Comunidade Caminho

Comunidade Caminho A Comunidade Caminho não é uma igreja. É uma associação de cristãos interessados em evangelizar de forma criativa e através das redes sociais

“O anjo disse às mulheres: ’Não tenham medo! Sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqu...
29/09/2013

“O anjo disse às mulheres: ’Não tenham medo! Sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia’.” (Mateus 28.5-6 )

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/28

Toda pessoa que sinceramente busca comunhão com Deus vai tentar fazer isto com base no que ela pensa que pode promover esta comunhão. Isto é uma atitude muito natural e refletirá o que achamos que sabemos a respeito de Deus. No caso do texto, as mulheres foram ao sepulcro, pois acharam que encontrariam Jesus ali. A grande questão é: Temos a grandeza de espírito e serenidade de coração para reconhecer quando, não encontramos a Deus no caminho em que primeiro escolhemos procurar? Ou substituímos a ausência de Deus com sistemas e racionalizações humanas, e prosseguimos buscando-o onde Ele não se encontra (ou não se encontra mais)? Jesus ressuscitou e pode ser encontrado de verdade! Quando de fato o encontramos, as marcas que caracterizavam a pessoa e ministério de Jesus aparecem ao longo de nossa caminhada com ele - isto ocorre pelo simples fato da ressurreição ser real e de que Jesus é a mesma pessoa. É isto que estamos experimentando? Ou talvez tenhamos que encarar o fato que apenas encontramos um sepulcro vazio, mas permanecemos fazendo nossa devoção neste mesmo local, sem Jesus. A verdadeira espiritualidade se manifesta em verdade e isto tem que passar pelo confronto com as nossas frustrações. Foi no caminho de abandonar o sepulcro vazio que as mulheres encontraram o verdadeiro Jesus. E nós? Temos coragem de fazer isto? Ou simplesmente continuamos fazendo o que sempre fizemos, ignorando todos os "anjos" que Deus nos manda para nos reorientar? Hoje é dia de um encontro verdadeiro; é dia de termos a nossa vida marcada pela realidade da presença do Senhor conosco.

“Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e o forçaram a carregar a cruz” (Mateus 27.32 )http://www.bib...
29/09/2013

“Ao saírem, encontraram um homem de Cirene, chamado Simão, e o forçaram a carregar a cruz” (Mateus 27.32 )

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/27

Creio que este registro, muito mais do que apenas nos contar que alguém carregou a cruz para Jesus por algum tempo, nos chama a atenção para algo muito mais importante: Não existe fardo maior do que “servir” a Deus por obrigação. O texto diz que os soldados obrigaram Simão o Cirineu a carregar a cruz. Fico pensando o que passaria pela mente deste homem… Ele estava no local apenas observando os acontecimentos e foi obrigado a ajudar; provavelmente tenha até recebido açoites no processo de constrange-lo a fazer o serviço. Que impacto isto deve ter tido no coração deste homem! Será que está experiência é parecida com a nossa? Será que somos daqueles que “servem” a Deus por medo de castigo? Será que somos daqueles que o “servem” por achamos que receberemos benefícios e prosperidade? Será que o “servimos” constrangidos pela idéia de Ele nos obriga a isto? Todas estas razões e tantas outras são variações da mesma situação de Simão Cirineu. Não seria justo pensar que o mesmo impacto negativo que isto teve nele terá em nós? A única forma de servirmos a Deus de forma saudável e abençoadora é se isto nos for um prazer! E a única forma disto poder acontecer, é se a motivação do nosso serviço a Deus for o amor, gerado pelo conhecimento e descoberta de Deus, e de nós mesmos, que é produzido por este relacionamento. É assim a nossa experiência? Se na nossa experiência espiritual não estivermos conhecendo mais a Deus e a nós mesmos, vamos terminar criando um sistema de obrigação religiosa: É como se contratássemos guardas para nos obrigarem a carregar a cruz - ISTO NUNCA TERMINA BEM. Hoje é dia de uma experiência diferente. É dia de estabelecermos um relacionamento prazeroso com Deus, que emane do que Ele mesmo tem a nos ensinar a respeito de quem nós somos realmente.

