Igreja Batista Memorial CG

Igreja Batista Memorial CG INSTITUIÇÃO RELIGIOSA, SEM FINS LUCRATIVOS. TEM COMO MISSÃO ANUNCIAR O EVANGELHO PURO E GENUÍNO DE JESUS CRISTO E ADORAR AO ÚNICO DEUS SOBERANO E VERDADEIRO.

📖 DEVOCIONAL 🛐25 DE AGOSTOSÉRIE: OS DEZ MANDAMENTOS – O DEUS ÚNICO E O PERIGO DOS ÍDOLOS INVISÍVEISLer Êxodo 20.1-17“— N...
25/08/2026

📖 DEVOCIONAL 🛐
25 DE AGOSTO
SÉRIE: OS DEZ MANDAMENTOS – O DEUS ÚNICO E O PERIGO DOS ÍDOLOS INVISÍVEIS
Ler Êxodo 20.1-17
“— Não faça para você imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não adore essas coisas, nem preste culto a elas, porque eu, o Senhor, seu Deus, sou Deus zeloso,” (v.4 e 5a – NAA)
“Não faça para você imagem de escultura.” Este mandamento vai além da proibição de ídolos físicos. Ele nos lembra que não podemos moldar Deus segundo nossas preferências.
Atentemos: o Deus único e verdadeiro se revela nas Escrituras; Ele não é inventado, nem modelado.
O segundo mandamento não deve ser pensado como se faz costumeiramente, desenhando apenas estátuas de madeira, pedra ou ouro. Às vezes, julgamos estar livres desse pecado porque não nos curvamos diante de esculturas físicas. Contudo, o cerne deste mandamento está muito além da matéria: ele guarda a pureza da nossa percepção sobre quem Deus é.
Imaginemos alguém dizendo: “Deus é um Deus de amor, ele jamais julga ninguém”. Outro pode dizer: “Deus só quer que eu seja feliz”. Ambos estão criando versões convenientes de Deus, ignorando o que Ele revelou sobre si mesmo nas Escrituras. É possível ser membro de uma igreja e ainda assim adorar um “deus” criado pela própria imaginação, fabricado em um coração enganoso.
Aprendamos: reduzir Deus a uma imagem esculpida por mãos humanas era uma tentativa dos povos antigos de controlar a divindade. Ídolos de pedra, madeira ou metal podem ser carregados, guardados e manipulados; o Deus único e verdadeiro, não.
O risco que corremos hoje é o de esculpir ídolos na mente e no coração. Criamos “deuses” sob medida, que apenas concordam com nossos desejos, toleram nossos erros e não exigem mudança de vida, nem santidade. Isso também é idolatria. Deus não quer que O reinventemos. Ele pede que O conheçamos e O adoremos.
Observemos que o chamado de Deus é para um relacionamento de exclusividade. Ele se intitula um Deus zeloso porque nos ama profundamente e sabe que qualquer substituto que colocamos no lugar d’Ele contribuirá para nossa destruição. O amor de Deus é tão vasto que, enquanto as consequências do pecado alcançam até a terceira e quarta gerações, a Sua misericórdia se estende por milhares de gerações sobre aqueles que O amam.
Portanto, o tempo é agora para examinarmos nosso coração. Onde estão os nossos maiores investimentos de tempo, amor e confiança? Se alguma coisa ou alguém tomar o lugar central que pertence apenas ao Criador, é hora de derrubarmos esse altar e retornar à adoração pura e verdadeira. Amém.
— Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐24 DE AGOSTOSÉRIE: OS DEZ MANDAMENTOS – DEUS ÚNICO E ACIMA DE TUDOLer Êxodo 20.1-17“Então Deus falou todas...
24/08/2026

