A Diocese da Campanha faz parte do Regional Leste II da CNBB, composto pelo estado de Minas Gerais. Ela foi criada pelo Decreto Pontifício “Spirituali Fidelium”, do Papa São Pio X, a 08 de setembro de 1907, desmembrada da então diocese de Pouso Alegre. Está localizada no Estado de Minas Gerais e compreende 71 (setenta e uma) paróquias, 01 (uma) Região Pastoral e 01 (uma) Reitoria Episcopal, que es
tão espalhadas por 49 (quarenta e nove) municípios (e dois, em parte) do chamado “Sul de Minas”.
É “uma porção do povo de Deus” (CIC. O Bispo, sucessor dos Apóstolos, é o Pastor visível da Igreja Diocesana, seu ponto de unidade e seu pontífice. Na Diocese da Campanha, desde 05 de Novembro de 2015, Dom Pedro Cunha Cruz é o 7º Bispo Diocesano. Dados da Diocese:
Território: 16.185 km2
População (estimada em 2016): 836.630 hab. Paróquias: 71
Região Pastoral: 01
Reitoria Episcopal: 01
Seminários: 03
Seminaristas: 36
Foranias: 08
Sacerdotes Diocesanos: 100
Sacerdotes incardinados, não residentes: 02
Sacerdotes residentes, não incardinados: 05
Sacerdote da Arquidiocese Militar: 01
Sacerdotes Religiosos: 11
Diácono Transitório: 02
Diáconos permanentes: 18
Diácono Permanente da Arquidiocese Militar: 01
Ordens, Congregações e Institutos religiosos: 24
Comunidades Religiosas: 26
Esta página é oficial da Diocese da Campanha, e está sob a responsabilidade da Pastoral da Comunicação. "A Pastoral da Comunicação (Pascom) tem como missão e exigências favorecer aos homens e às mulheres de hoje o encontro verdadeiro com Cristo, que deve encher o coração e a vida e despertar para o desejo de criar laços de amizade que jamais podem se romper, fazendo da Igreja uma grande rede de comunidades (CNBB, doc. 100).
É precisamente por esse motivo que, em sua ação pastoral, a Igreja enfatiza que o processo de comunicação deve estar centrado no relacionamento pessoal e comunitário, para além dos instrumentos técnicos (DCIB 11); afinal, o ser humano foi criado para a comunhão, e Jesus, ao longo de toda a sua vida, com seus gestos e palavras, ensinou isso. Os meios de comunicação, portanto, não podem, jamais, ser causa de divisão e rupturas dentro da comunidade. Antes, devem possibilitar a formação da consciência das pessoas acerca de sua pertença ao corpo místico de Cristo, que é a Igreja, e do imperativo da vivência fraterna, que conduz à unidade e ao bem comum. É sobre esses princípios que se organiza a Pastoral da Comunicação, um segmento muito importante na ação evangelizadora e que pode certamente colaborar para o surgimento de novas oportunidades de encontro e solidariedade entre as pessoas (EG 87)."
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