“Percebendo isso, Jesus lhes disse: ‘Por que vocês estão perturbando essa mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo’...
27/09/2013

“Percebendo isso, Jesus lhes disse: ‘Por que vocês estão perturbando essa mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo’.” (Mateus 26.10)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/26

É interessante perceber quão rapidamente se manifesta a nossa tendência de processar, julgar e condenar tudo aquilo que difere da nossa própria forma de entender e fazer. Se Jesus não tivesse intervindo nesta situação a história desta mulher provavelmente teria ficado registrada como a história de um erro. Isso me fez pensar... Como estamos registrando a historia das outras pessoas? Damos a elas a chance real de contribuir, ou apenas as reputamos como erradas? É também interessante que, os primeiros a criticar a mulher de quem o texto fala foram os discípulos de Jesus. Isto me fez perceber que ninguém nunca pode se arrogar o direito de ser o defensor da “ortodoxia”. Como tem sido o nosso desenvolvimento espiritual? Há quanto tempo não nos arriscamos a algo espontâneo e inovador? Como reagimos às outras pessoas que trilham caminhos assim? A verdadeira espiritualidade é dinâmica, aberta, renovadora; ela se reescreve, se recria e se recompõe; aprende com a caminhada de outros. A própria Bíblia é também o registro da caminhada de pessoas assim, e a história desta mulher e seu ato é prova disto. Há quanto tempo não nos arriscamos a um ato espontâneo para com Deus? Quando foi a última vez que participamos de algo assim junto com outra pessoa? Hoje é dia de espontaneidade! E dia de contribuir, permitir a contribuição e abrir o nosso coração para o crescimento que vem com isto. Fazendo assim vamos descobrir quão intensa a vida com Deus realmente é.

“O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’” (Mateus ...
26/09/2013

“O Rei responderá: ‘Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’” (Mateus 25.40)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/25

Para podermos experimentar o que este texto ensina precisamos reconhecer quem são estes "meus menores irmãos". Não Somos chamados a ajudar qualquer um a fazer qualquer coisa, mas somos chamados a investir na justiça e bondade do reino em quem quer que este reino se manifeste. Em outras palavras, quando temos possibilidade de tirar uma vida de um circuito de destruição devemos fazê-lo, pois ao fazermos isto estamos ajudando o Reino de Deus a se estabelecer na vida desta pessoa. Mas isto não necessariamente a torna uma "irmã" ou "irmão" do Senhor. O fato destas pessoas pertencerem a determinado grupo de fé também não garante isto. Os verdadeiros irmãos e irmãs do Senhor Jesus são aqueles que tem em seu coração o desejo de que o Reino de Deus transforme a terra. Estas pessoas sempre lutarão por justiça, bondade, dignidade e amor, no nível dos recursos que tiverem - isto ficará visível nas escolhas que fazem. Se são pobres farão isto sendo pobres e de dentro de sua pobreza; se são paupérrimas ainda assim o farão. Somos chamados a investir primeiro nestas pessoas; somos chamados a levantá-las e dar a elas condição de expandirem o Reino de Deus, tanto por dar-lhes o que precisam para suas necessidades, quanto por equipá-las à passar esta atitude adiante. Era isto que Jesus fazia! Ele ajudava a todas as pessoas, mas aos filhos do Reino (seus pequeninos irmãos) ele sempre fez isso em dupla medida. Quantos filhos do Reino conhecemos? Estamos atentos em identificá-los? Realmente nos preocupamos em equipá-los? Ou estamos enchendo os bolsos de instituições e líderes que apenas dizem que vão fazer isso para nós? Não se pode terceirizar espiritualidade. Ou conhecemos e ajudamos os filhos do Reino e, por isto, somos conhecidos pelo Senhor do Reino, ou simplesmente não conhecemos nenhum dos dois. Hoje é dia de pensamos nisso.

“Quem é, pois, o servo fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos de sua casa para lhes dar alimento no tempo devid...
25/09/2013

“Quem é, pois, o servo fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos de sua casa para lhes dar alimento no tempo devido?” (Mateus 24.45 )