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24 DE AGOSTO
SÉRIE: OS DEZ MANDAMENTOS – DEUS ÚNICO E ACIMA DE TUDO
Ler Êxodo 20.1-17
“Então Deus falou todas estas palavras: — Eu sou o Senhor, seu Deus, que o tirei da terra do Egito, da casa da servidão. — Não tenha outros deuses diante de mim.” (v.1-3 – NAA)
“Não tenha outros deuses diante de mim.”
Êxodo 20.1-3 destaca o primeiro mandamento de Deus para o seu povo. Deus os havia libertado da escravidão de 430 anos no Egito e, agora, firma o seu relacionamento com eles dando-lhes ordens, dentre elas: não colocar nada, nem ninguém, no lugar devido somente a Ele.
Atentemos: todos servimos a algum deus. Aquilo que amamos nesta vida pode facilmente tomar o lugar de Deus em nosso coração. Por isso, precisamos sempre nos lembrar das palavras que o Senhor nos deixou: “Não terás outros deuses diante de mim”. “Nosso coração é uma fábrica de ídolos.” Ele está inclinado a endeusar e adorar o dinheiro, os bens, o trabalho, o status social, o eu e o sucesso. Aprendamos que Deus é único e está acima de tudo; por isso, devemos estar vigilantes para rechaçar os deuses que tentam roubar o nosso coração.
O primeiro mandamento não ordena apenas abandonar os ídolos visíveis, mas destaca a importância de que somente Deus merece ocupar o centro das nossas vidas.
Observemos que: somos pecadores e, mesmo sendo salvos, a nossa natureza humana ainda falha. Nosso coração é naturalmente inclinado a fabricar ídolos e a adorar aquilo que satisfaz os seus próprios desejos. Diariamente, precisamos reconhecer o Senhor como o Deus único e soberano.
Por isso, precisamos: Examinar regularmente o nosso coração para identificar ídolos sutis. Praticar a leitura bíblica e a oração diariamente para reafirmar que Deus e o seu Reino são a nossa prioridade. Desenvolver contentamento, confirmando que Cristo é o maior bem que possuímos. Tomar decisões que glorifiquem a Deus, deixando de alimentar os nossos próprios ídolos.
Para refletirmos: o que ocupa nossos pensamentos, afeições e decisões a maior parte do tempo? Se a resposta for qualquer coisa que não seja o Deus único, essas coisas têm conquistado o espaço que pertence exclusivamente a Ele.
Portanto, prestemos atenção ao alerta do primeiro mandamento. É imprescindível para o nosso viver diário estarmos vigilantes contra os falsos deuses que rondam a nossa mente com o propósito de nos escravizar. Roguemos ao Senhor que nos encha com o seu Espírito, para que não haja outros deuses diante do Deus único e soberano. Amém.
Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐23 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – O SERMÃO QUE DESCE DO MONTE: SEUS ENINAMENTOS PARA HOJELer Mateus 5-7...
23/08/2026

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23 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – O SERMÃO QUE DESCE DO MONTE: SEUS ENINAMENTOS PARA HOJE
Ler Mateus 5-7
“Ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte. Ele se assentou e os seus discípulos se aproximaram dele. Então ele passou a ensiná-los.” (Mateus 5.1-2 – NAA)
O Magnífico Sermão do Monte é um dos ensinamentos mais poderosos e profundos do Mestre. Nele, Jesus revela para os seus discípulos os valores do Reino de Deus e como eles devem ser aplicados e vividos diariamente.
Destacamos a relevância das bem-aventuranças como atitudes que agradam a Deus e que servem como um convite à verdadeira felicidade. Elas consistem em uma série de declarações que desafiam as ideias comuns de felicidade e sucesso. Em vez de exaltar o poder, a riqueza ou a autossuficiência, Jesus declara como abençoados aqueles que são humildes de espírito, misericordiosos, pacificadores, perseguidos por causa da justiça e que buscam o Reino de Deus. Esses são os valores que o Reino prioriza, contrariando as medidas humanas de satisfação.
Atentemos para a aplicação prática das bem-aventuranças hoje. Elas são mais do que apenas palavras: são princípios desafiadores que Jesus nos chama a praticar, consistindo em um caminhar que nos guia à real plenitude. Viver as bem-aventuranças é, acima de tudo, uma escolha diária de seguir os passos de Cristo e habitar sob a ética divina.
O Sermão da Montanha nos convida a alinhar a vida com a soberania do Senhor. As bem-aventuranças abrem nossos olhos para enxergarmos que a verdadeira felicidade não deve ser regida pelos padrões do mundo. Pelo contrário, elas nos ensinam e desafiam a viver segundo os princípios de humildade, de contrição e confissão de pecados, de mansidão, de misericórdia, de pureza, de pacificação, de justiça e até mesmo de sofrer perseguição por causa do nome de Jesus — a quem cremos, obedecemos e proclamamos.
Portanto, como cristãos, somos chamados a ser agentes de transformação e instrumentos nas mãos do Senhor, refletindo esses valores em nossos relacionamentos físicos, nas redes sociais, em nossa comunidade e em nossas ações diárias. Que Deus nos fortaleça para vivermos para a Sua glória todos os dias (I Coríntios 10:31). Amém.
Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐22 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – O SERMÃO QUE DESCE DO MONTE: A VIDA PRÁTICA NO REINO DE DEUSLer Mateu...
22/08/2026

