04/05/2025
O DESPERTAR DA MEDIUNIDADE
Sou médium, desde que me entendo por gente e por ter passado por vários episódios mediúnicos, e por ter algumas experiências boas e ruins resolvi escrever um pouco sobre elas.
São muitos os sinais de mediunidade, mas, basicamente os mais comuns são estes:
• Suor excessivo nas mãos e nos pés, que f**am extremamente gelados, chegando até adormecerem, apresentando formigamentos.
• Taquicardia, dor no peito falta de ar angustia.
• Sono em horas e locais inadequados.
• Arrepios e calafrios.
• Dores nos ombros, na nuca, nas costas, além de depressão e confusão mental.
• Sensações como estar subindo em um elevador, ou seja, perde o contato com o chão, em algum instante e tudo gira, a visão f**a embaraçada, a audição f**a confusa.
• Sensação de cansaço, sonhos constantes e confusos, além de impressão de estar caindo ou gritando e ninguém lhe ouve, ocorrer às vezes do corpo f**ar totalmente paralisado e querer falar e chamar alguem e a voz não sai e o corpo totalmente arrepiado como um gato a beira d’água.
• Sonhos avisando sobre alguns acontecimentos, passados ou futuros que ocorreram ou ira acontecer.
• Percepção de vultos e sombras, não importando se sejam claros ou escuros.
• Vontade imensa de ajudar as pessoas.
• Escutar vozes, captar pensamentos das pessoas, muitas lhe são totalmente desconhecidas.
Bem, eu sempre digo que médiuns todos somos, a diferença é que em algumas pessoas a percepção é mais apurada do que em outras. A partir do grau de sensibilidade extras física de cada médium, a afloração mediúnica será mais intensa ou menos intensa.
A sensibilidade possibilita o médium ter uma visão mais clara sobre a realidade, e isso lhe dá um entendimento mais completo sobre a vida. Porém essa sensibilidade, em alguns momentos vai parecer algo negativo. É possível certa inquietação em alguns ambientes e antipatia aparente sem nenhuma razão aos olhos das demais pessoas.
Isso não é nada mais que, a demonstração que o sensitivo tem um campo mais aberto da percepção das energias do mundo imaterial, no caso espiritual.
Infelizmente, quando as pessoas descobrem que são médiuns, elas se desesperam e tentam negar o fato de todos, até dela própria.
Este é um dos motivos pelo quais muitos se perturbam e entram em depressões profundas, por não compreenderem o que está acontecendo.
Trecho retirado do livro dos médiuns:
“Todo aquele que sente num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, rara são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualif**am aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. E de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenômenos desta, ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades, quantas são as espécies de manifestações.”
A mediunidade não escolhe credo, raça ou condição social, ela é universal. Bem, estamos na era do universalismo da informação, onde o que ocorre do outro lado do mundo é visto e informado em tempo real aqui no ocidente, ou seja, qualquer coisa que se descubra pertinente nos 4 cantos do mundo, teremos acesso neste exato momento.
Estamos vivendo em um tempo de franco desenvolvimento, de ampliação das consciências e conhecimento da mediunidade, independente de religião e doutrina. Estamos vivenciando a união dos conhecimentos milenares do oriente, com a modernidade do ocidente, ambos se unindo para o progresso do espiritismo e espiritualismo, para melhor compreensão do tempo futuro.
Se você apresenta algum desses sintomas agradeça ao criador e comece a buscar a sua missão, pois ninguém veio a terra para passear ou se divertir, não que seja proibido, mas a principal função da atual geração humana é o aprendizado e acima de tudo a transformação, como a lagarta grande e desajeitada que se transforma em uma esplendorosa borboleta e encanta a todos com a sua beleza infinita.
Pense o que deseja, e não reclame a Deus caso, o que deseje não seja a sua primeira opção, mas como falei ontem a uma pessoa, pode ser que sua felicidade esteja além da curva daquela estrada que você teima em não caminhar.
Para mim, todos são caminhos, bons ou ruins com todos tirei uma lição, as boas eu ainda pratico, as ruins eu simplesmente evito, pois a dor que sentimos marcam, mas as feridas se curam com o tempo, deixam marcas mas não influem em nossas escolhas futuras.
Roberley Meirelles