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/24/3-51

“Quem é o servo fiel”? Esta é uma pergunta retórica. A resposta está no contesto de toda a conversa que Jesus estava tendo com seus discípulos nesta ocasião. A conversa havia começado com uma pergunta dos discípulos a Jesus: “Qual será o sinal do fim dos tempos”? A resposta de Jesus porém não fecha tempo nem data; ele cita uma sucessão de eventos que sempre estão acontecendo, ou no mínimo, se repetem de tempos em tempos ao longo da história. O que isso quer dizer? Quer dizer que a vida não pode ser vivida irrefletidamente! Não importa se está perto do fim ou longe do fim, não podemos viver irrefletidamente. Jesus fala por metáfora e diretamente, por alusão e explicitamente, chegando até a dizer algo do tipo: “Nem eu sei quando será o momento exato do fim” e isto não é relevante pra vocês. O que é relevante é: Vivam com dignidade, buscando a Deus e o reino dEle; lutem pelo direito e pelo justo e saibam que, Deus é o único que pode estabelecer bem o que é justo e o que direito. Não vivam como se Deus não existisse ou não se importasse. É esta atitude e este coração que responde a pergunta: “Quem é o servo fiel”? Não tem exatamente a ver com pertença em grupos religiosos ou ativistas, mas como uma atitude que perpassa toda a nossa vida, e faz com que tragamos Deus para dentro de nossa existência, nos levando a refletir na companhia de Deus sobre cada passo na caminhada. Se a nossa vida será longa ou curta, se estamos mais perto do fim ou mais distantes dele, nada disso muda o fato de que a vida é o que é, mas Deus pode nos guiar na forma correta de ser e existir. Entrar no Reino é aprender isto com Jesus, e, daí para frente, o fim e o início se fundem em uma experiência só. Hoje é dia de nos descobrimos como pessoas que, pela graça de Deus, podem experimentar a vida como servos fieis.

“Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês fecham o Reino dos céus diante dos homens! Vocês mesmos não e...
24/09/2013

“Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês fecham o Reino dos céus diante dos homens! Vocês mesmos não entram, nem deixam entrar aqueles que gostariam de fazê-lo.” (Mateus 23.13)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/23 e http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/24/1-2

Diante de um texto como este só nos resta fazer uma pergunta a nós mesmos: Somos o tipo de gente que abre o Reino de Deus para as pessoas, ou somos daqueles que o fecham? Seja pela dificuldade das regras que criamos, ou pelos escândalos e ambigüidades que envolvem as nossa ações em relação a elas, nós abrimos o Reino ás pessoas ou dificultamos a entrada delas? Vamos refletir no lado positivo desta afirmação: Como facilitamos a entrada de pessoas no Reino de Deus? Creio que a resposta é: Mediando o menos possível a relação delas com Deus. Quando apresentamos uma pessoa a outra, precisamos deixar que ambas se conheçam e se relacionem, de forma independente do modo como nós mesmos nos relacionamos com ambas. Quanto mais metidos no meio desta nova relação estivermos, maior a probabilidade de mal-entendidos ocorrerem. Construir um relacionamento entre outra pessoa e Deus, não é dizer a ela como ser e agir diante de Deus (não é estabelecer regras para que ela e Deus se relacionem), mas é expandir o nosso espaço de convivência com Deus para incluir agora esta nova cadeia de relacionamento. Somos pessoas capazes de expandir o nosso relacionamento com Deus para incluir outras pessoas? Conseguimos dividir a amizade de Deus com pessoas totalmente diferentes de nós? Precisamos encarar o fato de que quanto mais tentarmos mediar o relacionamento dos outros com Deus, impondo a eles as nossas regras e nossa forma ver, mais fechamos o Reino de Deus para estas pessoas. Precisamos aprender a confiar mais na mediação de Jesus Cristo - foi para isto que Ele veio. Hoje é dia de expandirmos o nosso relacionamento com Deus e/ou nos deixarmos envolver pelo relacionamento expandido de outros que se relacionam com Ele.

“Mas quando o rei entrou para ver os convidados, notou ali um homem que não estava usando veste nupcial. E lhe perguntou...
23/09/2013

“Mas quando o rei entrou para ver os convidados, notou ali um homem que não estava usando veste nupcial. E lhe perguntou: Amigo, como você entrou aqui sem veste nupcial? O homem emudeceu.” (Mateus 22.11-12)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/22/1-46