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22 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – O SERMÃO QUE DESCE DO MONTE: A VIDA PRÁTICA NO REINO DE DEUS
Ler Mateus 28.18-20 e Mateus 5-7
“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: […]vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que tenho ordenado a vocês.…” (Mateus 28.18a,19b, 20a– NAA)
Logo no início do ministério de Jesus, o vemos subindo a um monte para ensinar sobre como ser súdito do Reino de Deus (o Sermão do Monte). Ele encerra seu ministério e sua missão na Terra em outro monte, dando ordem aos seus discípulos para expandirem esse mesmo Reino (a Grande Comissão).
Atentemos: há um elo que une esses dois momentos: não temos como cumprir a missão de proclamar o Evangelho sem viver o Sermão do Monte.
Observemos: Cidadãos do Reino agora vivem no mundo. Jesus não nos chama para sentar, refletir e seguir um manual de ética; Ele chama para ir, porque quem entra no Reino não consegue ficar parado. Jesus reafirma sua autoridade e, a partir disso, Ele envia — esse é o fundamento. Quem reconhece Jesus como Rei e se submete ao seu senhorio entende que não vive mais para si mesmo, mas para glorificar a Deus, espalhando sua graça salvadora em Cristo a todas as nações.
Aprendamos que a ordem de Jesus em Mateus 28:18-20 não é apenas para pregar uma mensagem teórica ou ética; pelo contrário, é para fazer discípulos e ensiná-los a “obedecer a tudo o que ele ordenou”. E o que Ele ordenou foi a ética prática do Sermão do Monte.
Aprendamos: fazer discípulos no cotidiano significa manifestar o Reino de Deus. Ser sal e luz, influenciando o ambiente onde estivermos (Mateus 5:13-16). Amar os inimigos, responder às ofensas e às oposições e divisões políticas com graça e oração, e não com revanchismo (Mateus 5:44). Buscar o Reino de Deus e a sua justiça em primeiro lugar, confiando no sustento diário do Pai e vivendo sem ansiedade (Mateus 6:33). Fazer o bem, ajudar os necessitados e praticar a justiça sem a necessidade de aplausos ou curtidas nas redes sociais (Mateus 6:1-4).
Depois de aprendermos o ensino de Jesus no Sermão do Monte, evangelizar deixa de ser evento e vira modo de existir. Não é panfletagem, é convivência; não é argumento, é vida compartilhada. A ordem de Jesus, o “Ide”, não é método, é movimento de discípulos que andam fazendo discípulos. São homens e mulheres com outra lógica: trabalham, criam filhos, pagam contas em dia, enfrentam injustiças e perseguições, sofrem perdas, porém vivem tudo isso sob o governo de Cristo, não de si mesmos. Ensinam não apenas com palavras, mas com escolhas e prioridades baseadas no ensino do Sermão do Monte. Não é sobre sair para convencer o mundo, é sobre caminhar no mundo como cidadãos do Reino e, inevitavelmente, revelar que Jesus, o Rei dos reis, nos governa. Amém.
— Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐21 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – SÍNTESE DO SERMÃO DO MONTE: A VIDA NO REINO DE DEUS“Bem-aventurados o...
21/08/2026

