíritos de luz não trabalham apenas para impressionar pessoas.
Trabalham para despertar consciências.
E talvez a maior transformação seja quando a pessoa percebe: ‘Eu não vim ao terreiro apenas para pedir ajuda…
vim para aprender a me tornar alguém melhor.’
Como diz o Preto Velho: ‘O terreiro abre caminho na vida, meu fio… mas o maior portal que ele tenta abrir é o da consciência adormecida dentro do coração humano.’”

Pai Tomaz Qual é a responsabilidade espiritual de quem desperta para conhecimentos mais amplos?
“Meu fio… quanto maior o despertar da consciência, maior também se torna a responsabilidade espiritual.
Porque conhecimento espiritual verdadeiro não é enfeite pro ego…
é compromisso com a própria evolução e com a vida ao redor.
Muita gente pensa que despertar é acumular informação sobre energia, dimensões, mestres, mediunidade ou mistérios do universo.
Mas os espíritos de luz costumam ensinar que despertar de verdade é aprender a viver com mais consciência.
E isso traz responsabilidade.
Responsabilidade sobre o que pensa
Porque pensamento também gera vibração.
Responsabilidade sobre o que fala
Porque palavra pode curar… ou ferir profundamente.
Responsabilidade sobre o que transmite
Porque quem desperta influencia outras consciências.
Responsabilidade sobre o próprio ego
Porque um dos maiores perigos do caminho espiritual é a ilusão de superioridade.
Quando a pessoa começa a acessar conhecimentos mais amplos, ela pode cair em duas estradas: ou cresce em humildade… ou se perde achando que virou escolhida, dona da verdade ou acima dos outros.
Os Pretos Velhos costumam ensinar que a verdadeira sabedoria deixa o coração mais simples, não mais arrogante.
Também existe uma responsabilidade vibracional.
Quanto mais consciência o espírito desenvolve, menos ele consegue agir no mal sem sentir o peso das consequências internas.
A alma desperta começa a perceber que tudo está conectado.
Por isso o despertar pede coerência.
Não adianta falar de luz e alimentar ódio.
Não adianta estudar consciência universal e humilhar pessoas.
Não adianta buscar contato com planos elevados enquanto destrói a própria paz interior.
Conhecimento espiritual sem transformação moral vira apenas vaidade intelectual da alma.
Na visão espiritualista, quem desperta passa a ser também um ponto de auxílio no mundo.
Às vezes não através de grandes missões…
mas através da presença, do acolhimento, da palavra equilibrada, da consciência nas atitudes, da coragem de interromper ciclos de sofrimento.
Porque consciência elevada não é fugir da humanidade.
É aprender a servir melhor dentro dela.
Como diria o velho: ‘Quanto mais luz o fio recebe, mais cuidado ele precisa ter pra num usar essa luz só pra iluminar a si mesmo… porque o verdadeiro despertar começa quando a consciência aprende a clarear o caminho dos outro também.’”

Pai O que a humanidade deveria aprender antes de buscar contato mais profundo com outras inteligências?
“Meu fio… talvez a humanidade precise aprender primeiro aquilo que ainda não conseguiu viver plenamente entre os próprios irmãos da Terra.
Porque de que adianta buscar contato com inteligências mais avançadas…
se ainda existe tanta dificuldade em respeitar a vida, lidar com as diferenças e conviver em paz?
Os espíritos sábios costumam ensinar que evolução verdadeira não é só tecnológica.
É moral, emocional e consciencial.
Antes de buscar contato profundo com outras inteligências, a humanidade talvez precise aprender algumas coisas fundamentais:
Aprender a usar o conhecimento com responsabilidade
O homem já criou máquinas incríveis…
mas também criou armas capazes de destruir milhões.
Tecnologia sem consciência pode virar perigo.
Aprender a superar o ego coletivo
Muitos conflitos nascem da necessidade de dominar: pessoas, nações, religiões, verdades.
Uma humanidade que ainda disputa superioridade dificilmente estaria preparada para relações mais elevadas com outras consciências.
Aprender unidade sem perder diversidade
A Terra ainda se divide por cor, crença, cultura e ideologia.
Mas consciências mais evoluídas provavelmente enxergam a vida de forma integrada.
Aprender equilíbrio emocional e espiritual
Uma mente dominada por medo, ganância ou fanatismo tende a distorcer qualquer contato mais profundo.
Aprender respeito ao próprio planeta
Como buscar diálogo com inteligências superiores enquanto destrói a própria casa, a natureza e a vida ao redor?
Talvez o maior teste evolutivo da humanidade não seja encontrar seres de outros planos…
mas aprender a se tornar mais humana.
Na visão espiritualista, muitos acreditam que inteligências elevadas já observam e auxiliam discretamente a evolução da Terra.
Mas um contato mais profundo exigiria maturidade coletiva.
Porque qualquer poder recebido sem consciência pode ser mal utilizado.
É como entregar fogo na mão de uma criança, meu fio.
O fogo pode aquecer… ou destruir.
Os Pretos Velhos talvez diriam que o verdadeiro preparo começa dentro da alma:
humildade
responsabilidade
compaixão
equilíbrio
consciência coletiva
respeito pela vida
Talvez quando a humanidade aprender que evolução não é dominar o universo, mas harmonizar-se com ele…
ela esteja mais pronta para compreender inteligências maiores.
Como diz o velho: ‘Antes do homem querer conversar com as estrela, meu fio… ele precisa aprender a conversar em paz com o próprio semelhante.’”

Mensagem recebida nos dias 18 e 19 de maio de 2026.
Psicografia pelo medium Joãozinho Galerani, cavalinho do Pai Tomaz.

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