Como ficou o nosso coração depois de termos recebido o presente de Deus? Como ficamos depois de Deus ter atendido nosso pedido, restabelecido a nossa paz, tirado nosso medo e aflição? O que muda em nós depois que a graça e bondade de Deus nos alcançou? A verdade é que uns vão valorizar este presente e viver uma transformação de vida a partir da nova concepção de existência que este presente traz; outros porém, vão apenas tentar usufruir o máximo desta nova condição trazida pelo presente sem contudo valorizá-lo. Alguns vão desejar compartilhar autenticamente o presente com outras pessoas; outros vão procurar por formas de obter mais lucro e conforto na falsa idéia de que estão dividindo algo bom. Nosso estilo de vida nos demonstra que pertencemos a qual dos grupos? Não estou dizendo que isso é maliciosamente planejado por ninguém, mas sim que o nosso coração é enganoso; por demais atraído por caminhos de corrupção e ganho próprio. Creio que a verdadeira atitude do nosso coração precisa de tempo para ser manifesta e conhecida – principalmente por nós mesmos. Mas questão é que, se não estivermos atentos e dispostos ao confronto e a mudança, vamos ignorar os sintomas de nossos erros e certamente viveremos enganando a nós mesmos (e aos outros por tabela). A mensagem do Evangelho é uma mensagem de salvação, graça e bondade, mas é também uma mensagem de confronto, arrependimento e transformação. A forma como reagimos à estas duas realidade demonstra o que realmente está acontecendo no nosso interior; diferencia “joio” de “trigo” e chamados de escolhidos. Hoje é dia de verdadeiro conhecimento próprio e da bendita transformação quem o acompanha.

“Jesus lhes disse: Vocês nunca leram isto nas Escrituras? ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou- se a pedra ang...
22/09/2013

“Jesus lhes disse: Vocês nunca leram isto nas Escrituras? ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou- se a pedra angular; isso vem do Senhor, e é algo maravilhoso para nós’.” (Mateus 21.42)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/21/17-46

Quando estamos trabalhando num determinado projeto vamos escolhendo as ferramentas e as peças que vão levar a cabo aquele projeto. Quando rejeitamos uma determinada parte ou ferramenta estamos implicitamente reconhecendo que, o que queremos fazer não tem nada a ver com aquela ferramenta ou peça. Deus tem um projeto para a espiritualidade humana, mas este é um projeto dEle e não nosso; as ferramentas e partes só vão fazer sentido, se pudermos escolhe-las mediante o projeto que Deus tem e não aquilo que queremos ou achamos mais lucrativo. Endereçamos a nossa espiritualidade como um projeto de Deus ou como nosso próprio projeto pessoal? Estamos satisfeitos em ser o que Deus planejou para que nós fossemos, ou queremos que Ele faça adequações a nossa própria imagem? Se for o segundo caso, muitas peças e ferramentas de Deus vão se tornar "inúteis" e "obsoletas". É esta a escolha que temos feito? Os religiosos da época de Jesus não o viram como deviam ter visto, pois tinham feito tantas alterações no projeto original que a peça principal já não se encaixava. E nós? A peça principal ainda se encaixa no projeto da nossa vida? Melhor ainda: Nós estamos dispostos a nos encaixarmos no projeto de Deus mediante a peça principal? A espiritualidade humana pode ser desenvolvida de muitas formas, mas Deus tem um único projeto para ela. A escolha que nos resta é se faremos o nosso próprio projeto, ou o projeto dEle. Hoje é dia de escolha.

“Jesus entrou no templo e expulsou todos os que ali estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e as c...
21/09/2013

“Jesus entrou no templo e expulsou todos os que ali estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas, e lhes disse: “Está escrito:‘A minha casa será chamada casa de oração’; mas vocês estão fazendo dela um ‘covil de ladrões’”” (Mateus 21.12-13)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/20 e http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/21/1-17

Acho que este é um dos textos mais atuais do Evangelho de Mateus, mas na maioria das vezes que olhamos para ele, normalmente pensamos só sobre os erros que os religiosos da época do texto fizeram. Contudo o texto ficou registrado não para eles, mas para nós. Quando este evangelho foi escrito já havia se passado anos desde que Jesus tinha expulso os comerciantes do templo; em outras palavras, Jesus tinha falado verbalmente com eles e agora nos fala através do que ficou escrito. Será que não reconhecemos nenhum resquício do que ele denunciou em como agimos hoje? Não estou falando na perspectiva de que um seguimento religioso critique o outro, mas precisamos reconhecer que todos estão fazendo, em grau maior ou menor, a mesma coisa que Jesus denunciou. Hoje cobra-se por tudo que envolve fé. Uns cobram direta e abertamente outros embutem seus custos em salários e gastos administrativos e patrimoniais, mas todos estão fazendo alguma espécie de comércio. Será que não temos coragem de fazer uma reflexão honesta a este respeito? Seria muito difícil conceber que a fé não serve para se ganhar dinheiro? Eu me pergunto quantos líderes religiosos continuariam exercendo algum tipo de ministério se parassem de receber dinheiro por isso. Não é necessária uma máquina empresarial para caminhar com Deus e servir as pessoas, apenas precisamos cada um fazer diretamente a nossa parte. É nesta atitude que reside a verdadeira espiritualidade. Esse é e sempre foi o desejo de Deus! E o plano de Deus sempre se cumpre. Podemos no entanto nos alinhar com esse plano ou ficar fora dele. Podemos também ficar contra esse plano, mas se assim o fizermos, como as pessoas que este texto descreve, um dia seremos expulsos. Hoje é dia de decidir cultivar uma espiritualidade diferente.