📖 DEVOCIONAL 🛐
21 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – SÍNTESE DO SERMÃO DO MONTE: A VIDA NO REINO DE DEUS
“Bem-aventurados os pobres de espírito...” (Mateus 5.3a– NAA)
O Sermão do Monte vai muito além de um conjunto de regras morais: ele é o manifesto do Reino de Deus derramado diretamente em nosso coração. O Reino de Deus é para quem deixa de acreditar em si mesmo.
Lembremos que Jesus não inicia o Sermão do Monte exigindo esforço; Ele começa exigindo uma decisão interior. É o reconhecimento de que, em nós, não há nada capaz de sustentar a vida diante de Deus. Por isso, Jesus começa abençoando os humildes de espírito, os que choram pelos seus pecados e os famintos da justiça de Deus. Ele deixa claro que o favor divino repousa sobre a nossa dependência diária d’Ele, e não sobre o topo do nosso orgulho.
Atentemos para isto: Jesus diz que somos o sal da terra e a luz do mundo. Essa é uma convocação para uma santidade prática e visível. Ele nos ensina a ir além das aparências, mudando o foco do pecado exteriorizado para a raiz interna no coração. Não basta não matar; é preciso não odiar, não deixar a ira se enraizar no coração. Não basta cumprir obrigações; é preciso amar os inimigos e caminhar a segunda milha.
O ensino do Mestre continua expondo a nossa ansiedade e o desejo de controlar todas as coisas, inclusive a nossa própria vida. Jesus aponta para as aves do céu e os lírios do campo para nos lembrar de uma verdade inequívoca: temos um Pai celestial que cuida de nós. A nossa única urgência deve ser buscar, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a Sua justiça.
Jesus, o Mestre por excelência, deixa por fim um apelo prático à obediência. Ouvir esse ensino e não o colocar em prática é como construir a vida sobre a areia. Já praticá-lo é fincar os alicerces na rocha firme, que é Cristo, resistindo a qualquer tempestade.
PAUSA PARA REFLEXÃO: Você reconhece sua necessidade diária de Deus? Suas ações, palavras e atitudes buscam o aplauso dos homens ou a aprovação de Deus? Qual área da sua vida precisa ser entregue hoje aos cuidados d’Aquele que veste os lírios do campo e alimenta as aves?
Que hoje possamos esvaziar o nosso orgulho para sermos preenchidos pela graça, bondade, misericórdia e amor de Deus, que nos separou para vivermos como súditos do Seu Reino. Amém!
— Pr. Jeremias Bento Filho

20 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – O IMPACTO DO ENSINO COM AUTORIDADE“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, ...
20/08/2026

20 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – O IMPACTO DO ENSINO COM AUTORIDADE
“Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, as multidões estavam maravilhadas com a sua doutrina, porque ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas.” (Mateus 7:28-29– NAA)
Imaginemo-nos assentados aos pés de Jesus naquele monte, cercados por milhares de pessoas, ouvindo-O expor o Reino de Deus de uma forma jamais vista. Ele não repetiu apenas regras ou citou velhas tradições humanas, como faziam os mestres da lei da época. Jesus falou diretamente ao coração. Falou com a propriedade de quem conhece o Criador, pois Ele mesmo é o Criador. Jesus falou com autoridade.
Que tipo de autoridade foi descrita por Mateus? Qual era o fundamento dessa autoridade no ensinamento de Cristo? Para podermos responder, precisamos de algumas definições preliminares: Jesus ensinou explicando, ilustrando e aplicando a mensagem ao coração dos ouvintes. A palavra “autoridade” utilizada por Mateus abrange também o significado de “poder”, tanto no modo de ensinar quanto no conteúdo do ensino. Em contrapartida, o ensino dos escribas era limitado às autoridades humanas que eles mencionavam.
O texto de hoje descreve o contraste entre o ensino de Cristo e o ensino dos escribas. O relato mostra as multidões maravilhadas — fora de si ou assombradas — com o sermão e com o ensino do Mestre, justamente porque Ele ensinava com autoridade. Já o ensino dos escribas não causava impacto nos ouvintes, pois era fundamentado na tradição oral legada através das gerações. As palavras de Jesus não eram apenas belas; elas carregavam poder, verdade e transformação. A Sua autoridade não vinha de um título humano, mas da Sua própria essência divina.
Observemos como, atualmente, muitas vozes tentam ensinar e determinar como devemos viver, o que devemos sentir e para onde devemos ir. Temos muitos "influencers" que, em sua maioria, agem como vozes da serpente. Filosofias vazias, redes sociais e nossas próprias inseguranças gritam diariamente em nossos ouvidos. A pergunta que devemos responder é: a qual voz temos dado autoridade em nossa vida? Quando Jesus fala, o Seu ensino confronta o nosso orgulho, mas também cura as nossas feridas e aponta o caminho seguro.
Aprendamos que a base da autoridade de Jesus no ensino não é só ética, é também messiânica, cristológica e escatológica. Ele mesmo falou: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus” (Mateus 5:20).
Portanto, silenciemos as outras vozes hoje. Reservemos um tempo para ler os ensinamentos de Jesus. Oremos com humildade, pedindo que a Sua autoridade governe nossa vida, decisões, palavras e pensamentos. Quando Jesus está no controle, os temores, a ansiedade, as angústias, as tristezas e as decepções perdem o espaço em nosso coração. Que a Palavra de Deus tenha sempre a última palavra em nós. Afastemo-nos das distrações e aprendamos a ouvir e a obedecer à voz de Jesus, pois só Ele tem as palavras de vida eterna. Amém.
— Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐19 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – A CASA NA ROCHA E A OBEDIÊNCIA – ONDE VAMOS CONSTRUIR?Ler Mateus 7.24...
19/08/2026

📖 DEVOCIONAL 🛐
19 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – A CASA NA ROCHA E A OBEDIÊNCIA – ONDE VAMOS CONSTRUIR?
Ler Mateus 7.24-27
“— Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha.” (v.24 – NAA)
Eis uma verdade incontestável: todos nós estamos diariamente construindo uma “casa” – nossa família, nossos projetos, nossa saúde mental, nossos relacionamentos, nossa fé. No texto de hoje, Jesus nos apresenta as atitudes do insensato e do prudente: um que construiu a sua casa sobre a areia e outro que construiu a sua casa sobre a rocha. Jesus nos lembra de uma verdade inevitável: as “tempestades” da vida vão chegar para todos. A “chuva” vai cair, os “rios” vão transbordar e o “vento” vai soprar com força contra a nossa estrutura.
Atentemos para a evidência do texto. Apenas escutar e conhecer as palavras de Jesus não é o bastante; é necessário praticar. Essa é a diferença entre o sábio e o insensato. O convite de Jesus para nós é não apenas conhecer o que Ele ensinou, mas viver o Seu ensino. A diferença substancial entre a casa que cai e a casa que permanece de pé não é a intensidade do “vento”, nem a força da “tempestade”, nem o transbordar do “rio”, mas a solidez daquilo que ninguém vê: o alicerce, a Rocha dos Séculos, Jesus.
Merece destaque nessa ilustração o fato de ambos os construtores terem cumprido o seu objetivo de construir uma casa. Os observadores viram duas casas prontas. Todavia, quando chegaram as tempestades, a diferença invisível se tornou visível: a casa construída sobre a rocha manteve-se firme, e a casa construída sobre a areia ruiu.
Aprendamos: o que define o nosso comprometimento com a Palavra vai além de coisas visíveis. Praticar a Palavra dá trabalho, exige cavar fundo, renunciar ao próprio ego e obedecer mesmo quando é difícil.
Quando as “tempestades” (crises) da vida – perdas, enfermidades, ansiedades, medos, angústias, cansaço – alcançarem nossa “casa” (vida), precisamos estar firmados no alicerce estável, a Rocha, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
O tempo é hoje para alicerçar nossa vida nos ensinamentos de Jesus no nosso dia a dia. Amemos uns aos outros, sejamos honestos em nossos relacionamentos, ajudemos uns aos outros, encorajemos uns aos outros e confiemos em Deus.
Aqueles que edificam sua vida em Jesus, a Rocha dos Séculos, podem até balançar com os “ventos das tempestades”, mas jamais desmoronarão.
Portanto, viver conforme a vontade de Deus não significa não enfrentar dificuldades ou “tempestades”, mas, construindo nossa vida sobre a Rocha dos Séculos, permaneceremos firmes. Diante da “tempestade” e dos “ventos” fortes, podemos confiar e descansar em Deus. Amém.
Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐18 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – MENOS ATIVISMO RELIGIOSO, MAIS INTIMIDADE COM DEUSLer Mateus 7.21-23“...
18/08/2026