“Então Jesus disse aos discípulos: Digo-lhes a verdade: Dificilmente um rico entrará no Reino dos céus”. (Mateus 19.23)h...
20/09/2013

“Então Jesus disse aos discípulos: Digo-lhes a verdade: Dificilmente um rico entrará no Reino dos céus”. (Mateus 19.23)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/18/21-35 e http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/19/1-30

Quando penso que os ricos daquela época talvez tivessem menos conforto do que têm os de classe média baixa hoje, entendo porque nos nossos dias as pessoas demonstram tão pouco apreço por Deus. Não só isso, mas me chama a atenção o fato de que cada um de nós deve prestar mais atenção aos caminhos da nossa devoção a Deus; afinal de contas, também nos encontramos nesse grupo de risco. Com muita facilidade a vida se torna o constante ato de buscar conforto e dar manutenção ao conforto “conquistado” e nada mais. Se tivermos coragem de refletir sobre o quanto esta atitude subverte tudo na existência, vamos perceber que, com pouco tempo andando nessa direção os fins passarão a justificar os meios e as outras pessoas já não significarão nada – esta é uma das bases da corrupção. Estamos dentro de uma sociedade que caminha nessa direção e faz isto sem refletir. Será que também não estamos sendo empurrados na mesma direção? Mesmo que de forma subconsciente, o quanto disso também não está em nós? Esse entendimento só aumenta quando vejo a atitude dos discípulos, que eram pobres, e ficaram preocupados a ponto de perguntar: Quem poderá ser salvo? A resposta de Jesus deveria nos fazer correr para Deus com todas as nossas forças, pois ela coloca tudo na conta da habilidade de Deus em realizar o impossível – mudar o nosso coração e as nossas tendências. Se não for pela graça de Deus, seremos sempre os mesmos e viveremos (em maior ou menor grau) da mesma forma que viveram aqueles a quem consideramos errados. Hoje é o dia de deixar Deus fazer o impossível em nós.

“Ele respondeu: Porque a fé que vocês têm é pequena. Eu lhes asseguro que se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de m...
19/09/2013

“Ele respondeu: Porque a fé que vocês têm é pequena. Eu lhes asseguro que se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: Vá daqui para lá, e ele irá. Nada lhes será impossível”. (Mateus 17.20)

http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/17/9 e http://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/18/1-20

Os discípulos de Jesus tinham recebido dele mesmo autoridade espiritual (anteriormente Jesus havia dado a todos os seus discípulos autoridade para pregar, curar e repreender demônios), Porém eles pensaram que poderiam manter esta autoridade apenas de forma “institucional” – tinham recebido de Jesus o “titulo” de discípulos “pregadores”, “exorcistas” e “curadores”; o próprio povo os reconhecia assim, tanto que trazia a eles pessoas para serem libertas e curadas. Eles provavelmente pensaram que o título recebido era suficiente e perene; grande erro! A fé, assim como a autoridade espiritual, é mantida na comunhão diária e contínua com Deus – é Deus quem é a fonte destas coisas e sem Ele nada pode ser feito. Este texto (ou episódio) nos mostra que não se pode manter a fé, a autoridade espiritual e até mesmo a sensibilidade espiritual “institucionalmente”; cursos e rituais religiosos não fazem nem mantêm isto. Precisamos manter uma verdadeira e diária caminhada com Deus, pois cada dia nos reserva uma nova experiência e possibilidade andarmos para “frente” ou para “trás”. Como temos escolhido manter a nossa espiritualidade? Será que achamos que conhecemos a Deus só porque alguém um dia nos disse isso? Ou conhecemos a Deus por nós mesmos, ou estaremos trabalhando na miniaturização da nossa fé. Hoje é o dia e agora é o momento de procurarmos a companhia de Jesus de forma que transforme o nosso coração; é dia de estarmos em comunhão com Deus e cheios do Espírito Santo.

Endereço

Rua Maestro Moreira Lopes, 5
Campinas, SP

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