📖 DEVOCIONAL 🛐
18 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – MENOS ATIVISMO RELIGIOSO, MAIS INTIMIDADE COM DEUS
Ler Mateus 7.21-23
“— Nem todo o que me diz: "Senhor, Senhor!" entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” (v.21 – NAA)
Observemos a verdade do ensino de Jesus nos versículos de hoje. Nem todos aqueles que se dizem seguidores de Jesus vivem como discípulos de Cristo. Nem todos os que se apresentam como se tivessem uma vida de intimidade com Deus de fato O conhecem e são conhecidos por Ele.
Há uma certa facilidade para confundirmos o ativismo religioso com o nosso relacionamento com Deus. Contudo, o alerta de Jesus nos lembra de uma verdade dura: muitas vezes achamos que impressionamos as pessoas com as nossas obras e, mesmo assim, corremos o risco de ser desconhecidos para o Senhor. O aviso é para termos cuidado, a fim de não nos considerarmos uma árvore boa que, na verdade, dá maus frutos. Os verdadeiros discípulos de Jesus O seguem nos termos estabelecidos por Ele mesmo e são transformados de verdade.
Atentemos: Deus não olha para o tamanho das nossas realizações litúrgicas ou eclesiásticas. Ele vê a sinceridade do nosso coração no secreto, na intimidade com Ele. O Senhor requer uma vida simples de obediência diária e relacionamento real em lugar de um espetáculo religioso vazio.
Aprendamos que fazer a vontade do Pai começa no secreto da oração, no arrependimento sincero e na busca constante por Deus. O sucesso da nossa vida cristã não é ser aplaudido pelos homens pelas nossas realizações na igreja; antes, é ouvir a voz de Jesus dizendo: “Eu conheço você, nós caminhamos juntos” (Mateus 25.21)
Portanto, aquietemos o nosso coração hoje. Aproveitemos um momento do dia para examinar as nossas motivações em servir ao Senhor. Que o nosso serviço seja o fruto do transbordar de um coração quebrantado e redimido, que ama a Deus e busca conhecê-Lo em intimidade mais e mais a cada dia. Amém.
— Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐17 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – A RAIZ, A ÁRVORE E SEUS FRUTOSLer Mateus 7.15-20“— Cuidado com os fal...
17/08/2026

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17 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – A RAIZ, A ÁRVORE E SEUS FRUTOS
Ler Mateus 7.15-20
“— Cuidado com os falsos profetas, que se apresentam a vocês disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos vocês os conhecerão.” (v.15-16a – NAA)
Em seu ensino no Sermão do Monte, Jesus já nos revelou o coração que agrada a Deus, mostrou como esse coração vive e produz, e alertou que o caminho do Reino é estreito e exigente. Agora, Ele nos chama à maturidade do discernimento. Já conhecemos a Verdade e já sabemos o ensino de Jesus; por isso, somos responsáveis por avaliar aquilo que nos é oferecido em Seu nome.
Jesus passa a falar sobre o cuidado com os falsos profetas. Ele mostra alguns exemplos que denunciam aqueles que pronunciam Seu nome com os lábios, mas não O têm no coração.
Atentemos para o alerta vital de Jesus sobre as aparências: o lobo pode se vestir de ovelha e dizer palavras bonitas, atraentes e tentadoras, que podem esconder corações distantes de Deus. Estamos vivendo em um mundo cheio de discursos atrativos, porém vazios, e de aparências perfeitas nas redes sociais, onde as pessoas se apresentam como querem. O chamado de Jesus é para olharmos com mais profundidade: para a nossa própria vida e para aquilo que lemos, ouvimos e assistimos.
Uma chave para a compreensão do texto é que Jesus se refere como falsos profetas não apenas àqueles que profetizam, mas a todos os que se colocam na posição de falar em nome de Deus, ensinando sobre Ele e sobre a Sua Palavra. São falsos profetas todos aqueles que pervertem e distorcem as Escrituras conforme seus desejos e anseios pessoais, não se submetem à Palavra e buscam utilizá-la para o seu próprio benefício, oferecendo um evangelho de facilidades que não tem nada a ver com o Evangelho de Cristo (Gálatas 1:8).
Nosso fruto como cristãos nasce da intimidade com o Espírito Santo. Ele gera em nós o Fruto do Espírito. Lembremo-nos de que a Palavra de Deus não deve se moldar à nossa vontade; nós é que devemos nos moldar à Palavra de Deus. Estejamos atentos, pois nossos frutos revelam a árvore que somos e onde estamos enraizados.
Portanto, avaliemos a qualidade dos frutos que temos gerado em nossa família, no trabalho, na escola, na faculdade e na igreja. Clamemos ao Senhor para limpar as nossas raízes e arrancar as ervas daninhas que nos impedem de frutificar em amor, alegria, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Amém.
Pr. Jeremias Bento Filho

📖 DEVOCIONAL 🛐16 DE AGOSTOSÉRIE: SERMÃO DO MONTE – AS ESCOLHAS DEFINEM A ETERNIDADE: AS DUAS PORTAS E OS DOIS CAMINHOS“—...
16/08/2026

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16 DE AGOSTO
SÉRIE: SERMÃO DO MONTE – AS ESCOLHAS DEFINEM A ETERNIDADE: AS DUAS PORTAS E OS DOIS CAMINHOS
“— Entrem pela porta estreita! Porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela. Estreita é a porta e apertado é o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que o encontram.” (Mateus 7.13-14 – NAA)
Diariamente, somos confrontados por escolhas. Algumas parecem insignificantes, enquanto outras definem o rumo das nossas vidas. No Sermão do Monte, Jesus simplifica a nossa jornada espiritual em apenas duas opções: o caminho largo e o caminho estreito.
Nesse trecho, Jesus não deixa dúvidas de que aquilo que Ele ensinou até aqui não é fácil. Ele fala sobre a diferença entre andar no caminho largo — que significa viver com base em nossos próprios desejos — e andar no caminho estreito.
O caminho largo é atraente, não exige renúncia, aceita tudo e é seguido pela maioria. Nele, caminhamos com o nosso egoísmo, nosso orgulho e nosso conformismo com o sistema mundano. Atentemos, porém, para o alerta de Jesus: o final desse caminho é a perdição. O que começa com facilidade termina em frustração e separação de Deus.
Por outro lado, andar no caminho estreito significa viver segundo os padrões ensinados por Ele. Este caminho exige abandonar bagagens, como o pecado e a autossuficiência. É um caminho apertado, que exige renúncias, gera incompreensão por parte de muitos que nos cercam e requer disciplina espiritual (oração, leitura da Bíblia, meditação nas Escrituras e obediência à Palavra de Deus). Contudo, é o único caminho que conduz à vida verdadeira e abundante.
Aprendamos: seguir a Jesus não é andar pelo caminho fácil. Exige sacrifício, renúncia e luta contra a nossa própria natureza pecaminosa, mas é isso que nos conduz à vida eterna, pois a verdadeira vida só pode ser encontrada em Jesus. Mesmo com as dificuldades que fazem parte da vida cristã, a vida de obediência a Deus é a única que vale a pena ser vivida.
Não tentemos alargar o caminho estreito para torná-lo mais confortável, porque alargar o caminho é o mesmo que trocar de estrada. Lembremo-nos de que é a fé em Jesus que nos capacita a andar por ele. Mantenhamos os olhos fixos em Cristo e sigamos o Seu exemplo ao caminhar por essa estrada que, embora difícil, leva à vida eterna.
Portanto, clamemos ao Senhor para que nos dê coragem para escolher a porta estreita todos os dias. Que não nos curvemos às facilidades do caminho largo, mas que permaneçamos firmes na estrada que nos conduz à Sua presença diariamente. Amém.
Pr. Jeremias Bento Filho

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